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Crematório, uma saída na falta de espaços em cemitérios

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O ato de cremar esta sendo a cada dia melhor aceito pela população. 

A falta de espaço para sepultamento deve elevar a procura nos próximos anos.

Para entender melhor a pratica da cremação vamos esclarecer alguns fatores importantes da cremação A cremação é o processo de queima de um corpo sem vida, em alta temperatura, reduzindo-o a cinzas, substituindo, assim, o sepultamento. É realizada através de um equipamento de grande avanço tecnológico, planejado exclusivamente para esta finalidade.A cremação é uma forma de utilizar o espaço urbano de forma adequada e consciente, já que não causa qualquer tipo de poluição ambiental e é um processo eficaz na destruição de micróbios.
Religiões e doutrinas como espiritismo, budismo, hinduísmo e umbanda não fazem qualquer restrição ao processo de cremação. A religião católica também permite a cremação. Somente o judaísmo e o islamismo não a permitem.

Os crematórios surgiram como método higiênico e ritualístico de se despojar dos cadáveres. A principal causa que levou o uso da cremação pela primeira vez foi a necessidade de diminuir o acúmulo de cadáveres, por ocasião de grandes e mortíferas epidemias que devastavam países inteiros e das vítimas de sangrentos combates.

Atualmente, o processo de cremação é de grande importância, tanto no aspecto ambiental como também para economia de espaço e recursos públicos, pois as populações urbanas crescem sem parar e o número de óbitos também, vindo a requerer soluções para tanto.

A cremação pode ser feita tanto para corpos humanos quanto para animais. Este perfil de negócios trata somente de tópicos relacionados à ideia de negócio: crematório ecumênico de corpos humanos

O mercado

No ano de 1997, existiam no Brasil somente três crematórios. Já em 2012, segundo a SINCEP – Sindicato dos Cemitérios Particulares do Brasil, esse número aumentou para aproximadamente 34 crematórios espalhados pelo país, o que permite concluir que a cremação tem crescido consideravelmente nos últimos anos.

Esse aumento no número de crematórios é resultado de constantes mudanças nos costumes do povo brasileiro.

A crença religiosa é um fator que implica na escolha pela cremação ou pelo sepultamento, pois conforme exposto no capítulo “Apresentação de Negócio”, algumas religiões ainda proíbem essa prática. Contudo, a religião Católica ainda predomina em nosso país e, depois de reformulações feitas pelo Papa João Paulo II no sentido de consentir a cremação, o número de adeptos a esse procedimento aumentou.

A preocupação com o meio ambiente está presente entre os motivos que impulsionam o aumento no número de cremações. O processo de cremação impede a formação de um líquido proveniente da decomposição do corpo humano, chamado de necrochorume, comumente visto nos sepultamentos tradicionais. Ademais, existem, atualmente, fornos crematórios com emissão de CO e O² reduzida, possuindo taxa de emissão 70% abaixo do limite estabelecido pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA.

luizalbuquerque“Ao contrário do que muitos pensam, a cremação não é um procedimento exagerado caro. Apesar de exigir equipamentos e recursos de alta tecnologia, a cremação tem custos consideravelmente acessíveis, quando feito de forma racional. Um túmulo em cemitério requer investimento semelhante, cuidados e despesas permanentes. A cremação, além de mais econômica que a compra de um jazigo, túmulo ou gaveta, não exige taxa de manutenção necessariamente, já que as cinzas podem ser levadas para casa ou espargidas na natureza”. Afirma Luiz Albuquerque

O tamanho do mercado consumidor dos crematórios é definido pelo número de óbitos da região, onde se busca conquistar o máximo possível de clientes dos já tradicionais cemitérios.

De acordo com o SINCEP (2007), no Brasil, a cada 1000 pessoas mortas, 85 delas são cremadas (8,5%), porcentagem essa aplicável em locais onde há a disponibilidade de cremação. Esse percentual não restringe, segundo o SINCEP, o público-alvo de acordo com sexo, credo, classe social e/ou renda, tornando-se um dado para aproximação bruta da quantidade de pessoas que são cremadas.

O público-alvo dessa atividade é caracterizado pelos familiares de pessoas falecidas, que usualmente são as pessoas que procuram os serviços fúnebres.

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    O perfume com cheiro de cadáver

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    Para você que pensou que já viu ou sentiu de tudo nessa vida

    É muito bizarro mas uma instituição beneficente no Reino Unido criou um perfume cuja fragrância é inspirada no odor de cadáveres. Na realidade é que este perfume foi inspirado na flor Jarro-Titã, também chamada de Flor-Cadáver devido ao seu odor desagradável que se assemelha ao de um corpo em decomposição.

    Alguns comentam que o cheiro horrível se assemelha a uma combinação de queijo estragado, rato morto e peixe em decomposição, para se ter uma ideia.

    A “Flor-Cadáver” emite um aroma fétido composto por mais de 400 substâncias que também estão presentes em outros odores naturais e na perfumaria, como queijo estragado, carne podre e peixe. Embora o produto tenha sido exibido em uma instalação de arte de uma instituição de caridade britânica, ele nunca foi comercializado como um perfume para uso pessoal.

    A fragrância fez parte de uma instalação artística e multissensorial chamada Thanatos, exibida no centro de arte Phoenix Leicester. O projeto foi criado pelo artista Eric Fong em colaboração com a pesquisadora forense Dra. Anna Williams e o perfumista Euan McCall. O intuito da exposição era educar o público sobre o processo de decomposição e os compostos químicos emitidos após a morte, além de explorar a ciência forense

    Essa é a flor Jarro Titã

    Esse grupo beneficente conhecido como The Eden Project foi o idealizador de vários feitos considerados de extremo impacto, principalmente quesito ambiental, considerou que seria então uma proposta interessante criar este perfume para aqueles que procuram um aroma mais audacioso e em uma direção totalmente inovadora. De fato, é inegável que poucos se aventurariam em fazer uso de um perfume com um aroma assim.

     

    Assista ao vídeo do produto

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    O que acontece com um corpo após a morte

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    A morte é o mistério do desconhecido. E situações assustam e causa repulsa para muitos. 

    Após a morte vários eventos acontecem no nosso corpo. Colhemos alguns relatos de especialistas no assunto

    Quando o corpo fica roxo

    Se aprendemos alguma coisa ao assistir CSI todos esses anos é que os rostos das pessoas mortas são assustadoramente pálidos. Mas se você olhar nas partes inferiores do corpo (as áreas vão depender da posição do cadáver), verá áreas manchadas e roxas.

    Por quê? Uma vez que o coração para de bombear, a gravidade força imediatamente o sangue a se acumular em seus vasos inferiores, em um processo chamado livor mortis.

    Essas manchas surgem 20 a 45 min após a morte.

    É possível o falecido ter uma ereção?

    Se um homem morre de face para baixo, o sangue pode se acumular no pênis, podendo ficar ereto. Mas as chances de uma ereção acontecer são bastante reduzidas, diz Judy Jelinek, patologista forense.

    Na verdade, é mais possível que apenas pareça que uma ereção ocorreu. “Às vezes, encontramos uma ‘descarga’ perto da região íntima do cadáver, mas isso vem da infiltração passiva de fluido da próstata”, diz Jelinek.

    Pode sair gases pela boca?

    Surpreendentemente, as células de imunidade param de funcionar quando uma pessoa morre. Depois de algum tempo, isso permite que as bactérias do intestino e do trato respiratório superior invadam a corrente sanguínea e comecem a festa no sangue e tecidos em um processo chamado decomposição.

    Enquanto os insetos comem, eles soltam um monte de gases fedidos que ficam presos no intestino e estômago. Se alguém coloca pressão sobre o corpo ou o move, o gás reprimido pode vazar pela boca. E é realmente fedido, como você deve imaginar.

    O morto pode mexer-se na urna?

    Você já deve ter visto ou lido várias histórias de cadáveres saindo do caixão. Felizmente, isso é apenas um mito.

    O corpo pode realizar movimentos aleatórios após a morte porque ainda há um pouco de atividade cerebral, mesmo que a pessoa tenha levado um tiro na cabeça ou no tronco. Desse modo, é possível que algumas contrações musculares aconteçam enquanto o “processo de morte” ainda está ocorrendo.

    Quando o corpo passa pelo procedimento de tanatopraxia (que é um procedimento para durar mais um velório ou mesmo para transportar) isso anula qualquer possibilidade por mínima que ela exista.

    Gemidos

    Quando os médicos tentam reanimar uma pessoa, eles bombeiam ar extra para os pulmões do paciente e estômago. Mas depois de morto, o ar ainda pode escapar, especialmente se alguém aplica pressão no peito ou no estômago enquanto move o corpo.

    E uma vez que o ar está fluindo pelas cordas vocais, pode causar alguns sons, como gemidos, o que obviamente é assustador.

    As células se rompem

    O processo pelo qual o corpo humano se decompõe começa poucos minutos após a morte. Quando o coração para de bater, a temperatura corporal cai cerca de 1,5 graus centígrados por hora até atingir a temperatura ambiente. Quase imediatamente, o sangue se torna mais ácido e o dióxido de carbono se acumula. Isso faz com que as células se rompam, liberando enzimas para os tecidos, que começam a ser digerido de dentro.

    O cálcio faz com que seus músculos se contraiam

    Todos mundo já ouviu falar que depois da morte o corpo fica duro e difícil de se mover. Isso acontece porque o cálcio faz com que os músculos se contraiam. Isso começa a acontecer geralmente depois de três a quatro horas após a morte e o pico é  12 horas depois, no entanto após de 48 horas o efeito acaba. Por que isso acontece? Existem bombas nas membranas das suas células musculares que regulam cálcio. Quando as bombas param de funcionar na morte, o cálcio inunda as células, fazendo com que os músculos se contraiam e endureça.

    Você ficará pálido

    A Gravidade deixa a sua marca no corpo humano nos primeiros momentos após a morte. Enquanto o resto do seu corpo fica pálido, glóbulos vermelhos pesados se movem para as partes do seu corpo que estão mais próximos ao chão. Isso ocorre porque a circulação foi interrompida. Os resultados são manchas roxas sobre suas partes mais baixas. Quando analisadas pelo legista, elas podem revelar exatamente a hora em que você morreu.

     Seus órgãos vão se auto digerir

    A putrefação, retardada pelo processo de embalsamamento, é causada pelas enzimas do pâncreas, que faz com que o órgão começar a digerir a si mesmo. Além da ação microbiana, que se inicia na barriga e se espalha pelo corpo todo. A cientista Caroline Williams afirmou em seus estudos, publicados na revista New Scientist, que cerca de 100 trilhões de bactérias vivem nas nossas entranhas, em harmonia com o nosso organismo. Depois da morte, a atividade dessas bactérias liberam a putrescina e cadaverina, que são os compostos que tornam o cheiro do corpo humano em morte

    Você pode ficar coberto de cera

    Além de pó e cinzas, também podemos virar cera. Depois de putrefação, a decomposição é acelerada para transformar o corpo em esqueleto. No entanto, alguns órgãos tomam um rumo interessante. Se um corpo entra em contato com o solo ou a água fria, pode desenvolver adipocera, formada a partir de um material ceroso. A adipocera funciona como um conservante natural sobre os órgãos internos. Ele pode levar especialistas a pensarem que uma pessoa morreu antes do que o real, como foi o caso de um cadáver de 300 anos de idade recentemente encontrado na Suíça.

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