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Qual a diferença entre enterro, sepultamento e cremação?

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A importancia de conhecer e saber diferencia las

Historicamente, a diferença entre sepultamento e enterro não era muito discutida. Isso porque na pré-história os enterros eram o mais comum. Ao surgir a Igreja, o sepultamento tornou-se uma nova prática que extinguiu e crimanalizou, hoje em dia, o ato de enterrar corpos em locais proibidos.

Na hora de resolver as burocracias relacionadas ao falecimento de um ente querido você já se perguntou a diferença entre sepultamento e enterro? Ou até mesmo cremação? Será que os dois primeiros são a mesma coisa?

Vamos entender cada caso

O Enterro

Os profissionais do segento entendem como enterro, por exemplo, o ato de enterrar alguém, independentemente se há ou não um espaço adequado e reservado para isso. Isso fica restrito somente ao ato de enterrar uma pessoa que faleceu e que não teve familiares afim de prestar uma ultima homenagem aquela pessoa.

Normalmente isso ocorre basicamente em duas circunstancias.

Mortos sem identificação. Ou seja não se tem dados e nem documentos para fazer um documento claro da pessoa.

E quando os familiares não comparecem para reclamar o desaparecimento de uma pessoa e não sendo mais possivel aguardar por mais informações. Isso ocorre em média de 20 a 30 dias após a entrada do corpo no IML.

Conhecer a história das pessoas que são enterradas como indigentes é difícil, mas pode-se traçar um perfil: a maioria dos desconhecidos é de jovens, entre 18 e 25 anos, que morreram de forma violenta, vítimas, em muitos casos, de algum tipo de envolvimento com o tráfico de drogas.

Esses corpos partem direto para o cemitério onde se tem vaga. Nenhum velório ou homenagem  é organizado. Os sepultamentos não duram muito tempo, afinal outros serviços precisam ser realizados e as funerárias não recebem nada para transportar os mortos não identificados.

Alguns procedimentos

Quando esses corpos não identificados chegam ao IML, eles são encaminhados para o setor de necropapiloscopia para a retirada de impressões digitais  no Instituto de Identificação, consegue-se descobrir a identidade de cerca de 20%. Também são coletadas amostras de sangue para uma eventual identificação posterior por DNA.

Existem pessoas que entendem a diferença entre sepultamento e enterro como mínima, ou seja, podendo um ser sinônimo do outro. Entretanto, isso é um erro!

Enterro, por exemplo, é simplesmente o ato de enterrar alguém, independentemente se há ou não um espaço adequado e reservado para isso.

O Sepultamento

Já o sepultamento cobre a sepultura, local específico para armazenamento da urna, possibilidades de prestar últimas homenagens, etc.

O sepultamento ou inumação consiste no ato de colocar o corpo falecido em uma sepultura. Por isso, o sepultamento é um ato distinto de enterro. O cadáver é sepultado numa sepultura ou na cova ou em jazigos

Sepultamento é a ação de colocar a pessoa morta dentro de uma sepultura do seu tamanho para receber homenagens no velório. O Egito com suas pirâmides é referência na questão de sepultamento, com sua tradição milenar.

Depois da criação dos cemitérios no Brasil é proibido enterrar corpos fora dele, conforme a legislação brasileira. Os cemitérios oferecem toda estrutura física e ambiental para sepultar os falecidos e estes recebem tratamentos adequados por parte das funerárias como técnicas para a conservação dos corpos durante os velórios.

Mais um detalhe é que o sepultamento pode ser feito dentro de um caixão ou urna cinerária, se o falecido for cremado.

Cremação

Basicamente, os corpos são colocados em fornos e incinerados a temperaturas altíssimas, fazendo carne, ossos e cabelos evaporarem. Só algumas partículas inorgânicas, como os minerais que compõem o osso, resistem a esse calor para lá de intenso. São esses resíduos que compõem as cinzas, o pozinho que sobra como lembrança dos restos mortais de uma pessoa cremada.

“No corpo humano, não existe nenhuma célula que tolere uma temperatura maior que 1 000 ºC. Um calor como esse é suficiente para derreter até metais”, afirma o médico legista Carlos Coelho, do Instituto Médico Legal de São Paulo.

Apesar da aparência de prática moderna, a cremação é uma tradição de quase 3 mil anos. “Para as religiões do Oriente, queimar o cadáver é uma prática consagrada. O fogo tem uma função purificadora, eliminando os defeitos da pessoa e libertando a alma”, diz o perito criminal Ugo Frugoli.

Para mais informações sobre a cremação veja também

Como é a cremação de corpos

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    Cemitérios do Brasil

    Prefeitura da cidade de São Paulo divulga nomes dos concessionários do serviço funerário

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    Os vencedores de três blocos ja estão definidos. Ainda tem o bloco 4 que ainda não foi divulgado

    A Prefeitura de São Paulo divulgou nesta sexta-feira 12/08 os consórcios vencedores da licitação para administrar os 22 cemitérios da capital paulista pelos próximos 25 anos.

    Os consórcios Atena, Cortél São Paulo e Cemitérios e Crematórios SP foram os vencedores de três dos quatro blocos, por terem apresentado as melhores propostas. O bloco 4, que inclui o crematório da Vila Alpina, ainda não teve a definição.

    Os cemitérios foram divididos em quatro blocos e pelo menos três consórcios já tiveram os nomes definidos, por terem apresentado as melhores propostas.

    Acompanhe a definições

    Bloco 1 – Cemitérios da Consolação, Quarta Parada, Santana, Tremembé, Vila Formosa I e II e Vila Mariana

    Propostas – Bloco 1

    Nome da empresa Outorga fixa oferecida Outorga fixa mínima
    Consórcio Atena R$ 155.525.000,33 R$ 116.195.000,00

    Bloco 2 – Cemitérios do Araçá, Dom Bosco, Santo Amaro, São Paulo e Vila Nova Cachoeirinha

    Propostas – Bloco 2

    Nome da empresa Outorga fixa oferecida Outorga fixa mínima
    Consórcio Cortel São Paulo R$ 200.240.999,99 R$ 170.239.000,00

    Bloco 3 – Cemitério do Campo Grande, Lageado, Lapa, Parelheiros e Saudade

    Propostas – Bloco 3

    Nome da empresa Outorga fixa oferecida Outorga fixa mínima
    Consórcios Cemitérios e Crematórios SP R$ 153.378.000,00 R$ 144.697.000,00

    O único bloco que ainda não teve definição foi o lote 4, que abrange os cemitérios da Freguesia do Ó, Itaquera, Penha, São Luiz, São Pedro e Vila Alpina (crematório).

    Como o edital aponta que nenhuma empresa pode administrar dois blocos de cemitérios, as empresas que tiveram as três melhores propostas foram desclassificadas e a prefeitura de SP analise a documentário da última proposta, do Consórcio MonteSanto, para saber se a empresa tem condições de assumir os espaços.

    A proposta desse consórcio para administrar as unidades foi de R$ 110 milhões de outorga fixa, valor quase R$ 27 milhões abaixo da melhor proposta, que foi do Consórcio Cortel, conforme abaixo.

    Bloco 4 – Cemitérios da Freguesia do Ó, Itaquera, Penha, São Luiz, São Pedro e Vila Alpina (crematório)

    Propostas – Bloco 4

    Nome da empresa Outorga fixa oferecida Outorga fixa mínima
    Consórcio Cortel São Paulo R$ 137.281.999,99 R$ 108.281.000,00
    Consórcio Atena R$ 132.081.000,33 R$ 108.281.000,00
    Consórcios Cemitérios e Crematórios SP R$ 125.605.000,00 R$ 108.281.000,00
    Consórcio Monte Santo R$ 110.446.620,00 R$ 108.281.000,00

    No total, as quatro melhores propostas recebidas pela Prefeitura Municipal para os 22 cemitérios totalizaram R$ 646,4 milhões.

    O resultado da concessão acontece após várias tentativas de passar a administração dos cemitérios para a iniciativa privada contestadas pelo Tribunal de Contas do Município (TCM).

    Histórico

    Os envelopes da licitação foram finalmente abertos pela gestão municipal em 26 de julho.

    A concessão dos cemitérios municipais, segundo a prefeitura, será feita por 25 anos e gerará cerca de R$ 1,2 bilhão em benefícios econômicos para a cidade, além de qualificar os serviços oferecidos para usuários, que são alvo de inquérito do Ministério Público de São Paulo por causa do abandono (veja mais abaixo).

    Os consórcios vencedores serão responsáveis por gestão, operação, manutenção, exploração, revitalização e expansão dos 22 cemitérios e um crematório público, bem como a criação de três novos crematórios para a cidade.

    De acordo com o Serviço Funerário, todas as gratuidades já garantidas pelas leis municipais permanecerão após a concessão, tanto em relação a sepultamentos quanto a cremações.

    Além da expansão das gratuidades para a cremação, a prefeitura diz que houve redução de 25% no valor do funeral social no edital de concessão, que passa de R$ 755 para R$ 566.

    Investigação do Ministério Público

    No início de julho, o Ministério Público de São Paulo abriu um inquérito para apurar o abandono nos 22 cemitérios municipais da capital paulista, que sofrem com roubos, furtos e depredações há anos.

    Para a Promotoria, a situação de abandono em que vários cemitérios se encontram já causa danos ao patrimônio histórico e cultural da cidade, em virtude da falta de cuidado, de conservação de túmulos e de segurança.

    No inquérito, os promotores justificam que os cemitérios deveriam ser protegidos pela gestão municipal, mas o Poder Público vem se eximindo da questão ao longo de várias gestões de prefeitos de diferentes partidos, sem adoção de medidas efetivas para a conservação de bens públicos.

    A investigação pede que a prefeitura forneça uma relação completa dos construtores e prestadores de serviço cadastrados nos cemitérios da cidade, com informação sobre como eles foram selecionados e a devida licitação de cada um deles.

    Eles também pedem a indicação das empresas que vendem caixões, flores e outros produtos para velórios e enterros, com os valores cobrados, além de um relatório atualizado com a situação de cada um dos 22 cemitérios da capital.

    O que diz a Prefeitura de SP

    A gestão Ricardo Nunes (MDB) disse, à época, que recebeu a notificação do Ministério Público e vai responder aos questionamentos dentro do prazo, que é no fim deste mês.

    Desde 2017, a capital tenta privatizar os cemitérios municipais e o crematório da Vila Alpina, sem sucesso. O Tribunal de Contas do Município (TCM) já suspendeu pelo menos cinco vezes o edital de concessão, por problemas administrativos e comerciais. A última vez foi em maio.

    Agora, a prefeitura afirma que todas as determinações do TCM foram acatadas e que publicou o edital para concessão no fim de junho e as propostas das empresas foram entregues até 26 de julho.

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      Eventos

      Congresso INOVARE 2022 em Foz do Iguaçu PR

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      Nos dias 8, 9 e 10 de Novembro de 2022,

      o Hotel Wish Resort receberá o maior congresso funerário do Brasil. Palestras, expositores, cases de sucesso e encontros com os maiores profissionais do setor.

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      Fatalidades

      Incendio na fabrica de urnas em Reduto MG

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      Um incêndio de grandes proporções destruiu uma industria de urnas funerarias, na ultima sexta-feira dia 22/07, na cidade de Reduto, na Zona da Mata mineira.

      Inicialmente, a corporação usou cinco mil litros de água para evitar que as chamas atingissem a parte externa da empresa. Os militares conseguiram retirar um carro antes que ele fosse atingido pelo incêndio.

      Mesmo com todos esforço empregado ao combate,  a estrutura da edificação foi comprometida pelo incêndio, o que ocasionou  desabamento. Nenhum representante da Defesa Civil da cidade foi encontrado para comentar o caso.

      Agravantes como materiais inflamáveis, thinner, verniz, madeira e urnas funerárias foram prepulsores para o aumento do fogo na fabrica.

      O prejuizos ainda não foram calculados, mas estima se que pouca coisa foi salva da chamas.

      Felizmente ninguem ficou ferido

      Urnas Minas

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