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O plano funeral no Brasil

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Há muitas possibilidades de assistências e seguros, como seguro de vida, seguro de carro e até mesmo seguro do celular. Um dos seguros e que ainda é um tabu para muita gente, é o plano funerário. Entretanto, nem todos sabem que a principal razão de sua existência é para evitar sofrimento (além do sofrimento da perda) com burocracias a serem resolvidas. Assim, se você possui um planejamento financeiro, contratar um plano funerário familiar ou individual pode facilitar a execução de ações pós morte, ajudando e dando total assistência para ser feito de maneira simples e rápida.

Se você está um pouco perdido nesse assunto, separamos algumas perguntinhas comuns para que você decida se o plano funeral seja uma opção para você.

Qual o valor de um plano Funerário?

No momento de dor e luto muitas empresas funerárias tentam se aproveitar do momento de fragilidade e meter a faca no preço. Portanto, estar preparado com o valor é a chave para não ser pego de surpresa, principalmente neste momento tão triste e delicado. Pensar antecipadamente em um plano funerário é a forma de escapar desse sufoco.

A morte pode pegar qualquer família desprevenida, sem ter condições de bancá-la. Os planos funerários protegem as pessoas no pior momento”, diz Maria Inês.

Assim, um pacote completo com todos os serviços necessários para o enterro, pode variar em torno dos R$2.000,00 até R$60.000,00. Mas, se você contratar um plano funerário pagando em torno de R$20,00 mensais, pode receber todos os serviços e para toda a família. Assim, é preciso pesquisar e ver se aquele plano irá se adequar a você e a sua família, caso você queria por exemplo, contratar para os seus pais.

Como fazer um plano Funerário?

Para fazer um plano funerário, é preciso saber escolher bem a funerária ou cemitério contratado. Você precisa escolher qual o plano que mais irá se adequar a suas necessidades e ao seu bolso. Além disso, ter confiança com o contratado, buscando saber sua reputação, é imprescindível para evitar futuras dores de cabeça. Antes de assinar o contrato, verifique o período de carência, isto é, aquele período em que você irá pagar, mas não poderá ter acesso ao serviço caso precise.

Agora, você precisa avaliar seu custo benefício. Por isso, pesquise muito bem e faça as contas. Preste atenção se o contrato da cobertura será individual ou familiar, não se esquecendo que a melhoria do custo benefício está diretamente ligado a este fator. Verifique também o atendimento da empresa contratada, se estará disponível 24 horas de segunda a segunda, para que o contato para comunicação do óbito não seja dificultado.

Coisas mais “secundárias” como, urna, coroa de flores, paramentos a partir da crença e cultura da família, vestimentas, carro fúnebre, ornamentação da urna e serviço de tanatopraxia (preparação do corpo), também devem ser avaliados. Basicamente, você deverá colocar na ponta do lápis suas necessidade e alinhá-las com seu contratado.

Como funciona o plano de assistência funeral?

Esse plano é oferecido a partir de uma seguradora por meio de uma apólice, contendo algumas semelhanças com o seguro de vida. Deve-se ficar atento com o que está escrito no contrato, para assim avaliar se aquele plano de assistência funerária irá se adequar às suas necessidades.

O que é um plano de assistência familiar?

O plano de assistência familiar abre a possibilidade de adicionar dependentes para serem contemplados, e é recomendado para famílias. Contudo, ele tende a ser mais caro, mas conta com a abrangência de todos os seus filhos e pais. Mas se você é sozinho, existe o plano de assistência funeral individual.

Qual é a diferença entre o seguro auxílio funeral e assistência funeral?

O auxílio funeral é como um seguro de vida, que garante o reembolso dos gastos funerários e cobre todas as despesas do momento do falecimento até o seu enterro. Nessa modalidade, você irá supervisionar toda a execução do serviço diretamente com o contratado, se destacando no quesito de flexibilização. Para que se tenha o reembolso, tem-se a necessidade de enviar para a seguradora todas as notas fiscais que o prestador emitiu. Além disso, pode ser contratado individual, em que só uma pessoa será contemplada ou o plano familiar, que será para o cônjuge e seus filhos.

Da mesma forma que o auxílio funeral pode ser contratado no âmbito individual ou familiar, dependendo da necessidade, na assistência funeral a seguradora é quem irá indicar o prestador de serviços do início até o fim do funeral, já que você não poderá cuidar de tudo. Essa modalidade foi feita pensando em quem não tem mãe ou pai para cuidar de todos esses trâmites. Mas, essa cobertura não dá direito ao reembolso.

Está em dúvida de qual escolher? Isso irá depender exclusivamente da sua necessidade. A assistência funerária dá o suporte para que você e sua familia passe por esse momento sem maiores dores e sofrimentos, já o auxílio funerário cobre todas as suas despesas do enterro.

Por isso, é preciso analisar com calma para se preparar melhor e com antecedência.

Qual o período de carência do plano funerário

Normalmente, o período em que as empresas pedem antes do beneficiário poder usufruir do serviço, é de 12 meses. Mas esse período não é tabelado, ou seja, ele irá variar dependendo da empresa que você contratar.

Como orienta Reinaldo Domingos, que é presidente da DSOP – Educação Financeira e da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin): “Plano funeral é um investimento seguro e certeiro. Como qualquer outro serviço, quanto mais planejado o enterro, mais barato custa”.

Por isso, ter alguém cuidando de todas as burocracias é essencial. Além disso, financeiramente, o retorno pode valer a pena, basta saber analisar e escolher o melhor, como disse Reinaldo Domingos. No Brasil, há diversas possibilidades, como o auxílio funerário e a assistência funerária. Ambas possuem vantagens distintas, e por isso, se manter informado é uma das melhores maneiras de não ter maiores dificuldades no falecimento de um ente querido.

Se você é proprietário de uma funerária e ainda não vende seus serviços pela internet, acesse o site do E-commerce Funerário e saiba como aumentar as vendas dos seus serviços.

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O que é Necromaquiagem

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Procedimento que melhora significativamente a aparência do falecido

Para entender melhor e também aprender como essa técnica é muito utilizada pelos profissionais do ramo funerário com o intuito de recuperar a aparência da pessoa apos o seu falecimento.

Com a morte natural a aparência da pessoa fica com varias desconfigurações naturais e com o procedimento correto melhora se significativamente e em alguns caso consegue se recuperar a fisionomia natural da pessoa.

É de suma importância aos familiares terem uma melhor ultima lembrança do seu ente querido. Afinal sera uma ultima oportunidade de ver e se despedir da pessoa de quem passou por longos períodos de doença ou mesmo morreu repentinamente.

A necromaquiagem, também é conhecida em algumas regiões  de maquiagem funerária

TIPOS DE NECROMAQUIAGEM

A necromaquiagem natural

Destinada pessoas que tiveram morte natural e que não tenham causado nenhuma deformação ou alteração importante principalmente no rosto.

A necromaquiagem corretiva

Essa é utilizada em caso de afogamentos, acidentes, mortes violentas, ou outros casos em que o rosto tenha sido alterado em decorrência de alguma doença.

São usados técnicas de maquiagem e estética direcionadas à melhora da aparência das partes expostas da pessoa falecida – como rosto, braços e mãos.

O uso de produtos adequados são de longa duração que  contribuem para que durante o velório a pessoa tenha o ar saudável e natural, como se estivesse dormindo.

As técnicas utilizadas são bastante similares à maquiagem para pessoas vivas, inclusive com o uso dos mesmos produtos. O necromaquiador, profissional especializado, é quem vai decidir quais áreas devem ser reparadas e de quais formas.

PRINCIPAIS CUIDADOS

Na necromaquiagem é preciso ter alguns cuidados. Primeiro, a pele precisa receber um creme hidratante, pois, como não há circulação de sangue, os produtos não apresentam aderência.

É importante  informar se sobre a pessoa falecida. Seu gostos quando viva, evitando fugir do que ela era, respeitando também seu credo religioso e desejo dos familiares. Uma pessoa que não era adepta da maquiagem em vida não deve receber um batom vermelho, por exemplo. O contrário também deve ser considerado: se a pessoa falecida era vaidosa, é importante respeitar seu gosto pessoal nos últimos momentos também.

O profissional da área deve ser cuidadoso, sensato, e que compreenda que ali há uma pessoa que precisa ser tratada com total respeito. Existem cursos específicos para a formação de necromaquiadores, porém profissionais formados em maquiagem e em estética também podem atuar na área. Basta ter respeito pela profissão, pelo “cliente” que ali se encontra sob seus cuidados, e tato para proporcionar à família as melhores lembranças possíveis.

OS PRODUTOS UTILIZADOS

Os produtos aplicadas são as mesmas da maquiagem feita em pessoas vivas. Inclusive, são os mesmos produtos, o que se diferencia nesse caso é que as maquiagens usadas são de longa duração.

Os itens de longa duração tem o objetivo que a maquiagem não se desfaça ao longo do velório, dessa forma o corpo ficará íntegro em toda a duração da despedida de modo que a família possa ficar o tempo que for necessário para se despedir e nada interrompa esse momento.

O MERCADO PROFISSIONAL

A necromaquiagem é um nicho de mercado profissional que cresce cada vez mais no mercado funerário que sempre esta a busca profissionais especializados. A maioria dos cursos existentes de necromaquiagem estão atreladas a outros cursos da área, como: de Agente funerário, Tanatopraxista ou mesmo de Ciências mortuárias.

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    Conheça os serviços e recursos utilizados pelas funerárias nos atendimentos

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    Conheça os serviços e recursos utilizados pelas funerárias, crematórios e cemitérios no atendimento às famílias enlutadas

    As funerárias realizam muitos serviços que muitas vezes são complicados e cheios de burocracia. Não é tão simples quanto parece, o trabalho de uma empresa funerária. Há papéis, documentos, contratos, pagamentos e logística que devem ser realizados, analisados, para que tudo ocorra da melhor maneira durante esse processo obrigatório. Sendo assim, confira os tópicos a seguir que explicam mais detalhes dos serviços e recursos que são utilizados pelas funerárias:

    1- Venda de jazigos

    Esse primeiro tópico é tradicional dentro de uma funerária. O cliente escolhe o jazigo que mais lhe atrai, e assim é realizada a venda. O interessante é que com o avanço da internet, muitas funerárias estão adotando e-commerce funerário, e vendendo jazigos através de sites. Facilita na comunicação com o consumidor, quanto no alcance de pessoas.

    2- Vôos

    Há empresas especializadas no envio de corpos para outros estados e países que se responsabilizam por marcar voo, cuidar do embarque e desembarque no destino, e realizam pagamento de taxas de aeroporto e providenciam a documentação necessária para o embarque. Dessa maneira a funerária consegue atender pessoas de forma abrangente e trás conforto.

    3- Decoração interna

    Este item se resume a toda organização do local. Sendo assim, a funerária pode oferecer velas, flores, véus, terços, livros de presença, mantos, castiçais, tapetes, cortinas, aromatizantes e etc. Cabe a cada empresa verificar o que é indispensável na ornamentação.

    4- Documentação necessária

    Para que a funerária consiga realizar os serviços que propõe ao cliente, ela precisa ter os seguintes documentos:

    • RG e CPF do familiar da testemunha;
    • Documento da pessoa que faleceu: RG, carteira profissional ou certidão de nascimento;
    • Declaração de Óbito (se a família optar por cremação, há a necessidade de solicitar ao hospital que o documento seja assinado por dois médicos).

    É interessante que o familiar que esteja lidando com essa situação, saiba se a pessoa que faleceu possuía algum seguro ou convênio ligado a assistência funerária.

    5- Velório

    A funerária pode realizar a cerimônia em residências, salas municipais ou particulares, igrejas e até hospitais. A empresa funerária fica encarregada de trazer todas as informações ao cliente, que no caso, é o parente enlutado.

    6- Tratamento diferenciado para doadores de órgãos

    De acordo com a Prefeitura de São Paulo: “o familiar que for à agência funerária e apresentar o documento de doação de órgãos será isento das taxas, emolumentos e tarifas (como o pagamento da urna, transporte, do velório e do sepultamento). Esta gratuidade será parcial caso a família opte pela cremação ou pelo sepultamento em cemitérios particulares, conforme a Lei Municipal nº 11.479/94.” Fique atento a esses detalhes, para que não haja problemas com sua funerária.

    7- Cremação

    Esse processo é opcional, e cabe a funerária trazer todos os detalhes para que não haja dores de cabeça. “Muitas pessoas registram em cartório uma Declaração de Vontade, optando pela cremação. Sugerimos que o interessado forneça cópias aos familiares e amigos mais próximos.” diz a Prefeitura de São Paulo. Sendo assim, se a pessoa não deixou essa declaração, e a família recorrer para a cremação, haverá uma autorização que deverá ser assinada por um parente de primeiro grau (marido, esposa, filho, irmãos), com a presença de duas testemunhas.

    De qualquer maneira, a funerária deve ficar atenta com a Declaração de Óbito, que precisa estar assinada por dois médicos. Se o motivo de óbito for por algum ato violento, a Justiça pode autorizar a cremação.

    Nesta opção, a família pode escolher se quer realizar o velório. Há uma cerimônia de despedida no salão ecumênico, no próprio crematório. Se a família desejar, pode escolher músicas para serem tocadas no decorrer do evento.

    De acordo com a Exame: “Apesar da aparência moderna, a cremação é uma tradição de quase 3 mil anos.”. Sendo assim, sua funerária pode ter essa opção, e conquistar vários clientes.

    8- Funeral e sepultamento

    A empresa funerária pode oferecer uma homenagem funeral ou sepultamento. Ambos os procedimentos possuem início quando há apresentação da Declaração ou Atestado do Óbito. Precisa estar autorizado por hospitais, pelo Instituto Médico Legal, ou pelo Serviço de Óbitos. Dessa maneira, a agência funerária pode iniciar o trabalho, definindo inicialmente o horário para o sepultamento, reservando salas de velórios e passando informações em relação aos cemitérios municipais disponíveis.

    Existe um cronograma para que tudo ocorra de forma segura e rápida. Na funerária, há o recebimento de documentos que foram apresentados, o preenchimento de uma nova declaração e, consequentemente, a entrega do protocolo para os familiares. A declaração acaba sendo enviada para um cartório civil e serve para que haja a emissão do documento de certidão de óbito.

    Depois de estar concluída essa etapa da declaração, os familiares podem escolher como será a homenagem. O atendente do serviço funerário deve enviar a nota de contratação realizada para a família, à equipe de administração do cemitério, para o setor de transportes e departamento de expedição.

    De acordo com a Prefeitura de São Paulo: “A contratação da homenagem inclui: urna (caixão) e sua ornamentação interna, sala para o velório, carro de transporte funerário para o velório e o local do sepultamento (ou cremação). Na hora de contratar a urna, verifique se o tamanho é compatível com a metragem da gaveta do túmulo.[…] A duração de todo processo, da apresentação da declaração de óbito na agência funerária ao sepultamento ou cremação do corpo, pode levar aproximadamente 12 horas.”.

    Enfim, a funerária precisa estar atenta a todos esses detalhes, principalmente em relação a Declaração de Óbito, que varia bastante em relação ao local da morte. Há certos processos caso a pessoa tenha morrido dentro de: hospitais, residência, locais públicos. No site da Prefeitura de São Paulo há uma matéria que explica vários detalhes em relação a essas alternativas e como obter o documento corretamente. Fique atento para que sua empresa funerária dê todo suporte que a família precisa, para que não tenha grandes problemas e consiga trazer um pouco de conforto em um momento doloroso.

    mazinha

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      As Fases da Morte no Brasil e no Mundo

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      A morte é um fenômeno natural que todos vão passar um dia

      Difícil de encarar pela maioria das pessoas, afinal a morte significa o término de um ciclo muito marcante na vida das pessoas. Trata-se de um fenômeno natural que todos passarão. É certo que esse dia chegará, felizmente não podemos precisar o momento exato. Essa imprecisão, aliada à incerteza do que encontraremos adiante, a dúvida sobre a possível continuidade de alguma forma de vida, causa-nos medo e insegurança.

       

      Contudo, cada pessoa apresenta uma reação de acordo com suas próprias vivências e formação cultural. Nesse contexto, o conceito de morte é relativo (depende do desenvolvimento psíquico e situação afetiva de cada pessoa), é complexo e mutável, depende do contexto situacional.

      Nos hospitais os cuidados com os casos de óbitos são bastante importantes para que o agente funerario possa concluir o trabalho de apoio e auxilio as famílias enlutadas

      Entendendo os procedimentos

      Cuidados com corpo pós-morte são os cuidados após a constatação médica de óbito. Após essa constatação, a enfermagem deve colocar o corpo do falecido em posição horizontal e começar os procedimentos para preparar o corpo antes que ocorra a rigidez cadavérica.

      Cada instituição segue alguns procedimentos específicos para atender o indivíduo depois da morte.

      O Código de ética dos profissionais de Enfermagem (Resolução COFEN nº 311/2007), em sua Seção I, das relações com a pessoa, família e coletividade; das responsabilidades e deveres dos profissionais de enfermagem, afirma

      Respeitar o pudor, a privacidade e intimidade do ser humano, em todo seu ciclo vital, inclusive nas situações de morte e pós-morte.

      Estudar as concepções culturais do processo saúde-doença-morte nas diferentes sociedades pode possibilitar aos profissionais de enfermagem compreender seus próprios valores e crenças diante do processo de morrer e da morte bem como suas atitudes e ações relacionadas com as questões do cotidiano que influenciam na sua vida pessoal e profissional.

      Os profissionais são freqüentemente expostos a situações de enfrentamento da morte de pessoas sob seus cuidados, sobretudo aqueles que atuam em serviços hospitalares. Apesar desse confronto com a morte no seu cotidiano de trabalho, esses profissionais encontram dificuldade em encará-la como parte integrante da vida, considerando-a, com frequência, como resultado do fracasso terapêutico e do esforço pela cura.

      Há uma necessidade que os profissionais têm então, de quebrarem o silêncio e ousarem falar de suas dores, medos, do luto que deve ser elaborado, a fim de que suas demandas sejam atendidas e o melhor cuidado seja oferecido. É importante que eles se permitam entristecer e não se sintam culpados.

      Quando paramos para pensar sobre o que se é permitido sentir o profissional enfermeiro a cerca da morte, vem o questionamento quanto ao comportamento que deve ser assumido frente ao paciente que morre e a família, pondo dúvidas em torno do cuidar com respeito.

      Os profissionais de saúde acabam criando mecanismos de defesa que os auxiliam no enfrentamento da morte e do processo de morrer. Por serem preparados para manutenção da vida, a morte e o morrer em seu cotidiano, suscitam sentimentos de frustração, tristeza, perda, impotência, estresse e culpa. Em geral, o despreparo leva o profissional a afastar-se da situação

      Como um mecanismo de defesa e proteção contra o sofrimento, o processo de morrer e morte passa a ser visto como banal, sendo o distanciamento e endurecimento das relações frente à morte e ao paciente terminal algo tornado natural e considerado comum e rotineiro.

      Cuidados com idososCuidados paliativos no caso de pacientes que correm risco de morrer

      Esses cuidados têm início com uma conversa clara com o doente e seus familiares falando sobre a impossibilidade de cura.

      Quando bem esclarecido as causas da morte permite que as pessoas mais queridas vivam juntas ao processo de luto e se preparem para a despedida. A informação clara sobre a morte permite ajustar as próprias expectativas sobre o atendimento de saúde e assumir maior controle sobre as decisões em relação a ele. Se não há perspectiva de cura, é possível optar por não ter a vida prolongada por meio de métodos invasivos (como a respiração mecânica), escolher não operar o coração de uma pessoa idosa que permanecerá seus últimos dias presa a uma cama de hospital, ou decidir manter o paciente em casa para que morra em um ambiente que conhece e próximo àqueles que ama.

      Quando se trata de melhorar a qualidade de vida de pacientes terminais, é possível fazer muito. Para a pessoa que está doente, descobrir que há formas de diminuir a própria dor significa muitas vezes retomar o controle sobre o próprio tratamento.

      Avaliação sobre a qualidade da morte em vários países realizada em 2015 pela Economist Intelligence Unit

      Dos 80 países avaliados, o Brasil ficou na 42a posição. Na América Latina, o Chile ficou em 27° lugar, a Argentina em 32°, o Uruguai em 39° e o Equador em 40°.

      Para a organização do ranking foram utilizados dados oficiais, pesquisas e entrevistas com profissionais da área. Para o estudo do Brasil, a consultoria ouviu Maria Goretti Salles Maciel, presidente da Academia Nacional de Cuidados Paliativos (ANCP).

      Segundo ela, embora a situação dos Cuidados Paliativos no país ainda esteja muito aquém do ideal, o Brasil melhorou desde o último índice, divulgado em 2010, que colocava o Brasil em 38° posição numa lista de 40 países avaliados.

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