Ligue-se a nós

Noticias

Posso cancelar um plano funerário por atraso ou falta de pagamento?

Publicação

no

A RESCISÃO DE PLANO FUNERÁRIO: CAMPEÃO DE FALHAS E CONDENAÇÕES – COMO EVITAR

A rescisão feita de forma equivocada pode causar falhas e até condenações. Vamos entender agora

Muitos gestores de planos funerários ainda acreditam que o simples atraso no pagamento autoriza o cancelamento automático do vínculo, mas essa percepção equivocada tem sido o principal gatilho para disputas judiciais desastrosas.

Uma visão jurídica de quem conhece o segmento do luto no Brasil

O contrato pode estar perfeito no papel. Mas, mesmo assim, pode gerar um processo judicial. Antes de avançar, é importante deixar claro, de forma objetiva, em quais situações o contrato pode ser encerrado:

  • Término da vigência contratual sem renovação;
  • Inadimplência do cliente;
  • Descumprimento de cláusulas contratuais;
  • Solicitação de cancelamento pelo próprio cliente;
  • Outras hipóteses previstas expressamente no contrato;

Embora os motivos possam variar, o ponto central não está apenas no porquê rescindir, mas em como essa rescisão é realizada.

A rescisão do contrato de plano funerário é um dos pontos mais sensíveis da relação jurídica entre a empresa e o cliente. Isso ocorre porque envolve prestação continuada, expectativa de cobertura futura e, principalmente, confiança do consumidor. Na prática, quando a empresa erra na forma de encerrar ou suspender o contrato, o resultado costuma ser o mesmo: conflito, discussão judicial e risco de condenação.

O primeiro erro comum é acreditar que o simples atraso no pagamento já autoriza o encerramento do contrato. Não autoriza. O atraso gera uma situação de irregularidade contratual, mas não encerra automaticamente o vínculo. Existe uma diferença importante entre estar em atraso e ter o contrato efetivamente cancelado ou suspenso. A simples previsão contratual dizendo que o contrato será cancelado em caso de atraso não é suficiente para produzir esse efeito de forma automática. O direito exige um procedimento mínimo para a validação da rescisão de um contrato. Sem esse procedimento, o cancelamento ou a suspensão podem ser considerados irregulares, mesmo que estejam previstos no contrato.

Esse procedimento começa com a notificação ao cliente. A empresa deve comunicar de forma clara que existe uma dívida, indicar o valor devido e conceder um prazo razoável para pagamento. Além disso, deve informar de maneira objetiva o as consequências caso a dívida não seja quitada no prazo concedido (se haverá suspensão da cobertura ou cancelamento do contrato).

Essa notificação não se trata de mera burocracia. Ela é OBRIGATÓRIA! Serve para demonstrar transparência, dar oportunidade de regularização ao cliente e, principalmente, proteger a empresa em caso de questionamento futuro. A Empresa que não notifica formalmente, assume um risco elevado.

Também não basta enviar uma mensagem de notificação que não esteja totalmente adequada ao propósito. A notificação precisa ser feita por um meio válido e que permita comprovação. É fundamental que a empresa consiga demonstrar que comunicou o cliente, com registro de envio, conteúdo e data. Sem isso, a discussão passa a ser palavra contra palavra, o que normalmente prejudica a empresa.

Outro ponto relevante é o prazo para pagamento. O cliente precisa ter um tempo real para regularizar a situação. Cancelamentos imediatos ou com prazos muito curtos tendem a ser considerados abusivos. O contrato deve prever prazos claros, compreensíveis e compatíveis com a realidade do consumidor.

O procedimento correto de rescisão deve seguir uma sequência lógica!

Após o vencimento da parcela e a configuração do atraso, a empresa deve notificar o cliente. A notificação deve informar o atraso, o valor da dívida e conceder um prazo para pagamento. Somente depois dessas etapas, e se não houver regularização, é que se pode aplicar a suspensão ou o cancelamento, conforme a previsão do contrato. Esse rito não se trata de mera burocracia. Ele demonstra que a empresa agiu com método, transparência e boa-fé. Isso faz toda a diferença em eventual demanda judicial, que leva em conta o atendimento aos preceitos legais e especialmente consumeristas.

Diferença entre rescisão, cancelamento e suspensão

Também é essencial entender a diferença entre rescisão, cancelamento e suspensão. No dia a dia, esses termos costumam ser usados como se fossem iguais, mas não são. Rescisão e cancelamento, na prática, indicam o encerramento do contrato. O vínculo deixa de existir e a cobertura é definitivamente encerrada. Já com a suspensão o contrato continua existindo, mas a cobertura fica temporariamente interrompida enquanto a situação que gerou a suspensão não for resolvida. Essa diferença é decisiva quando se analisa a obrigação de atendimento ao cliente.

Se o contrato não estiver formalmente cancelado nem suspenso, o atendimento deve ser realizado, mesmo que o cliente esteja em atraso. Negar atendimento nessa situação é um dos principais motivos de condenação judicial, porque, juridicamente, o contrato ainda está em vigor.

Por outro lado, se houver suspensão válida, prevista no contrato e precedida de notificação adequada, a empresa pode condicionar o atendimento à quitação da dívida. Nesse caso, a negativa de atendimento passa a ter respaldo contratual e jurídico.

O ponto central é que a suspensão também não pode ser presumida. Ela precisa estar prevista no contrato e deve ser informada ao cliente de forma clara na notificação. Sem atender esses requisitos, a empresa corre o risco de alegar uma suspensão que, juridicamente, não tem validade.

O direito do cliente de rescindir ou encerrar o contrato

O consumidor pode solicitar a rescisão a qualquer momento, tendo utilizado os serviços funerários ou não. Vale lembrar que o contrato de plano não se trata de fornecimento de serviços funerários e sim de disponibilidade de estrutura para atendimento de óbitos das pessoas previstas em contrato. Esse direito, além de estar previsto como um dos requisitos do contrato, estabelecidos na Lei Federal nº 13.261/2016, decorre também da própria natureza da relação de consumo.

A empresa, por sua vez, pode estabelecer regras para esse cancelamento, como forma de solicitação, prazos e eventuais condições. O adequado é não criar barreiras excessivas ou regras que dificultem de forma desproporcional o encerramento do contrato. Essas regras precisam ser claras, objetivas e previamente informadas. Contratos com cláusulas confusas ou genéricas costumam gerar conflito e são frequentemente questionados.

Cuidado Essencial: Documentação

Em eventual discussão ou lide, não basta afirmar que o cliente foi notificado, que está suspenso ou que o contrato se encontra cancelado. É necessário provar QUE HOUVE A NOTIFICAÇÃO, OU CANCELAMENTO FORMALIZADO. Isso inclui TERMO DE RESCISÃO assinado ou comunicado ao cliente, registros de cobrança, histórico de inadimplência, cópia das notificações e comprovação de envio e recebimento, quando for o caso. Sem essa base documental, a defesa da empresa se enfraquece consideravelmente.

Em termos práticos, o procedimento mais seguro é aquele que ocorre de forma gradual. Primeiro o atraso. Depois a notificação. Em seguida o prazo para pagamento. Se não houver regularização, pode ocorrer a suspensão. E, apenas em último caso, o cancelamento. Esse modelo é mais equilibrado, mais transparente e mais alinhado com a legislação.

Importante destacar que a figura da suspensão não é obrigatória, sendo que cada empresa poderá estabelecer regras próprias nesse sentido. Algumas empresas adotam a figura da suspensão e outras, em caso de inadimplência, projetam a operação direto para a rescisão do contrato.

Em resumo, o atraso no pagamento não encerra o contrato por si só. O que legitima a suspensão ou o cancelamento é o procedimento correto, com comunicação adequada, prazo razoável e respeito às regras contratuais e legais.

Empresas que adotam esse padrão reduzem significativamente o risco de conflito e de condenação judicial. Já aquelas que interrompem o atendimento ou consideram o contrato encerrado sem cumprir essas etapas assumem um risco elevado, que, na prática, costuma gerar prejuízo muito maior do que o valor da inadimplência, estando sujeitas a possíveis e altas condenações judiciais em caso de judicialização da situação.

Fonte: Dr Anderson Adão

 

Loading

Clique e para ler tudo

Foco

Conheça fatos Impressionantes Sobre o Fim da Vida Humana

Publicação

no

Um pouco do ciclo da vida dentro da Biologia 

Entendendo como a ciência e a história encaram o mistério do fim da existência.

A morte é uma das poucas certezas universais da condição humana, mas continua cercada de mistérios, curiosidades biológicas e aspectos culturais fascinantes. Embora o tema ainda seja encarado como tabu por muitas pessoas, a ciência, a história e a estatística revelam dados impressionantes sobre o que acontece com a sociedade e com o próprio corpo humano quando a vida chega ao fim.
Confira a seguir um levantamento detalhado com fatos marcantes sobre a história do fim da vida.

📊 1. Os Números Globais Sobre o Luto

  • A maioria ainda está por vir: Estima-se que 108 bilhões de pessoas já viveram desde o surgimento dos humanos anatomicamente modernos. Como atualmente cerca de 8 bilhões estão vivos, isso significa que 93,5% da humanidade já morreu.
  • Ritmo acelerado: A cada segundo, quase duas pessoas morrem no mundo — o que equivale a 105 mortes por minuto, 6.316 por hora, 151.600 por dia e cerca de 55,3 milhões por ano (taxa global de 8 mortes para cada mil habitantes).
  • Balanço populacional: Em qualquer segundo, o número de nascimentos no planeta é mais do que o dobro do número de mortes.
  • País populoso, números altos: Dos mais de 55 milhões de óbitos anuais no mundo, cerca de 9,5 milhões ocorrem na China.
  • Principais causas de morte:
    • Globalmente: A principal causa de morte no mundo são as doenças cardíacas.
    • Jovens no mundo desenvolvido: Os acidentes de carro lideram as estatísticas.
    • Mulheres jovens no mundo: O parto ainda representa a principal causa de mortalidade.

🔬 2. O Que Acontece no Corpo Após a Morte?

  • Autólise (o corpo se digere): Logo após o óbito, o pâncreas e outros órgãos cheios de enzimas digestivas começam a digerir a si mesmos antes de avançar para o restante do corpo.
  • Bactérias em ação: As bactérias da flora intestinal permanecem vivas e passam a se alimentar dos tecidos do próprio intestino, espalhando-se depois pelo organismo.
  • Resistência celular: As células cerebrais morrem poucos minutos após a parada cardíaca. Já as células da pele conseguem sobreviver por até 24 horas.
  • Mudança na cor da pele: O livor mortis (descoloração púrpura ou avermelhada causada pelo acúmulo do sangue parado) pode surgir em menos de 20 minutos e torna-se fixo após 10 a 12 horas.
  • Enrijecimento muscular: O rigor mortis começa entre 3 e 4 horas após a morte devido a alterações químicas nos músculos. O processo é temporário e desaparece completamente em até 36 horas.
  • Efeito “Cera de Cadáver”: Em alguns casos, forma-se na pele uma substância cerosa chamada adipocera, que pode preservar os restos mortais durante anos.
  • Inchaço pós-morte: Após cerca de quatro dias, o corpo incha devido ao acúmulo de gases e líquidos gerados pelos processos biológicos internos.
  • Fenômenos específicos:
    • Homens falecidos podem apresentar ereções involuntárias, fenômeno observado com frequência em casos de enforcamento.
    • O mito das unhas: As unhas não continuam a crescer após a morte. A pele ao redor perde água e se contrai, criando a ilusão de crescimento.

📜 3. História e a Cultura Sobre o Luto

  • 200 mil anos de rituais: Os seres humanos enterram seus mortos há pelo menos dois milênios de séculos. Entre os locais de sepultamento mais antigos já registrados estão Atapuerca, na Espanha, e a Caverna de Pontnewydd, no País de Gales.
  • Etimologia: A palavra morte em inglês (death) vem do inglês antigo deað (com o símbolo eth), ligada ao alemão tod e ao dinamarquês døde. Já os termos “mortal” e “mortalidade” vêm do latim mors.
  • O ritual dos Parsi: A comunidade zoroastriana parse, na Índia, mantém a tradição de oferecer os corpos aos urubus em vez de enterrá-los — embora o hábito enfrente desafios recentes devido ao declínio da população dessas aves.
  • Crença no além: Pesquisas indicam que cerca de metade da população britânica acredita em algum tipo de vida após a morte.

🧠 4. Fenômenos da Mente Humana

  • Morte Cerebral: A perda irreversível de todas as funções do cérebro (incluindo o tronco cerebral) é diagnosticada clinicamente através da constatação de coma, ausência de reflexos básicos e apneia (parada respiratória).
  • A Síndrome de Cotard: É um transtorno psiquiátrico raro no qual a pessoa viva acredita piamente que já está morta, em decomposição ou que perdeu todos os órgãos internos.
  • Experiências de Quase Morte (EQM): Estudos sugerem que relatos de luzes ou visões em momentos críticos são reações neuroquímicas provocadas pela falta súbita de oxigênio e dopamina no cérebro.
  • Renovação constante: Diariamente, cerca de 50 bilhões de células morrem dentro do seu corpo como parte do processo biológico natural de renovação.

🧬 5. Biologia, Evolução e “Imortalidade”

  • Por que envelhecemos? Do ponto de vista evolutivo, o envelhecimento ainda é uma questão em aberto. Uma das principais hipóteses é que, na natureza, a maioria das criaturas morria por predação ou doenças antes de envelhecer. Por isso, a seleção natural nunca precisou eliminar mutações genéticas nocivas que se manifestam apenas na velhice.
  • Animais imortais? Nem todas as espécies do planeta morrem de velhice. Organismos como certas espécies de águas-vivas (Turritopsis dohrnii) e alguns tipos de vermes possuem capacidade de regeneração celular contínua, tornando-os biologicamente “imortais” em condições ideais.
Você já conhecia algum desses fatos ou curiosidades?

Loading

Clique e para ler tudo

Fatalidades

Carro funerário se choca de frete com ônibus em Correntina BA

Publicação

no

Duas pessoas morreram após um ônibus e um carro funerário baterem de frente na madrugada desta quinta-feira 24/09, na BR-020, em Correntina, no oeste da Bahia. Imagens mostram que os dois veículos ficaram com as partes dianteiras completamente destruídas após a colisão.

Segundo atualização da Polícia Rodoviária Federal (PRF), a ocorrência aconteceu por volta das 00h50, no km 43, e envolveu um ônibus da Empresa Nova Horizonte e um veículo da empresa funerária Pax Center.

A colisão foi do tipo frontal e deixou duas pessoas mortas. As circunstâncias que provocaram o acidente ainda serão apuradas.

Ainda sem confirmação sobre as 2 vitimas

A pista ficou parcialmente interditada para o atendimento da ocorrência. Uma equipe da PRF e a equipe C3R-BA estiveram no local.

Correntina – BA | BR-020, km 43

 

Loading

Clique e para ler tudo

Curiosidade

Por que alguns cadáveres não se decompõe?

Publicação

no

A não decomposição de cadáver é motivo de muitos e estudos científicos 

O que realmente esta por traz de um corpo que não se decompõe? O que a ciência já descobriu ate agora sobre corpos que insiste em não se decompor?

Quando o assunto é corpos que não se decompõem, as opiniões se dividem em varias vertentes e as duas principais são: coisas ocultas ou a super imunidade da pessoa. Porém o caso que vamos abordar é datado de muito antes da existência de algumas técnicas conhecidas nos dias de hoje (formol por exemplo foi inventado em 1867).

Vale lembrar que as técnicas modernas de embalsamamento surgiram no período da Guerra Civil Americana e, portanto, não estavam disponíveis antes da década de 1860, conforme o que aconteceu com esse caso em especifico.

A mumificação era uma prática comum entre os egípcios, persas, algumas culturas andinas e outras sociedades ao redor do mundo. Porém, a natureza também realiza seu próprio processo, de maneira muito menos trabalhosa.

Quando o coração para de bater, o corpo inicia o processo de decomposição, até que só os ossos permanecem. Contudo, há momentos, mais comuns do que se pensa, em que os tecidos moles – a pele e os músculos – passam por uma mumificação natural (dessecação) e são preservados mesmo após a morte.

O caso de Lady Xin Zhui

Foi cavando uma base para um hospital antiaéreo na China quando a tumba de Lady Xin Zhui foi encontrada no canteiro de obras. Junto com a tumba foi encontrado muitos artigos de luxo extremo estava rodeando a tumba. Haviam documentos, instrumentos musicais, comida e remédios para tratar males comuns na época, como paralisia, dor de cabeça e asma bem como valiosas joias também fazia parte do acervo. Todo esse arsenal estaria ligado a crença da ressureição ao qual eles acreditavam que pessoas com alto nível na sociedade retornaria a vida com o tempo. Mas… vamos aos fatos.

Lady Xin Zhui era a esposa de um nobre chinês durante a dinastia Han, há mais de 2000 anos. Ela viveu uma vida extravagante de luxo e ostentação para o tempo e lugar, comia de tudo e não precisava trabalhar. Todo esse luxo resultou em uma morte de ataque cardíaco por conta da obesidade mórbida. Quando seu corpo foi descoberto, em 1971, sua pele ainda era suave e suas articulações flexíveis. Não existem motivos científicos para o cadáver de Lady Zhui estar em tão boas condições, afinal não havia sinal algum de embalsamento.

A Necropsia de Lady Zhui 

Na época do descobrimento uma necropsia foi feita e além das articulações ainda se moverem foi possível encontrar sangue do tipo A em suas veias, além de identificar sua causa mortis: um ataque cardíaco, que tirou sua vida em torno dos 50 anos. A mulher sofria de doença cardíaca grave, osteoporose, cálculos biliares e uma hérnia de disco que provavelmente rendeu muitas dores nas costas. Uma trombose coronária e arteriosclerose são provavelmente as causas da sua necessidade de andar com bengalas, imagem que foi retratada na bandeira funerária de Lady Dai

Seus cabelos e cílios ainda estava preso no tecido da pele. Seu intestino ainda estava preservado sendo encontrado até semente de melão em seu interior.

Seu corpo estava embrulhada em 20 camadas de tecido de seda pura. Dentro da urna mortuária havia um liquido levemente acido e um pouco de magnésio o que impedia a proliferação das bactérias. Mas o que realmente foi feito ou o que aconteceu para que esse fenômeno acontecesse é um mistério.

O que a ciência diz 

Os cientistas que estudam a múmia — como é o caso de Willow Weilan Hai Chang, diretor do Galeria Instituto China, de Nova York, um dos pesquisadores a acompanhar a múmia Lady Dai — têm algumas hipóteses.

Ela estava em um caixão originalmente embalado em 20 camadas de seda, junto a outros quatro caixões parecidos. Ela estava praticamente embalada a vácuo e seu caixão, repleto de carvão, com o topo selado com argila. O espaço estava tão hermeticamente fechado que nenhuma bactéria ao longo dos anos conseguiu entrar, garantindo a manutenção da múmia. Vestígios de mercúrio encontrados na tumba indicam que essa substância também tenha tido ação antibacteriana.

Contudo, a maior questão para os arqueólogos envolvidos é que o corpo dela estava embebido em um líquido ligeiramente ácido que provavelmente foi o principal agente de conservação, mas ninguém sabe o que é — o fato é que impedia o crescimento de bactérias. A hipótese mais bem aceita é a de que seria uma espécie de água do próprio corpo.

Se você quiser ver Lady Dai hoje em dia, é só passar pelo Museu Proincial de Hunan, pertinho de onde ela foi encontrada, na cidade de Changsha.

Loading

Clique e para ler tudo

Promoção

Anuncie Aqui !!!

Nossa Loja

Ataude Artigos Funerários

Entre em nosso grupo

Recomendados

Anuncie Aqui !!!

Recomendados

+ Mais lidas