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Samadhi o jogo de experiência 4D da morte

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Como será a morte? Uma curiosidade um tanto mórbida. 

experiencia de morte em 4 d
Um jogo afirma que poderá sanar essa curiosidade, ou pelo menos uma parte dela, sem realmente matar seus desafiantes.

Samadhi o jogo de experiência 4D da morte, é um jogo que utiliza efeitos especiais dramáticos para fazer com que os jogadores tenham uma experiência do que seria a morte, segundo os criadores. O jogo será inaugurado em Xangai, na China, em setembro e pretende estimular seus participantes a competirem para evitar a morte durante uma série de desafios.


Os perdedores serão cremados, ou pelo menos, sentirão na pele uma experiência bem real sobre a cremação, sendo enviados por uma correia transportadora dentro de um incinerador funerário que irá simular ritos de morte.

Forno-SamadhiO cremador falso irá utilizar projeções de ar e luz quente para oferecer aos participantes uma “autêntica experiência de queima”, segundo os criadores. E para deixar a experiência mais completa, após a morte e a cremação, os participantes serão encaminhados para uma cápsula que imita um útero, representando o “renascimento”.

Para o co-fundador do jogo, Ding Rui, isso representa que todos vão morrer um dia, independente de como tenham vivido.
A ideia do jogo é de Ding e Huang Wei-ping, que investigaram todo o processo de cremação, método usado por 50% do povo chinês após a morte. Os dois chegaram a visitar um crematório real e atravessar o forno com as chamas desligadas. Para Huang, a experiência foi muito intensa e ele afirmou que achou que a vida dele havia acabado enquanto atravessava o forno do crematório desligado.

Mas, segundo os dois, o realismo é uma parte importante para que os participantes reflitam com mais verdade sobre a vida e a morte. O jogo será operado também com a Hand in Hand, uma organização que presta apoio paliativo para pacientes terminais em um hospital de oncologia.
Para Huang, o interesse na morte surgiu quando ele deixou uma carreira lucrativa como comerciante e decidiu fazer uma viagem para dentro de si mesmo. Em 2008, ele se voluntariou para ajudar nos resgates após um terremoto no oeste da China.

Enquanto isso, Ding organizava seminários com especialistas sobre o tema, como lideres espirituais e outros. Mas após dois anos nesta tarefa, decidiu que gostaria de fazer algo na prática. Foi quando eles se uniram para criar a “experiência 4D de morte”.

Ideias semelhantes já existiam na Coreia do Sul e Taiwan. Segundo os dois idealizadores, o trabalho voluntário os fez perceber que muitas famílias não queriam enfrentar a morte e que a falta de compreensão da passagem é o que torna nosso medo tão grande.

Para colocar a ideia em prática eles começaram um fundo coletivo no jue.so, versão chinesa do Kickstarter. Em três meses, conseguiram arrecadar 410 mil iuans (US$ 67 mil), valor acima da meta.
Para Ding, o simulador da morte será uma “educação para a vida”, e ele acredita que a experiência fará com que as pessoas encarem a morte de outra forma e orientem-se melhor.

Curiosidade mórbida

No início, a dupla não estava certa do apetite por seu conceito mórbido, embora empresas similares já tinham sido abertas na Coreia do Sul e em Taiwan.
O trabalho voluntário em um hospital mostrou a eles que poucas pessoas queriam confrontar a ideia da morte, inclusive quando estavam perto.

“A parte mais triste do trabalho, não era ver que os pacientes morriam, mas sim, como as famílias se negavam a enfrentar a morte… os últimos dias com seus entes queridos, se consistiam de mentiras amáveis porém vazias”, diz Ding.
“Carecemos de um entendimento sobre a morte, e o temor pode chegar a ser bastante obscurecedor”.

Para a conhecer a ideia, Huang e Ding iniciaram uma campanha de arrecadação de fundos em jue.so, a versão chinesa de Kickstarter.
“Recebemos mais de 410.000 RMB (67.000 dólares ou 152,351,65 Reais) em três meses, com o que superamos nossa meta”, diz Huang.” Acontece que muitas pessoas na China sentem curiosidade pela morte”.

Ding Rui, Huang Wei-pin, Yu-hong-tao e Xu Yang-xin

Os fundadores do projeto “Samadhi – Experiência de morte 4D”, Ding Rui (Ponta esquerda) e Huang Wei-pin (Extrema direita) com os dois principais desenhadores do jogo, Yu-hong-tao (De óculos) e Xu Yang-xin.

Ding diz que eles esperam que a experiência promova uma “educação sobre a vida”, e motive às pessoas a se fazerem perguntas sobre o que estão fazendo com suas vidas e guiando-os a enfrentar a morte de maneira pessoal.

“Não há respostas modelo na educação sobre a vida e a morte, diferente desses cursos que te ensinam a ser rico e bem-sucedido”, diz Huang. “É mais importante que as pessoas experimentem de forma pessoal”.
“Uma vez estive em um acidente de carro e no único que pensava era ‘por que não comprei um seguro?”,diz Huang.

“Não era o que tinha imaginado para os últimos momentos de minha vida. Essa ideia romântica de que lembre toda tua vida nos últimos momentos antes da morte… isso não ocorreu”.

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    Curiosidade

    O que acontece com um corpo após a morte

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    A morte é o mistério do desconhecido. E situações assustam e causa repulsa para muitos. 

    Após a morte vários eventos acontecem no nosso corpo. Colhemos alguns relatos de especialistas no assunto

    Quando o corpo fica roxo

    Se aprendemos alguma coisa ao assistir CSI todos esses anos é que os rostos das pessoas mortas são assustadoramente pálidos. Mas se você olhar nas partes inferiores do corpo (as áreas vão depender da posição do cadáver), verá áreas manchadas e roxas.

    Por quê? Uma vez que o coração para de bombear, a gravidade força imediatamente o sangue a se acumular em seus vasos inferiores, em um processo chamado livor mortis.

    Essas manchas surgem 20 a 45 min após a morte.

    É possível o falecido ter uma ereção?

    Se um homem morre de face para baixo, o sangue pode se acumular no pênis, podendo ficar ereto. Mas as chances de uma ereção acontecer são bastante reduzidas, diz Judy Jelinek, patologista forense.

    Na verdade, é mais possível que apenas pareça que uma ereção ocorreu. “Às vezes, encontramos uma ‘descarga’ perto da região íntima do cadáver, mas isso vem da infiltração passiva de fluido da próstata”, diz Jelinek.

    Pode sair gases pela boca?

    Surpreendentemente, as células de imunidade param de funcionar quando uma pessoa morre. Depois de algum tempo, isso permite que as bactérias do intestino e do trato respiratório superior invadam a corrente sanguínea e comecem a festa no sangue e tecidos em um processo chamado decomposição.

    Enquanto os insetos comem, eles soltam um monte de gases fedidos que ficam presos no intestino e estômago. Se alguém coloca pressão sobre o corpo ou o move, o gás reprimido pode vazar pela boca. E é realmente fedido, como você deve imaginar.

    O morto pode mexer-se na urna?

    Você já deve ter visto ou lido várias histórias de cadáveres saindo do caixão. Felizmente, isso é apenas um mito.

    O corpo pode realizar movimentos aleatórios após a morte porque ainda há um pouco de atividade cerebral, mesmo que a pessoa tenha levado um tiro na cabeça ou no tronco. Desse modo, é possível que algumas contrações musculares aconteçam enquanto o “processo de morte” ainda está ocorrendo.

    Quando o corpo passa pelo procedimento de tanatopraxia (que é um procedimento para durar mais um velório ou mesmo para transportar) isso anula qualquer possibilidade por mínima que ela exista.

    Gemidos

    Quando os médicos tentam reanimar uma pessoa, eles bombeiam ar extra para os pulmões do paciente e estômago. Mas depois de morto, o ar ainda pode escapar, especialmente se alguém aplica pressão no peito ou no estômago enquanto move o corpo.

    E uma vez que o ar está fluindo pelas cordas vocais, pode causar alguns sons, como gemidos, o que obviamente é assustador.

    As células se rompem

    O processo pelo qual o corpo humano se decompõe começa poucos minutos após a morte. Quando o coração para de bater, a temperatura corporal cai cerca de 1,5 graus centígrados por hora até atingir a temperatura ambiente. Quase imediatamente, o sangue se torna mais ácido e o dióxido de carbono se acumula. Isso faz com que as células se rompam, liberando enzimas para os tecidos, que começam a ser digerido de dentro.

    O cálcio faz com que seus músculos se contraiam

    Todos mundo já ouviu falar que depois da morte o corpo fica duro e difícil de se mover. Isso acontece porque o cálcio faz com que os músculos se contraiam. Isso começa a acontecer geralmente depois de três a quatro horas após a morte e o pico é  12 horas depois, no entanto após de 48 horas o efeito acaba. Por que isso acontece? Existem bombas nas membranas das suas células musculares que regulam cálcio. Quando as bombas param de funcionar na morte, o cálcio inunda as células, fazendo com que os músculos se contraiam e endureça.

    Você ficará pálido

    A Gravidade deixa a sua marca no corpo humano nos primeiros momentos após a morte. Enquanto o resto do seu corpo fica pálido, glóbulos vermelhos pesados se movem para as partes do seu corpo que estão mais próximos ao chão. Isso ocorre porque a circulação foi interrompida. Os resultados são manchas roxas sobre suas partes mais baixas. Quando analisadas pelo legista, elas podem revelar exatamente a hora em que você morreu.

     Seus órgãos vão se auto digerir

    A putrefação, retardada pelo processo de embalsamamento, é causada pelas enzimas do pâncreas, que faz com que o órgão começar a digerir a si mesmo. Além da ação microbiana, que se inicia na barriga e se espalha pelo corpo todo. A cientista Caroline Williams afirmou em seus estudos, publicados na revista New Scientist, que cerca de 100 trilhões de bactérias vivem nas nossas entranhas, em harmonia com o nosso organismo. Depois da morte, a atividade dessas bactérias liberam a putrescina e cadaverina, que são os compostos que tornam o cheiro do corpo humano em morte

    Você pode ficar coberto de cera

    Além de pó e cinzas, também podemos virar cera. Depois de putrefação, a decomposição é acelerada para transformar o corpo em esqueleto. No entanto, alguns órgãos tomam um rumo interessante. Se um corpo entra em contato com o solo ou a água fria, pode desenvolver adipocera, formada a partir de um material ceroso. A adipocera funciona como um conservante natural sobre os órgãos internos. Ele pode levar especialistas a pensarem que uma pessoa morreu antes do que o real, como foi o caso de um cadáver de 300 anos de idade recentemente encontrado na Suíça.

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    Como é!

    As curiosidades sobre a morte que você sempre quis saber

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    Que um dia vamos enfrentar a morte essa é a única certeza que temos na vida. E o que acontecera depois que deixamos esse mundo? Reencarnação? Paraíso? Inferno? Ninguém sabe ao certo o que acontece com a gente depois que morremos, afinal a morte é o ultimo ponto final da historia de uma vida.

    Mas não pense que a morte é um completo mistério. Muitos cientistas já sabem, por exemplo, o que acontece com o nosso corpo quando estamos prestes a morrer. Veja algumas curiosidades sobre a morte:

    1) Visão

    A experiência de morte não é nada legal. O primeiro sentido que se perde é a visão. Ou seja: a pessoa fica cega quando está prestes a morrer. Logo após, perde-se paladar, olfato e tato, respectivamente. Por último, a audição se desliga.

    2) Consciência fora do corpo

    A decapitação é um dos tipos de morte mais aterrorizantes. E há quem pense que o falecimento é imediato neste caso, mas não é assim. Mesmo que a pessoa perca a cabeça, ela fica consciente por cerca de 20 segundos.

    3) Resistência natural

    Corpos orgânicos servem de forma excelente como adubo. Existem, inclusive, urnas ecológicas que ajudam o planeta com a decomposição dos corpos humanos.

    No entanto, o corpo humano tem demorado mais para se decompor. Um dos principais motivos é que estamos consumindo produtos com conservantes em maior volume e boa parte dos mortos passam por preparação para conservação afim de um velório sem maiores constrangimentos.

    4) A morte mais cara

    A morte mais cara da história foi a de Alexandre Magno, conhecido como Alexandre, o Grande. Ele foi rei do reino antigo da Macedônia.

    Após Alexandre falecer, foi construída uma estrada gigante do Egito até a Babilônia como parte de seu funeral. Caso ela fosse construída hoje, custaria por volta de US$ 600 milhões (cerca de R$ 2 bilhões na cotação atual).

    5) A solidão do espaço

    Conhece Star Treck? Aquele filme popular entre os nerds? Pois saiba que o criador dele, Gene Roddenberry foi a primeira pessoa em toda história a ter suas cinzas jogadas no espaço. Após toda cerimonia, suas cinzas foram colocadas em um foguete e depois espalhas pelo vácuo.

    6) Quantas pessoas já morreram no mundo

    Estima-se que cerca de 100 bilhões de pessoas já tenham morrido desde que o homem surgiu no planeta Terra. A efeito de comparação, a população mundial nos dias de hoje é de aproximadamente 7 bilhões de habitantes.

    7) A cremação

    A temperatura das máquinas incineradoras atinge incríveis 1.000° C, por meio do gás natural. Apesar desse alto nível de calor, são necessárias várias horas para completar uma cremação.

    O tempo pode variar de acordo com o peso do defunto. O motivo é simples: a gordura corporal entra em combustão mais facilmente, então, quanto mais gordo, mais rápido é o processo.

    8) O último esforço da virilidade masculina

    Ao morrer, os homens podem ter ereção. O corpo entra em um estado de relaxamento muscular profundo, o que pode provocar o fenômeno. No entanto, a ejaculação não é possível, visto que as funções vitais param de funcionar.

    9) Experiência de quase morte (EQM)

    A experiência de quase morte (EQM) é caracterizada por uma redução do fluxo sanguíneo cerebral, que afeta principalmente uma estrutura chamada lobo parietal. Do ponto de vista neuronal, o baixo fluxo sanguíneo não é suficiente para provocar um acidente vascular cerebral com lesão irreversível das células, porém mantém algum grau de consciência, de maneira que existe memória sobre a experiência.

    10) Consumido por enzimas

    Três dias após a morte, enzimas digeridas em últimas refeições começam a devorar o corpo humano. As células fraturadas se convertem em comida para as bactérias vivas do intestino, que liberarão gás tóxico o bastante para inchar o cadáver e forçar os olhos para que saiam das órbitas.

    11) O medo da morte

    Ela costuma diminuir com a idade, na infância o temor pela morte pode ser bem maior devido a expectativa de vida. Se morrer muito novo não gozará de muitas coisas que poderão acontecer durante a sua vida.  Segundo a Ciência, é que esse temor de morrer continue reduzindo ainda mais à medida que a idade vai chegando. Estudos realizados nos Estados Unidos, com idosos comprovaram isso.

    Pessoas entre 40 e 50 anos são mais preocupadas com a morte do que aquelas que já chegaram na faixa dos 70 ou 80 anos. No caso das mulheres, o medo de morrer passa a partir dos 40 ou 50 anos. Já, com relação aos homens, o medo demora um pouco mais a passar, e só cessa na faixa dos 60 anos.

    12) Cabelos e unhas continuam crescendo?

    Com certeza, você já ouviu dizer por aí que cabelos crescem após a morte. Mas, não, não é verdade. Cabelos e unhas não continuam crescendo depois da morte, embora, muitas vezes, alguns cadáveres possam dar essa impressão.

    Bem, como em muitos mitos da ciência, nem sempre os especialistas chegam a um consenso. Para alguns, essa história é pura balela: um grupo de cientistas americanos afirma que a impressão de que cabelo e unhas continuaram crescendo é passada devido à retração da pele após a morte.

    13) Quanto tempo depois da morte o corpo começa a cheirar mal?

    Em temperatura ambiente, é comum que cerca de 12 a 24 horas o corpo já comece a exalar um cheiro ruim. Esse odor forte e desagradável é resultado dos gases excretados pelas bactérias do intestino ao digerirem as proteínas.

    Os gases responsáveis pelo cheiro ruim são metano, cadaverina e putrescina. Esse processo é natural, e o mal cheiro quase sempre vai marcar o início da decomposição.

    14) Quando acontece o rigor mortis (endurecimento das juntas)

    De 2 a 6 horas depois, inicia esse estágio, que é caracterizado pela rigidez do corpo como causa da morte das células pela falta de oxigênio e nutrientes.

    Essa etapa termina cerca de 36 horas após a morte e, então, o corpo vai ficando flexível novamente, devido à proteólise, que quebra as proteínas presentes no corpo.

    15) O Inchaço

    Depois da morte, as bactérias que vivem em nosso corpo começam a se reproduzir e a consumir o cadáver. Em decorrência disso, surgem os gases que incham o abdômen.

    16) Multiplicação de insetos

    Conforme o corpo libera algumas substâncias químicas, as moscas são atraídas e passam a botar ovos nos orifícios, ou próximos deles, do cadáver. Quando as larvas nascem, elas passam a se alimentar da carne e dos órgãos.

    Nota-se a dispersão das larvas quando não existe mais pele do cadáver.

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    Curiosidade

    Sepultado a 7 palmos – de onde vem essa tradição

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    “Esta enterrado a sete palmos embaixo da terra”

    Muitos já ouviram esta expressão, principalmente os que tem mais de 40 anos de idade. Para os mais novos podem causar espanto, essa informação, ou ditado como queira chamar, esta frase é mais antiga do que você imagina, tudo começou na Inglaterra, por volta do ano de 1800, período em que uma doença chamada de PESTE BUBÔNICA ou PESTE NEGRA  se alastrava pela Europa, a doença chegou a dizimar cerca de 8.000 mil pessoas.

    Peste bubônica, a forma mais comum da doença, afeta os nódulos linfáticos e causa gangrena. Há outros dois tipos, a séptica, que causa infecção no sangue, e a pneumônica, que afeta os pulmões

    Peste bubônica, a forma mais comum da doença, afeta os nódulos linfáticos e causa gangrena. Há outros dois tipos, a séptica, que causa infecção no sangue, e a pneumônica, que afeta os pulmões

    Na época temendo a epidemia, foi estabelecida uma nova regra para os cemitérios realizarem os sepultamentos, e ficou determinado 7 palmos (cerca de 1,80 metros era justamente a profundidade entre a terra e o corpo. Logo após o fim da epidemia, esta norma foi suspensa e assim começaram a enterrar os mortos mais próximos da superfície.

    No entanto, cadáveres começaram a sumir repentinamente dos túmulos; – após um determinado tempo descobriram, que os mesmos estavam sendo vendidos para estudos para universidades. Diante desses fatores e a proximidade do cadáver com a superfície, o governo da época foi obrigado a retomar a lei dos 2 metros de profundidade, criada na época em que a doença se espalhava.

    A regra de enterrar as vítimas há 6 pés de profundidade ou sete palmos, algo em torno de 1,80 metros, também foi estabelecida também valia para que os animais, e principalmente os cachorros, não conseguissem alcançar os corpos e acabar disseminando a doença.

    No Brasil, a profundidade de uma sepultura para um adulto é de 1,70 m. Uma cova possui normalmente, 2,20 m de comprimento e 0,80 m de largura. Para as crianças, as sepulturas têm cerca de 1,50 de profundidade e 50 centímetros de largura.

    Essa medida teve algumas variações conforme o entendimentos das autoridades locais. No Brasil se sepulta na terra  em torno 1,30 e 1,70 metros de profundidade, dependendo do estado ou do município.

    Principais meios de transmissão dessa doença

    Em 2015 a doença voltou a aparecer nos EUA nos Estados do Novo México, Arizona, Califórnia e Colorado, segundo o CDC. “O cão-da-pradaria (mamífero roedor) é o principal meio de transmissão da praga, e ele se concentra a oeste do meridiano 100”. A geografia e o clima do oeste dos EUA favorecem a presença desses roedores, e como eles são “animais sociais”, acabam contribuindo na proliferação de pulgas infectadas. A bactéria Yersinia pestis se espalha por meio de pulgas que habitam cães-da-pradaria. O furão-do-pé-preto e o lince-do-Canadá são outras espécies suscetíveis

    Veja essa matéria também

    Quais as diferenças entre enterro, sepultamento e cremação?

     

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