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Cemitérios do Brasil

Prefeitura interdita 5 cemitérios em Duque de Caxias RJ por negligencia

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Haviam 23 corpos acumulados porque a concessionária que administra os cemitérios recusou a realizar os sepultamentos nos finais de semana

cemiterio duque de caxias interditados

O prefeito Washington Reis decidiu interditar os cinco cemitérios existentes no município de Duque de Caxias após encontrar 23 corpos no necrotério do Hospital Municipal Dr. Moacyr Rodrigues do Carmo, na manhã do último sábado (05/01). Os corpos estavam acumulados no local porque a concessionária que administra os cemitérios na cidade se negou a realizar os enterros aos finais de semana. No mesmo dia, parentes das vítimas contaram que a empresa alegou só poder fazer os sepultamentos na terça-feira, ou seja, quatro dias após. Neste momento, o necrotério encontra-se lotado e sem condições de receber mais corpos.

1Além deste problema no HMMRC, a concessionária AG-R EYE OBELISCO SERVIÇOS CEMITERIAIS LTDA apresenta uma série de outras irregularidades e fraudes constatadas pela Prefeitura na administração da empresa, que foi flagrada pela equipe da Secretaria Municipal de Fazenda e Planejamento cometendo o crime de sonegação fiscal, após ocultar um faturamento superior ao que foi oficialmente declarado.

Desde o início de 2017, quando assumiu o Executivo Municipal, o prefeito Washington Reis vem lutando para suspender a concessão dos serviços funerários da cidade entregues para a administração da empresa responsável pelo ex-prefeito Zito, quando este ainda estava à frente do governo municipal. A empresa humilha a população, apresenta um péssimo serviço e atua de maneira cruel com quem precisa se despedir de seus entes queridos.

Enquanto luta para melhorar os serviços, a Prefeitura está finalizando a construção de um novo cemitério público municipal, às margens da Rodovia Washington Luís. O local, que já poderia estar realizando enterros gratuitos para a população, está praticamente concluído mas ainda não obteve a autorização, já que a concessionária entrou com uma liminar na justiça impedindo o seu funcionamento.

Os preços abusivos cobrados pela empresa chegam a R$ 4 mil, inclusive para aqueles que comprovam não ter condições de arcar com tamanha despesa. E, mesmo quem consegue pagar essa conta, recebe um serviço incompatível e irresponsável, com grandes problemas estruturais, ambientais e de execução. Com relação aos enterros gratuitos garantidos por lei, a empresa também se omite e não cumpre o mínimo de sepultamentos determinados.

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Ao mesmo tempo em que aguarda a decisão da justiça sobre o pedido de suspensão da concessão, a Prefeitura realiza vistorias de rotina para fiscalização ambiental e de serviços públicos nos cinco cemitérios existentes no município. Durante essas vistorias, várias vezes as equipes da PMDC encontraram diversas irregularidades e crimes ambientais, além de condições desumanas e um grande desrespeito com a população. As irregularidades constatadas levaram o prefeito Washington Reis a aplicar multas que ultrapassam o valor de R$ 1,5 milhão de reais, além de cobrar que a empresa regularize o serviço.

Fonte: Prefeitura de Caxias RJ

mazinha

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    Cemitérios do Brasil

    Mulher é vitima de vilipendio sepultada a três dias MS

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    Mulher assassinada por ex-companheiro teve seu corpo violado no cemitério de Eldorado MS

    O caso aconteceu três dias após ser assassinada, Vera Lúcia da Silva, de 41 anos, foi vítima de feminicídio pelo seu ex-companheiro.

    Essa mulher teve seu túmulo violado, durante a madrugada de quarta-feira 15/04, por três homens que cometeram o crime de necrofilia, no cemitério de Eldorado, no sul de Mato Grosso do Sul.

    De acordo com o relatório da Polícia Civil, funcionários do cemitério encontraram a sepultura aberta e o corpo fora da sepultura. Após a realização de perícia criminal ficou confirmada a prática de necrofilia e também a identificação dos participantes do crime.

    A investigação revelou que três pessoas participaram do crime, dois homens e um adolescente de 16 anos. Todos já foram localizados e levados à delegacia. Um dos suspeitos confessou o ato e relatou detalhes do ocorrido, afirmando ter sido o primeiro a cometer a violência. Segundo o delegado responsável pelo caso, ele declarou que o ato foi breve “por causa do mau cheiro”.

    Ainda segundo as investigações, os envolvidos invadiram o cemitério durante a noite, violaram a sepultura com um chute e retiraram o corpo. O caso está sendo tratado como vilipêndio de cadáver, crime previsto no Código Penal brasileiro.

    O criminoso

    Patrik Torcatti Ortiz, de 22 anos, confessou à Polícia Civil que participou do crime praticado contra o corpo de Vera Lúcia da Silva, de 41 anos, em Eldorado. Em depoimento, ele contou que foi ao cemitério acompanhado de um adolescente de 16 anos e encontrou um terceiro suspeito perto do túmulo. Segundo relato, após a sepultura ser aberta, o corpo foi retirado e ele afirmou ter sido o primeiro a praticar necrofilia

    A morte de Vera

    O assassinato de Vera aconteceu no último domingo 12/04, no bairro Jardim Novo Eldorado. Ela voltava para casa com a filha de 9 anos quando foi surpreendida pelo ex-companheiro, que não aceitava o fim do relacionamento. Ele efetuou dois disparos contra a vítima e, em seguida, tirou a própria vida. A criança presenciou toda a cena.

    O irmão de Vera

    “Cada vez está ficando mais difícil. O ser humano está se transformando em um bicho.”

    A frase, dita em tom de desabafo, resume o choque de Jorge Paulo Silva ao saber que o corpo da irmã, Vera Lúcia da Silva, foi violado dias após o feminicídio que já havia abalado a família, em Eldorado.

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    Criminosos ateiam fogo na urna funerária de rival – BA

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    Criminosos de facção rival ateiam fogo em urna funerária durante o sepultamento em Coaraci BA

    Um ataque digno de um grupo terrorista abalou a cidade de Coaraci, no sul da Bahia, na manhã deste sábado, 17/01.
    Os relatos apontam para criminosos que teriam invadido o cemitério municipal durante o sepultamento de um homem e efetuado vários disparos de arma de fogo em seguida incendiado a urna funerária com o falecido dentro.

    Segundo informações apuradas até o momento, a ação teria sido realizada por membros de uma facção rival à qual o homem pertencia, os suspeitos adentraram o cemitério e, em um ato completamente desrespeitoso e violento, atearam fogo ao caixão, gerando pânico e indignação entre os presentes no momento do acontecido.

    Algumas testemunhas relataram que  homens estavam armados e efetuaram diversos disparos de arma de fogo contra o caixão e, em seguida, incendiaram a urna funerária em forma de demonstração de força criminosa local.

    A Polícia Militar foi chamada e compareceu ao local e devem investigar o caso, apurando a motivação do crime, a identificação dos envolvidos e a possível conexão com conflitos entre facções criminosas na área.

    A populares de Coaraci ficaram profundamente comovidos e indignados com a crueldade do ato e a profanação de um local sagrado e respeitado pelas famílias. Os habitantes exigem mais segurança e outras medidas das autoridades para combater a violência na cidade.

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    Família teve uma indenização decretada em R$90.000 por um sepultamento sem coveiro

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    Os próprios familiares cavaram a sepultura

    A Justiça de São Paulo condenou a Prefeitura de Rio Grande da Serra, na Grande São Paulo, a pagar um total de R$ 90 mil de indenização por danos morais a uma família que precisou cavar uma cova para enterrar um parente devido à ausência de coveiro no cemitério municipal.

    O caso aconteceu em dezembro de 2023, e a sentença foi publicada neste mês. Cabe recurso.

    Na ação e diante da situação e do avançado estado de decomposição do corpo, os familiares tiveram que cavar a sepultura diante da falta de um profissional que pudesse realizar o serviço.

    Link do Processo nº 1000018-83.2024.8.26.0512
    .
    A falta de um profissional para proceder com a abertura do túmulo obrigou os parentes, em um momento de intensa tristeza e luto, a enfrentar uma situação humilhante, constrangedora e macabra. É inconcebível a angústia e o trauma psicológico de uma família que, no auge do luto, teve que abrir a sepultura com suas próprias mãos para enterrar seu ente querido”, enfatizou o juiz.
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    A soma total da indenização afixada e no valor de R$90.00, sendo R$ 30 mil para cada um dos três familiares diretamente envolvidos — a mãe, a irmã e o tio do falecido.

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