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Moradores de Cemitério dormem em cima de tumulos

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Um Cemitério que abriga varias famílias e vivem entre túmulos e enterros durante todo o dia.

Familia almoçando entre e em cima dos tumulos

Esta é a rotina de um grupo de famílias que moram é um dos mais velhos e maiores cemitérios das Filipinas. Seus mausoléus elaborados e intermináveis fileiras de túmulos humildes empilhados é o lar de cerca de um milhão de mortos – e de alguns milhares de vivos.

10Alem de ser o descanso eterno de pessoas famosas, tem se tornado em lar algumas das pessoas mais pobres de Manila. Muitas vivem nas criptas e mausoléus das famílias ricas, que lhes pagam um salário para que sejam limpos e cuidados.

Ferdinand Zapata, de 39 anos é um dos moradores que trabalha fazendo lapides a mãoFerdinand Zapata, de 39 anos é um dos moradores que trabalha fazendo lapides a mão. Ele conta que aprendeu sozinho e já faz isso desde 2007. “Este é o melhor emprego do cemitério porque a gente não tem chefe”, conta Zapata, que cresceu no local e criou dois filhos aqui. “Só que os pedreiros que fazem os nichos e os mausoléus conseguem ganhar mais.”

Como é morar num Cemitério

Em Manila 12 milhões de pessoas são “habitantes informais”. Os que moram no cemitério preferem a relativa quietude e segurança ao perigo e a violência das favelas na cidade.

Lorgen Lozano, 14, vê uma novela no mausoléu onde sua família vive no cemitério norte de ManilaAs famílias passam seus dias nos mausoléus e em estruturas improvisadas construídas sobre os túmulos. Eles conversam, jogam cartas e assistem a novelas em televisões montadas perto das lápides ou das cruzes ornamentais.

“Algumas vezes é difícil viver aqui”, afirmou Jane de Asis, de 26 anos, que mora em um mausoléu de linhas clássicas com o filho, duas irmãs, os filhos de suas irmãs e sua mãe, que ganha um salário para cuidar do túmulo.

“Nem sempre temos eletricidade e água corrente. É difícil principalmente no verão, quando fica muito quente.”

Durante a noite, as pessoas dormem nas tumbas. A ideia pode ser assustadora, mas para os moradores é uma opção prática. E muitos neste país religioso veem a fronteira entre os vivos e os mortos como algo poroso.

banner 300x250 mfIsidro Gonzalez, de 74 anos, gosta de falar com sua mãe, contou ele, enquanto fazia palavras cruzadas encostado em seu túmulo. “Talvez ela possa me responder, mas até agora ainda não o fez.”

A eletricidade que chega a esses túmulos transformado casas é precária e a maioria dos moradores não tem água corrente. Nos poucos poços públicos, as pessoas fazem filas com carrinhos cheios de garrafas vazias esperando para enchê-los.

A rotina para sepultar os mortos

Corpo sendo levado por cima dos tumulos aEm um dia movimentado chegam acontecer até 80 funerais. O cemitério é tão cheio de tumbas e criptas que muitas vezes o carro fúnebre não consegue chegar próximo ao jazigo. Então, os enlutados precisam carregar o caixão pelo resto do caminho, passando sobre as outras tumbas e por meio de corredores entre os mausoléus.

Os túmulos geralmente são alugados por cinco anos. Depois disso, se os parentes param de pagar, os administradores do cemitério exumam os restos, depois de um período de carência. É fácil encontrar sacos descartados de crânios e ossos, alguns emaranhados nos fios das roupas com que foram enterrados.

Alguns dos moradores do cemitério, conhecidos como “Padre Ramona” são pagos pelos familiares para conduzir as orações de despedida no momento do sepultamento. Algumas vezes, “Padre Ramona” usa uma camiseta com a imagem do rosto de Jesus.

Os visitantes do cemitério deixam oferendas de lanches, bebidas e algumas vezes cigarros nos túmulos dos familiares. Os parentes podem ser vistos com frequência, fazendo orações, acendendo velas ou apenas conversando.

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    Curiosidade

    Por que alguns cadáveres não se decompõe?

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    A não decomposição de cadáver é motivo de muitos e estudos científicos 

    O que realmente esta por traz de um corpo que não se decompõe? O que a ciência já descobriu ate agora sobre corpos que insiste em não se decompor?

    Quando o assunto é corpos que não se decompõem, as opiniões se dividem em varias vertentes e as duas principais são: coisas ocultas ou a super imunidade da pessoa. Porém o caso que vamos abordar é datado de muito antes da existência de algumas técnicas conhecidas nos dias de hoje (formol por exemplo foi inventado em 1867).

    Vale lembrar que as técnicas modernas de embalsamamento surgiram no período da Guerra Civil Americana e, portanto, não estavam disponíveis antes da década de 1860, conforme o que aconteceu com esse caso em especifico.

    A mumificação era uma prática comum entre os egípcios, persas, algumas culturas andinas e outras sociedades ao redor do mundo. Porém, a natureza também realiza seu próprio processo, de maneira muito menos trabalhosa.

    Quando o coração para de bater, o corpo inicia o processo de decomposição, até que só os ossos permanecem. Contudo, há momentos, mais comuns do que se pensa, em que os tecidos moles – a pele e os músculos – passam por uma mumificação natural (dessecação) e são preservados mesmo após a morte.

    O caso de Lady Xin Zhui

    Foi cavando uma base para um hospital antiaéreo na China quando a tumba de Lady Xin Zhui foi encontrada no canteiro de obras. Junto com a tumba foi encontrado muitos artigos de luxo extremo estava rodeando a tumba. Haviam documentos, instrumentos musicais, comida e remédios para tratar males comuns na época, como paralisia, dor de cabeça e asma bem como valiosas joias também fazia parte do acervo. Todo esse arsenal estaria ligado a crença da ressureição ao qual eles acreditavam que pessoas com alto nível na sociedade retornaria a vida com o tempo. Mas… vamos aos fatos.

    Lady Xin Zhui era a esposa de um nobre chinês durante a dinastia Han, há mais de 2000 anos. Ela viveu uma vida extravagante de luxo e ostentação para o tempo e lugar, comia de tudo e não precisava trabalhar. Todo esse luxo resultou em uma morte de ataque cardíaco por conta da obesidade mórbida. Quando seu corpo foi descoberto, em 1971, sua pele ainda era suave e suas articulações flexíveis. Não existem motivos científicos para o cadáver de Lady Zhui estar em tão boas condições, afinal não havia sinal algum de embalsamento.

    A Necropsia de Lady Zhui 

    Na época do descobrimento uma necropsia foi feita e além das articulações ainda se moverem foi possível encontrar sangue do tipo A em suas veias, além de identificar sua causa mortis: um ataque cardíaco, que tirou sua vida em torno dos 50 anos. A mulher sofria de doença cardíaca grave, osteoporose, cálculos biliares e uma hérnia de disco que provavelmente rendeu muitas dores nas costas. Uma trombose coronária e arteriosclerose são provavelmente as causas da sua necessidade de andar com bengalas, imagem que foi retratada na bandeira funerária de Lady Dai

    Seus cabelos e cílios ainda estava preso no tecido da pele. Seu intestino ainda estava preservado sendo encontrado até semente de melão em seu interior.

    Seu corpo estava embrulhada em 20 camadas de tecido de seda pura. Dentro da urna mortuária havia um liquido levemente acido e um pouco de magnésio o que impedia a proliferação das bactérias. Mas o que realmente foi feito ou o que aconteceu para que esse fenômeno acontecesse é um mistério.

    O que a ciência diz 

    Os cientistas que estudam a múmia — como é o caso de Willow Weilan Hai Chang, diretor do Galeria Instituto China, de Nova York, um dos pesquisadores a acompanhar a múmia Lady Dai — têm algumas hipóteses.

    Ela estava em um caixão originalmente embalado em 20 camadas de seda, junto a outros quatro caixões parecidos. Ela estava praticamente embalada a vácuo e seu caixão, repleto de carvão, com o topo selado com argila. O espaço estava tão hermeticamente fechado que nenhuma bactéria ao longo dos anos conseguiu entrar, garantindo a manutenção da múmia. Vestígios de mercúrio encontrados na tumba indicam que essa substância também tenha tido ação antibacteriana.

    Contudo, a maior questão para os arqueólogos envolvidos é que o corpo dela estava embebido em um líquido ligeiramente ácido que provavelmente foi o principal agente de conservação, mas ninguém sabe o que é — o fato é que impedia o crescimento de bactérias. A hipótese mais bem aceita é a de que seria uma espécie de água do próprio corpo.

    Se você quiser ver Lady Dai hoje em dia, é só passar pelo Museu Proincial de Hunan, pertinho de onde ela foi encontrada, na cidade de Changsha.

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    Noticias

    Um guia funerário para ajudar sua empresa a crescer

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    Portal “Todas Funerárias” lança guia nacional com mais de 7,5 mil empresas do setor de luto

    Iniciativa vai conectar toda cadeia de empresas prestadoras de serviços funerários a famílias em busca de atendimento em todo o Brasil

    O mercado de prestação de serviços funerários no Brasil ganhou um importante aliado na sua consolidação da busca digital por clientes. O portal de notícias Todas Funerárias anunciou o lançamento do seu Guia Completo de Prestadores de Serviços Funerários, um ecossistema digital projetado para catalogar e dar visibilidade a mais de 7.500 empresas ligadas ao segmento no país.
    A iniciativa surge em um cenário de rápida aceleração tecnológica, onde o ambiente online tornou-se o principal canal de busca e decisão para famílias em momentos de necessidade imediata ou planejamento preventivo.

    Visibilidade e precisão nos dados

    O guia funciona como um diretório centralizado que permite que potenciais clientes localizem prestadores de serviços de acordo com a região de atuação. Para os empresários do setor, a presença no guia garante não apenas alcance geográfico, mas também validação e facilidade de contato direto.
    O portal ainda reforça a importância de que os gestores e proprietários do setor acessem a ferramenta para encontrar sua empresa e verificar e atualizar os dados cadastrais, vários dados foram colhidos de pesquisa publica do site da Receita Federal.  Certifique e atualize as informações essenciais como número de telefone, WhatsApp, endereço atualizado, imagens das instalações e portfólio de serviços, que são cruciais para que seu cliente conheça antes de contratar.

    Opção de colocar sua empresa em destaque

    Transformação digital no mercado corporativo

    “Em pleno 2026, onde o uso de ferramentas digitais e pesquisas online é uma constante no cotidiano, estar acessível e com informações corretas na rede tornou-se pré-requisito para a sustentabilidade e crescimento dos negócios”, destaca a equipe de desenvolvimento do portal.
    Com a consolidação do guia, o portal Todas Funerárias busca criar a maior rede conectada de prestadores do segmento de luto no país. Empresários que desejam verificar a inclusão de suas empresas ou atualizar seus dados já podem acessar a plataforma oficial e realizar a gestão de seus perfis comerciais.

    Respondendo Perguntas

    Qual o valor mensal para anunciar minha empresa?

    BÁSICO

    R$ 4,90/mês

    Presença inicial no guia de empresas com Logotipo.

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    • R: Sim. Nosso painel é flexível para você atualizar suas promoções e contatos sempre que quiser.

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    Destaque

    O caso do bebe que foi sepultado trocado gera indenização a família

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    Após o sepultamento o hospital informou a família sobre a troca

    Os pais já havia realizaram o funeral do filho quando a instituição constatou que a criança sepultada pela família era, na verdade, outro recém-nascido.

    A troca de identificação ficou caracterizada dentro do hospital no setor de necrotério da unidade.

    Segundo os autos processuais, o outro bebê era filho de uma mulher que tinha o mesmo nome da mãe da criança. Após a descoberta do erro, os pais precisaram realizar uma nova cerimônia de despedida e o sepultamento do próprio filho.

    A ação de indenização foi movida contra o Estado de São Paulo e a empresa responsável pelo serviço funerário. Em primeira instância, a Vara da Fazenda Pública de Sorocaba havia determinado o pagamento de R$ 50 mil à família.

    No julgamento do recurso, o relator, desembargador Fernão Borba Franco, afirmou que a falha ocorreu antes da liberação do bebê para a funerária, afastando a responsabilidade da empresa.

    Segundo o magistrado, a identificação dos pacientes e dos corpos é feita pelos funcionários do hospital, por meio de pulseira, etiquetas e identificação na mortalha. À funerária caberia apenas conferir a documentação entregue pela unidade de saúde.

    “É evidente que a identificação dos pacientes é realizada pelos próprios funcionários do hospital desde a admissão”, afirmou o desembargador, destacando que a entrega do recém-nascido errado à funerária ocorreu por uma falha anterior ao serviço prestado pela empresa.

    Para o TJSP, ficou comprovado o dano moral sofrido pelos pais, que prestaram as últimas homenagens e realizaram o sepultamento de uma criança que não era o filho deles, sendo posteriormente obrigados a passar novamente pelo processo de despedida.

    A decisão foi unânime e também contou com os votos dos desembargadores Afonso Faro Jr. e Oscild de Lima Júnior. O recurso apresentado pelo Estado foi rejeitado, enquanto o pedido da funerária foi aceito para retirar sua responsabilidade no caso.

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