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Velório ao som de funk melody dos anos 80 como última homenagem ao falecido

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Velório foi animado com direto danças e musicas e dos anos 80

As imagens do velório do Sr Itamar da Conceição Moraes realizado na terça-feira passada 15/7 em João Monlevade, na Região Central de Minas, se tornaram virais nas redes sociais devido à homenagem extremamente peculiar prestada pelos familiares e amigos do falecido. O clima de velório deu lado a músicas de funk melody dos anos 80.

Itamar da Conceição Moraes que faleceu no dia anterior, era conhecido na cidade por sua paixão pelo freestyle. E já que ele gostava do estilo musical resolveu se prestar uma homenagem de despedida no ritmo que mais gostava, seus familiares tocaram a música “Spring Love”, do cantor americano Stevie B, lançada em 1988, durante o velório.

Durante a cerimônia, os familiares improvisaram passos de danças ao som dessas músicas animadas. As imagens se espalharam rapidamente nas redes sociais, e muitas pessoas fizeram comentários positivos sobre a homenagem póstuma bem incomum no Brasil.

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Porque se usa roupa preta nos velórios

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A cor das vestes para o luto podem ser diferentes e partes do mundo

O tratamento dado ao falecido em cada cultura proporciona uma melhor compreensão de sua visão da morte e da própria natureza humana. Os rituais e costumes funerários têm a ver não somente com a preparação e a despedida do cadáver, mas também com a satisfação dos parentes e a permanência do espírito do morto entre eles.

As diferentes maneiras de se despedir da pessoa falecida variam de acordo com as crenças religiosas. O sepultamento está associado à adoração de ancestrais ou crenças na vida após a morte.

No Egito

Segundo os historiadores, no Egito o funeral era precedido por uma reunião pública: se a vida do falecido tinha sido irrepreensível, o funeral prosseguia, mas por outro lado se a pessoa falecida tivesse tido alguma repreensão, o cadáver era enterrado em uma vala comum chamada Tártaro.

Nem mesmo os menores detalhes passavam despercebidos pelo julgamento. Para aqueles que morreram deixando dívidas, nenhum funeral era realizado, até que as pessoas mais próximas do falecido pagassem as dívidas.

No Brasil

Nós temos a imagem associada ao luto do uso de roupas pretas ou escuras, já que a tradição ainda persiste, exceto com a diferença de que antes que o luto fosse mantido por mais de anos. Mesmo anteriormente, homens nessas circunstâncias, vestiam sua camisa e calças também pretas. Os homens também podiam mostrar sua dor usando um bracelete na manga esquerda, uma lapela ou um botão na jaqueta, claro, na cor preta.

As crenças

Essas práticas, intimamente relacionadas às crenças religiosas sobre a natureza da morte e a existência de uma vida posterior, implicam importantes funções psicológicas, sociológicas e simbólicas para os membros de uma comunidade. Um exemplo claro disso é o ato de usar preto para assistir à cerimônia fúnebre.

Funerais laicos ou funerais civis

Existem também rituais funerários sem crenças religiosas. Em consonância com a corrente ideológica do secularismo, que está ganhando adeptos em muitos países. Os funerais laicos ou funerais civis surgiram nos últimos anos como uma alternativa aos funerais religiosos. Cerimônias funerárias civis geralmente consistem em discurso aos participantes, uma reflexão sobre a vida e a morte, algumas palavras sobre o falecido, a leitura de um poema e uma despedida.

No Brasil, por exemplo, o preto pode significar luto e o branco sinônimo para paz

Nas culturas ocidentais, como é o caso do Brasil, colonizado por portugueses, o preto tem sua origem nos povos romanos, que usavam uma espécie de toga preta básica em situações de luto.
A cor preta está associada à escuridão, falta de luz, cor da noite, da tristeza e do sofrimento pela perda de um ente querido. Vale lembrar que o roxo durante muito tempo também esteve associado aos hábitos de luto na cultura ocidental, mas tem caído em desuso gradativamente.
Cada povo possui uma característica própria para demonstrar respeito e sentimentos pela morte de alguém.

Confira abaixo algumas curiosidades sobre as cores em diferentes aspectos:

Preto

É a responsável pela disseminação da cor preta como forma de demonstrar luto e indica falta de luz, tristeza, sofrimento e introspecção, muito relacionada aos sentimentos de perda de quem amamos.

Roxo

Antigamente utilizado pela Tailândia e pela cultura ocidental serve para demonstrar, além do luto, a dor da perda de um ente querido. O roxo como cor para expressar luto está sendo cada vez menos utilizado.

Branco

Tanto na Índia, quanto a China e o Japão, é utilizada para demonstrar o luto pela perda de familiares e amigos. No Brasil, o hábito de vestir peças de roupas na cor branca está sendo cada vez mais utilizada, principalmente em casos de mortes decorrentes de atos violentos. A cor branca usada pelos orientais como forma de luto pode transmitir a necessidade de estar em silêncio, buscar a reflexão e paz em momentos difíceis.

Amarelo

Utilizado pelo povo do Egito para demonstrar luto e sofrimento pela perda, a cor amarela nos remete às flores secas que caem das árvores, simbolizando as lágrimas ao chorar pelas saudades da pessoa falecida.

Azul Celeste

Utilizada pelos povos da Síria, essa cor remete-nos à cor do céu, lugar em que se considera que as pessoas falecidas seguirão após a morte. No Irã a cor azul é utilizada.

Vermelho

Os enlutados africanos utilizam a cor vermelha para demonstrar o luto e a dor de perder um membro da comunidade.
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O perfume com cheiro de cadáver

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Para você que pensou que já viu ou sentiu de tudo nessa vida

É muito bizarro mas uma instituição beneficente no Reino Unido criou um perfume cuja fragrância é inspirada no odor de cadáveres. Na realidade é que este perfume foi inspirado na flor Jarro-Titã, também chamada de Flor-Cadáver devido ao seu odor desagradável que se assemelha ao de um corpo em decomposição.

Alguns comentam que o cheiro horrível se assemelha a uma combinação de queijo estragado, rato morto e peixe em decomposição, para se ter uma ideia.

A “Flor-Cadáver” emite um aroma fétido composto por mais de 400 substâncias que também estão presentes em outros odores naturais e na perfumaria, como queijo estragado, carne podre e peixe. Embora o produto tenha sido exibido em uma instalação de arte de uma instituição de caridade britânica, ele nunca foi comercializado como um perfume para uso pessoal.

A fragrância fez parte de uma instalação artística e multissensorial chamada Thanatos, exibida no centro de arte Phoenix Leicester. O projeto foi criado pelo artista Eric Fong em colaboração com a pesquisadora forense Dra. Anna Williams e o perfumista Euan McCall. O intuito da exposição era educar o público sobre o processo de decomposição e os compostos químicos emitidos após a morte, além de explorar a ciência forense

Essa é a flor Jarro Titã

Esse grupo beneficente conhecido como The Eden Project foi o idealizador de vários feitos considerados de extremo impacto, principalmente quesito ambiental, considerou que seria então uma proposta interessante criar este perfume para aqueles que procuram um aroma mais audacioso e em uma direção totalmente inovadora. De fato, é inegável que poucos se aventurariam em fazer uso de um perfume com um aroma assim.

 

Assista ao vídeo do produto

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Advogado organiza velório em vida para comemorar com amigos

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Quando a vida ainda vale a pena ser vivida, ainda que por um curto tempo

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