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Curiosidade

O causador de espantos nos velórios

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Ele vai aos funerais só para revelar os segredos do mortos

Parece loucura mas muitos mantem segredos que só podem ser revelados depois de morto, e foi por conta disso que Bill Edgar, 52, se especializou a fazer exatamente isso, revelar segredos em nome dos falecidos, confessando diante de todos o que eles não tiveram coragem de dizer quando estavam vivos.

A nova função surgiu enquanto ele trabalhava como detetive particular para uma pessoa com doença terminal na Austrália e depois do primeiro caso veio a decisão deixou seu emprego na Costa do Ouro três anos atrás, quando um homem com uma doença terminal pediu-lhe para interromper seu funeral para dizer a seu melhor amigo que sabia que estava ‘tentando transar’ com sua esposa.

Este homem, entretanto, disse que sua família e amigos não gostariam do que ele tinha a dizer, então provavelmente não leriam um texto ou ate mesmo reproduziriam a sua mensagem.

“Então, me ofereci para falar em nome dele” e “Foi assim que tudo começou” e desde então muitos outros casos foram aparecendo e eu emprestando mina voz para falar o que o morto já não podia mais.

 

Como é a vida de um interrompedor de funerais?

A sua primeira vez que fiz isso foi muito inspirador, e um alívio para meu cliente, interromper o atendimento e dizer à família do homem que tinha algumas coisas “não ditas”.

“Eu basicamente vou ao velório em respeito ao meu cliente, não os vivos, e é assim que eu trabalho desde então. Os que sobraram depois da revelação não são da minha conta ou preocupação. É meu cliente em primeiro lugar. Todo o resto são efeitos colaterais”.

Outra situação bastante recorrente é ter que ir ate onde estão as provas escondidas para realizar certas varreduras no local. Algumas coisas ou provas tem que simplesmente desaparecer. Muitos de meus clientes estão impossibilitado de voltar em lugares onde estão certas coisas, estão internados ou inválidos para essa tarefa, então preciso ser rápido para poder entrar seja em residencias ou empresas e pegar as provas e filmar a incineração para apresentar ao cliente.

Como realiza as revelações

Permaneço no funeral juntos a todos e em um ponto exato do funeral, eu me levanto, abro um envelope e leio exatamente o que o morto não conseguiu dizer em vida”.

E como são os pedidos?

Eu recebo uma variedade grande listadas de coisas diferentes que as pessoas desejam em seus funerais, incluindo revelações sobre sexualidade, casos amorosos e roupas ou itens a serem colocados no caixão.

Revelação sobre sexualidade

Certa vez foi revelado a um grupo de homens em um funeral de motoqueiros “que seu melhor amigo era gay e o amante estava na platéia”.

“Os motoqueiros ficaram um pouco chateados, mas para ser sincero, os verdadeiros amigos já sabiam e falavam ‘não importa’. O amante veio falar comigo cerca de uma semana depois”.

A origem do seu dinheiro.

O cliente estava na casa dos 80 anos, ele é um cara muito legal. Você pensaria que ele seria um empresário muito astuto e muito conhecido, mas para ser honesto com você, ele formou sua fortuna ganhando na loteria.

“Ele nunca contou a ninguém nem a sua família de onde veio seu dinheiro, enganou a todos como sendo o melhor empresário do mundo, na verdade ele nunca trabalhou um dia sequer em sua vida. Ele enganou a todos eles. Ele vivia uma vida de ostentação com o dinheiro da loteria enquanto todos achavam que ele ganhava dinheiro trabalhando”.

Trabalhos online em tempos de pandemia

Edgar também oferece um serviço online de US$10 que permite às pessoas enviarem elogios ou confissões e nomear um parente mais próximo para receber os detalhes de login para fazer o download quando estes morrerem.

Ele afirma que desde que o COVID-19 começou globalmente no início deste ano, foram feitos 8200 uploads e sua plataforma. E são principalmente os contaminados pela COVID-19 os mais preocupadas.

E as outras historias

Além de suas futuras contratações, Edgar também  assinou um contrato com um produtor para “um filme ou série dramática” sobre o seu trabalho que é conhecido como o CONFESSOR DE CAIXÃO .

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Curiosidade

Sepultado a 7 palmos – de onde vem essa tradição

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“Esta enterrado a sete palmos embaixo da terra”

Muitos já ouviram esta expressão, principalmente os que tem mais de 40 anos de idade. Para os mais novos podem causar espanto, essa informação, ou ditado como queira chamar, esta frase é mais antiga do que você imagina, tudo começou na Inglaterra, por volta do ano de 1800, período em que uma doença chamada de PESTE BUBÔNICA ou PESTE NEGRA  se alastrava pela Europa, a doença chegou a dizimar cerca de 8.000 mil pessoas.

Peste bubônica, a forma mais comum da doença, afeta os nódulos linfáticos e causa gangrena. Há outros dois tipos, a séptica, que causa infecção no sangue, e a pneumônica, que afeta os pulmões

Peste bubônica, a forma mais comum da doença, afeta os nódulos linfáticos e causa gangrena. Há outros dois tipos, a séptica, que causa infecção no sangue, e a pneumônica, que afeta os pulmões

Na época temendo a epidemia, foi estabelecida uma nova regra para os cemitérios realizarem os sepultamentos, e ficou determinado 7 palmos (cerca de 1,80 metros era justamente a profundidade entre a terra e o corpo. Logo após o fim da epidemia, esta norma foi suspensa e assim começaram a enterrar os mortos mais próximos da superfície.

No entanto, cadáveres começaram a sumir repentinamente dos túmulos; – após um determinado tempo descobriram, que os mesmos estavam sendo vendidos para estudos para universidades. Diante desses fatores e a proximidade do cadáver com a superfície, o governo da época foi obrigado a retomar a lei dos 2 metros de profundidade, criada na época em que a doença se espalhava.

A regra de enterrar as vítimas há 6 pés de profundidade ou sete palmos, algo em torno de 1,80 metros, também foi estabelecida também valia para que os animais, e principalmente os cachorros, não conseguissem alcançar os corpos e acabar disseminando a doença.

Essa medida teve algumas variações conforme o entendimentos das autoridades locais. No Brasil se sepulta na terra  em torno 1,30 e 1,60 metros de profundidade, dependendo do estado ou do município.

Principais meios de transmissão dessa doença

Em 2015 a doença voltou a aparecer nos EUA nos Estados do Novo México, Arizona, Califórnia e Colorado, segundo o CDC. “O cão-da-pradaria (mamífero roedor) é o principal meio de transmissão da praga, e ele se concentra a oeste do meridiano 100”. A geografia e o clima do oeste dos EUA favorecem a presença desses roedores, e como eles são “animais sociais”, acabam contribuindo na proliferação de pulgas infectadas. A bactéria Yersinia pestis se espalha por meio de pulgas que habitam cães-da-pradaria. O furão-do-pé-preto e o lince-do-Canadá são outras espécies suscetíveis

mazinha

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    Curiosidade

    Os dois túmulos que misteriosamente se juntaram

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    Um Fenômeno defendido por muitos e duvidado por outros

    os-dois-tumulos-que-misteriosamente-se-juntaram

    Por ser dois túmulos muito antigos, a curiosidade chama a atenção de quem se depara com essa imagem. É uma historia que ultrapassa os limites do entendimento. Confirmada e contada pelos moradores de São João do Triunfo PR, onde os dois jazigos que foram construídos de forma tradicional e misteriosamente se juntaram como você pode ver na foto. Do lado esquerdo da foto o tumulo de Maria Antunes Ferreira e ao lado direito de Lourenço Hipólito Neto.

    A historia que se contam é que isso foi a manifestação sobrenatural do amor entre estas duas pessoas ali sepultadas, que não puderam viver um grande amor, porque pertenciam a classes sociais diferentes e somente assim, depois da morte, puderam ficar juntos. O que intriga a todos é que os túmulos estavam muito distantes um do outro e não haveria como empurrá-los, ou mesmo não havia possibilidade de deslizar um ao outro, até porque o terreno é bem plaino.

    A descoberta 

    Lapides-do-tumulo-que-se-juntou

    Na placa de identificação do túmulo de Maria Antunes Ferreira consta a data de nascimento 3/01/1876 e de falecimento 10/02/1939, o que percebemos que ela faleceu com 63 anos. No túmulo de Lourenço Hipólito Neto também encontramos a data de nascimento 16/10/1924 e de falecimento 24/09/1939, o que demonstra que ele morreu com apenas 15 anos.

    Esta informação evidencia que os dois morreram no mesmo ano de 1939, Maria no mês de fevereiro e Lourenço no mês de setembro, mas a diferença de idade entre eles era de 48 anos. Informação que não condiz com a lenda que os dois teriam tido um romance, e teriam a mesma idade.

    Hipótese 

    Lourenço Hipólito pode ter sido filho de Maria Antunes que por algum motivo, de classe social por exemplo, não tenha tido a oportunidade de cuidar do menino e depois de mortos eles firmaram um laço de permanecer juntos.

    Mas, o mistério continua

    Mesmo supondo que Hipólito e Maria não teriam tido um romance como fala a lenda, o mistério continua. Como e os dois túmulos teriam se juntado? Fica a pergunta a quem quiser descobrir.

    Esta lenda até faz parte do livro Lendas e Contos Populares do Paraná do Governo do Estado de 2005 página 119.

    mazinha

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      Cemitérios do Brasil

      Lapide de homem que viveu 123 anos é encontrada no PR

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      A lapide de Polycarpo R. Borges despertou uma curiosidade 94 anos depois

      A pergunta que não quer se calar e saber quem foi Polycarpo foi também conhecido pelo apelido de Poly, que viveu 123 anos e foi sepultado no Cemitério Municipal do São José em Ponta Grossa PR.

      A curiosidade se aguçou a partir de uma publicação no Facebook André Rosa que  produziu um texto que, junto com a foto da lapide no intuito de saber quem será que foi esse homem? Provavelmente, nunca saberemos ao certo, mas dá pra especular’, assinala.

      O texto é uma verdadeira aula de história e vale a leitura:

      Lápide encontrada no Cemitério Municipal São José:

      “Aqui dorme Polycarpo R. Borges (Poly)

      Nasc. A 5-8-1804

      Fall. a 16 de Março de 1927

      Com 123 anos, 7 mezes e 20 dias de idade

      Saudades de sua Espoza Claudina Borges”

      Talvez a mais curiosa lápide do cemitério central de Ponta Grossa. Quem será que foi esse homem? Provavelmente, nunca saberemos ao certo, mas dá pra especular: Poly nasceu no tempo do Brasil Colônia (antes da chegada da Família Real, em 1808).

      Contemporâneo da Coroação do Rei D. João VI, viveu sua adolescência durante o Reino do Brasil, Portugal e Algarves (até 1821). Era um jovem quando a Independência foi proclamada (em 1822), foi súdito do imperador D. Pedro I, acompanhou sua abdicação, viveu sob a Regência e Coroação de D. Pedro II, e testemunhou seu longo reinado.

      Também foi testemunha de toda a Guerra da Tríplice Aliança contra o Paraguai (1864-1870), tinha 90 anos quando acabou a Guerra de Canudos (1897), certamente viu os soldados passarem pelas ruas de Ponta Grossa durante a Guerra do Contestado (1912-1916) vivenciou a escravatura e o fim da escravidão (1888), já era um octogenário quando da proclamação da República (1889), foi testemunha da primeira ditadura militar republicana (com Floriano Peixoto).

      Foi contemporâneo da invenção da Fotografia (1839), do Cinema (1895), e talvez tenha ouvido as primeiras transmissões radiofônicas no Brasil (1922), por onde talvez tenha ouvido falar da Semana de Arte Moderna (1922). Deve ainda ter se espantado com o naufrágio do Titanic (1912), com a Revolução Bolchevique (1917), a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) e a Coluna Prestes (1924-1927).

      Sem falar que foi provável testemunha do Tenentismo (1922-1927). Viveu todo o período da República do Café com Leite e por muito pouco, não viu Getúlio Vargas chegar ao Poder.

      Era mais velho e viveu mais do que Gonçalves Dias (1823-1854), Machado de Assis (1839-1908), José de Alencar (1829-1877). Era mais velho do que Noel Rosa (1910-1937).

      Nasceu num mundo rural e antiquado, morreu às vésperas da Era Vargas.

      As pesquisas e relatos não param e podemos estar diante do caso de um homem que pode ser o mais velho da historia, afirma André Rosa.

      Cemitério ponta-grossense, conhecido por ter túmulos de pessoas “importante”, como barões, coronéis, militares, políticos, poetas. Quase todos os “famosos” são da “elite” da cidade. Mas Poly e Claudina eram duas pessoas do povo, ele lavrador, ela dona de casa, ambos analfabetos, ela negra, ele mestiço.

      Foi bom ficar sabendo?

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