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Nova diretoria do Sesf-RS toma posse

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Nova equipe é empossada para a gestão dos próximos quatro anos

Emoção. Gratidão. Expectativa. Foi com esses sentimentos que a nova diretoria do Sindicato dos Estabelecimentos Funerários do Rio Grande do Sul (Sesf-RS) tomou posse no dia 4 de maio, em solenidade ocorrida no Salão Nobre do Plaza São Rafael, em Porto Alegre. O evento reuniu mais de 100 convidados entre diretores funerários, 10fornecedores e lideranças do setor e dos sindicatos patronais. Com mandado até 2022, a nova diretoria tem Valdir Gomes Machado como presidente. Claunei Carvalho Szczepaniak é o vice. Na cerimônia, destaque para a participação do presidente da Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do RS (Fecomércio-RS), Luiz Carlos Bohn, do presidente da Câmara Municipal de Porto Alegre, Valter Nagelstein, e do deputado estadual pelo PSB, Catarina Paladini.

No discurso de despedida, o presidente Carlos Alberto Graff afirmou que foi um privilégio comandar o Sindicato nos últimos quatro anos. “Conviver com vocês foi algo magnífico. Agradeço a Deus todos os dias por ter feito parte da vida de cada um”, completou. Na sequência, homenageou com uma placa cada diretor de sua gestão. A homenagem foi retribuída pelos diretores, também com uma placa. Logo depois, houve o descerramento da foto de Graff na galeria dos ex-presidentes, conduzido por Valdir e por Bohn, presidente da Fecomércio-RS.

As homenagens a Graff prosseguiram com o presidente da Associação Brasileira de Tanatopraxia (ABT), Paulo Coelho, e Rolandinho Nogueira, diretor da Brucker Fornos Crematórios, e também foram estendidas ao novo presidente. “Valdir certamente conduzirá esta entidade com muito zelo, propriedade e dedicação”, disse Coelho. “Tenho certeza que Valdir fará uma belíssima gestão junto com sua diretoria”, acrescentou Rolandinho. O diretor da Brucker entregou uma placa a Valdir e outra a Graff, que também recebeu uma placa do presidente da ABT.

banner 300x250 Espaço LivreNa sequência, discursaram o vereador Nagelstein, representando o parlamento da Capital, e o deputado Catarina, representando o gaúcho. “Pelo simbolismo da política, viemos aqui com toda a humildade agradecer a contribuição que vocês têm dado ao parlamento gaúcho e ao Rio Grande do Sul. Contem sempre com a Assembleia Legislativa”, prometeu Catarina. Já Nagelstein fez uma alusão ao Sistema Funerário Municipal de Porto Alegre. “Há pouco conversava com representantes de sindicatos de outros estados que estão vindo aqui para beber um pouquinho do nosso conhecimento e experiência. Acho que é um sistema é exemplar”, elogiou o vereador, que fora secretário municipal da Produção, Indústria e Comércio à época da renovação das permissões às funerárias, em 2011. O Sesf-RS é mantenedor da Central de Atendimento Funerário de Porto Alegre (CAF), que opera 24 horas por dia, sete dias por semana, com a função de liberar corpos para sepultamento ou traslado. A CAF também faz o sepultamento gratuito de carentes, desde que as famílias obedeçam a critérios preestabelecidos. Tal serviço é mantido pelas empresas da Capital, que arcam com os custos.

Logo após, os novos diretores subiram ao palco e foram apresentados. Além de Valdir, presidente, e Claunei, vice, assumiram seus cargos Maicon Bogorni da Costa Leite, como diretor administrativo; Andrei Maciel Grave, como vice-diretor administrativo; Cari Renato de Vargas, como diretor financeiro; e Antônio Augusto Azzi Nunes, como vice-diretor financeiro. O Conselho Fiscal é composto por Alexandro Michelin Bortolotto, Maurício Prestes e Jaimes Britto. Os suplentes são Adilson Pavelkievitz (in memoriam), Valeska Bourscheit de Azambuja e Vilmar Xavier dos Santos.

Discursos de Bohn e Valdir

O presidente da Fecomércio-RS lembrou, em seu discurso, o serviço gratuito de remoção e traslado de corpos nos casos de morte violenta, em que há necessidade de necropsia. “Pelos relatos, o convênio com o governo do Estado para prestação desse serviço é muito importante”, assinalou Bohn. Conforme prevê o termo de parceria, a funerária, que deve ser associada do Sindicato e credenciada para o serviço, remove o corpo do local do óbito e o traslada ao Departamento Médico-Legal (DML) ou a um de seus postos no interior do Rio Grande do Sul. Com isso, o governo gaúcho não precisa utilizar sua infraestrutura, carente de recursos e servidores, para remoção e traslado de corpos.

banner 300x250 mfEm seu pronunciamento, Valdir saudou os convidados e enalteceu o trabalho de Graff à frente do Sesf-RS. “Sua dedicação, sua paixão pela atividade, somadas às conquistas, são exemplo a ser seguido. A resiliência e a coragem o tornaram uma liderança no setor, com muito ainda a contribuir”, referiu. O novo presidente assegurou que o Sindicato continuará trilhando seu caminho com a atuação voltada à defesa dos interesses da categoria, principalmente para garantir direitos. “Somos referência em práticas sindicais. A manutenção da representatividade alcançada é mais do que um compromisso: é obrigação”, prosseguiu. Sobre a atuação política, Valdir garantiu que o Sesf-RS a intensificará na busca de contrapartidas e benefícios à classe. “Nem que para isso bata de porta em porta com seu caderno de reivindicações debaixo do braço para cobrar, exigir. A semeadura junto ao poder público foi o grande legado da última gestão. Agora, é a colheita”, concluiu.

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    Fatalidades

    Acidente envolvendo carro funerário deixa 2 feridos e uma pessoa morta MT

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    Um grave acidente envolvendo um carro funerário, um caminhão e uma caminhonete, aconteceu na noite do dia 08/06 na BR-070, entre Várzea Grande e Nossa Senhora do Livramento MT com vítima fatal.

    Conforme informações preliminares as equipes que atenderam a ocorrência, o carro da funerária de Cáceres, teria tentado uma ultrapassagem e acabou batendo em um caminhão. Com o impacto, o veículo funerário foi arremessado para a pista contrária. Em seguida, bateu contra uma caminhonete que seguia na outra direção.

    Com o impacto da batida, Luiz Carlos Floriano, 62 anos, que estava no banco do carona do carro funerário, morreu no local. O motorista da funerária e o motorista da S10, foram socorridos e encaminhados para um hospital da região.

    O motorista do carro funerário e o condutor da caminhonete ficaram feridos e foram encaminhados para uma unidade hospitalar. Até a publicação desta reportagem, não tivemos informações atualizadas sobre o estado de saúde deles.

    A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou o teste do bafômetro no motorista da carreta, que teve resultado negativo para consumo de álcool. Os condutores dos outros dois veículos não foram submetidos ao exame no local devido à necessidade de atendimento médico imediato.

    O carro funerária estava sem nenhum cadáver no momento do acidente.

    A ocorrência foi registrada como homicídio culposo na direção de veículo automotor, lesão corporal culposa na direção de veículo automotor e danos materiais.

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    Curiosidade

    O perfume com cheiro de cadáver

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    Para você que pensou que já viu ou sentiu de tudo nessa vida

    É muito bizarro mas uma instituição beneficente no Reino Unido criou um perfume cuja fragrância é inspirada no odor de cadáveres. Na realidade é que este perfume foi inspirado na flor Jarro-Titã, também chamada de Flor-Cadáver devido ao seu odor desagradável que se assemelha ao de um corpo em decomposição.

    Alguns comentam que o cheiro horrível se assemelha a uma combinação de queijo estragado, rato morto e peixe em decomposição, para se ter uma ideia.

    A “Flor-Cadáver” emite um aroma fétido composto por mais de 400 substâncias que também estão presentes em outros odores naturais e na perfumaria, como queijo estragado, carne podre e peixe. Embora o produto tenha sido exibido em uma instalação de arte de uma instituição de caridade britânica, ele nunca foi comercializado como um perfume para uso pessoal.

    A fragrância fez parte de uma instalação artística e multissensorial chamada Thanatos, exibida no centro de arte Phoenix Leicester. O projeto foi criado pelo artista Eric Fong em colaboração com a pesquisadora forense Dra. Anna Williams e o perfumista Euan McCall. O intuito da exposição era educar o público sobre o processo de decomposição e os compostos químicos emitidos após a morte, além de explorar a ciência forense

    Essa é a flor Jarro Titã

    Esse grupo beneficente conhecido como The Eden Project foi o idealizador de vários feitos considerados de extremo impacto, principalmente quesito ambiental, considerou que seria então uma proposta interessante criar este perfume para aqueles que procuram um aroma mais audacioso e em uma direção totalmente inovadora. De fato, é inegável que poucos se aventurariam em fazer uso de um perfume com um aroma assim.

     

    Assista ao vídeo do produto

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    Perfume com cheiro de quem já morreu

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    Cemitérios do Brasil

    Urna funerária viva feita com material orgânico

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    Ela pode ser absorvida pelo solo entre 1 a 6 meses.

    E chegamos ao primeiro funeral usando um “caixão vivo”. Parece soar estranho mas esse produto já existe e é resultado de compostagem chamado de micélio que são fungos que criam uma esteira de fibras que oferece uma sustentação suficiente para fazer uma urna funerária.

    No brasil e em muitas partes do mundo a urna e feita em madeira tem sido utilizado por décadas, mas devido a questões ambientais pesquisadores estão buscando alternativas para uma urna com a decomposição mais rápida pelo meio ambiente.

    Os idealizadores da uma urna ecológica é da startup Loop da Holanda, a urna feita de micélio batizado de Living Cocoon leva de um a seis meses para ser absorvido pela terra, contribuindo ativamente para a decomposição total do corpo e enriquecendo a qualidade do solo.

    Segundo Hendrikx, um biodesigner de 26 anos que estudou na Universidade Técnica de Delft, o Living Cocoon permitirá que “as pessoas se tornem parte da natureza novamente”, podendo “enriquecer o solo em vez de poluí-lo”.

    O micélio é uma rede de fibras finas que formam a parte vegetativa da maioria das espécies de fungos. Esta rede no subsolo, acreditam pesquisadores, é usada pelas plantas até mesmo para estabelecerem comunicação: sim, as plantas “conversam” entre si.

    Para o especialista em fungos Paul Stamets, essa rede é uma trama ligada como uma “internet natural” do planeta Terra. Sua tese é que ela coloca em contato plantas que estão muito distantes de si e não apenas as que estão próximas.

     

    A pesquisa de opinião pública 

    De acordo com uma pesquisa de 2015 feita pelo Conselho de Informações de Memorial e Funeral, 64 por cento dos entrevistados manifestaram interesse em funerais ecológicos, número que chegava a apenas 43 por cento em 2010. E que se a mesma pesquisa fosse feita nos dias atuais esse numero teria um aumento significativo.

    As urnas em madeira

    A urna funerárias atual utilizada é geralmente feito de madeira, recebem verniz e possui componentes metálicos que demoram muitos de anos para se decompor. Além disso a preocupação com a contaminação do solo (e dos lençóis freáticos) por necrochorume e o vazamento de gases sulfídricos por má confecção e manutenção de sepulturas e jazigos.

    Mas com certeza essa mudança ideológica do material utilizado em larga escala nos dias atuais devem permanecer forte por vários anos até que a sociedade como um todo deseje mudar para melhor o seu meio ambiente.

    A solução

    O desenvolvimento de urnas funerárias orgânicas é uma das possibilidades que vem sendo estudada, uma vez que muitas pessoas – às vezes por questões religiosas – não aceitam a cremação.

    Cada Living Cocoon “urna viva” leva várias semanas para se formar à medida que a esteira de micélio cresce na forma de um caixão e depois seca naturalmente. Assim que é exposto ao solo úmido novamente, ele volta à vida e começa o processo de decomposição.

    “O micélio está constantemente à procura de resíduos para converter em nutrientes para o ambiente. Faz o mesmo com substâncias tóxicas, incluindo óleo, plástico e metal. por exemplo.

    Tijolo de micélio – Foto da internet

    O micélio pode ser cultivado e moldado para diversos formatos, já tendo sido testado na produção de tijolos. O modelo testado em forma de urna funerária teve seu primeiro teste em um funeral no início do mês de setembro de 2020. Essa urna significa que realmente alimentamos a terra com nossos corpos. Somos nutrientes, não resíduos, ressalta Hendrikx.

    O fundador da startup – que surgiu na Universidade Técnica de Delft – salienta que o micélio já foi usado em Chernobyl, é utilizado em Rotterdam para limpar o solo e alguns agricultores também o aplicam para tornar a terra saudável novamente.

    Vários outros estudos neste mesmo sentido tem sido iniciados pelo mundo na esperança de encontra uma forma que melhore o convívio com os que vivem com as pessoas que já se foram.

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