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Documento que deveria ser fornecido grátis é vendido por R$2.400 no IML RJ

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Liberação de casos de mortes naturais vira negocio no IML do Rio de Janeiro

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O fragrante de venda de  declaração de óbitos foi flagrado pela produtora da TV Globo, no IML do Rio de Janeiro

Por lei, o corpo de quem tem morte natural não precisa ser periciado e basta que um médico ateste o óbito, de maneira gratuita. A delegada Sandra Ornellas, do IML, reconhece, no entanto, que muitos oportunistas se aproveitam do momento de fragilidade para cobrar altos valores pelo serviço que deve ser oferecido gratuitamente.

Os alvos costumam ser as famílias orientadas a procurar o IML por terem dificuldade para conseguir a declaração de óbito nos hospitais e unidades de saúde próximas a residencia da pessoa falecida. O acesso a esse serviço deveria ser mais  simples, já que desde 2009, uma lei obriga as Secretarias de Saúde a ofereceram a investigação e a verificação do óbito, mas na pratica isso não esta acontecendo. No começo de junho, a justiça deu um prazo de 180 dias para que o estado e a prefeitura apresentassem um cronograma para a criação do serviço.

delegada Sandra Ornellas“A não existência desse serviço cria um impasse, um impasse onde existem pessoas, médicos, contrariando seu dever ético de agir, se associam a determinadas funerárias, e aí as funerárias se aproveitam disso, elas oferecem sepultamento e conseguem resolver a questão da declaração de óbito. O estado e o município têm que ter nos seus hospitais, não necessariamente todos, podem ser regionalizados, pode ser uma parceria, criar um serviço de verificação de óbito”, afirma a delegada.

Apesar do Conselho Federal de Medicina afirmar que qualquer médico pode fornecer a declaração de óbito e que a morte pode ser atestada inclusive por profissionais que trabalhem na unidade de saúde pública mais próxima do local onde a pessoa morreu, na prática, as dificuldades ainda são muitas.

O estado tem um alto gasto desnecessário, já que a maioria dos corpos que chegam ao IML vão para lá desnecessariamente.

“A finalidade do IML é fazer necropsia em casos de morte de causa violenta ou suspeita. o IML aqui do centro ele abre a cada dia cerca de 30 corpos. Desses 30, mais da metade é verificação de óbito é morte natural você tem um número grande de famílias que vão demorar aguardando a necropsia já feita desnecessariamente. Depois, você vai ter ali uma sobrecarga pro serviço, você vai desviar o médico de sua função, tendo em vista que a função dele é pericial para produção de uma causa e a partir do momento que entrou no IML a gente tem que achar a causa”, explica a delegada.

De acordo com a polícia, em 38% dos exames de necropsia realizados pelo IML, de janeiro de 2011 a novembro de 2016, não havia indícios de morte violenta. Assim, o estado gastou cerca de R$124 milhões de reais sem necessidade.

A Secretaria Municipal de Saúde disse que criou um grupo de trabalho para estudar a criação de um serviço de verificação de óbitos. E que, enquanto isso, os médicos do SUS já recebem a orientação de dar a declaração de óbvio em caso de morte natural sem suspeita

Fonte: RJTV

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Cemitérios do Brasil

Mulher é vitima de vilipendio sepultada a três dias MS

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Mulher assassinada por ex-companheiro teve seu corpo violado no cemitério de Eldorado MS

O caso aconteceu três dias após ser assassinada, Vera Lúcia da Silva, de 41 anos, foi vítima de feminicídio pelo seu ex-companheiro.

Essa mulher teve seu túmulo violado, durante a madrugada de quarta-feira 15/04, por três homens que cometeram o crime de necrofilia, no cemitério de Eldorado, no sul de Mato Grosso do Sul.

De acordo com o relatório da Polícia Civil, funcionários do cemitério encontraram a sepultura aberta e o corpo fora da sepultura. Após a realização de perícia criminal ficou confirmada a prática de necrofilia e também a identificação dos participantes do crime.

A investigação revelou que três pessoas participaram do crime, dois homens e um adolescente de 16 anos. Todos já foram localizados e levados à delegacia. Um dos suspeitos confessou o ato e relatou detalhes do ocorrido, afirmando ter sido o primeiro a cometer a violência. Segundo o delegado responsável pelo caso, ele declarou que o ato foi breve “por causa do mau cheiro”.

Ainda segundo as investigações, os envolvidos invadiram o cemitério durante a noite, violaram a sepultura com um chute e retiraram o corpo. O caso está sendo tratado como vilipêndio de cadáver, crime previsto no Código Penal brasileiro.

O criminoso

Patrik Torcatti Ortiz, de 22 anos, confessou à Polícia Civil que participou do crime praticado contra o corpo de Vera Lúcia da Silva, de 41 anos, em Eldorado. Em depoimento, ele contou que foi ao cemitério acompanhado de um adolescente de 16 anos e encontrou um terceiro suspeito perto do túmulo. Segundo relato, após a sepultura ser aberta, o corpo foi retirado e ele afirmou ter sido o primeiro a praticar necrofilia

A morte de Vera

O assassinato de Vera aconteceu no último domingo 12/04, no bairro Jardim Novo Eldorado. Ela voltava para casa com a filha de 9 anos quando foi surpreendida pelo ex-companheiro, que não aceitava o fim do relacionamento. Ele efetuou dois disparos contra a vítima e, em seguida, tirou a própria vida. A criança presenciou toda a cena.

O irmão de Vera

“Cada vez está ficando mais difícil. O ser humano está se transformando em um bicho.”

A frase, dita em tom de desabafo, resume o choque de Jorge Paulo Silva ao saber que o corpo da irmã, Vera Lúcia da Silva, foi violado dias após o feminicídio que já havia abalado a família, em Eldorado.

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Quem são os dependentes do plano assistencial funerário em sua empresa?

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Cadastro com o maior número de informações é a segurança da sua operação

Imagem ilustrativa. Nome, endereço, data de nascimento e CPF. Já são suficientes. E podem ser extraídos desses documentos.

Sabemos que estar preparado para atender uma família enlutada é primordial. Mas alguns detalhes que até pouco tempo não eram tomados na oferta desse produto. Afinal que é o seu cliente? Se repetirmos essa pergunta em varias empresas a resposta vem quase automática. “O titular quem esta contratando nosso plano”. Não é mesmo?

Sabia que a inclusão dos dados inclusive do CPF (documento Oficial de identificação) dos titulares e dependentes em um plano de assistência funerária é fundamental para garantir a segurança jurídica, a rapidez no atendimento e a efetiva cobertura dos serviços, INCLUSIVE NO RESARCIMENTO DO SEGURO no caso do falecimento do assegurado independente de ser o titular ou dependentes. Sem a correta identificação dos dependentes em seu cadastro, a empresa pode ter dificuldades em confirmar a cobertura para aquele dependente, gerando burocracia e custos inesperados para a família em um momento de fragilidade.

A partir da nova Lei 14.534/2023, sancionada em janeiro de 2023 e em vigor em 2024, o número do CPF passou a ser o único número de identificação do cidadão nos bancos de dados de serviços públicos.

Principais razões para incluir o CPF dos dependentes:

  • Validação do Contrato: O CPF é o documento oficial que atrela titular e dependente ao plano contratado, garantindo que ele tenha direito aos serviços contratados (urna, velório, traslado, cremação ou sepultamento, etc).

  • Agilidade no Atendimento: Em casos de óbito, a apresentação do CPF agiliza a confirmação do dependente no sistema da empresa, permitindo o atendimento imediato.

  • Evitar Problemas Legais: A falta de documentos corretos pode gerar complicações na prestação do serviço e no acionamento da assistência familiar e a documentação do beneficiado.

  • Identificação Familiar: Em planos familiares, o CPF é crucial para diferenciar dependentes de terceiros e garantir que todos os cadastrados recebam a assistência prometida, se possível ate cópia do documentos podem ser anexados ao contrato.

  • Ressarcimento de despesas: Quando a empresa de planos tenha o seguro ressarcimento. Ou quando atender um caso onde o assegurado tenha uma apólice de seguro. Todos os documento serão confirmados pela seguradora.
  • Portanto, manter todas informações dos dependentes como: CPF, telefone, endereço, de todos os dependentes atualizado no contrato funerário é a melhor forma de assegurar que o auxílio financeiro e ou a assistência  cheguem à sua empresa e aos familiares sem entraves.

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    Cargo ou função na empresa (Campo Obrigatório)

    Seu e-mail (Campo Obrigatório)

    Seu telefone com DDD (Campo Obrigatório)

    Seu WhatZapp com DDD (Campo Obrigatório)

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    Carro funerário e um ônibus batem de frente na rodovia GO-222

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    O acidente aconteceu na manhã dessa quarta feira – Uma pessoa veio a óbito 

    A fatalidade aconteceu na manhã dessa quarta-feira 25/03, na rodovia  GO-222, entre Inhumas e Nova Veneza, perto do distrito de Deuslândia. Envolveram no acidente um veículo funerário da empresa Pax Aliança e um ônibus que transportava sete funcionários de uma empresa de alimentos local.

    No carro funerário haviam duas pessoas. O motorista, residente de Itauçu que recebeu atendimento e foi levado ao hospital de Nerópolis, com indícios de fraturas nas pernas.

    O passageiro do carro funerário identificado como Pablo da Silva Alves, tinha 23 anos era residente de Inhumas, não sobreviveu aos ferimentos e faleceu no local do acidente. Pablo havia se casado recentemente e a esposa dele está grávida. O jovem havia comemorado o seu aniversário no dia 1° de março e estava trabalhando na funerária há apenas 5 dias.

    Segundo relato do motorista do ônibus, o carro funerário teria aquaplanado na pista, perdido o controle da direção e colidido de frente com o onibus.

    As causas do acidente ainda serão apuradas pelas autoridades competentes.

    De acordo com a família, o corpo de Pablo foi velado e enterrado na tarde desta quinta-feira 26/03, em Itauçu, a cerca de 70 km da capital.

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