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Recomendações Técnicas no Setor Funerário

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SUBCOORDENADOR DO NÚCLEO DE TANATOPRAXIA DA UFMG TRAZ RECOMENDAÇÕES AO SETOR FUNERÁRIO

José Eustáquio Pereira Barboza

Por Marcos Scheffer

“Mas eis a hora de partir: eu para morte, vós para a vida. Quem de nós segue o melhor rumo ninguém o sabe, exceto os deuses.” Com este pensamento, o filósofo Sócrates já tratava sobre a morte como um assunto natural há cerca de 470 anos antes da era cristã. Contudo, nos dias atuais o assunto ainda causa arrepios em muitas pessoas que não lidam muito bem com isso.

Porém, esta é uma realidade que todos nós já vivenciamos algum dia em nossas vidas, seja na perda de algum ente querido ou familiar, e certamente é importante que conheçamos um pouco do universo envolto que movimenta esse mercado; são inúmeros profissionais envolvidos de diversas áreas, que contribuem para que este momento de luto possa ser enfrentado com um pouco mais de tranquilidade e conforto por aqueles que perderam seus entes.

José Eustáquio Pereira Barboza

No texto a seguir, de José Eustáquio Pereira Barboza, podemos conhecer um pouco desse universo, suas peculiaridades, técnicas e rotinas que movimentam o mercado funerário brasileiro.

Os cuidados essências durante as remoções de corpos pós mortes em residências, hospitais e outros locais de ocorrências, e a forma correta de manusear os corpos dentro do ambiente funerário.

Infelizmente ainda na atualidade em que vivemos, deparamos com alguns profissionais do segmento funerário inaptos em atuar com segurança e respeito para com os familiares em processo de luto e com os corpos dos falecidos que não mais habitam a vida.

Por esses e diversos outros motivos, a elaboração deste texto tem como principal objetivo direcionar melhor os profissionais do segmento funerário e áreas afins, orientando e educando os mesmos de forma correta e segura para lidarem com suas rotinas diárias.

O profissional do segmento funerário ao ser solicitado a prestar atendimento funerário, é imprescindível que tenham empatia com o cliente solicitante da prestação do serviço, ou seja, tentar se colocar na situação real em que a pessoa está vivendo (ter compaixão).

Ao longo dos meus 16 anos de experiência lidando com pessoas enlutadas e com corpos pós mortes, constato que tendo compaixão, os clientes enlutados sentem se amparados no momento de abalo em que estão vivendo, e passam a depositar confiança na prestação dos serviços funerários, encontrando forças para lhe dar com as etapas do luto.

REMOÇÃO

Quando o agente funerário (motorista) for solicitado para realizar uma remoção, primeiramente é necessário saber o local de ocorrência do óbito.

REMOÇÃO EM RESIDÊNCIA

Para a realização de uma remoção residencial é primordial que o agente funerário (motorista) tenha em posse uma maca própria para esta finalidade. O profissional deve se evitar ao máximo utilizar palavras inapropriadas para o momento, como por exemplo: Bom dia; boa tarde; boa noite, etc.… pois o momento é extremamente inadequado.

O profissional ao chegar na residência deve se solidarizar com as condolências, se identificar e solicitar licença para ir até o local onde o óbito tenha ocorrido, e nesse momento ele deverá começar a avaliar o trajeto e a melhor forma de realizar a remoção com zelo e segurança. Caso o profissional não tenha em posse a cópia da declaração de óbito ou certidão do óbito, o mesmo obrigatoriamente deverá solicitar ao responsável pela contratação do serviço uma cópia.

Ao se deparar com o corpo jamais deverá removê-lo sem antes identificá-lo, pois é muito importante esse ato, os familiares não têm noção de como é a rotina diária dentro de uma funerária, e remover o corpo sem identificação pode gerar um enorme risco do mesmo ser trocado ocasionando um transtorno a nível de saúde mental, e algumas vezes irreversível para com os familiares.

Logo após a identificação, cuidadosamente o corpo deverá ser acomodado em um lençol e transferido para maca e ser removido até o veículo funerário. Dependendo de algumas situações onde a maca não puder ser utilizada, sugiro que o mesmo deva ser removido cuidadosamente em uma cadeira na posição sentada, e bem imobilizado evitando que o corpo venha se escorregar ou até mesmo cair.

Deve-se sempre ficar atento se o corpo está despido (nu) e solicitar aos familiares uma roupa para que a remoção até o veículo seja realizada. Toda e qualquer remoção deve ser feita sempre em decúbito dorsal (com a face voltada para cima), pois realizando a remoção desta maneira, evita-se a concentração de sangue com gás carbônico na região da face, e que provavelmente comprometerá o processo de drenagem do sangue durante a realização da técnica de tanatopraxia. Remover o corpo do falecido em decúbito dorsal, trará mais segurança evitando ferimentos e hematomas principalmente na região da face e das mãos.

REMOÇÃO EM HOSPITAIS E OUTROS LOCAIS DE SERVIÇO DE SAÚDE

Primeiramente o agente funerário (motorista) deve ter em posse uma cópia da declaração de óbito ou da certidão de óbito, pois será através deste documento que ele irá verificar se o corpo do falecido a ser removido procede com os dados do documento.

Quando ocorre um óbito dentro do ambiente hospitalar, geralmente a rotina é a mesma de uma instituição para a outra, ou seja, o corpo é identificado na região do tórax e encaminhado para o necrotério dentro de um saco de óbito ou enrolado em um lençol, sendo exclusivamente de responsabilidade da instituição identificar o corpo corretamente, caso o corpo não esteja identificado, em hipótese alguma o mesmo deverá ser removido até que um profissional da instituição o identifique.

A responsabilidade da remoção do corpo é do agente funerário (motorista), por isso é imprescindível a conferência da identificação, mesmo que tenha apenas um corpo no necrotério. Durante essa conferência de Identificação é muito importante também conferir se o corpo apresenta alguma ferida principalmente na região da face e das mãos, conferir e relatar também se possui alguns bens materiais como adornos etc.…caso o agente funerário (motorista) não tenha em posse um livro de ata especifico para essas finalidades, aconselha-se registrar atrás da cópia da declaração de óbito ou cópia da certidão de óbito.

Infelizmente boa parte dos profissionais de instituições hospitalares são pouco preparados ou nunca tiveram orientação para prestar os primeiros cuidados com os pacientes pós óbitos, por muitas vezes amarram a face do paciente com máxima força provocando traumas na pele do falecido, e principalmente se este falecido estiver com as mãos edemaciadas (inchadas) dependo da situação as mãos terão que ser totalmente enfaixadas e/ou acomodadas por baixo da ornamentação antes de ser entregue aos familiares para realizarem a despedida final, ocasionando uma certa frustração e tristeza para com os familiares.

Diante destas circunstâncias, aconselho ao agente funerário (motorista) que retirem ou afrouxem essas amarrações, que geralmente são realizadas com ataduras (faixas) 3 e/ou esparadrapo, tendo em vista que as mesmas irão ser retiradas no laboratório de Tanatopraxia.

SEGURANÇA SANITÁRIA E DO TRABALHO

Sempre que o profissional for ter contato direto com o corpo pós mortes, é obrigatório e necessário a utilização dos EPI´s (equipamentos de proteção individual) como luvas de procedimentos descartáveis, óculos, calçados fechados e uma vestimenta predestinada para essas finalidades, como por exemplo um jaleco de manga comprida e/ou aventais impermeabilizáveis, etc…

LEGISLAÇÃO

De acordo com o código Penal Brasileiro: Art. 212 existe um crime que é o Vilipêndio de Cadáver, ou seja, o vilipêndio de cadáveres é considerado crime contra o respeito aos mortos. O Vilipêndio é o ato de fazer com que alguém se sinta humilhado, menosprezado ou ofendido, através de palavras, gestos ou ações, sujeito a Pena – detenção de um a três anos e multa. Por esse e outros motivos, os profissionais do segmento funerário devem ser altamente treinados, capacitados e habilitados para lhe dar com as rotinas diárias.

CUIDADOS COM OS FALECIDOS NO AMBIENTE FUNERÁRIO

Quando os falecidos dão entrada no laboratório da funerária, os profissionais do laboratório serão responsáveis pelos cuidados prestados ao mesmo. Deve-se obrigatoriamente conferir a identificação do falecido, assim como inspecionar e relatar (evidenciar) as observações que o corpo apresenta, por exemplo: presença de feridas, hematomas, cirurgias, amputações, punções, etc… Após a realização do procedimento de Tanatopraxia, o corpo deverá ser higienizado com água e sabão e acomodado na urna que será inumado (sepultado) ou cremado, em seguida realizar os curativos se necessário.

Por medida de segurança e prevenção é importante a inserção de um plástico na região do tórax e abdômen, para impermeabilizar caso haja saída de algum líquido, evitando que a roupa do falecido (a) venha se umedecer. Após todos esses procedimentos deve-se vestir o corpo evitando ao máximo cortar as vestes, em seguida centralizar o corpo na urna e ataviar (embelezar). Por fim o corpo deve ser encaminhado para o fiscal conferir, avaliar e liberar. Sempre que a urna for tampada, é necessário a retirada do visor para conferir se o nariz não está sofrendo uma compressão.

Caso a tampa da urna não tiver visor, aconselho a colocar um pouco de crene no ápice (ponta) do nariz e tampar a urna, e logo em seguida retirar a tampa novamente, e caso o interior da tampa não tenha borrado irá trazer uma segurança maior quando o mesmo chegar ao velório.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Diante alguns erros recorrentes em que profissionais do segmento funerário estão procedendo, esse texto foi elaborado para direciona-los melhor, evitando a ocorrência de incidentes e insatisfação com os clientes enlutados. É importante ressaltar que as orientações referentes a manuseios e avaliações dos corpos pós mortes descritas neste texto, não se aplicam em casos suspeitos e/ou confirmados pela COVID-19

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

https://www.anvisa.gov.br/servicosaude/manuais/seguranca_hosp.pdf Acesso em: 10/01/2021
https://pt.wikipedia.org/wiki/Vilip%C3%AAndio_a_cad%C3%A1ver Acesso em: 10/01/2021
Moore, Keith L.; DALLEY, Arthur F.. Anatomia orientada para a clínica. 6 ed. Rio De Janeiro:
Editora Guanabara Koogan S.A., 2011.
DANGELO, J.G.; FATTINI, C.A. Anatomia Humana Sistêmica e Segmentar, 3. ed., Atheneu, São Paulo, 2007.
BOWLBY, J. Apego e perda. Volume 1: apego. 2.ed. Trad. Álvaro Cabral. São Paulo: Martins Fontes, 1990. PARKES, C. M. Luto:

Autor: José Eustáquio Pereira Barboza
Enfermeiro Graduado – UNIVERSO Campus – BH
Subcoordenador/Idealizador e professor do Núcleo de Tanatapraxia da UFMG
(Universidade Federal de Minas Gerais)
Técnico em Anatomia e Necropsia – Universidade Federal de Minas Gerais
lotado na Faculdade de Medicina no Departamento de Anatomia e Imagem
Pesquisador em Tanatopraxia
Professor Convidado do Curso de Tanatologia e Cuidados paliativos da
SOTAMIG (Sociedade de Tanatologia e Cuidados Paliativos de Minas Gerais)
Professor da Escola Técnica Conhecer – Unidade Santa Luzia/MG
Pós-Graduando Vigilância Sanitária em saúde – IPEMIG

instagran: @joseeustaquiopb
e-mail: joseeustaquiopb@yahoo.com.br

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As curiosidades sobre a morte que você sempre quis saber

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Que um dia vamos enfrentar a morte essa é a única certeza que temos na vida. E o que acontecera depois que deixamos esse mundo? Reencarnação? Paraíso? Inferno? Ninguém sabe ao certo o que acontece com a gente depois que morremos, afinal a morte é o ultimo ponto final da historia de uma vida.

Mas não pense que a morte é um completo mistério. Muitos cientistas já sabem, por exemplo, o que acontece com o nosso corpo quando estamos prestes a morrer. Veja algumas curiosidades sobre a morte:

1) Visão

A experiência de morte não é nada legal. O primeiro sentido que se perde é a visão. Ou seja: a pessoa fica cega quando está prestes a morrer. Logo após, perde-se paladar, olfato e tato, respectivamente. Por último, a audição se desliga.

2) Consciência fora do corpo

A decapitação é um dos tipos de morte mais aterrorizantes. E há quem pense que o falecimento é imediato neste caso, mas não é assim. Mesmo que a pessoa perca a cabeça, ela fica consciente por cerca de 20 segundos.

3) Resistência natural

Corpos orgânicos servem de forma excelente como adubo. Existem, inclusive, urnas ecológicas que ajudam o planeta com a decomposição dos corpos humanos.

No entanto, o corpo humano tem demorado mais para se decompor. Um dos principais motivos é que estamos consumindo produtos com conservantes em maior volume e boa parte dos mortos passam por preparação para conservação afim de um velório sem maiores constrangimentos.

4) A morte mais cara

A morte mais cara da história foi a de Alexandre Magno, conhecido como Alexandre, o Grande. Ele foi rei do reino antigo da Macedônia.

Após Alexandre falecer, foi construída uma estrada gigante do Egito até a Babilônia como parte de seu funeral. Caso ela fosse construída hoje, custaria por volta de US$ 600 milhões (cerca de R$ 2 bilhões na cotação atual).

5) A solidão do espaço

Conhece Star Treck? Aquele filme popular entre os nerds? Pois saiba que o criador dele, Gene Roddenberry foi a primeira pessoa em toda história a ter suas cinzas jogadas no espaço. Após toda cerimonia, suas cinzas foram colocadas em um foguete e depois espalhas pelo vácuo.

6) Quantas pessoas já morreram no mundo

Estima-se que cerca de 100 bilhões de pessoas já tenham morrido desde que o homem surgiu no planeta Terra. A efeito de comparação, a população mundial nos dias de hoje é de aproximadamente 7 bilhões de habitantes.

7) A cremação

A temperatura das máquinas incineradoras atinge incríveis 1.000° C, por meio do gás natural. Apesar desse alto nível de calor, são necessárias várias horas para completar uma cremação.

O tempo pode variar de acordo com o peso do defunto. O motivo é simples: a gordura corporal entra em combustão mais facilmente, então, quanto mais gordo, mais rápido é o processo.

8) O último esforço da virilidade masculina

Ao morrer, os homens podem ter ereção. O corpo entra em um estado de relaxamento muscular profundo, o que pode provocar o fenômeno. No entanto, a ejaculação não é possível, visto que as funções vitais param de funcionar.

9) Experiência de quase morte (EQM)

A experiência de quase morte (EQM) é caracterizada por uma redução do fluxo sanguíneo cerebral, que afeta principalmente uma estrutura chamada lobo parietal. Do ponto de vista neuronal, o baixo fluxo sanguíneo não é suficiente para provocar um acidente vascular cerebral com lesão irreversível das células, porém mantém algum grau de consciência, de maneira que existe memória sobre a experiência.

10) Consumido por enzimas

Três dias após a morte, enzimas digeridas em últimas refeições começam a devorar o corpo humano. As células fraturadas se convertem em comida para as bactérias vivas do intestino, que liberarão gás tóxico o bastante para inchar o cadáver e forçar os olhos para que saiam das órbitas.

11) O medo da morte

Ela costuma diminuir com a idade, na infância o temor pela morte pode ser bem maior devido a expectativa de vida. Se morrer muito novo não gozará de muitas coisas que poderão acontecer durante a sua vida.  Segundo a Ciência, é que esse temor de morrer continue reduzindo ainda mais à medida que a idade vai chegando. Estudos realizados nos Estados Unidos, com idosos comprovaram isso.

Pessoas entre 40 e 50 anos são mais preocupadas com a morte do que aquelas que já chegaram na faixa dos 70 ou 80 anos. No caso das mulheres, o medo de morrer passa a partir dos 40 ou 50 anos. Já, com relação aos homens, o medo demora um pouco mais a passar, e só cessa na faixa dos 60 anos.

12) Cabelos e unhas continuam crescendo?

Com certeza, você já ouviu dizer por aí que cabelos crescem após a morte. Mas, não, não é verdade. Cabelos e unhas não continuam crescendo depois da morte, embora, muitas vezes, alguns cadáveres possam dar essa impressão.

Bem, como em muitos mitos da ciência, nem sempre os especialistas chegam a um consenso. Para alguns, essa história é pura balela: um grupo de cientistas americanos afirma que a impressão de que cabelo e unhas continuaram crescendo é passada devido à retração da pele após a morte.

13) Quanto tempo depois da morte o corpo começa a cheirar mal?

Em temperatura ambiente, é comum que cerca de 12 a 24 horas o corpo já comece a exalar um cheiro ruim. Esse odor forte e desagradável é resultado dos gases excretados pelas bactérias do intestino ao digerirem as proteínas.

Os gases responsáveis pelo cheiro ruim são metano, cadaverina e putrescina. Esse processo é natural, e o mal cheiro quase sempre vai marcar o início da decomposição.

14) Quando acontece o rigor mortis (endurecimento das juntas)

De 2 a 6 horas depois, inicia esse estágio, que é caracterizado pela rigidez do corpo como causa da morte das células pela falta de oxigênio e nutrientes.

Essa etapa termina cerca de 36 horas após a morte e, então, o corpo vai ficando flexível novamente, devido à proteólise, que quebra as proteínas presentes no corpo.

15) O Inchaço

Depois da morte, as bactérias que vivem em nosso corpo começam a se reproduzir e a consumir o cadáver. Em decorrência disso, surgem os gases que incham o abdômen.

16) Multiplicação de insetos

Conforme o corpo libera algumas substâncias químicas, as moscas são atraídas e passam a botar ovos nos orifícios, ou próximos deles, do cadáver. Quando as larvas nascem, elas passam a se alimentar da carne e dos órgãos.

Nota-se a dispersão das larvas quando não existe mais pele do cadáver.

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O que acontece com os implantes de silicone quando a pessoa é cremada ou sepultada?

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Muitas pessoas colocam silicone no corpo por estética ou para corrigir imperfeições 

O silicone é uma prótese criada para ajudar a preencher certas áreas do corpo de indivíduos que desejam um pouco mais de volume em algumas áreas do corpo. Por exemplo, existem próteses de silicone para seios, glúteos e coxas etc.

Quando uma pessoa que possui implante de silicone no seu corpo e é cremada, o resultado não agrada muito os cremadores, após a cremação fica no forno uma gosma pegajosa, para o azar do trabalhador do crematório, que precisa raspar todo equipamento para limpá-lo. Contudo não há necessidade de remoção.

Quando o cadáver é submetido ao calor do forno crematório a uma temperatura de 1.600 ºC e toda sua matéria orgânica é queimado. Mas, os implantes de silicone suporta muito mais calor e acaba transformando uma substância gosmenta que requer limpeza extra aos técnicos de cremação. Na prática, os implantes são geralmente cremados com o corpo, mas eles têm o potencial de derreter e deixar uma gosma gelatinosa presa ao fundo do forno.

Diferente dos implantes de marca-passos cardíacos que podem explodir com o calor extremo de uma cremação e são sempre removidos antes da cremação.

Há uma grande citação da Associação de Cremação da América do Norte [CANA] que basicamente diz: Não é motivo de preocupação, isso não interfere no processo de cremação. Vamos limpar a máquina e estará pronto para outra cremação. 

PATROCINADOR

No entanto, alguns crematórios, de fato, insistem na remoção de implantes de mama, seja por qualquer embalsamador ou por um cirurgião, para tornar o processo de limpeza um pouco menos complicado. Este problema específico ainda é relativamente novo na história da cremação, já que implantes mamários de silicone só foram desenvolvidos em 1961, e usados pela primeira vez em 1962.

O uso cada vez mais frequente em cirurgias de reparação corporal, torna o problema crescente. Nos Estados Unidos 286.250 cirurgias de aumento de mama foram realizadas em 2014, tornando-se o procedimento cosmético mais realizado e em 77% teve uso de próteses de silicone. No Brasil esse não temos os numero que também é bastante significativo.

Uma saída para esse problema seria a adoção dos tipos de silicone mamários salinos que não causam o mesmo efeito na cremação.

E se a pessoa for sepultada

Caso alguém seja enterrado em um cemitério público, o corpo será exumado após 3 anos. Nesta data, pelo menos um parente deve acompanhar os funcionários do cemitério abrir o túmulo, remover a urna e reunir seus ossos para serem colocados no ossuário (as famosas gavetinhas ou lóculos).

Em um cemitério particular, o constrangimento é similar, porém, leva cerca de dois anos a mais para ocorrer. Se o indivíduo possuía implantes, eles permanecerão lá, inalterados, e geralmente são descartados no lixo.
Se você está considerando economizar o suficiente para assegurar um lar eterno, saiba que isso não garante tranquilidade: você ainda pode ser exumado juntamente com seus implantes.

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Administrar

A saúde financeira da empresa requer muita atenção

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Conhecer a situação econômico-financeira da sua empresa é condição fundamental 

Administrar uma empresa seja ela pequena ou grande os cuidados para não falir é o mesmo. Cuidar somente de crescer sem controlar o financeiro é como navegar sem direção em auto mar. Por isso nesse artigo vamos trazer alguns tópicos sobre como melhorar seu desempenho, porem isso não é um receita de bolo pronta que já foi testado e é só juntar os ingredientes bater a massa e por para assar.

Se o seu objetivo de crescer for mais importante que as respostas sobre sua finanças. E momento de voltar e colocar os pés no chão novamente para que a tomada de decisão seja a melhor possível.

Para auxiliar nisso o mercado já produziu vários sistemas ERPs de administração voltadas par seu tipo de negócio. Uma ferramenta (sistema) que administra supermercado ou farmácia não serve para funerária ou para planos de assistência funerária, por exemplo. Essa decisão jamais deve ser baseado pelo preço e sim pela eficiência.

A importância de cuidar das despesas

Sempre que a empresa compra matéria-prima, contrata um funcionário, paga um fornecedor ou suas contas de água, luz e telefone, ela está efetuando gastos. Por meio do acompanhamento contábil, a empresa gera informações importantes sobre o negócio e a respeito de seus custos e despesas.

A contabilidade também serve para orientar o registro das transações da empresa – o que ela compra e usa em seus atendimentos, o que ela vende, o que ela estoca nos seus depósitos, o que ela paga aos seus empregados, etc.

O fluxo de caixa controla as entradas e saídas de dinheiro

controle financeiroNa prática, os controles do fluxo de caixa de uma empresa são simples. Mas o empresário deve ter o cuidado de analisar e manter os registros atualizados, de forma que eles permitam identificar claramente a posição atual e futura da empresa.
A administração do caixa compreende não só o lançamento histórico das entradas e saídas, mas também as previsões de entradas e saídas futuras e o controle do dinheiro disponível.

O fluxo de caixa é um dos instrumentos utilizados para uma eficaz gestão empresarial. Ele sinaliza o que a empresa tem de pagar e o que tem disponível em caixa e para receber.
É comum as empresas usarem apenas os registros de caixa feitos diariamente, as contas a pagar e as contas a receber. Raramente fazem uma ligação entre esses controles financeiros, o que pode gerar um descontrole. A empresa recebe dinheiro das vendas e o empresário não sabe para onde o dinheiro está indo.

Em muitos casos, os administradores pensam da seguinte maneira: é melhor comprar com o maior prazo possível, porque até lá terá dinheiro em caixa para pagar.
Essas ideias podem ser viáveis, mas, para tomar essa decisão, é preciso avaliar o fluxo de caixa, pois assim a empresa terá conhecimento da situação do caixa no futuro.

Em resumo, o empresário do setor pode utilizar o fluxo de caixa como ferramenta para alcançar alguns objetivos, tais como:

  • Avaliar o capital de giro necessário de acordo com o momento da empresa.
  • Comprar novos equipamentos, contratar funcionários e lançar uma nova modalidade de produto ou serviço.
  • Identificar seu potencial de compra no mercado preocupando se com seu score financeiro.
  • Verificar o acúmulo de contas a pagar nos próximos períodos e negociá-las com antecedência, mantendo, assim, a confiança dos credores.
  • Prever possíveis aplicações para o excesso de dinheiro em caixa da maneira mais eficiente possível, avaliando a necessidade de utilização do dinheiro para pagamentos imediatos.

Como saber a saúde da empresa

Se a pessoa ou empresa tem um score positivo, os bancos e instituições financeiras entendem que o risco de inadimplência e atrasos é baixo.

Dessa forma podem oferecer taxas de juros mais baixas e melhores condições de pagamento do crédito. É de interesse dessas instituições manter relação com consumidores que honram seus compromissos financeiros.

Quem calcula o score de crédito?

A pontuação de crédito ou score dos consumidores é calculada por birôs de crédito, como a Serasa. Hoje, a solução mais popular do mercado é o Serasa Score, que utiliza as seguintes faixas de classificação:
• de 0 a 300 pontos: ruim;
• de 301 a 500 pontos: regular;
• de 501 a 700 pontos: bom;
• de 701 a 1000 pontos: muito bom.

Portanto, seguindo a classificação do Serasa Score, quando você alcança mais de 500 pontos, já pode considerar que tem um score positivo. No entanto, o ideal é ter uma pontuação acima de 700.

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