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Falso Carro funerario transportava urna repleta de drogas MG

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Um carro com identificação falsa de funerária era usada para transportar drogas

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Ao passar por uma blitz os policiais suspeitaram e pediram para ver o rostinho do morto. E, para surpresa, não havia ninguém morto no caixão, que estava transbordando de drogas.

O motorista de 25 anos que não teve sua identificação revelada, foi detido durante uma fiscalização de rotina na MG-255 nesta sexta-feira 27/10, na cidade de São Francisco de Sales (MG), após ser pego transportando droga dentro de uma urna mortuária. Segundo a Polícia Rodoviária Estadual (PRE), apesar de o veículo ter identificação  com a palavra “translado” dando a conotação de empresa de traslado, não havia nele o nome de empresa funerária, foi o que chamou a atenção.

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Ao ser abordado pelo sargento Peixoto o rapaz negou ser dono da droga. “Ele apenas disse que foi contratado para transportar um corpo que já estava em decomposição”, contou.

carro.funerario.falsoForam apreendidos cerca de 90 tabletes de maconha e duas embalagens com haxixe. Ainda de acordo com a PRE, durante a abordagem os militares suspeitaram da documentação do corpo que foi apresentada, da falta de carimbos de órgãos públicos e também da resistência do motorista em querer abrir o caixão.

O condutor informou que saiu de Campo Grande (MS) e não deu outros detalhes, permanecendo calado. Os materiais apreendidos e o rapaz foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil em Itapagipe (MG) que segue para outras averiguações.

Isso causa repudio imenso a todos profissionais que trabalham honestamente no mercado funerario. Ainda que se a historia contada pelo motorista seja verdadeira, é simplesmente Lamentável

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    Rescisão trabalhista de dois anos é pago com uma urna funerária em PB

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    Ela trabalhou na funerária por 2 anos e recebeu uma urna luxo com pagamento da rescisão contratual

    A funcionaria recebeu como pagamento da sua rescisão uma urna de luxo para cobrir o valor indenizatório. E agora ela tem dentro de casa uma urna como parte da decoração. Pode parecer bizarro ou muito estranho, mas foi isso que aconteceu no Cariri-PB

    Jucykelly Ventura, 37 anos conta que trabalhou por quase dois anos na funerária, sendo que inicialmente era técnica em enfermagem e recepcionista, mas que nos últimos meses atuou apenas como recepcionista.

    O vínculo com a empresa era informal, e ela aceitou trabalhar ali pois estava precisando de dinheiro, mas a história sofreu uma reviravolta quando o antigo dono da funerária morreu.

    Já com os novos proprietários da funerária que fica em Monteiro, no Cariri, Paraíba, fecharam um acordo de rescisão e que o pagamento seria um “caixão de luxo” como indenização trabalhista.

    Já se passaram dois meses, e a urna está na cozinha da casa do seu pai, aguardando para ser vendida e quem sabe transformar o produto em valores monetários.

    “Eu já trabalhei em funerária, então é tranquilo, não há misticismo por ser um caixão, é um objeto qualquer, mas sei que para quem não tem contato frequente com isso, acaba ficando com receio, mas é normal se acostumar depois”, relata.

    A dona do “caixão de luxo” agora espera vender a urna funerária para poder usufruir do dinheiro da indenização. “De lá para cá eu só recebi uma proposta de uma funerária de Sertânia, para vender por R$ 500, mas eu não quis aceitar. O caixão é grande, bonito, luxuoso, vale muito mais que isso, vale R$ 10 mil. Eu até aceito vender por menos, mas por R$ 500, não”, completou.

    Ela também relatou que os novos proprietários não entregou a urna em sua casa. Tendo ela que pagar para um carroceiro levar para ela. Bem humorada ela enfrenta a situação com tranquilidade. A preocupação agora é fazer dinheiro com a urna e seguir sua vida a diante.

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    Você sabia que existem fazendas de cadáveres ao ar livre?

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    A fazenda de cadáveres é simplesmente surreal. Os corpos se decompõe ao ar livre 

    Essas gaiolas são para proteger os cadáveres de animais que possam intervir no estudo

    Antes de seguir fique sabendo: Nessa matéria contem imagens de corpos humanos em decomposição.

    Pode parecer algo saído de um filme de terror, mas “fazendas de cadáveres” são comuns nos Estados Unidos. O Texas tem uma das maiores fazenda de corpos do Mundo, com cerca de 50 corpos espalhados por mais de 16 hectares. Alguns foram mumificados, outros foram violentamente atacados por abutres. O mais assustador, porém, são os corpos fresquinhos que chegam e em poucas semanas após a morte entram em um estado de putrefação e são acompanhados pelos pesquisadores.

    As pessoas comumente chamam o local de “fazenda de cadáveres”, embora os cientistas prefiram chamá-lo de cemitério forense ou laboratório de tafonomia, área da ciência que estuda o que acontece a um organismo após sua morte.

    Os cadáveres que estão na fazenda da universidade americana são de pessoas que antes de morrer decidiram doar voluntariamente seus corpos para a ciência. Em outros casos, são os parentes do falecido que decidem dar o corpo à perícia.

    O objetivo principal desses lugares é entender como o corpo humano se decompõe e o que acontece no ambiente que o rodeia durante esse processo.

    A compreensão desse processo fornece dados para a resolução de crimes ou para a melhora das técnicas de identificação de pessoas.

    Todos os detalhes são acompanhados e relatados para o aprofundamento da matéria. Os corpos são expostos de varias maneiras par ampliação do estudos

    “Quando alguém morre ocorrem muitas coisas ao mesmo tempo (no corpo)”, diz Erin Kimmerle, diretora do Instituto de Antropologia Forense da Universidade do Sul da Flórida. “Ocorre desde a decomposição natural, até a chegada de insetos e mudanças na ecologia.”

    A área de pesquisa está estabelecida no Freeman Ranch uma das 9 fazenda de cadáveres e faz parte do Centro de Antropologia Forense da Universidade do Texas. Os mortos foram doados e deixados ao ar livre para que os pesquisadores pudessem entender o processo de decomposição e, assim, auxiliar nas investigações criminais.

    Evolução do estudo da morte

    Até onde sabemos, todos os seres humanos têm um resultado comum após a morte: a decomposição. A menos que seu corpo seja congelado, cremado ou completamente destruído, ele deverá ser consumido por bactérias, insetos e animais que reciclam matéria orgânica e a transformam em novas formas de vida.

    O primeiro estudo sobre a decadência humana, intitulado “A Limpeza dos Erros”, foi escrito pelo juiz Song Ci no século XIII e ensinou como examinar um corpo e determinar a causa da morte. Já em 1800, alguns estudiosos europeus notaram os estágios específicos pelos quais os cadáveres passam à medida que se decompõem.

    Na década de 1970, cientistas forenses usaram carcaças de porcos para examinar detalhadamente dados envolvendo o intervalo pós-morte – o tempo entre a morte de uma pessoa e a descoberta de seu corpo. Na época, ninguém havia observado deterioração do corpo humano em ambiente controlado.

    Na década de 1980, William Bass criou a primeira fazenda de corpos. A ideia surgiu depois que ele foi chamado para ajudar a polícia na cena de um crime local. Um túmulo da época da Guerra Civil havia sido vandalizado e eles suspeitavam que o corpo fosse recente – possivelmente alterado pelo assassino para encobrir evidências. Então Bass avaliou fatores como roupas e descobriu que não era o caso.

    Desde então, os cientistas começaram a coletar amostras para análise, com o objetivo de ampliar o conhecimento sobre a decomposição do corpo humano. Alguns anos depois, a Fazenda de Cadáveres do Tennessee analisou mais de 650 pessoas falecidas, legitimando a pesquisa e determinando muito do que sabemos agora.

    Mas ainda há muito para descobrir. “O calor e a umidade afetam a taxa de decomposição. Isso significa que o processo varia de região para região”, explica Wescott.

    Portanto, diversos locais desse tipo foram abertos em outros estados dos EUA, entre eles Carolina do Norte e Illinois.

    A maior fazenda de cadáveres do mundo

    Os estudos dos casos vão desde a decomposição do corpo ate sua ação no solo onde o corpo teve sua decomposição

    O Texas Body Farm é administrado por quatro funcionários em tempo integral, mas recebe dezenas de voluntários, graduados universitários e não universitários. Ele contém mais de 200 esqueletos contemporâneos. Isto é importante, aconselha Westcott, porque o corpo humano está sempre mudando – principalmente devido à obesidade nos dias de hoje.

    Outras coleções nos Estados Unidos possuem mais exemplares históricos. Portanto, ter amostras de pessoas falecidas recentemente pode ajudar a determinar a idade de pessoas não identificadas encontradas em circunstâncias misteriosas. Westcott disse que, em um de seus casos, foi solicitado que ajudasse a analisar um corpo decapitado encontrado perto da cidade de Columbia em 2008.

    “A primeira coisa que notei foi o osso da coxa”, disse o antropólogo. “Eles são muito mais finos que o normal e se prendem ao corpo em ângulos estranhos”, acrescentou. Após comparação com a amostra universitária

    Ele teorizou que era o resultado de ficar sentado por longos períodos de tempo – possivelmente em uma cadeira de rodas.

    A polícia notificou o público sobre a descoberta. O caso foi encerrado quando um vendedor de cadeiras de rodas ouviu a notícia, ligou para avisar que um de seus clientes estava desaparecido e parou de retornar ligações.

    Por que é tão difícil enfrentar a morte?

    É inegável que existe uma cortina entre a vida e a morte, mas a maioria de nós não tem coragem de espiar por trás da cortina. Antonius Robben, professor e antropólogo que estuda as crenças que cercam o assunto, disse que não existe cultura na terra que deixe o corpo sem realizar rituais. Robben acredita que “é uma das poucas coisas universais”.
    Uma das dificuldades de observar carcaças no Rancho Freeman é a preocupação que isso suscita. O corpo humano em decomposição parece pertencer a outra espécie. Porém, um dia todos passaremos pelo mesmo processo.

    Como são realizados os estudos?

    Assim que o cadáver chega à fazenda, os cientistas a transportam para um laboratório local, onde é medida e fotografada. Amostras de cabelo e sangue também foram coletadas e números de identificação foram usados ​​no lugar do nome da pessoa.

    Se possível, eles decompõem o corpo ao mesmo tempo. No entanto, quando não há pessoal suficiente para carregar os corpos, os corpos são armazenados em frigoríficos durante vários dias para se decomporem lentamente. A área onde o falecido estava guardado é monitorada 24 horas por dia por câmeras, mas Westcott disse que ninguém tentou arrombar ou escapar.

    De acordo com pesquisas em andamento, os corpos se decompõem em diferentes condições. Alguns foram deliberadamente deixados ao sol ou na grama, enquanto outros foram colocados sob os restos de genebras ou carvalhos. A maioria está protegida por hastes de metal, mas algumas ficam expostas para que os cientistas possam observar o efeito dos abutres por meio das gravações.

     

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    Como é tratado a morte nos Sul da África

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    Preparativos de muito luxo antes e após o sepultamento 

    Na África do Sul, quando alguém morre, as pessoas visitam frequentemente a família enlutada cerca de uma semana e algumas comemorações acontecem principalmente nesse período à noite.

    Os visitantes são recebidos com uma variedade de biscoitos, tortas, café, chá e outras bebidas que são tudo menos baratas.

    Banquetes, festas, roupas caras e extravagância na escolha do caixão fazem parte da cultura do país e, segundo pesquisa realizada em 2004, o cidadão africano passava mais tempo participando de velórios do que de casamentos, e os resultados permanecem como cultura desse povo.

    Tanto tempo e custo podem ser explicados pelos longos rituais da sociedade local, desde o nascimento até a morte.

    Só por essas guloseimas, a conta pode chegar a centenas ou até milhares de dólares, dependendo do tamanho do círculo social do falecido.

    Na véspera do funeral, o grande dia, costuma-se fazer uma vigília na casa do falecido. Além de alimentos e bebidas, as famílias têm de alugar mesas e cadeiras para receber pessoas que conhecem, aumentando ainda mais as despesas funerárias.

    Os gastos com a morte podem ser astronômicos

    Molefi Kupane, proprietário de uma funerária em Joanesburgo, disse que organiza até 40 velórios por semana.

    Embora os funerais impulsionem o seu negócio, ele acredita que os sul-africanos deveriam gastar menos em cerimónias.

    Koupane disse ter visto pessoas gastarem todas as suas poupanças em funerais, especialmente em caixões luxuosos, alguns feitos de materiais nobres como carvalho ou castanheiro.

    Kupane disse que tentou persuadir os clientes da empobrecida comunidade do Soweto a gastar menos em cerimónias, mas nem sempre teve sucesso.

    “Espero que um dia as pessoas possam utilizar os recursos de que dispõem para realizar funerais”, disse Kupane, que muitas vezes não cobra pelos funerais que organiza porque os níveis de pobreza continuam extremamente elevados na África do Sul pós-apartheid.

    No dia do Sepultamento

    No dia do funeral é habitual as pessoas alugarem carros e comparecerem ao cortejo, acompanhadas de amigos e familiares que não poupam em roupas de grife e óculos de sol.

    Já se foi o tempo em que o preto dava o tom do luto. Na África do Sul, as roupas são coloridas até no dia do enterro.

    No entanto, a cerimônia ainda não terminou quando o padre ou sacerdote pronuncia as palavras finais antes do enterro do caixão.

    A comitiva segue então para a casa dos falecidos, onde são recebidos com uma esplêndida festa.

    Há também uma seção chamada “Depois das Lágrimas”. As bebidas são distribuídas como uma premiação, e a música e a dança são imperdíveis. Tudo é feito para que o falecido tenha pelo menos uma despedida satisfatória.

     

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