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Os mortos do massacre no Amazonas foram colocados num caminhão frigorífico

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Sem espaço no IML, governo aluga caminhão-frigorífico para armazenar corpos de detentos mortos em massacre no AM

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Por falta de espaço, 40 dos 55 corpos de detentos mortos no massacre ocorrido em unidades prisionais do Amazonas foram colocados em um caminhão-frigorífico alugado pelo governo do estado. Até o fim da manhã desta terça-feira 28/05, 16 corpos haviam sido liberados para as famílias.

As mortes ocorreram entre domingo e segunda em presídios de Manaus. Segundo as autoridades, foram causadas por disputa pelo comando de uma facção.

Dos 16 corpos liberados, 15 são dos mortos no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj). O 16º é de um detento do Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat).

Caminhão frigorifico usado para guardar corposA presidente do Sindicato dos Peritos no Amazonas, Viviane Pinto, disse que o trabalho de identificação dos corpos é demorado em razão do número reduzido de peritos.

O reconhecimento dos corpos segue padrões internacionais de identificação de vítimas. “Dentre as metodologias cientificamente reconhecidas estão: papiloscopia forense (identificação por impressão digital), odontologia legal e Exame de Genética Forense (DNA). Apenas um corpo ainda não passou por exame de DNA, de acordo com a pasta.

“Devido ao número reduzido de peritos, esse trabalho é mais longo e demorado. São quatros peritos legistas na escala e um odonto legista para toda essa demanda. Atualmente, são 20 gavetas no IML, que já estão ocupadas. Os demais corpos estão na câmara frigorífica que foi contratada”, disse.

Em coletiva, o diretor do DPTC do Amazonas, Jefferson Mendes, defendeu os trabalhos realizados até o momento. “Essa é uma das melhores equipes do País e temos insumos necessários para identificação de todos”, afirmou. “A equipe tem se dedicado bastante nessa missão.”

mazinha

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    Foco

    De volta a vida. A inquietante Síndrome de Lázaro

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    O fenômeno é pouco conhecido da ciência até agora 65 casos foram notificados

    O primeiro relato na literatura médica aconteceu em 1982, o fenômeno é perturbador. Alguns pacientes declarados clinicamente mortos voltaram à vida após vários minutos (ou até horas) mesmo tendo sido submetidos a uma ressuscitação torácica fracassada.

    Desde 1982 teve 65 casos e ficou conhecido como a Síndrome de Lázaro. ( A denominação vem do contexto bíblico onde Lazaro foi ressuscitado após 4 dias )

    Embora seja difícil estudar os detalhes desse fenômeno, os pesquisadores trabalham com duas hipóteses para explicá-lo.

    A primeira estaria relacionada à baixa perícia médica com que eram feitas algumas ressuscitações cardiovasculares, o que poderia causar uma pressão no tórax que suprime o batimento cardíaco até a área ser gradualmente descomprimida.

    A segunda teria a ver com a hipercaliemia, altas acumulações de potássio que poderiam retardar o reinício da circulação sanguínea.

    Um dos casos mais impressionantes da síndrome foi registrado no Mississippi, nos EUA, em 2014. Um homem de 78 anos foi declarado morto após ser encontrado sem pulso e acordou, no dia seguinte, em um saco de cadáver.

    Um estudo de 2020 passou a pente fino toda a literatura médica conhecida sobre este fenômeno e conseguiu encontrar 65 pacientes que tinham experimentado esta “ressuscitação automática” entre 1982 e 2018. Dezoito dessas pessoas (28%) conseguiram recuperar completamente.

    Os cientistas analisaram os sinais vitais de mais de 600 pacientes gravemente doentes enquanto estavam a ser retirados do suporte vital. As conclusões revelaram que o coração pode parar e reiniciar várias vezes durante o processo, antes de parar totalmente para sempre.

    No Brasil como em outros países esse risco é fortemente suprimido devido aos procedimentos de tanatopraxia que elimina toda e completamente as chances de isso vir a acontecer. Porem temos que ter em mente que em regiões mais carentes onde os procedimentos do pós morte ainda é pouco realizado se vier acontecer será de grande espanto para todos.

    Fontes: sjtrem biomed central/zap aeiou/wikipedia

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      Foco

      Agente funerário posta foto com o corpo de Maradona e é punido

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      É a irresponsabilidade de quem deveria cuidar e não de brincar com os sentimentos dos outros 

      Agente funerário Molina que preparou o corpo de Diego Maradona foi punido após postar foto onde mostra o rosto do jogador e ele ao lado fazendo um sinal de positivo com a mão no rosto de Maradona.

      A imagem repercutiu negativamente nas redes sociais e causou grande comoção aos fans e familiares que ficaram indignados com a atitude do rapaz.

      O dono da funerária argentina pediu desculpas à família de Maradona e disse, em entrevista ao site da emissora Todo Noticias, do grupo Clarín, que o funcionário foi “despedido imediatamente”.

      A imagem de Molina fazendo sinal de positivo, com o caixão aberto, enquanto tocava o rosto de Maradona começou a viralizar no final da manhã de quinta em diversos perfis no Twitter e em grupos do WhatsApp.

      O advogado e amigo de Maradona, Matias Morla, mostrou sua perplexidade com o caso e disse, em uma rede social, que o funcionário é “um canalha”, e que não descansará “enquanto ele não responder por essa aberração”.

      “Por conta da viralização da imagem de Diego em seu leito de morte, eu vou pessoalmente encontrar quem foi o canalha que tirou essa foto”, disse o advogado. “Todos os responsáveis por essa covardia vão ter que pagar.”

      mazinha

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        Foco

        Banco privado investirá R$350 milhões no mercado funerário brasileiro

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        O mercado que enfrenta grandes obstáculos agora vistos com outros olhos

        O Grupo Zelo, empresa mineira criada em 2017, acaba de receber um significativo aporte financeiro da Crescera Capital, gestora independente de Private Equity e Venture Capital, que pode investir até R$ 350 milhões na Companhia, por uma participação relevante no Grupo Zelo. Formado há três anos, o Grupo Zelo é o resultado da união de diversas empresas tradicionais do segmento funerário que decidiram somar suas forças e seus conhecimentos para estruturar uma companhia com potencial de estimular o desenvolvimento do setor.

        A Crescera Capital está investindo no maior grupo de funerárias do Brasil e com isso colocando literalmente um pé na cova num mercado resiliente a crises, subpenetrado e extremamente pulverizado.

        O fundo de private equity vai injetar R$ 350 milhões no Grupo Zelo e se tornar seu maior acionista — R$ 150 milhões agora e o restante nos próximos dois anos dependendo do cumprimento de metas de performance.
        Alguns sócios atuais também vão aportar para não ser diluídos, aumentando a captação total para R$ 402 milhões.

        O Grupo Zelo — que conduz seus negócios sob o mantra “essencial é viver bem” —  nasceu em 2017 da fusão das duas maiores funerárias de Belo Horizonte: a Bom Jesus e a Santa Clara. Nos anos seguintes, saiu às compras, fazendo cerca de 20 aquisições por ano e chegando a 45 funerárias.

        Como todas as compras foram feitas parte em cash, parte em ações, o grupo tem hoje 45 sócios minoritários.
        No ano passado, a empresa também comprou o cemitério Parque da Colina, o maior cemitério privado de Belo Horizonte, num movimento de verticalização do negócio que deve ajudar a controlar os custos.

        O Grupo Zelo já tem cerca de 230 mil planos ativos em operação em Minas, Rio e Espírito Santo. Como cada plano cobre em média 7 pessoas, a companhia tem mais de 1,5 milhão de associados. Ano passado, faturou R$ 105 milhões.

        O aporte da Crescera dará fôlego à expansão nacional da empresa, que planeja aumentar sua equipe comercial e fazer novos M&As — consolidando um mercado extremamente pulverizado e subpenetrado no País.

        Existem 13,7 mil funerárias no Brasil, e apenas 5% da população brasileira tem algum plano funerário, enquanto que nos EUA, esse numero salta para 17%; na Espanha, 50%; e na Holanda, quase 70%. Afirma Henrique Morsoletto

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        Funerárias transformando cliques em dinheiro no caixa

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