Ligue-se a nós

Foco

Shokonsai a 96ª edição, atraiu 3 mil pessoas

Publicação

no

Ritual tradicional e religioso é realizado há 96 anos em Álvares Machado. 

Shokonsai

O evento é aconteceu no único cemitério japonês, que foi tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo (Condephaat). O cemitério conta com 784 pessoas sepultadas, e somente um não era da colônia, mas morreu defendendo os patrões japoneses.

Um convite às almas para a missa. É este o significado do Shokonsai, ritual tradicional e religioso japonês comemorado há 95 anos no único cemitério japonês do Brasil, localizado em Álvares Machado, na estrada vicinal que dá acesso ao distrito de Coronel Goulart. Neste domingo (20), diversos descendentes de japoneses compareceram até o local para homenagear parentes e amigos falecidos. A data é celebrada anualmente no segundo domingo do mês de julho.

O cemitério teve início com a epidemia da febre amarela quando diversos japoneses, principalmente os que trabalhavam na lavoura, morreram no município. “O local mais próximo para o sepultamento era em Presidente Prudente e, muitas vezes, não dava tempo de levar os corpos até a cidade. Por isso, a decisão de fazer o cemitério em Álvares Machado”, explica Alberto Sano, presidente da Associação Cultural, Esportiva e Agrícola Nipo-Brasileira de Álvares Machado (Aceam).

Ainda de acordo com Sano, até o ano de 1943 foram sepultados 784 pessoas, mas, por ordem do então presidente da República Getúlio Vargas, foram proibidos novos sepultamentos no local por entender que havia uma discriminação racial. No cemitério, existe apenas uma pessoa não descendente de japoneses enterrada. O nome do brasileiro é Manoel e, segundo a história, ele morreu heroicamente defendendo uma família de japoneses assassinada por bandidos.

O presidente afirma que cerca de 3 mil pessoas de todo o Brasil passaram pelo evento neste ano. “Durante o dia são realizadas outras atividades como danças típicas, karaokê, além de servir pratos da culinária oriental”, diz.

Espiritualidade
Para os japoneses, o Shokonsai tem um significado importante através do culto aos seus ancestrais. Tradicionalmente às 17h, os membros da colônia oriental acendem velas nos túmulos de seus antepassados.

“Sentimos que o vento para e as velas ficam acesas. É um grande ritual no fim da tarde e ao cair da noite. É um momento especial, pois em 94 anos de Shokonsai, nunca choveu”, conta Mário Ogassawara, responsável pela manutenção e organização do cemitério.

Os japoneses oferecem incenso, frutos, flores e comidas para aqueles que já se foram. De acordo com a estudante Camila Okida, de 18 anos, também é uma tradição oriental. “É uma forma de agradecer tudo o que os nossos familiares fizeram por nós”

 870 total de visualizações

Clique e para ler tudo

Foco

De volta a vida. A inquietante Síndrome de Lázaro

Publicação

no

O fenômeno é pouco conhecido da ciência até agora 65 casos foram notificados

O primeiro relato na literatura médica aconteceu em 1982, o fenômeno é perturbador. Alguns pacientes declarados clinicamente mortos voltaram à vida após vários minutos (ou até horas) mesmo tendo sido submetidos a uma ressuscitação torácica fracassada.

Desde 1982 teve 65 casos e ficou conhecido como a Síndrome de Lázaro. ( A denominação vem do contexto bíblico onde Lazaro foi ressuscitado após 4 dias )

Embora seja difícil estudar os detalhes desse fenômeno, os pesquisadores trabalham com duas hipóteses para explicá-lo.

A primeira estaria relacionada à baixa perícia médica com que eram feitas algumas ressuscitações cardiovasculares, o que poderia causar uma pressão no tórax que suprime o batimento cardíaco até a área ser gradualmente descomprimida.

A segunda teria a ver com a hipercaliemia, altas acumulações de potássio que poderiam retardar o reinício da circulação sanguínea.

Um dos casos mais impressionantes da síndrome foi registrado no Mississippi, nos EUA, em 2014. Um homem de 78 anos foi declarado morto após ser encontrado sem pulso e acordou, no dia seguinte, em um saco de cadáver.

Um estudo de 2020 passou a pente fino toda a literatura médica conhecida sobre este fenômeno e conseguiu encontrar 65 pacientes que tinham experimentado esta “ressuscitação automática” entre 1982 e 2018. Dezoito dessas pessoas (28%) conseguiram recuperar completamente.

Os cientistas analisaram os sinais vitais de mais de 600 pacientes gravemente doentes enquanto estavam a ser retirados do suporte vital. As conclusões revelaram que o coração pode parar e reiniciar várias vezes durante o processo, antes de parar totalmente para sempre.

No Brasil como em outros países esse risco é fortemente suprimido devido aos procedimentos de tanatopraxia que elimina toda e completamente as chances de isso vir a acontecer. Porem temos que ter em mente que em regiões mais carentes onde os procedimentos do pós morte ainda é pouco realizado se vier acontecer será de grande espanto para todos.

Fontes: sjtrem biomed central/zap aeiou/wikipedia

Gostou dessa noticia?

Receba outras no seu Email e WhatsApp

    Seu nome (obrigatório)

    Seu e-mail (obrigatório)

    Número WhatsApp com DDD

    Autorizo o Portal Todas Funerárias a utilizar os dados fornecidos para encaminhar conteúdos informativos e publicitários (Pare receber salve o nosso número WhatsApp em sua agenda 11 99567 7070)

     8,460 total de visualizações

    Clique e para ler tudo

    Foco

    Agente funerário posta foto com o corpo de Maradona e é punido

    Publicação

    no

    É a irresponsabilidade de quem deveria cuidar e não de brincar com os sentimentos dos outros 

    Agente funerário Molina que preparou o corpo de Diego Maradona foi punido após postar foto onde mostra o rosto do jogador e ele ao lado fazendo um sinal de positivo com a mão no rosto de Maradona.

    A imagem repercutiu negativamente nas redes sociais e causou grande comoção aos fans e familiares que ficaram indignados com a atitude do rapaz.

    O dono da funerária argentina pediu desculpas à família de Maradona e disse, em entrevista ao site da emissora Todo Noticias, do grupo Clarín, que o funcionário foi “despedido imediatamente”.

    A imagem de Molina fazendo sinal de positivo, com o caixão aberto, enquanto tocava o rosto de Maradona começou a viralizar no final da manhã de quinta em diversos perfis no Twitter e em grupos do WhatsApp.

    O advogado e amigo de Maradona, Matias Morla, mostrou sua perplexidade com o caso e disse, em uma rede social, que o funcionário é “um canalha”, e que não descansará “enquanto ele não responder por essa aberração”.

    “Por conta da viralização da imagem de Diego em seu leito de morte, eu vou pessoalmente encontrar quem foi o canalha que tirou essa foto”, disse o advogado. “Todos os responsáveis por essa covardia vão ter que pagar.”

    mazinha

    Gostou de ficar sabendo?

    Receba outras no seu Email e WhatsApp

      Seu nome (obrigatório)

      Seu e-mail (obrigatório)

      Número WhatsApp com DDD

      Autorizo o Portal Todas Funerárias a utilizar os dados fornecidos para encaminhar conteúdos informativos e publicitários (Pare receber salve o nosso número WhatsApp em sua agenda 11 99567 7070)

       5,116 total de visualizações

      Clique e para ler tudo

      Foco

      Banco privado investirá R$350 milhões no mercado funerário brasileiro

      Publicação

      no

      O mercado que enfrenta grandes obstáculos agora vistos com outros olhos

      O Grupo Zelo, empresa mineira criada em 2017, acaba de receber um significativo aporte financeiro da Crescera Capital, gestora independente de Private Equity e Venture Capital, que pode investir até R$ 350 milhões na Companhia, por uma participação relevante no Grupo Zelo. Formado há três anos, o Grupo Zelo é o resultado da união de diversas empresas tradicionais do segmento funerário que decidiram somar suas forças e seus conhecimentos para estruturar uma companhia com potencial de estimular o desenvolvimento do setor.

      A Crescera Capital está investindo no maior grupo de funerárias do Brasil e com isso colocando literalmente um pé na cova num mercado resiliente a crises, subpenetrado e extremamente pulverizado.

      O fundo de private equity vai injetar R$ 350 milhões no Grupo Zelo e se tornar seu maior acionista — R$ 150 milhões agora e o restante nos próximos dois anos dependendo do cumprimento de metas de performance.
      Alguns sócios atuais também vão aportar para não ser diluídos, aumentando a captação total para R$ 402 milhões.

      O Grupo Zelo — que conduz seus negócios sob o mantra “essencial é viver bem” —  nasceu em 2017 da fusão das duas maiores funerárias de Belo Horizonte: a Bom Jesus e a Santa Clara. Nos anos seguintes, saiu às compras, fazendo cerca de 20 aquisições por ano e chegando a 45 funerárias.

      Como todas as compras foram feitas parte em cash, parte em ações, o grupo tem hoje 45 sócios minoritários.
      No ano passado, a empresa também comprou o cemitério Parque da Colina, o maior cemitério privado de Belo Horizonte, num movimento de verticalização do negócio que deve ajudar a controlar os custos.

      O Grupo Zelo já tem cerca de 230 mil planos ativos em operação em Minas, Rio e Espírito Santo. Como cada plano cobre em média 7 pessoas, a companhia tem mais de 1,5 milhão de associados. Ano passado, faturou R$ 105 milhões.

      O aporte da Crescera dará fôlego à expansão nacional da empresa, que planeja aumentar sua equipe comercial e fazer novos M&As — consolidando um mercado extremamente pulverizado e subpenetrado no País.

      Existem 13,7 mil funerárias no Brasil, e apenas 5% da população brasileira tem algum plano funerário, enquanto que nos EUA, esse numero salta para 17%; na Espanha, 50%; e na Holanda, quase 70%. Afirma Henrique Morsoletto

      VEJA TAMBÉM

      Funerárias transformando cliques em dinheiro no caixa

       6,062 total de visualizações

      Clique e para ler tudo

      newsletter whatsapp

      Ataude Artigos Funerários

      PRÓXIMO EVENTO

      Recomendados

      + Mais lidas