Cemitérios do Brasil
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O coveiro João de Amorim Pereira não imaginava que prestaria os seus serviços em meio a uma tragédia dessa proporção. Com 65 anos de idade e há 15 anos como coveiro, recebeu um chamado extra. Éra para abrir túmulos para sepultar os corpos resultantes de uma tragédia. Para ele que estava sem realizar nenhum sepultamento a quatro anos naquele cemiterio, foi um espanto e teve que chamar ajuda de mais um colega para preparar tudo. Ronaldo Campos Maciel, 45, veio ajudar no cemitério. Ambos moram no distrito de Brumadinho chamado Piedade de Paraopeba. Para Ronaldo é como trabalhar em um cenário de guerra é uma experiência traumática.
“Estamos de prontidão 24 horas. Nunca trabalhamos em um ritmo tão intenso, mas sabemos o quanto esse momento é importante para as famílias”, disse João.




















