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Cemitério da Tailândia amanheceu com túmulos abertos e vazios

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Um vídeo viralizou nas redes sociais, mostrando dezenas de túmulos vazios.

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Fomos atrás das informações pra saber o que realmente aconteceu naquele cemitério. E descobrimos que o caso aconteceu no Tajiquistão e razão não é misteriosa. Vamos aos fatos.

Capela em alumínioNo vídeo mostra as covas abertas e cria um alerta para o sumiço de cadáveres em um cemitério da Tailândia. Alguns circularam com a legenda dizendo que “ninguém conseguia explicar” como os túmulos amanheceram abertos e vazios, e que isso era o sinal de ARREBATAMENTO ou uma INVASÃO ZUMBI.

A notícia é FALSA e tem sim uma explicação

Na verdade história não ocorreu na Tailândia, e sim na cidade de Konibodom, no Tajiquistão, país que fica no centro da Ásia e faz fronteira com a China e o Afeganistão. Uma forte enchente atingiu o cemiterio e após a passagem dos rios de lama a aldeia Shurkhurgan, cortada por um rio, provocou a destruição dos túmulos,

O caso ocorreu no início de junho, e as imagens, acompanhadas da legenda falsa, começaram a ganhar repercussão nesta semana.

Ou seja, não houve nenhuma razão misteriosa para o fato. O que houve foi uma enchente que danificou o local.

Fonte:  Ásia-Plus.

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Entenda o que é o distúrbio de Necrofilia

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Um Necrófilo é o mesmo que “Estuprador de Cadáveres”

caso de necrofilia no brasil

A necrofilia trata-se de uma grave e rara parafilia — desvio do comportamento sexual —, que não é só moralmente condenável, mas que também encontra sanção na lei:

Necrofilia significa sexo com cadáveres. É uma parafilia caracterizada pela excitação sexual decorrente da visão ou do contato com um cadáver. É um transtorno de sexualidade em que o agente busca prazer realizando o ato com o morto. Casos de necrofilia são raros, mas chocantes e degradantes. A sociedade se revolta com essas situações e considera este tipo de ação, macabro, repugnante, detestável e abominável. Um necrófilo pode ser condenado de um mês a três anos de prisão.

Ato conhecido desde muito tempo na história humana. Estes atos normalmente acontece, em cemitérios, onde túmulos são violados para que os suspeitos pratiquem o CRIME de estuprar o cadáver.

O psiquiatra forense Guido Palomba explica que a necrofilia era mais presente na humanidade na antiguidade, mas que ainda hoje em dia é registrada nos autos policiais.

É uma das formas mais monstruosas de degeneração do instituto sexual. Para alguém chegar a este extremo de ter sexo com um morto é preciso passar por tantos obstáculos que só uma gravíssima doença mental pode explicar.

A necrofilia dentro do setor funerário

Esse é um assunto tratado com extremo rigor. O Código de Ética dos agentes funerários e tanatopraxistas impõe protocolos rígidos de segurança e respeito absoluto ao corpo, garantindo que o falecido esteja sempre protegido contra qualquer tipo de violação ou desrespeito durante todas as etapas da preparação.

Para garantir a dignidade do falecido e a segurança do processo, as funerárias e Institutos Médicos Legais (IMLs) em 2026 utilizam um conjunto de protocolos rígidos. O objetivo é evitar qualquer tipo de violação, seja ela física (como a necrofilia ou o roubo de pertences) ou moral (como fotos não autorizadas).

Aqui estão os principais mecanismos de proteção adotados

Protocolos de Custódia e Rastreabilidade

Desde o momento em que o corpo é retirado do local do óbito, ele recebe uma pulseira de identificação inviolável com um código (muitas vezes um QR Code).

  • Registro de Acesso: Cada profissional que toca no corpo ou entra na sala de preparação precisa registrar o horário e o motivo da intervenção.

  • Cadeia de Custódia: Existe um documento que registra quem foi o responsável pelo corpo em cada etapa (transporte, laboratório, ornamentação).

Monitoramento e Segurança Física

As áreas de tanatopraxia (preparação) são ambientes de acesso restrito.

  • Câmeras de Segurança: Praticamente todos os laboratórios modernos possuem monitoramento por vídeo 24h. Em alguns casos, as imagens são auditadas por empresas externas de compliance.

  • Regra de Duplicidade: Muitas instituições adotam a política de que nenhum procedimento deve ser feito por um profissional sozinho; sempre deve haver dois colaboradores ou supervisão direta.

Ética e Conduta Profissional

O treinamento dos agentes funerários inclui módulos pesados sobre Direito Mortuário e ética.

  • Sigilo Profissional: O agente é proibido de divulgar qualquer detalhe sobre a condição do corpo ou a causa da morte.

  • Proibição de Dispositivos Móveis: Em muitas empresas, é terminantemente proibido entrar com celulares em salas de preparação para evitar o vazamento de imagens, o que também configura crime de vilipêndio.

Consequências Jurídicas e Administrativas

A proteção não é apenas ética, mas legal. Se houver qualquer indício de desrespeito ao corpo:

  • Esfera Criminal: O profissional responde por Vilipêndio a Cadáver (Art. 212 do Código Penal).

  • Esfera Civil: A empresa funerária responde objetivamente por danos morais à família, com indenizações geralmente muito altas.

  • Conselhos de Classe: O profissional perde o registro e o direito de exercer a função permanentemente.

Nota Importante: Essas medidas servem para garantir que o momento do adeus seja focado apenas na homenagem e na memória, preservando a integridade de quem já não pode mais se defender.

Em 2015 a Polícia Civil do Paraná registrou quatro casos de necrofilia
No Brasil um dos quatro casos de necrofilia registrado, aconteceu no cemitério de Paranavaí, em maio de 2015, onde o corpo de uma professora foi encontrado fora do caixão com sinais de abuso sexual. A professora, que morreu de câncer, havia sido sepultada menos de 24 horas antes do crime.

Em todo o mundo, há várias leis que proíbem esta prática, mas sem que exista uma lei específica para punir sexo com cadáveres.

Embora raros casos, de tempos em tempos surgem novos casos, como o que aconteceu no Paraná em 2010. Uma mulher de 54 anos, enterrada três dias antes no Cemitério Municipal de Santo Antônio do Sudoeste, na fronteira do Brasil com a Argentina. Ate agora ninguém sabe quem foram os autores.

Mas no contexto mundial, vários casos foram registrados. Vamos citar os mais conhecidos e absurdos.

O Vampiro de Muy

O Vampiro de Muy

Ardisson cometeu uma centena de atos de necrofilia. O primeiro caso de necrofilia de que se sabe aconteceu em 1801, quando a polícia francesa da comunidade de Var, prendeu Victor Ardisson, mais tarde conhecido como “O Vampiro de Muy”. O jovem de 29 anos violava vários corpos, a maioria mulheres, enquanto trabalhava como coveiro e empresário de funerais

Ardisson mutilou e decapitou os corpos de suas ‘vítimas’, tendo inclusive mumificado e preservado a cabeça de um jovem de 13 anos, a quem ele chamou de ‘sua namorada’. Após sua prisão, ele foi internado em um hospital psiquiátrico onde permaneceu pelo resto de sua vida.

O médico americano Carl Von Cosel

Médico americano Carl Von Cosel

Uma das histórias mais “comovedoras” relacionadas com o transtorno da necrofilia, é a do médico americano Carl Von Cosel, que em 1931 desenvolveu uma obsessão por Maria Elena de Hoyos, 22 anos, uma de suas pacientes da Flórida, que ele tratava por causa da tuberculose. Profundamente “apaixonado” pela garota, após sua morte, ele pediu permissão da família para construir-lhe um mausoléu em que ele visitava a noite e preservava seu corpo em formol. Em 1933, ele moveu o corpo para sua casa, levou a para sua cama e encheu um guarda-roupas para vesti-la.

A irmã de Elena descobriu o roubo do corpo sete anos mais tarde e foi para a casa de Von Cosel encontrou o corpo deitado na cama com uma máscara de cerâmica cobrindo o rosto: Os ossos foram unidos com cordas de piano, sua pele foi tratada com cera, seus olhos eram de vidro e ela fora toda perfumados para mascarar o cheiro de putrefação.

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Cachorro vai sozinho no velório do seu dono a quase 12 quilômetros

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Um cachorro percorreu sozinho quase 12 quilômetros até chegar  no velório de seu dono

No ultimo dia 15 de agosto o Sr. Claudemir Cândido Luiz de 45 anos, conhecido como Marola, que vivia no sítio da família no Sul de Minas com seu fiel cachorro Nick, protagonizaram uma bela historia de amor e fidelidade. Ao longo de dez anos, os dois construíram uma amizade que surpreendia quem os conhecia. “O cãozinho de nome Nick significava tudo para ele”, recorda Edvino Cândido Luiz, pai de Marola e produtor rural.

Marola não estava bem de saúde, e sentiu se mal e saiu sozinho de carro para buscar ajuda na cidade. No entanto, ao chegar no hospital ele não resistiu e veio a falecer. No dia seguinte, durante o velório, quando os parentes se reuniam para a despedida, algo inesperado acontece: O cãozinho Nick apareceu no local do velório, mas ninguém o levou ate lá.

O cãozinho havia caminhado uma longa distância do sítio até a cidade de aproximadamente 12 quilômetros de distancia, como se tivesse consciência de que precisava estar presente para se despedir do seu fiel amigo.

“Fiquei bastante surpresa ao nos depararmos com algo que nunca imaginávamos que pudesse acontecer”, relata Kátia Luiz, cunhada de Marola.

Katia é terapeuta e residente de Americana (SP), ela relata que Nick, geralmente é muito desconfiado e ciumento com desconhecidos, na ocasião ele apresentou uma expressão distinta: de exaustão e melancolia. “[Ele ficou] completamente desolado, com os olhinhos chorosos; foi triste de observar a cena. “Ele realmente sentiu muito a perda do se tutor”, afirmou Kátia.

Os familiares tiraram fotos e filmaram o momento que ele deita sobre o seu tutor. Fotos mostram o olhar triste do animal. Em um gesto simbólico de despedida, Kátia chegou a coloca-lo sobre o caixão de Marola.

Em um gesto simbólico de despedida. “Ele cheirou, abanou o rabinho, deitou e expressou aspecto de choro” (foto acima).

“A fidelidade o levou até o tutor. Esse relacionamento dele com o meu cunhado é algo que muitas das vezes nem o ser humano consegue demonstrar. Ele demonstrou o verdadeiro amor”, afirmou Kátia.

Por outro lado, José Cândido Luiz, irmão de Claudemir, acredita que o episódio reflete a relação de amor e cumplicidade que Marola tinha com todos os membros da família, não só com o cachorro. “Ele não está mais conosco, mas as lembranças boas permanecem. “Isso eu vou levar para o resto da vida”, afirmou, emocionado.

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Homem que andava com um cadáver na cadeira de rodas é preso em Manaus AM

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Um homem foi preso ao ser flagrado transportando o cadáver do seu pai em uma cadeira de rodas.

Em Manaus – AM, um homem de 42 anos foi preso ao ser flagrado transportando o corpo de seu pai, de 77 anos, em uma cadeira de rodas.

A polícia foi chamada depois que pessoas comuns suspeitaram da situação ao notar que o idoso estava parado na cadeira de rodas. “O filho o seguia constantemente, aparentemente sem notar que o pai já estava morto”, afirmou o capitão A. Carvalho, Comandante da Polícia Militar.

O homem relatou ao delegado que saiu com o pai na tarde do sábado 07/06 para solicitar empréstimo. De acordo com o delegado Adanor Porto, o suspeito afirmou estar desempregado e declarou que usaria o dinheiro para adquirir alimentos e produtos de higiene, uma vez que ambos estavam passando por problemas financeiros.

O delegado informou que o perito não conseguiu determinar o momento exato da morte. “O perito constatou rigidez cadavérica, porém não conseguiu determinar o momento exato da morte.” Apenas com os laudos conclusivos do IML e da perícia criminal poderemos determinar a data do falecimento e se houve qualquer tipo de crime”, afirmou o delegado Alessandro Albino, diretor do Departamento de Polícia Metropolitana.

O corpo da vítima apresentava feridas; no entanto, de acordo com a análise inicial da perícia e depoimentos de familiares, tais lesões podem estar ligadas a comorbidades já existentes. O idoso tinha hipertensão e diabetes, usava bolsa de colostomia e estava com um quadro clínico gravemente debilitado.

Se ficar provado que o homem removeu o corpo do pai de casa para obter um empréstimo, ele poderá ser acusado de vilipêndio de cadáver, declarou Adanor. Se ficar provado que ele levou o pai de casa já falecido com o propósito de conseguir um empréstimo, poderá ser acusado de vilipêndio de cadáver e, possivelmente, de tentativa de estelionato caso tenha efetivamente tentado realizar a transação financeira.

As investigações seguem em curso, passível de atualizações

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