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Hospital entrega corpo trocado aos familiares BA

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Devido o corpo estar em avançado estado de decomposição, só foi descoberto a troca na funerária

Hospital entrega corpo trocado BA

O corpo de Aloísio Ramos 71 anos foi enterrado como indigente, nesta quarta-feira 16/01, após ter o corpo trocado pelo de um homem ainda não identificado, em Salvador. A troca dos corpos ocorreu dentro do Hospital Geral Ernesto Simões Filho, onde os dois homens estavam internados.

Aloísio Ramos Ribeiro morreu na noite da terça-feira 15/01, após ficar enternado por 18 dias no hospital e passar por duas cirurgias, por conta de um problema no fígado. Ele seria enterrado na cidade de Santo Estêvão, onde nasceu e a família mora.

De acordo com o irmão de Aloísio, Geraldo Ribeiro, o corpo entregue pelo hospital estava em estado avançado de decomposição. Por isso, o caixão saiu do hospital fechado. Somente na funerária que a troca foi descoberta.

A revelação ocorreu durante a manhã. Em seguida, a família voltou ao hospital para saber o que havia acontecido. Somente no início da tarde que os familiares de Aloísio descobriram que o corpo dele tinha sido enterrado como indigente.

O sepultamento ocorreu no Cemitério Quinta dos Lázaros, na Baixa de Quintas, em Salvador, na manhã desta quarta. Com a descoberta da troca, o corpo será desenterrado para ser entregue à família de Aloísio. Até por volta das 16h40 desta quarta, o procedimento era aguardado.

“Nós contratamos a funerária de Santo Estêvão, que vieram para cá para preparar o enterro, e eles [hospital] entregaram o corpo de outra pessoa. E o Hospital ficou sem apresentar uma solução, enquanto ficavamos semsaber do paradeiro do meu irmão”, disse Geraldo.

Segundo o irmão do paciente, após a falha, a direção do hospital se comprometeu a pagar pelo caixão de Aloísio, já que o que a família havia comprado foi usado com o corpo errado.

Em nota, a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), por meio da direção do Hospital Geral Ernesto Simões, lamentou o ocorrido, e informou que será aberto um inquérito administrativo para apurar as responsabilidades do caso. No comunicado, a Sesab ainda informou que o corpo será devolvido para a família de Aloísio ainda nesta quarta-feira.

mazinha

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    Cemitérios do Brasil

    Mulher é vitima de vilipendio sepultada a três dias MS

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    Mulher assassinada por ex-companheiro teve seu corpo violado no cemitério de Eldorado MS

    O caso aconteceu três dias após ser assassinada, Vera Lúcia da Silva, de 41 anos, foi vítima de feminicídio pelo seu ex-companheiro.

    Essa mulher teve seu túmulo violado, durante a madrugada de quarta-feira 15/04, por três homens que cometeram o crime de necrofilia, no cemitério de Eldorado, no sul de Mato Grosso do Sul.

    De acordo com o relatório da Polícia Civil, funcionários do cemitério encontraram a sepultura aberta e o corpo fora da sepultura. Após a realização de perícia criminal ficou confirmada a prática de necrofilia e também a identificação dos participantes do crime.

    A investigação revelou que três pessoas participaram do crime, dois homens e um adolescente de 16 anos. Todos já foram localizados e levados à delegacia. Um dos suspeitos confessou o ato e relatou detalhes do ocorrido, afirmando ter sido o primeiro a cometer a violência. Segundo o delegado responsável pelo caso, ele declarou que o ato foi breve “por causa do mau cheiro”.

    Ainda segundo as investigações, os envolvidos invadiram o cemitério durante a noite, violaram a sepultura com um chute e retiraram o corpo. O caso está sendo tratado como vilipêndio de cadáver, crime previsto no Código Penal brasileiro.

    O criminoso

    Patrik Torcatti Ortiz, de 22 anos, confessou à Polícia Civil que participou do crime praticado contra o corpo de Vera Lúcia da Silva, de 41 anos, em Eldorado. Em depoimento, ele contou que foi ao cemitério acompanhado de um adolescente de 16 anos e encontrou um terceiro suspeito perto do túmulo. Segundo relato, após a sepultura ser aberta, o corpo foi retirado e ele afirmou ter sido o primeiro a praticar necrofilia

    A morte de Vera

    O assassinato de Vera aconteceu no último domingo 12/04, no bairro Jardim Novo Eldorado. Ela voltava para casa com a filha de 9 anos quando foi surpreendida pelo ex-companheiro, que não aceitava o fim do relacionamento. Ele efetuou dois disparos contra a vítima e, em seguida, tirou a própria vida. A criança presenciou toda a cena.

    O irmão de Vera

    “Cada vez está ficando mais difícil. O ser humano está se transformando em um bicho.”

    A frase, dita em tom de desabafo, resume o choque de Jorge Paulo Silva ao saber que o corpo da irmã, Vera Lúcia da Silva, foi violado dias após o feminicídio que já havia abalado a família, em Eldorado.

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    Quem são os dependentes do plano assistencial funerário em sua empresa?

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    Cadastro com o maior número de informações é a segurança da sua operação

    Imagem ilustrativa. Nome, endereço, data de nascimento e CPF. Já são suficientes. E podem ser extraídos desses documentos.

    Sabemos que estar preparado para atender uma família enlutada é primordial. Mas alguns detalhes que até pouco tempo não eram tomados na oferta desse produto. Afinal que é o seu cliente? Se repetirmos essa pergunta em varias empresas a resposta vem quase automática. “O titular quem esta contratando nosso plano”. Não é mesmo?

    Sabia que a inclusão dos dados inclusive do CPF (documento Oficial de identificação) dos titulares e dependentes em um plano de assistência funerária é fundamental para garantir a segurança jurídica, a rapidez no atendimento e a efetiva cobertura dos serviços, INCLUSIVE NO RESARCIMENTO DO SEGURO no caso do falecimento do assegurado independente de ser o titular ou dependentes. Sem a correta identificação dos dependentes em seu cadastro, a empresa pode ter dificuldades em confirmar a cobertura para aquele dependente, gerando burocracia e custos inesperados para a família em um momento de fragilidade.

    A partir da nova Lei 14.534/2023, sancionada em janeiro de 2023 e em vigor em 2024, o número do CPF passou a ser o único número de identificação do cidadão nos bancos de dados de serviços públicos.

    Principais razões para incluir o CPF dos dependentes:

    • Validação do Contrato: O CPF é o documento oficial que atrela titular e dependente ao plano contratado, garantindo que ele tenha direito aos serviços contratados (urna, velório, traslado, cremação ou sepultamento, etc).

    • Agilidade no Atendimento: Em casos de óbito, a apresentação do CPF agiliza a confirmação do dependente no sistema da empresa, permitindo o atendimento imediato.

    • Evitar Problemas Legais: A falta de documentos corretos pode gerar complicações na prestação do serviço e no acionamento da assistência familiar e a documentação do beneficiado.

    • Identificação Familiar: Em planos familiares, o CPF é crucial para diferenciar dependentes de terceiros e garantir que todos os cadastrados recebam a assistência prometida, se possível ate cópia do documentos podem ser anexados ao contrato.

    • Ressarcimento de despesas: Quando a empresa de planos tenha o seguro ressarcimento. Ou quando atender um caso onde o assegurado tenha uma apólice de seguro. Todos os documento serão confirmados pela seguradora.
    • Portanto, manter todas informações dos dependentes como: CPF, telefone, endereço, de todos os dependentes atualizado no contrato funerário é a melhor forma de assegurar que o auxílio financeiro e ou a assistência  cheguem à sua empresa e aos familiares sem entraves.

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      Carro funerário e um ônibus batem de frente na rodovia GO-222

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      O acidente aconteceu na manhã dessa quarta feira – Uma pessoa veio a óbito 

      A fatalidade aconteceu na manhã dessa quarta-feira 25/03, na rodovia  GO-222, entre Inhumas e Nova Veneza, perto do distrito de Deuslândia. Envolveram no acidente um veículo funerário da empresa Pax Aliança e um ônibus que transportava sete funcionários de uma empresa de alimentos local.

      No carro funerário haviam duas pessoas. O motorista, residente de Itauçu que recebeu atendimento e foi levado ao hospital de Nerópolis, com indícios de fraturas nas pernas.

      O passageiro do carro funerário identificado como Pablo da Silva Alves, tinha 23 anos era residente de Inhumas, não sobreviveu aos ferimentos e faleceu no local do acidente. Pablo havia se casado recentemente e a esposa dele está grávida. O jovem havia comemorado o seu aniversário no dia 1° de março e estava trabalhando na funerária há apenas 5 dias.

      Segundo relato do motorista do ônibus, o carro funerário teria aquaplanado na pista, perdido o controle da direção e colidido de frente com o onibus.

      As causas do acidente ainda serão apuradas pelas autoridades competentes.

      De acordo com a família, o corpo de Pablo foi velado e enterrado na tarde desta quinta-feira 26/03, em Itauçu, a cerca de 70 km da capital.

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