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A pirataria no setor funerário

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Como é o mercado da morte no Brasil

O serviço funerário trata de diversos assuntos diante a despedida de um ente querido. E para isso, tudo é planejado para que ocorra da melhor maneira possível. As flores, o carro de transporte, a papelada, cada coisa é feita com o máximo de cuidado. Mas, existem profissionais que não seguem as diretrizes corretas e acabam caindo no mundo da pirataria funerária. Você sabe o que seria isso? Já passou por alguma situação assim?

Bem, quando uma pessoa vende um plano funerário, por exemplo, sem possuir um espaço físico de atendimento, ela está praticando pirataria. Não seguir as leis corretamente, faz com que seu trabalho não traga segurança e assistência para o cliente. Caso algo dê errado, e precise resolver um problema, o contratante não tem onde recorrer. Muitos vendedores aproveitam de situações como essas e apenas somem deixando a pessoa totalmente sozinha.

Infelizmente isso é comum. Independente do vendedor possuir ou não CNPJ, o fato de não ter um local físico para o atendimento deixa a desejar, e pode causar muitos transtornos. Para quem trabalha nesse segmento sabe como os transtornos são enormes.

Hoje há aproximadamente apenas 8 mil funerárias legalizadas e com espaços físicos no Brasil. Diante desse número, existe uma grande quantidade de pessoas que vendem planos funerários e repassam para a funerária legalizada por um preço muito maior. Dessa maneira, a pirataria cresce e esses indivíduos que não estão seguindo as leis corretamente e se passam por consultores, acabam ganhando em cima de funerárias, trazendo muito prejuízo para as empresas do ramo funerário.

Para evitar esse tipo de situação, é interessante que os empreendimentos funerários se atentem à tecnologia. Com plataforma de e-commerce esse tipo de contratempo cai por terra, já que há a possibilidade de ter um contato mais direto com o cliente e trazer mais comodidade e conforto, em um momento de luto. A assistência pode ser personalizada, e a funerária crescer cada vez mais, criando planos alternativos, serviços funerários diferenciados, e etc.

É importante pensar nos gastos, possíveis riscos, e até ações que trarão um bom retorno financeiro e que também trarão reconhecimento para sua funerária. Já pesquisou a respeito? Diante da pirataria, você pode mostrar que tem bastante profissionalismo e conquistar o cliente de diversas maneiras. Há muitos jovens trazendo ideias inovadoras no mercado funerário, que driblam a pirataria, de forma muito rápida.

A BBC publicou uma matéria a respeito dessas transformações em 2019, e foca justamente nessa nova visão de empreendedorismo no mundo digital. Os planos funerários vendidos de maneira incorreta estão com os dias contatos, e as funerárias terão muito mais retorno e proximidade com seu cliente. Ainda que haja pessoas querendo realizar a pirataria no setor funerário, as chances ficam bem menores. O cliente tem mais liberdade e flexibilidade para entrar em contato com a sua funerária e tirar possíveis dúvidas que possam surgir durante o processo. Esse tipo de relacionamento faz com que a pirataria perca seus lucros, e a funerária consiga manter o cliente satisfeito e, consequentemente, ganhar de forma justa já que teve um contato direto com o contratante e sua família.

Vale ressaltar que a pirataria é praticada por mais de 3 mil pessoas no Brasil, e informar os possíveis clientes sobre isso também é importante para que não tenham muitos problemas futuros e para que entendam qual é a qualidade do serviço prestado pela funerária que está seguindo todas as diretrizes corretamente. Há pessoas que não conseguem entender que a pirataria funerária acaba sendo uma experiência ruim para a maioria dos envolvidos e que somente uma pessoa sai ganhando de forma injusta. Ao criar um laço de confiança, fica mais fácil realizar o trabalho e a funerária ter mais reconhecimento.

Enfim, se você já teve prejuízo e problemas com seus serviços por conta da pirataria, saiba que 2020 é o início de uma nova era em que sua funerária pode ter muito mais ganhos e facilidades por conta da internet. Estamos despertando para maneiras de consumo personalizadas e bem próximas dos possíveis clientes e até dos clientes fiéis que apreciam seu profissionalismo, preço, qualidade e atendimento. Usando ferramentas de venda, plataformas, presença digital, autoridade, feedback de pessoas que recomendam sua empresa, e até parcerias com empresas que estão na mesma área, a chance de crescer e tornar a pirataria extinta é muito grande!

Então, foque no que irá fazer seu negócio alavancar, busque alternativas boas de ganho, e atualize-se nesse ramo funerário. Já ouviu falar da Feira Funerária que é realizada em Natal? É uma oportunidade para expandir seus conhecimentos e conhecer ótimos parceiros que possam trazer resultados no seu negócio funerário. Recentemente, as datas da Feira mudaram, para 21,22 e 23 de outubro devido a pandemia do COVID-19, então, planeje-se! Caso more longe, que tal conferir o site, ver quais são os expositores, tirar dúvidas, e até dar uma olhada se há algo que será transmitido ao vivo. Não deixe a pirataria te desanimar, porque como foi dito antes, estamos em uma nova era em que o digital vem à tona.

No caso desse evento funerário, existe uma programação com palestras e uma lista com o que será exposto. Esse é um bom caminho para que sua funerária fique com novidades, e que seus funcionários, tenham um futuro muito bom no seu empreendimento nesse setor. A pirataria é um problema, mas que tal focar na solução? Muitas vezes o tempo que você gasta reclamando disso, poderia ser usado para achar uma maneira de passar por cima desse desafio. A pirataria pode continuar ameaçando seu negócio se você não se abrir para as oportunidades que estão surgindo. Inove, busque, saiba o que o seu cliente precisa, vá atrás, e terá muito sucesso.

Em busca de solução, conheça o E-commerce Funerário, a mais nova tecnologia de lojas virtuais para funerárias, cemitérios e crematórios venderem serviço diretamente pela internet. Acesse o site: www.efunerario.com.br.

 

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O que é Necromaquiagem

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Procedimento que melhora significativamente a aparência do falecido

Para entender melhor e também aprender como essa técnica é muito utilizada pelos profissionais do ramo funerário com o intuito de recuperar a aparência da pessoa apos o seu falecimento.

Com a morte natural a aparência da pessoa fica com varias desconfigurações naturais e com o procedimento correto melhora se significativamente e em alguns caso consegue se recuperar a fisionomia natural da pessoa.

É de suma importância aos familiares terem uma melhor ultima lembrança do seu ente querido. Afinal sera uma ultima oportunidade de ver e se despedir da pessoa de quem passou por longos períodos de doença ou mesmo morreu repentinamente.

A necromaquiagem, também é conhecida em algumas regiões  de maquiagem funerária

TIPOS DE NECROMAQUIAGEM

A necromaquiagem natural

Destinada pessoas que tiveram morte natural e que não tenham causado nenhuma deformação ou alteração importante principalmente no rosto.

A necromaquiagem corretiva

Essa é utilizada em caso de afogamentos, acidentes, mortes violentas, ou outros casos em que o rosto tenha sido alterado em decorrência de alguma doença.

São usados técnicas de maquiagem e estética direcionadas à melhora da aparência das partes expostas da pessoa falecida – como rosto, braços e mãos.

O uso de produtos adequados são de longa duração que  contribuem para que durante o velório a pessoa tenha o ar saudável e natural, como se estivesse dormindo.

As técnicas utilizadas são bastante similares à maquiagem para pessoas vivas, inclusive com o uso dos mesmos produtos. O necromaquiador, profissional especializado, é quem vai decidir quais áreas devem ser reparadas e de quais formas.

PRINCIPAIS CUIDADOS

Na necromaquiagem é preciso ter alguns cuidados. Primeiro, a pele precisa receber um creme hidratante, pois, como não há circulação de sangue, os produtos não apresentam aderência.

É importante  informar se sobre a pessoa falecida. Seu gostos quando viva, evitando fugir do que ela era, respeitando também seu credo religioso e desejo dos familiares. Uma pessoa que não era adepta da maquiagem em vida não deve receber um batom vermelho, por exemplo. O contrário também deve ser considerado: se a pessoa falecida era vaidosa, é importante respeitar seu gosto pessoal nos últimos momentos também.

O profissional da área deve ser cuidadoso, sensato, e que compreenda que ali há uma pessoa que precisa ser tratada com total respeito. Existem cursos específicos para a formação de necromaquiadores, porém profissionais formados em maquiagem e em estética também podem atuar na área. Basta ter respeito pela profissão, pelo “cliente” que ali se encontra sob seus cuidados, e tato para proporcionar à família as melhores lembranças possíveis.

OS PRODUTOS UTILIZADOS

Os produtos aplicadas são as mesmas da maquiagem feita em pessoas vivas. Inclusive, são os mesmos produtos, o que se diferencia nesse caso é que as maquiagens usadas são de longa duração.

Os itens de longa duração tem o objetivo que a maquiagem não se desfaça ao longo do velório, dessa forma o corpo ficará íntegro em toda a duração da despedida de modo que a família possa ficar o tempo que for necessário para se despedir e nada interrompa esse momento.

O MERCADO PROFISSIONAL

A necromaquiagem é um nicho de mercado profissional que cresce cada vez mais no mercado funerário que sempre esta a busca profissionais especializados. A maioria dos cursos existentes de necromaquiagem estão atreladas a outros cursos da área, como: de Agente funerário, Tanatopraxista ou mesmo de Ciências mortuárias.

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    Conheça os serviços e recursos utilizados pelas funerárias nos atendimentos

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    Conheça os serviços e recursos utilizados pelas funerárias, crematórios e cemitérios no atendimento às famílias enlutadas

    As funerárias realizam muitos serviços que muitas vezes são complicados e cheios de burocracia. Não é tão simples quanto parece, o trabalho de uma empresa funerária. Há papéis, documentos, contratos, pagamentos e logística que devem ser realizados, analisados, para que tudo ocorra da melhor maneira durante esse processo obrigatório. Sendo assim, confira os tópicos a seguir que explicam mais detalhes dos serviços e recursos que são utilizados pelas funerárias:

    1- Venda de jazigos

    Esse primeiro tópico é tradicional dentro de uma funerária. O cliente escolhe o jazigo que mais lhe atrai, e assim é realizada a venda. O interessante é que com o avanço da internet, muitas funerárias estão adotando e-commerce funerário, e vendendo jazigos através de sites. Facilita na comunicação com o consumidor, quanto no alcance de pessoas.

    2- Vôos

    Há empresas especializadas no envio de corpos para outros estados e países que se responsabilizam por marcar voo, cuidar do embarque e desembarque no destino, e realizam pagamento de taxas de aeroporto e providenciam a documentação necessária para o embarque. Dessa maneira a funerária consegue atender pessoas de forma abrangente e trás conforto.

    3- Decoração interna

    Este item se resume a toda organização do local. Sendo assim, a funerária pode oferecer velas, flores, véus, terços, livros de presença, mantos, castiçais, tapetes, cortinas, aromatizantes e etc. Cabe a cada empresa verificar o que é indispensável na ornamentação.

    4- Documentação necessária

    Para que a funerária consiga realizar os serviços que propõe ao cliente, ela precisa ter os seguintes documentos:

    • RG e CPF do familiar da testemunha;
    • Documento da pessoa que faleceu: RG, carteira profissional ou certidão de nascimento;
    • Declaração de Óbito (se a família optar por cremação, há a necessidade de solicitar ao hospital que o documento seja assinado por dois médicos).

    É interessante que o familiar que esteja lidando com essa situação, saiba se a pessoa que faleceu possuía algum seguro ou convênio ligado a assistência funerária.

    5- Velório

    A funerária pode realizar a cerimônia em residências, salas municipais ou particulares, igrejas e até hospitais. A empresa funerária fica encarregada de trazer todas as informações ao cliente, que no caso, é o parente enlutado.

    6- Tratamento diferenciado para doadores de órgãos

    De acordo com a Prefeitura de São Paulo: “o familiar que for à agência funerária e apresentar o documento de doação de órgãos será isento das taxas, emolumentos e tarifas (como o pagamento da urna, transporte, do velório e do sepultamento). Esta gratuidade será parcial caso a família opte pela cremação ou pelo sepultamento em cemitérios particulares, conforme a Lei Municipal nº 11.479/94.” Fique atento a esses detalhes, para que não haja problemas com sua funerária.

    7- Cremação

    Esse processo é opcional, e cabe a funerária trazer todos os detalhes para que não haja dores de cabeça. “Muitas pessoas registram em cartório uma Declaração de Vontade, optando pela cremação. Sugerimos que o interessado forneça cópias aos familiares e amigos mais próximos.” diz a Prefeitura de São Paulo. Sendo assim, se a pessoa não deixou essa declaração, e a família recorrer para a cremação, haverá uma autorização que deverá ser assinada por um parente de primeiro grau (marido, esposa, filho, irmãos), com a presença de duas testemunhas.

    De qualquer maneira, a funerária deve ficar atenta com a Declaração de Óbito, que precisa estar assinada por dois médicos. Se o motivo de óbito for por algum ato violento, a Justiça pode autorizar a cremação.

    Nesta opção, a família pode escolher se quer realizar o velório. Há uma cerimônia de despedida no salão ecumênico, no próprio crematório. Se a família desejar, pode escolher músicas para serem tocadas no decorrer do evento.

    De acordo com a Exame: “Apesar da aparência moderna, a cremação é uma tradição de quase 3 mil anos.”. Sendo assim, sua funerária pode ter essa opção, e conquistar vários clientes.

    8- Funeral e sepultamento

    A empresa funerária pode oferecer uma homenagem funeral ou sepultamento. Ambos os procedimentos possuem início quando há apresentação da Declaração ou Atestado do Óbito. Precisa estar autorizado por hospitais, pelo Instituto Médico Legal, ou pelo Serviço de Óbitos. Dessa maneira, a agência funerária pode iniciar o trabalho, definindo inicialmente o horário para o sepultamento, reservando salas de velórios e passando informações em relação aos cemitérios municipais disponíveis.

    Existe um cronograma para que tudo ocorra de forma segura e rápida. Na funerária, há o recebimento de documentos que foram apresentados, o preenchimento de uma nova declaração e, consequentemente, a entrega do protocolo para os familiares. A declaração acaba sendo enviada para um cartório civil e serve para que haja a emissão do documento de certidão de óbito.

    Depois de estar concluída essa etapa da declaração, os familiares podem escolher como será a homenagem. O atendente do serviço funerário deve enviar a nota de contratação realizada para a família, à equipe de administração do cemitério, para o setor de transportes e departamento de expedição.

    De acordo com a Prefeitura de São Paulo: “A contratação da homenagem inclui: urna (caixão) e sua ornamentação interna, sala para o velório, carro de transporte funerário para o velório e o local do sepultamento (ou cremação). Na hora de contratar a urna, verifique se o tamanho é compatível com a metragem da gaveta do túmulo.[…] A duração de todo processo, da apresentação da declaração de óbito na agência funerária ao sepultamento ou cremação do corpo, pode levar aproximadamente 12 horas.”.

    Enfim, a funerária precisa estar atenta a todos esses detalhes, principalmente em relação a Declaração de Óbito, que varia bastante em relação ao local da morte. Há certos processos caso a pessoa tenha morrido dentro de: hospitais, residência, locais públicos. No site da Prefeitura de São Paulo há uma matéria que explica vários detalhes em relação a essas alternativas e como obter o documento corretamente. Fique atento para que sua empresa funerária dê todo suporte que a família precisa, para que não tenha grandes problemas e consiga trazer um pouco de conforto em um momento doloroso.

    mazinha

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      As Fases da Morte no Brasil e no Mundo

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      A morte é um fenômeno natural que todos vão passar um dia

      Difícil de encarar pela maioria das pessoas, afinal a morte significa o término de um ciclo muito marcante na vida das pessoas. Trata-se de um fenômeno natural que todos passarão. É certo que esse dia chegará, felizmente não podemos precisar o momento exato. Essa imprecisão, aliada à incerteza do que encontraremos adiante, a dúvida sobre a possível continuidade de alguma forma de vida, causa-nos medo e insegurança.

       

      Contudo, cada pessoa apresenta uma reação de acordo com suas próprias vivências e formação cultural. Nesse contexto, o conceito de morte é relativo (depende do desenvolvimento psíquico e situação afetiva de cada pessoa), é complexo e mutável, depende do contexto situacional.

      Nos hospitais os cuidados com os casos de óbitos são bastante importantes para que o agente funerario possa concluir o trabalho de apoio e auxilio as famílias enlutadas

      Entendendo os procedimentos

      Cuidados com corpo pós-morte são os cuidados após a constatação médica de óbito. Após essa constatação, a enfermagem deve colocar o corpo do falecido em posição horizontal e começar os procedimentos para preparar o corpo antes que ocorra a rigidez cadavérica.

      Cada instituição segue alguns procedimentos específicos para atender o indivíduo depois da morte.

      O Código de ética dos profissionais de Enfermagem (Resolução COFEN nº 311/2007), em sua Seção I, das relações com a pessoa, família e coletividade; das responsabilidades e deveres dos profissionais de enfermagem, afirma

      Respeitar o pudor, a privacidade e intimidade do ser humano, em todo seu ciclo vital, inclusive nas situações de morte e pós-morte.

      Estudar as concepções culturais do processo saúde-doença-morte nas diferentes sociedades pode possibilitar aos profissionais de enfermagem compreender seus próprios valores e crenças diante do processo de morrer e da morte bem como suas atitudes e ações relacionadas com as questões do cotidiano que influenciam na sua vida pessoal e profissional.

      Os profissionais são freqüentemente expostos a situações de enfrentamento da morte de pessoas sob seus cuidados, sobretudo aqueles que atuam em serviços hospitalares. Apesar desse confronto com a morte no seu cotidiano de trabalho, esses profissionais encontram dificuldade em encará-la como parte integrante da vida, considerando-a, com frequência, como resultado do fracasso terapêutico e do esforço pela cura.

      Há uma necessidade que os profissionais têm então, de quebrarem o silêncio e ousarem falar de suas dores, medos, do luto que deve ser elaborado, a fim de que suas demandas sejam atendidas e o melhor cuidado seja oferecido. É importante que eles se permitam entristecer e não se sintam culpados.

      Quando paramos para pensar sobre o que se é permitido sentir o profissional enfermeiro a cerca da morte, vem o questionamento quanto ao comportamento que deve ser assumido frente ao paciente que morre e a família, pondo dúvidas em torno do cuidar com respeito.

      Os profissionais de saúde acabam criando mecanismos de defesa que os auxiliam no enfrentamento da morte e do processo de morrer. Por serem preparados para manutenção da vida, a morte e o morrer em seu cotidiano, suscitam sentimentos de frustração, tristeza, perda, impotência, estresse e culpa. Em geral, o despreparo leva o profissional a afastar-se da situação

      Como um mecanismo de defesa e proteção contra o sofrimento, o processo de morrer e morte passa a ser visto como banal, sendo o distanciamento e endurecimento das relações frente à morte e ao paciente terminal algo tornado natural e considerado comum e rotineiro.

      Cuidados com idososCuidados paliativos no caso de pacientes que correm risco de morrer

      Esses cuidados têm início com uma conversa clara com o doente e seus familiares falando sobre a impossibilidade de cura.

      Quando bem esclarecido as causas da morte permite que as pessoas mais queridas vivam juntas ao processo de luto e se preparem para a despedida. A informação clara sobre a morte permite ajustar as próprias expectativas sobre o atendimento de saúde e assumir maior controle sobre as decisões em relação a ele. Se não há perspectiva de cura, é possível optar por não ter a vida prolongada por meio de métodos invasivos (como a respiração mecânica), escolher não operar o coração de uma pessoa idosa que permanecerá seus últimos dias presa a uma cama de hospital, ou decidir manter o paciente em casa para que morra em um ambiente que conhece e próximo àqueles que ama.

      Quando se trata de melhorar a qualidade de vida de pacientes terminais, é possível fazer muito. Para a pessoa que está doente, descobrir que há formas de diminuir a própria dor significa muitas vezes retomar o controle sobre o próprio tratamento.

      Avaliação sobre a qualidade da morte em vários países realizada em 2015 pela Economist Intelligence Unit

      Dos 80 países avaliados, o Brasil ficou na 42a posição. Na América Latina, o Chile ficou em 27° lugar, a Argentina em 32°, o Uruguai em 39° e o Equador em 40°.

      Para a organização do ranking foram utilizados dados oficiais, pesquisas e entrevistas com profissionais da área. Para o estudo do Brasil, a consultoria ouviu Maria Goretti Salles Maciel, presidente da Academia Nacional de Cuidados Paliativos (ANCP).

      Segundo ela, embora a situação dos Cuidados Paliativos no país ainda esteja muito aquém do ideal, o Brasil melhorou desde o último índice, divulgado em 2010, que colocava o Brasil em 38° posição numa lista de 40 países avaliados.

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