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A evolução do mercado funerário

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Você que atua no mercado funerário, conhece realmente todo sua evolução?

Leia o artigo que preparamos para você compreender o crescimento do setor ao longo das décadas até a época atual: a era digital.

O mundo está em constante evolução, não é mesmo? E o mercado funerário também está diante de diversas modificações. Antigamente, havia tradições para lidar com a morte que hoje não fazem sentido e não são adotadas. Pode se ver na história da humanidade uma modificação e até certas crenças que foram levadas até o último suspiro. Um exemplo é o Egito, e a maneira em que se acreditava na vida após a morte, sem contar os gregos que tinham completa certeza que deuses dominavam a civilização. O fato é que a humanidade se transforma, e em pleno século XXI a maneira de se encarar a morte é totalmente diferente.

Provavelmente você deve estar se perguntando, onde entra o mercado funerário nesse contexto. Bem, hoje existem diversas opções para escolher em um momento tão delicado de despedida. Confira:

1- Cemitérios diferenciados

Floresta sagrada

De acordo com a Veja, dois designer italianos começaram a colocar em pauta o projeto de transformar cemitérios em florestas: “ a dupla criou uma cápsula biodegradável em forma de ovo para que ali sejam depositados restos mortais humanos. O toque final é que a cápsula será plantada no solo envolta nas raízes de uma muda de árvore, cuja espécie será selecionada por cada um ainda em vida. Depois que a pessoa se for, familiares e amigos irão assumir os cuidados com a planta.” Sendo assim, a floresta se tornaria um local sagrado e iria auxiliar o meio ambiente.

Porém, é interessante ler mais a respeito, porque há um detalhe importante: a manutenção. A matéria da Veja ainda citou o seguinte problema: “ Em qualquer cemitério, a alta quantidade de carga biológica que penetra no subsolo contém altos índices de bactérias e vírus, o que pode facilmente se transformar em foco de transmissão de doenças e de contaminação de áreas próximas e até mesmo de lençóis freáticos. Para evitar que isso aconteça, é preciso controlar a quantidade do solo a partir de poços subterrâneos de monitoramento.”. Há quem ainda defenda a ideia de cremações. Mas não é tão ideal se formos pensar no contexto ambiental (leia mais a respeito no próximo item).

Cemitério Vertical

E cemitério vertical, você já ouviu falar? O Memorial Necrópole Ecumênica, é um destaque mundial. Localizado em Santos, possui 14 andares e conta com 14.000 espaços. É considerado hoje uma opção com menos pontos negativos, por ocupar pouco espaço e possuir valor baixo de manutenção. De acordo com o site Plano Funerário Familiar: “ No Cemitério Vertical, os corpos são depositados em gavetas uma em cima da outra, e assim entram em decomposição sem liberar o líquido necrochorume responsável por poluir o meio ambiente quando ocorre um sepultamento. Com o espaço físico otimizado é possível realizar uma melhor utilização do ambiente para maior conforto dos familiares durante as visitas aos entes queridos.”

Serviço de cremação

No mundo há uma estimativa de 55 milhões de mortes. Sendo assim, a cremação pode ter impacto um tanto negativo. O Reino Unido, é um exemplo. Na região, 70% dos funerais realizam cremação, provocando emissões de mercúrio por conta de obstruções dentárias. Esse tipo de serviço gasta bastante energia, e conforme é realizado em grande escala, pode trazer malefícios graças às emissões de gases.

O seu crematório deve pensar nessa questão caso tenha muita demanda de pedidos de cremação. Como o mundo está em evolução, preservar o meio ambiente e a saúde de todos é essencial. Por isso, estão sendo estudadas novas maneiras de lidar com essa questão da cremação em larga escala.

2- Opções de atendimento ao cliente

Este é o principal item que torna sua funerária diferente das concorrentes. E com ajuda da tecnologia, diversidade de serviços são essenciais. Você pode adotar:

  • Velórios online;
  • Capela online;
  • Cerimônia de cremação online;
  • Recepção com buffet;
  • Púlpito para homenagens;
  • Playlist musical personalizada pelos familiares;
  • Personalização de mausoléu;
  • E-commerce de produtos e serviços.

E tantas outras alternativas que você e sua equipe podem criar, para facilitar a vida de quem utiliza os serviços oferecidos pela sua empresa. Esteja sempre conectado com tendências tecnológicas e modificações nos meio de comunicação para ficar à frente dos concorrentes e atender da melhor maneira quem confia na sua funerária.

3- Carros

Sua funerária pode dar a opção de transporte para a família com carros luxuosos. De acordo com o G1: “Carros luxuosos também são adaptados para transportar caixões. A ideia é permitir com que a família acompanhe o cortejo dentro do carro em que a urna está sendo levada.”. Para transformar o carro normal em funerário, há um gasto de R$50 mil a R$200 mil. Essa é uma opção que você pode oferecer ao seu cliente.

O ex-presidente da Associação de Fabricantes e Fornecedores de Artigos Funerários (AFFAF), Celso Carlos de Moraes disse também ao G1: “A morte também é um evento, assim como nascimento, casamento. As empresas estão se especializando para darem assistência adequada em um momento tão difícil.”. Sendo assim, não fique de fora de feiras que são realizadas neste setor funerário. Sempre serão lançadas novidades e oportunidades de achar ótimos fornecedores, realizar parcerias, e assim, ampliar sua rede de negócios.

Enfim, o mercado funerário está em modificação e crescimento. As pessoas querem se sentir cuidadas nesse momento de despedida e confortadas. Ao pensar nisso, o que você poderia fazer além do que foi dito neste breve artigo? Reflita, busque maneiras de deixar sua empresa mais humanizada e com um compromisso com o bem estar de todos os envolvidos: desde responsabilidade com o ambiente até a maneira do cliente ser recepcionado no local da sua funerária, maneira de atendimento e resolução de problemas. Busque maneiras de se posicionar, de crescer e jamais deixe de se atualizar para que a sua empresa não fique para trás.

Se ficou sem saber por onde começar, que tal investir no e-commerce? Conheça o E-commerce Funerário para iniciar suas vendas pela internet sem dor de cabeça.

Acesse o site: https://efunerario.com.br/

 

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    O que é Necromaquiagem

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    Procedimento que melhora significativamente a aparência do falecido

    Para entender melhor e também aprender como essa técnica é muito utilizada pelos profissionais do ramo funerário com o intuito de recuperar a aparência da pessoa apos o seu falecimento.

    Com a morte natural a aparência da pessoa fica com varias desconfigurações naturais e com o procedimento correto melhora se significativamente e em alguns caso consegue se recuperar a fisionomia natural da pessoa.

    É de suma importância aos familiares terem uma melhor ultima lembrança do seu ente querido. Afinal sera uma ultima oportunidade de ver e se despedir da pessoa de quem passou por longos períodos de doença ou mesmo morreu repentinamente.

    A necromaquiagem, também é conhecida em algumas regiões  de maquiagem funerária

    TIPOS DE NECROMAQUIAGEM

    A necromaquiagem natural

    Destinada pessoas que tiveram morte natural e que não tenham causado nenhuma deformação ou alteração importante principalmente no rosto.

    A necromaquiagem corretiva

    Essa é utilizada em caso de afogamentos, acidentes, mortes violentas, ou outros casos em que o rosto tenha sido alterado em decorrência de alguma doença.

    São usados técnicas de maquiagem e estética direcionadas à melhora da aparência das partes expostas da pessoa falecida – como rosto, braços e mãos.

    O uso de produtos adequados são de longa duração que  contribuem para que durante o velório a pessoa tenha o ar saudável e natural, como se estivesse dormindo.

    As técnicas utilizadas são bastante similares à maquiagem para pessoas vivas, inclusive com o uso dos mesmos produtos. O necromaquiador, profissional especializado, é quem vai decidir quais áreas devem ser reparadas e de quais formas.

    PRINCIPAIS CUIDADOS

    Na necromaquiagem é preciso ter alguns cuidados. Primeiro, a pele precisa receber um creme hidratante, pois, como não há circulação de sangue, os produtos não apresentam aderência.

    É importante  informar se sobre a pessoa falecida. Seu gostos quando viva, evitando fugir do que ela era, respeitando também seu credo religioso e desejo dos familiares. Uma pessoa que não era adepta da maquiagem em vida não deve receber um batom vermelho, por exemplo. O contrário também deve ser considerado: se a pessoa falecida era vaidosa, é importante respeitar seu gosto pessoal nos últimos momentos também.

    O profissional da área deve ser cuidadoso, sensato, e que compreenda que ali há uma pessoa que precisa ser tratada com total respeito. Existem cursos específicos para a formação de necromaquiadores, porém profissionais formados em maquiagem e em estética também podem atuar na área. Basta ter respeito pela profissão, pelo “cliente” que ali se encontra sob seus cuidados, e tato para proporcionar à família as melhores lembranças possíveis.

    OS PRODUTOS UTILIZADOS

    Os produtos aplicadas são as mesmas da maquiagem feita em pessoas vivas. Inclusive, são os mesmos produtos, o que se diferencia nesse caso é que as maquiagens usadas são de longa duração.

    Os itens de longa duração tem o objetivo que a maquiagem não se desfaça ao longo do velório, dessa forma o corpo ficará íntegro em toda a duração da despedida de modo que a família possa ficar o tempo que for necessário para se despedir e nada interrompa esse momento.

    O MERCADO PROFISSIONAL

    A necromaquiagem é um nicho de mercado profissional que cresce cada vez mais no mercado funerário que sempre esta a busca profissionais especializados. A maioria dos cursos existentes de necromaquiagem estão atreladas a outros cursos da área, como: de Agente funerário, Tanatopraxista ou mesmo de Ciências mortuárias.

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      Conheça os serviços e recursos utilizados pelas funerárias nos atendimentos

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      Conheça os serviços e recursos utilizados pelas funerárias, crematórios e cemitérios no atendimento às famílias enlutadas

      As funerárias realizam muitos serviços que muitas vezes são complicados e cheios de burocracia. Não é tão simples quanto parece, o trabalho de uma empresa funerária. Há papéis, documentos, contratos, pagamentos e logística que devem ser realizados, analisados, para que tudo ocorra da melhor maneira durante esse processo obrigatório. Sendo assim, confira os tópicos a seguir que explicam mais detalhes dos serviços e recursos que são utilizados pelas funerárias:

      1- Venda de jazigos

      Esse primeiro tópico é tradicional dentro de uma funerária. O cliente escolhe o jazigo que mais lhe atrai, e assim é realizada a venda. O interessante é que com o avanço da internet, muitas funerárias estão adotando e-commerce funerário, e vendendo jazigos através de sites. Facilita na comunicação com o consumidor, quanto no alcance de pessoas.

      2- Vôos

      Há empresas especializadas no envio de corpos para outros estados e países que se responsabilizam por marcar voo, cuidar do embarque e desembarque no destino, e realizam pagamento de taxas de aeroporto e providenciam a documentação necessária para o embarque. Dessa maneira a funerária consegue atender pessoas de forma abrangente e trás conforto.

      3- Decoração interna

      Este item se resume a toda organização do local. Sendo assim, a funerária pode oferecer velas, flores, véus, terços, livros de presença, mantos, castiçais, tapetes, cortinas, aromatizantes e etc. Cabe a cada empresa verificar o que é indispensável na ornamentação.

      4- Documentação necessária

      Para que a funerária consiga realizar os serviços que propõe ao cliente, ela precisa ter os seguintes documentos:

      • RG e CPF do familiar da testemunha;
      • Documento da pessoa que faleceu: RG, carteira profissional ou certidão de nascimento;
      • Declaração de Óbito (se a família optar por cremação, há a necessidade de solicitar ao hospital que o documento seja assinado por dois médicos).

      É interessante que o familiar que esteja lidando com essa situação, saiba se a pessoa que faleceu possuía algum seguro ou convênio ligado a assistência funerária.

      5- Velório

      A funerária pode realizar a cerimônia em residências, salas municipais ou particulares, igrejas e até hospitais. A empresa funerária fica encarregada de trazer todas as informações ao cliente, que no caso, é o parente enlutado.

      6- Tratamento diferenciado para doadores de órgãos

      De acordo com a Prefeitura de São Paulo: “o familiar que for à agência funerária e apresentar o documento de doação de órgãos será isento das taxas, emolumentos e tarifas (como o pagamento da urna, transporte, do velório e do sepultamento). Esta gratuidade será parcial caso a família opte pela cremação ou pelo sepultamento em cemitérios particulares, conforme a Lei Municipal nº 11.479/94.” Fique atento a esses detalhes, para que não haja problemas com sua funerária.

      7- Cremação

      Esse processo é opcional, e cabe a funerária trazer todos os detalhes para que não haja dores de cabeça. “Muitas pessoas registram em cartório uma Declaração de Vontade, optando pela cremação. Sugerimos que o interessado forneça cópias aos familiares e amigos mais próximos.” diz a Prefeitura de São Paulo. Sendo assim, se a pessoa não deixou essa declaração, e a família recorrer para a cremação, haverá uma autorização que deverá ser assinada por um parente de primeiro grau (marido, esposa, filho, irmãos), com a presença de duas testemunhas.

      De qualquer maneira, a funerária deve ficar atenta com a Declaração de Óbito, que precisa estar assinada por dois médicos. Se o motivo de óbito for por algum ato violento, a Justiça pode autorizar a cremação.

      Nesta opção, a família pode escolher se quer realizar o velório. Há uma cerimônia de despedida no salão ecumênico, no próprio crematório. Se a família desejar, pode escolher músicas para serem tocadas no decorrer do evento.

      De acordo com a Exame: “Apesar da aparência moderna, a cremação é uma tradição de quase 3 mil anos.”. Sendo assim, sua funerária pode ter essa opção, e conquistar vários clientes.

      8- Funeral e sepultamento

      A empresa funerária pode oferecer uma homenagem funeral ou sepultamento. Ambos os procedimentos possuem início quando há apresentação da Declaração ou Atestado do Óbito. Precisa estar autorizado por hospitais, pelo Instituto Médico Legal, ou pelo Serviço de Óbitos. Dessa maneira, a agência funerária pode iniciar o trabalho, definindo inicialmente o horário para o sepultamento, reservando salas de velórios e passando informações em relação aos cemitérios municipais disponíveis.

      Existe um cronograma para que tudo ocorra de forma segura e rápida. Na funerária, há o recebimento de documentos que foram apresentados, o preenchimento de uma nova declaração e, consequentemente, a entrega do protocolo para os familiares. A declaração acaba sendo enviada para um cartório civil e serve para que haja a emissão do documento de certidão de óbito.

      Depois de estar concluída essa etapa da declaração, os familiares podem escolher como será a homenagem. O atendente do serviço funerário deve enviar a nota de contratação realizada para a família, à equipe de administração do cemitério, para o setor de transportes e departamento de expedição.

      De acordo com a Prefeitura de São Paulo: “A contratação da homenagem inclui: urna (caixão) e sua ornamentação interna, sala para o velório, carro de transporte funerário para o velório e o local do sepultamento (ou cremação). Na hora de contratar a urna, verifique se o tamanho é compatível com a metragem da gaveta do túmulo.[…] A duração de todo processo, da apresentação da declaração de óbito na agência funerária ao sepultamento ou cremação do corpo, pode levar aproximadamente 12 horas.”.

      Enfim, a funerária precisa estar atenta a todos esses detalhes, principalmente em relação a Declaração de Óbito, que varia bastante em relação ao local da morte. Há certos processos caso a pessoa tenha morrido dentro de: hospitais, residência, locais públicos. No site da Prefeitura de São Paulo há uma matéria que explica vários detalhes em relação a essas alternativas e como obter o documento corretamente. Fique atento para que sua empresa funerária dê todo suporte que a família precisa, para que não tenha grandes problemas e consiga trazer um pouco de conforto em um momento doloroso.

      mazinha

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        As Fases da Morte no Brasil e no Mundo

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        A morte é um fenômeno natural que todos vão passar um dia

        Difícil de encarar pela maioria das pessoas, afinal a morte significa o término de um ciclo muito marcante na vida das pessoas. Trata-se de um fenômeno natural que todos passarão. É certo que esse dia chegará, felizmente não podemos precisar o momento exato. Essa imprecisão, aliada à incerteza do que encontraremos adiante, a dúvida sobre a possível continuidade de alguma forma de vida, causa-nos medo e insegurança.

         

        Contudo, cada pessoa apresenta uma reação de acordo com suas próprias vivências e formação cultural. Nesse contexto, o conceito de morte é relativo (depende do desenvolvimento psíquico e situação afetiva de cada pessoa), é complexo e mutável, depende do contexto situacional.

        Nos hospitais os cuidados com os casos de óbitos são bastante importantes para que o agente funerario possa concluir o trabalho de apoio e auxilio as famílias enlutadas

        Entendendo os procedimentos

        Cuidados com corpo pós-morte são os cuidados após a constatação médica de óbito. Após essa constatação, a enfermagem deve colocar o corpo do falecido em posição horizontal e começar os procedimentos para preparar o corpo antes que ocorra a rigidez cadavérica.

        Cada instituição segue alguns procedimentos específicos para atender o indivíduo depois da morte.

        O Código de ética dos profissionais de Enfermagem (Resolução COFEN nº 311/2007), em sua Seção I, das relações com a pessoa, família e coletividade; das responsabilidades e deveres dos profissionais de enfermagem, afirma

        Respeitar o pudor, a privacidade e intimidade do ser humano, em todo seu ciclo vital, inclusive nas situações de morte e pós-morte.

        Estudar as concepções culturais do processo saúde-doença-morte nas diferentes sociedades pode possibilitar aos profissionais de enfermagem compreender seus próprios valores e crenças diante do processo de morrer e da morte bem como suas atitudes e ações relacionadas com as questões do cotidiano que influenciam na sua vida pessoal e profissional.

        Os profissionais são freqüentemente expostos a situações de enfrentamento da morte de pessoas sob seus cuidados, sobretudo aqueles que atuam em serviços hospitalares. Apesar desse confronto com a morte no seu cotidiano de trabalho, esses profissionais encontram dificuldade em encará-la como parte integrante da vida, considerando-a, com frequência, como resultado do fracasso terapêutico e do esforço pela cura.

        Há uma necessidade que os profissionais têm então, de quebrarem o silêncio e ousarem falar de suas dores, medos, do luto que deve ser elaborado, a fim de que suas demandas sejam atendidas e o melhor cuidado seja oferecido. É importante que eles se permitam entristecer e não se sintam culpados.

        Quando paramos para pensar sobre o que se é permitido sentir o profissional enfermeiro a cerca da morte, vem o questionamento quanto ao comportamento que deve ser assumido frente ao paciente que morre e a família, pondo dúvidas em torno do cuidar com respeito.

        Os profissionais de saúde acabam criando mecanismos de defesa que os auxiliam no enfrentamento da morte e do processo de morrer. Por serem preparados para manutenção da vida, a morte e o morrer em seu cotidiano, suscitam sentimentos de frustração, tristeza, perda, impotência, estresse e culpa. Em geral, o despreparo leva o profissional a afastar-se da situação

        Como um mecanismo de defesa e proteção contra o sofrimento, o processo de morrer e morte passa a ser visto como banal, sendo o distanciamento e endurecimento das relações frente à morte e ao paciente terminal algo tornado natural e considerado comum e rotineiro.

        Cuidados com idososCuidados paliativos no caso de pacientes que correm risco de morrer

        Esses cuidados têm início com uma conversa clara com o doente e seus familiares falando sobre a impossibilidade de cura.

        Quando bem esclarecido as causas da morte permite que as pessoas mais queridas vivam juntas ao processo de luto e se preparem para a despedida. A informação clara sobre a morte permite ajustar as próprias expectativas sobre o atendimento de saúde e assumir maior controle sobre as decisões em relação a ele. Se não há perspectiva de cura, é possível optar por não ter a vida prolongada por meio de métodos invasivos (como a respiração mecânica), escolher não operar o coração de uma pessoa idosa que permanecerá seus últimos dias presa a uma cama de hospital, ou decidir manter o paciente em casa para que morra em um ambiente que conhece e próximo àqueles que ama.

        Quando se trata de melhorar a qualidade de vida de pacientes terminais, é possível fazer muito. Para a pessoa que está doente, descobrir que há formas de diminuir a própria dor significa muitas vezes retomar o controle sobre o próprio tratamento.

        Avaliação sobre a qualidade da morte em vários países realizada em 2015 pela Economist Intelligence Unit

        Dos 80 países avaliados, o Brasil ficou na 42a posição. Na América Latina, o Chile ficou em 27° lugar, a Argentina em 32°, o Uruguai em 39° e o Equador em 40°.

        Para a organização do ranking foram utilizados dados oficiais, pesquisas e entrevistas com profissionais da área. Para o estudo do Brasil, a consultoria ouviu Maria Goretti Salles Maciel, presidente da Academia Nacional de Cuidados Paliativos (ANCP).

        Segundo ela, embora a situação dos Cuidados Paliativos no país ainda esteja muito aquém do ideal, o Brasil melhorou desde o último índice, divulgado em 2010, que colocava o Brasil em 38° posição numa lista de 40 países avaliados.

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