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Funerárias Concessionarias de Uberlândia MG renovam contrato com reajuste de 35%

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Concessionárias renovaram os contratos por mais dez anos

Os serviços prestados pelas funerárias de Uberlândia ficaram 35% mais caros neste ano. O reajuste foi anunciado pela Prefeitura por meio de um decreto assinado pelo prefeito Odelmo Leão (PP), publicado na última semana de dezembro no Diário Oficial do Município (DOM). De acordo com a publicação, o aumento foi feito com base nas variações do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), considerando o período de 12 meses, com correções anuais calculadas a partir de 2018.

A nova tabela de preços substitui a antiga relação de valores que estava em vigor desde 2019, data em que foi assinado o último decreto que estipulava os preços praticados pelas funerárias Olavo Chaves, Ângelo Cunha e Paz Universal. Confira os novos valores dos serviços mais básicos no fim da matéria

O novo decreto também atualizou as regras que deverão ser cumpridas pelas funerárias, que tiveram os contratos renovados por mais dez anos com o Município em novembro do ano passado. Entre as exigências, estão a ampliação de veículos adaptados, disponibilização de salas velatórias para a população de baixa renda, bem como de urnas adequadas para pessoas com obesidade

Em 2023, as funerárias que operam na cidade foram alvo de denúncias relacionadas à emissão de notas fiscais, cobranças abusivas e falta de transparência nos serviços prestados. Após uma audiência pública realizada em novembro do ano passado, o Ministério Público (MP) exigiu que a Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos, tomasse providências para resolver as reclamações.

Na época, o promotor Luiz Henrique Borsari afirmou que a intenção era proporcionar um atendimento mais.
humano e justo à população. “A renovação do contrato foi realizada estabelecendo critérios temporais, como
no caso da necessidade de criar novas salas velatórias.

Nesse sentido, foi estipulado um prazo de 70 dias para a apresentação detalhada de relatório das atividades realizadas pelas empresas”, afirmou o promotor.

Em maio do último ano, a Câmara Municipal de Uberlândia chegou a realizar uma audiência pública, onde foram discutidas demandas relacionadas às irregularidades nos serviços das funerárias. As principais denúncias tinham relação com emissão de notas fiscais, venda casada e falta de documentos descritivos dos produtos e serviços.

Em entrevista ao Diário em novembro de 2023, o secretário de Serviços Urbanos, Antônio Carrijo, afirmou que o Município exigiria com maior rigor uma melhoria na Prestação dos serviços por parte das funerárias.

Acesso ao decreto CLIQUE AQUI !!! 

AS EXIGÊNCIAS ÀS FUNERÁRIAS

  • Disponibilizar 1 sala velatória, devidamente equipada e climatizada, para o atendimento a pessoas carentes;
  • Manter no mínimo 3 urnas apropriadas para pessoas com obesidade, em preço mínimo equivalente às urnas de dimensão padrão, conforme tabela do Município;
  • Manter tabela de preços em local visível, preferencialmente exposta atrás das mesas de atendentes;
  • As funerárias deverão oferecer aos usuários a opção de realizar OS sepultamentos nos cemitérios públicos do Município até às 19 horas;
  • No atendimento às pessoas carentes ou de baixa renda, deverão ser disponibilizados outros itens não constantes da tabela de preços, deixando o usuário à vontade para decidir o que contratará, sendo que poderá agregar outros produtos, tais como: coroa de flores, ornamentação diferenciada dos serviços tabelados, sala velatória, dentre outras, desde que assumam os custos adicionais mediante emissão de Nota Fiscal;

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Curiosidade

Por que alguns cadáveres não se decompõe?

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A não decomposição de cadáver é motivo de muitos e estudos científicos 

O que realmente esta por traz de um corpo que não se decompõe? O que a ciência já descobriu ate agora sobre corpos que insiste em não se decompor?

Quando o assunto é corpos que não se decompõem, as opiniões se dividem em varias vertentes e as duas principais são: coisas ocultas ou a super imunidade da pessoa. Porém o caso que vamos abordar é datado de muito antes da existência de algumas técnicas conhecidas nos dias de hoje (formol por exemplo foi inventado em 1867).

Vale lembrar que as técnicas modernas de embalsamamento surgiram no período da Guerra Civil Americana e, portanto, não estavam disponíveis antes da década de 1860, conforme o que aconteceu com esse caso em especifico.

A mumificação era uma prática comum entre os egípcios, persas, algumas culturas andinas e outras sociedades ao redor do mundo. Porém, a natureza também realiza seu próprio processo, de maneira muito menos trabalhosa.

Quando o coração para de bater, o corpo inicia o processo de decomposição, até que só os ossos permanecem. Contudo, há momentos, mais comuns do que se pensa, em que os tecidos moles – a pele e os músculos – passam por uma mumificação natural (dessecação) e são preservados mesmo após a morte.

O caso de Lady Xin Zhui

Foi cavando uma base para um hospital antiaéreo na China quando a tumba de Lady Xin Zhui foi encontrada no canteiro de obras. Junto com a tumba foi encontrado muitos artigos de luxo extremo estava rodeando a tumba. Haviam documentos, instrumentos musicais, comida e remédios para tratar males comuns na época, como paralisia, dor de cabeça e asma bem como valiosas joias também fazia parte do acervo. Todo esse arsenal estaria ligado a crença da ressureição ao qual eles acreditavam que pessoas com alto nível na sociedade retornaria a vida com o tempo. Mas… vamos aos fatos.

Lady Xin Zhui era a esposa de um nobre chinês durante a dinastia Han, há mais de 2000 anos. Ela viveu uma vida extravagante de luxo e ostentação para o tempo e lugar, comia de tudo e não precisava trabalhar. Todo esse luxo resultou em uma morte de ataque cardíaco por conta da obesidade mórbida. Quando seu corpo foi descoberto, em 1971, sua pele ainda era suave e suas articulações flexíveis. Não existem motivos científicos para o cadáver de Lady Zhui estar em tão boas condições, afinal não havia sinal algum de embalsamento.

A Necropsia de Lady Zhui 

Na época do descobrimento uma necropsia foi feita e além das articulações ainda se moverem foi possível encontrar sangue do tipo A em suas veias, além de identificar sua causa mortis: um ataque cardíaco, que tirou sua vida em torno dos 50 anos. A mulher sofria de doença cardíaca grave, osteoporose, cálculos biliares e uma hérnia de disco que provavelmente rendeu muitas dores nas costas. Uma trombose coronária e arteriosclerose são provavelmente as causas da sua necessidade de andar com bengalas, imagem que foi retratada na bandeira funerária de Lady Dai

Seus cabelos e cílios ainda estava preso no tecido da pele. Seu intestino ainda estava preservado sendo encontrado até semente de melão em seu interior.

Seu corpo estava embrulhada em 20 camadas de tecido de seda pura. Dentro da urna mortuária havia um liquido levemente acido e um pouco de magnésio o que impedia a proliferação das bactérias. Mas o que realmente foi feito ou o que aconteceu para que esse fenômeno acontecesse é um mistério.

O que a ciência diz 

Os cientistas que estudam a múmia — como é o caso de Willow Weilan Hai Chang, diretor do Galeria Instituto China, de Nova York, um dos pesquisadores a acompanhar a múmia Lady Dai — têm algumas hipóteses.

Ela estava em um caixão originalmente embalado em 20 camadas de seda, junto a outros quatro caixões parecidos. Ela estava praticamente embalada a vácuo e seu caixão, repleto de carvão, com o topo selado com argila. O espaço estava tão hermeticamente fechado que nenhuma bactéria ao longo dos anos conseguiu entrar, garantindo a manutenção da múmia. Vestígios de mercúrio encontrados na tumba indicam que essa substância também tenha tido ação antibacteriana.

Contudo, a maior questão para os arqueólogos envolvidos é que o corpo dela estava embebido em um líquido ligeiramente ácido que provavelmente foi o principal agente de conservação, mas ninguém sabe o que é — o fato é que impedia o crescimento de bactérias. A hipótese mais bem aceita é a de que seria uma espécie de água do próprio corpo.

Se você quiser ver Lady Dai hoje em dia, é só passar pelo Museu Proincial de Hunan, pertinho de onde ela foi encontrada, na cidade de Changsha.

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Um guia funerário para ajudar sua empresa a crescer

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Portal “Todas Funerárias” lança guia nacional com mais de 7,5 mil empresas do setor de luto

Iniciativa vai conectar toda cadeia de empresas prestadoras de serviços funerários a famílias em busca de atendimento em todo o Brasil

O mercado de prestação de serviços funerários no Brasil ganhou um importante aliado na sua consolidação da busca digital por clientes. O portal de notícias Todas Funerárias anunciou o lançamento do seu Guia Completo de Prestadores de Serviços Funerários, um ecossistema digital projetado para catalogar e dar visibilidade a mais de 7.500 empresas ligadas ao segmento no país.
A iniciativa surge em um cenário de rápida aceleração tecnológica, onde o ambiente online tornou-se o principal canal de busca e decisão para famílias em momentos de necessidade imediata ou planejamento preventivo.

Visibilidade e precisão nos dados

O guia funciona como um diretório centralizado que permite que potenciais clientes localizem prestadores de serviços de acordo com a região de atuação. Para os empresários do setor, a presença no guia garante não apenas alcance geográfico, mas também validação e facilidade de contato direto.
O portal ainda reforça a importância de que os gestores e proprietários do setor acessem a ferramenta para encontrar sua empresa e verificar e atualizar os dados cadastrais, vários dados foram colhidos de pesquisa publica do site da Receita Federal.  Certifique e atualize as informações essenciais como número de telefone, WhatsApp, endereço atualizado, imagens das instalações e portfólio de serviços, que são cruciais para que seu cliente conheça antes de contratar.

Opção de colocar sua empresa em destaque

Transformação digital no mercado corporativo

“Em pleno 2026, onde o uso de ferramentas digitais e pesquisas online é uma constante no cotidiano, estar acessível e com informações corretas na rede tornou-se pré-requisito para a sustentabilidade e crescimento dos negócios”, destaca a equipe de desenvolvimento do portal.
Com a consolidação do guia, o portal Todas Funerárias busca criar a maior rede conectada de prestadores do segmento de luto no país. Empresários que desejam verificar a inclusão de suas empresas ou atualizar seus dados já podem acessar a plataforma oficial e realizar a gestão de seus perfis comerciais.

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Destaque

O caso do bebe que foi sepultado trocado gera indenização a família

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Após o sepultamento o hospital informou a família sobre a troca

Os pais já havia realizaram o funeral do filho quando a instituição constatou que a criança sepultada pela família era, na verdade, outro recém-nascido.

A troca de identificação ficou caracterizada dentro do hospital no setor de necrotério da unidade.

Segundo os autos processuais, o outro bebê era filho de uma mulher que tinha o mesmo nome da mãe da criança. Após a descoberta do erro, os pais precisaram realizar uma nova cerimônia de despedida e o sepultamento do próprio filho.

A ação de indenização foi movida contra o Estado de São Paulo e a empresa responsável pelo serviço funerário. Em primeira instância, a Vara da Fazenda Pública de Sorocaba havia determinado o pagamento de R$ 50 mil à família.

No julgamento do recurso, o relator, desembargador Fernão Borba Franco, afirmou que a falha ocorreu antes da liberação do bebê para a funerária, afastando a responsabilidade da empresa.

Segundo o magistrado, a identificação dos pacientes e dos corpos é feita pelos funcionários do hospital, por meio de pulseira, etiquetas e identificação na mortalha. À funerária caberia apenas conferir a documentação entregue pela unidade de saúde.

“É evidente que a identificação dos pacientes é realizada pelos próprios funcionários do hospital desde a admissão”, afirmou o desembargador, destacando que a entrega do recém-nascido errado à funerária ocorreu por uma falha anterior ao serviço prestado pela empresa.

Para o TJSP, ficou comprovado o dano moral sofrido pelos pais, que prestaram as últimas homenagens e realizaram o sepultamento de uma criança que não era o filho deles, sendo posteriormente obrigados a passar novamente pelo processo de despedida.

A decisão foi unânime e também contou com os votos dos desembargadores Afonso Faro Jr. e Oscild de Lima Júnior. O recurso apresentado pelo Estado foi rejeitado, enquanto o pedido da funerária foi aceito para retirar sua responsabilidade no caso.

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