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Dona de funeraria inova para transportar os mortos

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FunerBike uma alternativa na movimentação de corpos

As bicicletas de carga estão se tornando cada vez mais populares pelo mundo, especialmente em áreas urbanas. Muito utilizada para transportar vários tipos de cargas e começa agora a ser utilizada para movimentar corpos em cortejos. Foi o que essa dinamarquesa fez.

Uma empresa funerária de Copenhague está agora possibilitando que ciclistas apaixonados por pedalar também possam ir até seu local de descanso final comum cortejo neste mesmo estilo. Será a última pedalada até a cerimonia de cremação ou sepultamento.

A Ideia

Sille Kongstad, é diretora administrativa de uma funerária em Copenhague, desenvolveu o “Rustvogncyklen” junto com um revendedor de bicicletas. Desde a sua conclusão na última primavera, a construção, que custou cerca de 8.000 euros, já foi utilizada em vários funerais.

Sille Kongstad se inspirou em um relato histórico quando surgiu a ideia de uma alternativa ecologicamente correta ao carro funerário convencional. Ela se deparou com a foto de um carro funerário enquanto pesquisava na Internet. Um desenho surgiu logo o seguinte – até que finalmente teve um primeiro rascunho de sua bicicleta da morte no papel.

O uso

Além de amigos e familiares poderem participar do cortejo com suas próprias bicicletas. Esta disponível outras bicicletas para o acompanhamento do cortejo para quem não pode levar sua bike. A partir daí  é feito como um passeio onde os ciclistas acompanham o funeral em um mesmo estilo até a chegada no local principal, seja o cemitério ou o crematório.

“Foi um trabalho maravilhoso e emocionante, com muitas considerações e discussões”, relata ela em retrospectiva.

O nome Funerbike é um nome brasileiro dado ao projeto para melhor entendimento.

O nome original do projeto é : Rustvogncyklen que numa tradução para o português significa “A bicicleta do vagão“

Pela tradução do Google: A bicicleta do vagão da ferrugem

Fonte: https://www.bededamerne.dk/rustvogncyklen

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Conheça fatos Impressionantes Sobre o Fim da Vida Humana

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Um pouco do ciclo da vida dentro da Biologia 

Entendendo como a ciência e a história encaram o mistério do fim da existência.

A morte é uma das poucas certezas universais da condição humana, mas continua cercada de mistérios, curiosidades biológicas e aspectos culturais fascinantes. Embora o tema ainda seja encarado como tabu por muitas pessoas, a ciência, a história e a estatística revelam dados impressionantes sobre o que acontece com a sociedade e com o próprio corpo humano quando a vida chega ao fim.
Confira a seguir um levantamento detalhado com fatos marcantes sobre a história do fim da vida.

📊 1. Os Números Globais Sobre o Luto

  • A maioria ainda está por vir: Estima-se que 108 bilhões de pessoas já viveram desde o surgimento dos humanos anatomicamente modernos. Como atualmente cerca de 8 bilhões estão vivos, isso significa que 93,5% da humanidade já morreu.
  • Ritmo acelerado: A cada segundo, quase duas pessoas morrem no mundo — o que equivale a 105 mortes por minuto, 6.316 por hora, 151.600 por dia e cerca de 55,3 milhões por ano (taxa global de 8 mortes para cada mil habitantes).
  • Balanço populacional: Em qualquer segundo, o número de nascimentos no planeta é mais do que o dobro do número de mortes.
  • País populoso, números altos: Dos mais de 55 milhões de óbitos anuais no mundo, cerca de 9,5 milhões ocorrem na China.
  • Principais causas de morte:
    • Globalmente: A principal causa de morte no mundo são as doenças cardíacas.
    • Jovens no mundo desenvolvido: Os acidentes de carro lideram as estatísticas.
    • Mulheres jovens no mundo: O parto ainda representa a principal causa de mortalidade.

🔬 2. O Que Acontece no Corpo Após a Morte?

  • Autólise (o corpo se digere): Logo após o óbito, o pâncreas e outros órgãos cheios de enzimas digestivas começam a digerir a si mesmos antes de avançar para o restante do corpo.
  • Bactérias em ação: As bactérias da flora intestinal permanecem vivas e passam a se alimentar dos tecidos do próprio intestino, espalhando-se depois pelo organismo.
  • Resistência celular: As células cerebrais morrem poucos minutos após a parada cardíaca. Já as células da pele conseguem sobreviver por até 24 horas.
  • Mudança na cor da pele: O livor mortis (descoloração púrpura ou avermelhada causada pelo acúmulo do sangue parado) pode surgir em menos de 20 minutos e torna-se fixo após 10 a 12 horas.
  • Enrijecimento muscular: O rigor mortis começa entre 3 e 4 horas após a morte devido a alterações químicas nos músculos. O processo é temporário e desaparece completamente em até 36 horas.
  • Efeito “Cera de Cadáver”: Em alguns casos, forma-se na pele uma substância cerosa chamada adipocera, que pode preservar os restos mortais durante anos.
  • Inchaço pós-morte: Após cerca de quatro dias, o corpo incha devido ao acúmulo de gases e líquidos gerados pelos processos biológicos internos.
  • Fenômenos específicos:
    • Homens falecidos podem apresentar ereções involuntárias, fenômeno observado com frequência em casos de enforcamento.
    • O mito das unhas: As unhas não continuam a crescer após a morte. A pele ao redor perde água e se contrai, criando a ilusão de crescimento.

📜 3. História e a Cultura Sobre o Luto

  • 200 mil anos de rituais: Os seres humanos enterram seus mortos há pelo menos dois milênios de séculos. Entre os locais de sepultamento mais antigos já registrados estão Atapuerca, na Espanha, e a Caverna de Pontnewydd, no País de Gales.
  • Etimologia: A palavra morte em inglês (death) vem do inglês antigo deað (com o símbolo eth), ligada ao alemão tod e ao dinamarquês døde. Já os termos “mortal” e “mortalidade” vêm do latim mors.
  • O ritual dos Parsi: A comunidade zoroastriana parse, na Índia, mantém a tradição de oferecer os corpos aos urubus em vez de enterrá-los — embora o hábito enfrente desafios recentes devido ao declínio da população dessas aves.
  • Crença no além: Pesquisas indicam que cerca de metade da população britânica acredita em algum tipo de vida após a morte.

🧠 4. Fenômenos da Mente Humana

  • Morte Cerebral: A perda irreversível de todas as funções do cérebro (incluindo o tronco cerebral) é diagnosticada clinicamente através da constatação de coma, ausência de reflexos básicos e apneia (parada respiratória).
  • A Síndrome de Cotard: É um transtorno psiquiátrico raro no qual a pessoa viva acredita piamente que já está morta, em decomposição ou que perdeu todos os órgãos internos.
  • Experiências de Quase Morte (EQM): Estudos sugerem que relatos de luzes ou visões em momentos críticos são reações neuroquímicas provocadas pela falta súbita de oxigênio e dopamina no cérebro.
  • Renovação constante: Diariamente, cerca de 50 bilhões de células morrem dentro do seu corpo como parte do processo biológico natural de renovação.

🧬 5. Biologia, Evolução e “Imortalidade”

  • Por que envelhecemos? Do ponto de vista evolutivo, o envelhecimento ainda é uma questão em aberto. Uma das principais hipóteses é que, na natureza, a maioria das criaturas morria por predação ou doenças antes de envelhecer. Por isso, a seleção natural nunca precisou eliminar mutações genéticas nocivas que se manifestam apenas na velhice.
  • Animais imortais? Nem todas as espécies do planeta morrem de velhice. Organismos como certas espécies de águas-vivas (Turritopsis dohrnii) e alguns tipos de vermes possuem capacidade de regeneração celular contínua, tornando-os biologicamente “imortais” em condições ideais.
Você já conhecia algum desses fatos ou curiosidades?

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Animais de estimação já podem ser sepultado no jazigo da família em SP

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A lei abre a oportunidade para todos os municípios regulamentarem os sepultamentos dos Pets em sua cidade

Nesta terça-feira 10/02, o governador do estado de São Paulo Tarcísio de Freitas sancionou a lei que permite o sepultamento de animais de estimação, como cães e gatos, em jazigos familiares em todo o estado de São Paulo. A nova legislação admite a relação emocional entre tutores e pets.

Em dezembro de 2025, a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) aprovou o Projeto de Lei 56/2015, também denominado “Lei Bob Coveiro”. De acordo com o texto, o projeto foi baseado na história de um cachorro que viveu por uma década em um cemitério em Taboão da Serra e, ao falecer, teve permissão para ser sepultado ao lado de sua tutora.

De acordo com a Alesp, o Projeto de Lei 56/2025 prevê que as regras e as disposições para o sepultamento sejam regulamentadas pelo serviço funerário de cada município.

Segundo a nova lei, os serviços funerários de cada município serão responsáveis por definir as normas para o sepultamento de animais. As despesas ficarão a cargo da família proprietária do jazigo ou da sepultura.

A legislação permite que cemitérios particulares estabeleçam suas próprias regras para o sepultamento de cães e gatos, desde que cumpram as normas legais em vigor.

Veja a lei na integra CLIQUE AQUI

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Coreia do Sul investe pesado no profissionalismo do agente funerário

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Os alunos do curso de agente funerários preparando corpos 

Para acompanhar a alta demanda asiática, novos agentes funerários estão sendo preparados para atender as pessoas que estão envelhecendo e morrem cada vez mais sozinhas. Muitas pessoas já escolheram essa profissão devido à rápida mudança demográfica que afeta a quarta maior economia da Ásia. Quase metade da população da Coreia do Sul esta na casa dos 50 anos ou mais, para uma taxa de natalidade é uma das mais baixas do Mundo.

A quantidade alta de pessoas com idade avançada que vivem e morrem sozinhas na Coreia do Sul, tem levado a uma crescente demanda de serviços nessa área, onde os lares com apenas uma pessoa representam cerca de 42%.

No Instituto de Ciência e Tecnologia, os alunos tratam delicadamente um manequim em tecidos tradicionais, alisando as dobras como se uma pessoa estivesse realmente morta, todos os cuidados antes de o colocar na urna são tomados pelos alunos que se dedicam a aperfeiçoar a pratica.

 “Com o envelhecimento da nossa sociedade, me preparei para o aumento da procura por este tipo de trabalho”, explicou Jang Jin-yeong, uma estudante de administração funerária de 27 anos.

E os relatos são muitos

Im Sae-jin, de 23 anos, escolheu a profissão após a morte da sua avó. “No funeral dela, vi o quão maravilhosamente preparada estava para a sua última despedida”, relatou. “Senti-me profundamente grato”.

Com o número de pessoas que morrem sozinhas na coreia do sul fez surgir uma nova profissão. A de funcionário de limpeza pós morte que limpa casas após a morte dos seus moradores. Cho Eun-seok, um ex músico clássico de 47 anos, já limpou inúmeras casas cujos moradores faleceram.

Os dados sobre as mortes solitárias incluem também os suicídios, sendo a Coreia do Sul o país desenvolvido com a maior taxa. E não acontece apenas nas residências: Cho começou a receber chamadas para limpar carros em que as pessoas tiraram a própria vida dentro deles.

Diante dessa situação, ele decidiu desenvolver um dispositivo para detectar sinais de mortes sem assistência que, na sua opinião, podem prejudicar o meio ambiente, causar infestações de pragas e forçar o descarte de todos os pertences de uma casa. No verão, o cheiro de decomposição espalha-se rapidamente. “Em três dias, o cheiro forte toma conta de todo o espaço e quase nada pode ser salvo”, afirmou.

Essa missão, no entanto, não se limita à limpeza. Kim Seok-jung, outro trabalhador, certa vez, limpou a casa de uma compositora e encontrou várias canções que não havia compartilhado com a família e as transformou em música.

Cho lembra-se de uma estudante do ensino médio que morava num “goshiwon”, um pequeno apartamento de menos de cinco metros quadrados, para fugir da violência doméstica. Limpava a casa uma vez por mês, já que a adolescente tinha crises de depressão e não conseguia fazer sozinha. Haviam muitos pertences e comida podre sobre a cama e o ar estava cheio de moscas, mas a jovem cuidava com carinho de uma pequena caixa e pediu a Cho que nunca a descartasse. Um ano depois ela cometeu suicídio e Cho encontrou um hamster dentro da caixa. “Assim que o vi, só pensei numa coisa: vou salvá-lo”, contou.

“É preciso estar atendo aos sinais de novos serviços e atualizações que podem ser agregados e gerar nova fonte de renda”

Luiz Albuquerque

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