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40 corpos desapareceram do cemitério Gurabo Porto Rico

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Com o objetivo de realocar os corpos, descobriram que muitos dos túmulos estavam vazios. 

40 corpos desapareceram do cemitério mais antigo da cidade de Gurabo Puerto Rico 600X420

O mistério tomou conta da população local.

40 corpos desapareceram do cemitério Gurabo Porto Rico cemitério mais antigo da cidade em  Gurabo em San Juan, Puerto Rico.  O valor de caixões de aço no mercado negro foi considerado na investigação, mais mudou se o rumo da investigação quando se descobriu que nem os ossos tinham sido deixados para trás.

A discussão sobre rituais de magia negra se espalhou rapidamente, fazendo com que uma líder da chamada Santeria, Arlene Gonzalez, do Templo Yoruba, defendesse a sua fé. Ela afirmou que cadáveres de animais, e não de humanos, eram usados em seus rituais e passou a explicar que os praticantes do culto chamado Palo poderiam ser os responsáveis pelos roubos no cemitério.

Embora seja semelhante à Santeria em suas raízes afro-caribenhas, o Palo Mayombe é muito mais obscuro e pesado. Cada ritual que seus praticantes realizam, independentemente de sua finalidade, requer o uso de ossos humanos, o que significa que cada pessoa que pratica essa fé em Gurabo provavelmente estaria roubando os cadáveres.

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No passado a prática de roubar corpos para estudos era constante

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Houve um tempo em que roubar cadáveres era muito comum para pesquisa médica e científica.

Roubo de cadaver 620x410

Hoje a medicina esta em um nível mais avançado e a falta de corpos para estudo são supridas por doações e meios eletrônicos.

Mas no por volta do seculo 13 a prática de roubar corpos para estudos era constante e estudantes de medicina serem flagrados roubando cadáveres para estudo de anatomia humana. Não demorou muito para essa ideia se expandir para o ato de roubar e vender órgãos ou partes do corpo como materiais de estudo.

Eileen Currier foi uma das muitas vítimas do negócio de roubo de corpos. Eileen tinha 72 anos quando morreu de câncer de pulmão. Seus filhos tinham cremado seu corpo e suas cinzas foram espalhadas em San Diego, mas eles descobriram mais tarde que as cinzas não eram de sua mãe. O corpo real de Eileen tinha sido vendido para a investigação médica, sem o consentimento da família.

O mercado negro de venda de cadáveres, órgãos e membros do corpo para possíveis estudos, é algo que já acontece com menor frequência ou quase sem registros nos ultimas décadas. Já  que para uso em magia negra (por exemplo) sempre acontecem e é totalmente ilegal e criminoso.

Hoje no brasil existe o apelo maior á população para a doação de corpos para estudos de anatomia humana veja esta matéria.

https://todasfunerarias.com.br/eu-posso-doar-meu-corpo-para-estudos-de-anatomia-humana/

mazinha

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    Destaque

    Maniaco que roubava cadáver e transformava em bonecas teve pena ampliada

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    Anatoly Moskvin vai ficar mais tempo preso por roubos de cadáveres para fazer bonecas

    O caso foi descoberto em 2 de novembro de 2011 quando Anatoly foi preso e condenado. Ele confessou as violações dos túmulos de meninas, com idades entre 3 e 12 anos. Em 23 de outubro 2020 sua pena foi revisada e Anatoly Moskvin, de 53 anos, foi condenado a passar mais seis meses em hospital psiquiátrico. Ele se recusou a pedir perdão aos pais das mortas.

    O estranho maníaco tinha colocado as roupas nas crianças mortas e fez todos os reparos necessários a fim de criar suas “bonecas”, que ficavam em seu apartamento junto com vários brinquedos. Ele admitiu abertamente que desenterrou os corpos, levou para sua casa, arrumou, submeteu a um processo de mumificação e os manteve em sua casa como “pesquisa” para o seu atual livro.

    A maioria da coleção de corpos de Moskvin era de cemitérios em locais, embora ele tenha visitado um total de 750 cemitérios em todo o país.

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    Olga Chardymova, falecida aos 10 anos, foi uma das meninas retiradas do túmulo e levadas para a casa de Anatoly. O russo tratava as meninas como bonecas: mumificava os cadáveres, vestia-os com roupas novas, calcava botas e meias e maquiava. Ele até comemorava o aniversário das múmias infantis.

    Natalia Chardymova, de 46 anos, mãe de Olga, contou que não tinha a menor ideia de que o corpo da filha não estava mais no túmulo quando o visitava no cemitério.

    A russa enterrou a filha novamente, sem identificação no túmulo, para evitar que o corpo possa ser novamente roubado caso Anatoly seja solto.

    mazinha

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      O que é Necrofilia?

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      Um Necrófilo é o mesmo que “Estuprador de Cadáveres”

      caso de necrofilia no brasil

      A necrofilia trata-se de uma grave e rara parafilia — desvio do comportamento sexual —, que não é só moralmente condenável, mas que também encontra sanção na lei: um necrófilo pode ser condenado de um mês a três anos de prisão.

      Ato conhecido desde muito tempo na história humana. Estes atos normalmente acontece, em cemitérios, onde túmulos são violados para que os suspeitos pratiquem o CRIME de estuprar o cadáver.

      Alguns relatos dão a entender que são rituais macabros praticados por seitas ou religiões pagãs, conforme afirmado através de vários relatos no YouTube como o do ex Global Aldo Nascimento

      O psiquiatra forense Guido Palomba explica que a necrofilia era mais presente na humanidade na antiguidade, mas que ainda hoje em dia é registrada nos autos policiais.

      É uma das formas mais monstruosas de degeneração do instituto sexual. Para alguém chegar a este extremo de ter sexo com um morto é preciso passar por tantos obstáculos que só uma gravíssima doença mental pode explicar.

      Recentemente um grupo foi criado no Facebook com o nome FESTA NO IML

      A finalidade do grupo no Facebook seria difundir as praticas de necrofilia praticados com vitimas de pessoas com um corpo bonito e outros atributos que somente uma mente doentia pode ter. O ato de necrofilia esta enquadrado na Lei nº 2.848 de 07 de Dezembro de 1940. Que é considerado crime contra o respeito aos mortos, previsto no artigo 212 do Código Penal Brasileiro. … O ato de vilipendiar cadáveres ou suas cinzas, pode ser punido entre um a três anos de reclusão e pagamento de multa.

      A policia já esta no caso e investiga essas praticas. Acredita se que esse grupo deva desaparecer de uma rede social e migrar para outras, com o intuito de despistar ou retardar o trabalho de investigação. Porem a internet deixa rastros que os especialistas podem facilmente localizar os infratores.

      Em 2015 a Polícia Civil do Paraná registrou quatro casos de necrofilia
      No Brasil um dos quatro casos de necrofilia registrado, aconteceu no cemitério de Paranavaí, em maio de 2015, onde o corpo de uma professora foi encontrado fora do caixão com sinais de abuso sexual. A professora, que morreu de câncer, havia sido sepultada menos de 24 horas antes do crime.

      Em todo o mundo, há várias leis que proíbem esta prática, mas sem que exista uma lei específica para punir sexo com cadáveres.

      Embora raros casos, de tempos em tempos surgem novos casos, como o que aconteceu no Paraná em 2010. Uma mulher de 54 anos, enterrada três dias antes no Cemitério Municipal de Santo Antônio do Sudoeste, na fronteira do Brasil com a Argentina. Ate agora ninguém sabe quem foram os autores.

      Mas no contexto mundial, vários casos foram registrados. Vamos citar os mais conhecidos e absurdos.

      O Vampiro de Muy

      O Vampiro de Muy

      Ardisson cometeu uma centena de atos de necrofilia. O primeiro caso de necrofilia de que se sabe aconteceu em 1801, quando a polícia francesa da comunidade de Var, prendeu Victor Ardisson, mais tarde conhecido como “O Vampiro de Muy”. O jovem de 29 anos violada vários corpos, a maioria mulheres, enquanto trabalhava como coveiro e empresário de funerais

      Ardisson mutilou e decapitou os corpos de seus ‘vítimas’, tendo inclusive mumificado e preservado a cabeça de um jovem de 13 anos, a quem ele chamou de ‘sua namorada’. Após sua prisão, ele foi internado em um hospital psiquiátrico onde permaneceu pelo resto de sua vida.

      O médico americano Carl Von Cosel

      Médico americano Carl Von Cosel

      Uma das histórias mais “comovedoras” relacionadas com o transtorno da necrofilia, é a do médico americano Carl Von Cosel, que em 1931 desenvolveu uma obsessão por Maria Elena de Hoyos, 22 anos, uma de suas pacientes da Flórida, que ele tratava por causa da tuberculose. Profundamente “apaixonado” pela garota, após sua morte, ele pediu permissão da família para construir-lhe um mausoléu em que ele visitava a noite e preservava seu corpo em formol. Em 1933, ele moveu o corpo para sua casa, levou a para sua cama e encheu um guarda-roupas para vesti-la.

      A irmã de Elena descobriu o roubo do corpo sete anos mais tarde e foi para a casa de Von Cosel encontrou o corpo deitado na cama com uma máscara de cerâmica cobrindo o rosto: Os ossos foram unidos com cordas de piano, sua pele foi tratada com cera, seus olhos eram de vidro e ela fora toda perfumados para mascarar o cheiro de putrefação.

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