Lápides e túmulos agora são loja de artigos do jogo de celular.
Parece que o jogo extrapola mesmo limites para diversão. O Cemitério da Zona Sul de São Paulo já abriga 11 ‘pokestops’ e tem ‘invasão’ de jogadores a qualquer hora do dia.
A brincadeira esta deixando muitas pessoas irritadas com a invasão no locais chamados campos santos. Desde de quarta-feira (3), quando o Pokémon GO foi oficialmente lançado no Brasil, este contraste onde de um lado pessoas tristes pela perda de um familiar, de outro pessoas em busca desses monstrinhos passou a ser comum no Cemitério Municipal do Campo Grande, na Zona Sul de São Paulo. Já tem pessoas pensando em medidas para restringir a entrada dos jogadores nos cemitérios.
Em nota, a Prefeitura de São Paulo afirmou que apoia iniciativas que levem, os cidadãos paulistanos a frequentarem os cemitérios da capital e, consequentemente, a conhecerem grande parte da história e da memória não só da cidade, mas também do país.
De acordo com a administração municipal, os cemitérios da cidade formam, juntos, a segunda maior área verde de São Paulo e, “uma vez que são verdadeiros parques de memória e museus a céu aberto, é natural que as pessoas ocupem estes espaços”.
Um coveiro, que preferiu não se identificar, disse, no entanto, que considera a utilização do espaço como parte do jogo como uma “total falta de respeito”. Para o funcionário, o Cemitério do Campo Grande estava com uma movimentação fora do normal nesta quinta-feira.
Os familiares e visitantes normais do cemitério que se sentirem incomodados com a atitude dos jogadores deverão se dirigir a administração do cemitério para registrar sua indignação. É com base nestes relatos a prefeitura ira se posicionar com respeito ao uso dos cemitérios para a pratica do jogo.
Já em Divinópolis, na Região Central de Minas Gerais. Jovens aproveitaram que o cemitério estava aberto para um sepultamento e entraram para caçar as criaturas virtuais e ficam presos em cemitério.