Incomum

No passado a prática de roubar corpos para estudos era constante

Publicação

no

Houve um tempo em que roubar cadáveres era muito comum para pesquisa médica e científica.

Hoje a medicina esta em um nível mais avançado e a falta de corpos para estudo são supridas por doações e meios eletrônicos.

Mas no por volta do seculo 13 a prática de roubar corpos para estudos era constante e estudantes de medicina serem flagrados roubando cadáveres para estudo de anatomia humana. Não demorou muito para essa ideia se expandir para o ato de roubar e vender órgãos ou partes do corpo como materiais de estudo.

Eileen Currier foi uma das muitas vítimas do negócio de roubo de corpos. Eileen tinha 72 anos quando morreu de câncer de pulmão. Seus filhos tinham cremado seu corpo e suas cinzas foram espalhadas em San Diego, mas eles descobriram mais tarde que as cinzas não eram de sua mãe. O corpo real de Eileen tinha sido vendido para a investigação médica, sem o consentimento da família.

O mercado negro de venda de cadáveres, órgãos e membros do corpo para possíveis estudos, é algo que já acontece com menor frequência ou quase sem registros nos ultimas décadas. Já  que para uso em magia negra (por exemplo) sempre acontecem e é totalmente ilegal e criminoso.

Hoje no brasil existe o apelo maior á população para a doação de corpos para estudos de anatomia humana veja esta matéria.

https://todasfunerarias.com.br/eu-posso-doar-meu-corpo-para-estudos-de-anatomia-humana/

Gostou de ficar sabendo?

Receba outras no seu Email e WhatsApp

    Seu nome (obrigatório)

    Seu e-mail (obrigatório)

    Número WhatsApp com DDD

    Autorizo o Portal Todas Funerárias a utilizar os dados fornecidos para encaminhar conteúdos informativos e publicitários (Pare receber salve o nosso número WhatsApp em sua agenda 11 99567 7070)

    + Mais lidas

    Sair da versão mobile