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Limitados os enterros de indigentes em cemitérios de Maceió AL

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Apenas dez sepultamentos por mês poderão ser feitos até a solução do caso. Os corpos devem ser registrados e liberados pelo Instituto Médico Legal.

Tudo aconteceu após uma fiscalização que aconteceu no dia 19/01 . Onde os corpos de pessoas não identificadas estavam sendo enterrados em covas rasas. De tão rasas, as covas eram abertas facilmente por urubus sendo os corpos alimento de aves de rapina.

Após a suspensão, por tempo indeterminado, de sepultamentos no espaço destinado a indigentes no Cemitério Público Divina Pastora, no bairro do Rio Novo, em Maceió, passou a ser limitado a 10 corpos mês.

Durante a inspeção, o promotor Flávio Gomes encontrou covas rasas e até restos mortais como roupas que foram queimadas em uma fogueira.

A Superintendência Municipal de Controle do Convívio Urbano (SMCCU) limitou a quantidade de enterros de indigentes em todos os cemitério da capital. A partir de agora, serão liberados apenas dez corpos de indigentes por mês.

Todos os corpos devem ser registrados no Instituto Médico Legal (IML) e só depois encaminhados aos cemitérios. A limitação de vagas para indigentes é para tentar reduzir a superlotação nos cemitérios de Maceió.

“Antes, os corpos iam para o cemitério Divina Pastora, mas agora serão distribuídos para outros cemitérios”, diz o diretor do IML, Fernando Marcelo.

Ainda segundo o diretor, a construção de ossários públicos devem ajudar a controlar a superlotação, mas que isso é uma solução provisória. “Acredito que novas alternativas devem ser criadas para resolver esse problema”, afirma..

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