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Jazigos especiais para os mortos com até 500 quilos

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Jazigos especiais para os mortos com até 500 quilos pode custar R$ 74,9 mil cada. 

Com o crescimento da obesidade no Brasil, surgem necessidades diferenciadas para atender certas demandas. Os fabricantes de urnas já a um certo tempo, produzem urnas com tamanhos especiais. Porem os cemitérios não estavam preparados para atender essa demanda

O cemitério da Penitência, no Caju, no estado do Rio de Janeiro, visualizou esta necessidade e desde 2015 esta trabalhando com jazigos de tamanhos especiais para atender este tipo de cliente.

Situadas em área nobre, perto da entrada, as sepulturas para obesos ocupam o espaço de dois jazigos tradicionais. O cemitério está capacitado para realizar até dois enterros simultâneos de obesos. No ossário, cabem 12 urnas. Revestida em granito, cada sepultura custa R$ 74,9 mil, que podem ser parcelados em até 18 vezes – um jazigo tradicional na mesma área do cemitério custa R$ 54,9 mil. As primeiras seis unidades foram colocadas à venda há um mês. Os túmulos para obesos têm 2,60 metros de comprimento e 1,50 metro de largura na parte externa. Na parte interna, a medida é de 2,40 metros de comprimento, 1,30 metro de largura e 0,60 m de altura.  As unidades são perpétuas e localizadas em quadra especial.

“Além disso, temos conhecimento que há famílias no Rio buscam sepulturas com medidas especiais. Como não temos conhecimento de outro empreendimento que ofereça esses túmulos, o Cemitério da Penitência se solidarizou com a questão e agora está atendendo a essa demanda,” afirmou Brenner.

Os brasileiros estão acima do peso segue em crescimento no país – mais da metade de população está nesta categoria (52,5%) e destes, 17,9% são obesos, fatia que se manteve estável nos últimos anos.

Em 2013, o levantamento apontou que 50,8% dos brasileiros estavam acima do peso e que, destes, 17,5% eram obesos. Já em 2006, o total de pessoas acima do peso era de 42,6% e de obesos era de 11,8%.

Os números são da pesquisa Vigitel 2014 (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), que coletou informações nas 26 capitais brasileiras e no Distrito Federal. Foram realizadas 41 mil entrevistas para o levantamento.

Os dados são divulgados anualmente pelo ministério desde 2006 e revela um diagnóstico da saúde do brasileiro a partir de questionamentos sobre os hábitos da população, como tabagismo, consumo abusivo de bebidas alcoólicas, alimentação e atividade física.

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