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A falta de Jornal velho esta afetando o serviço funerário

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Com a popularização da internet o jornal impresso teve uma redução muito expressiva

De 2015 a 2017, a redução na circulação média diária dos jornais impressos no Brasil registrou uma queda 520 mil exemplares. A queda no ano passado foi de 146.901 exemplares na circulação média diária para 11 dos principais veículos nacionais, segundo o Instituto Verificador de Circulação (IVC).

Em plena era digital, ha quem sinta muita falta dele no seu dia-a-dia. Para ler? Talvez? Usado além de agasalhar o gato e colher suas fezes, o papel velho é amplamente utilizado em funerárias de todo Brasil,

Assim como os produtores de abacaxi de Santa Isabel do Ivaí (PR) que também fazem uso em suas plantações. Os donos de funerárias usam muito esse tipo de papel para servir de ajustes ao posicionar a pessoa falecida dentro da urna.

E com a escances do material vários empresários estão em busca de outros materiais que possam servir de base para alinhar o corpo dentro da urna e deixar o trabalho esteticamente apresentável.
O grande problema é que não é fácil de substituir o uso do jornal no caso da funerárias. E em breve o desafio ficará ainda maior.

Algumas opções de substituição são:

Pó de serragem (porem tem cheiro forte se for de Pinús)

Papelão é uma boa opção

Isopor moído ou em pedaços (embora seja anti ecológico)

Tabuleiro de papelão ajuda no nivelamento (pode ser uma saída estratégica)

Palha de trigo ou cevada também podem ser utilizados

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