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Velório de Pessoa Viva

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Para fazer um velório nem sempre é necessário um morto. É o que nos ensina Zeng Jia, de 22 anos. 

chinesa viva no seu velorio

Zeng Jia, uma estudante chinesa de 22 anos, estava morrendo de vontade de saber como seria estar viva em seu próprio velório.

Você pode até achar que ela é meio maluca, mas, por outro lado, também é capaz de perceber que ela tem sua razão em fazer o que fez.

Recentemente, o avô dela morreu e, durante o velório, ela sacou que havia um monte de gente falando coisas incríveis sobre o falecido – coisas que nem ela fazia ideia – e passou por sua cabeça que a pessoa que mais gostaria de ouvir aquelas coisas já estava morta.

Nessa hora, houve um estalo na cabeça da chinesa e ela resolveu que queria passar pela mesma experiência – só que sem ter que morrer.

Zeng gastou todas as suas economias em um caixão e decorou com fileiras e mais fileiras de flores. Ela também contratou um maquiador profissional que fosse capaz de dar a ela uma aparência cadavérica.

chinesa levanta no velorio– Veio à minha cabeça que as pessoas passam todo aquele tempo e todo o esforço para reavivar a memória de alguém que já se foi e não poderá apreciar nada. Eu queria ver o que as pessoas iam pensar de mim e, então, decidi organizar meu próprio funeral de modo que eu pudesse apreciar tudo.

Zeng, que é de Wuhan, na província de Hubei, convidou a família e todos os seus amigos para participar da cerimônia, que foi realizada com permissão de seus pais.

Durante uma hora, seus amigos e parentes discursaram sobre como Zeng era legal, enquanto ela permanecia deitada em seu caixão, com seu brinquedo favorito. Seus amigos depositaram origamis de tsurus – dobraduras japonesas em forma de pássaro – em seu caixão.

Depois de todos os discursos, Zeng se levantou do caixão e se juntou aos presentes.

“Eu me senti tão bem quando saí do caixão”, disse a jovem ao “China Daily”.

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Maniaco que roubava cadáver e transformava em bonecas teve pena ampliada

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Anatoly Moskvin vai ficar mais tempo preso por roubos de cadáveres para fazer bonecas

O caso foi descoberto em 2 de novembro de 2011 quando Anatoly foi preso e condenado. Ele confessou as violações dos túmulos de meninas, com idades entre 3 e 12 anos. Em 23 de outubro 2020 sua pena foi revisada e Anatoly Moskvin, de 53 anos, foi condenado a passar mais seis meses em hospital psiquiátrico. Ele se recusou a pedir perdão aos pais das mortas.

O estranho maníaco tinha colocado as roupas nas crianças mortas e fez todos os reparos necessários a fim de criar suas “bonecas”, que ficavam em seu apartamento junto com vários brinquedos. Ele admitiu abertamente que desenterrou os corpos, levou para sua casa, arrumou, submeteu a um processo de mumificação e os manteve em sua casa como “pesquisa” para o seu atual livro.

A maioria da coleção de corpos de Moskvin era de cemitérios em locais, embora ele tenha visitado um total de 750 cemitérios em todo o país.

boneca cadaver3

Olga Chardymova, falecida aos 10 anos, foi uma das meninas retiradas do túmulo e levadas para a casa de Anatoly. O russo tratava as meninas como bonecas: mumificava os cadáveres, vestia-os com roupas novas, calcava botas e meias e maquiava. Ele até comemorava o aniversário das múmias infantis.

Natalia Chardymova, de 46 anos, mãe de Olga, contou que não tinha a menor ideia de que o corpo da filha não estava mais no túmulo quando o visitava no cemitério.

A russa enterrou a filha novamente, sem identificação no túmulo, para evitar que o corpo possa ser novamente roubado caso Anatoly seja solto.

mazinha

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    Serviço funerário de São Paulo esta em licitação

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    Prefeitura de São Paulo divulgou o edital para licitação do Serviço Funerário Municipal

    A licitação do serviço funerário da maior metrópole do Brasil foi divulgado no ultimo dia 04/02/2020. Uma grande expectativa esta entorno dos tramites que nortearão esse que é a maior concessão dos serviços funerários. Estão incluso no pacote: a gestão, operação, manutenção, exploração, revitalização e expansão dos 22 (vinte e dois) cemitérios e crematórios públicos, e da prestação de serviços funerários no Município de São Paulo.

    Concessão será por 35 anos e propostas serão apresentadas em 20 de março.

    O vencedor da licitação será quem apresentar o maior valor de outorga fixa para cada um dos lotes e ela deverá ser paga à vista antes da assinatura do contrato. O edital prevê que a licitação seja feita em quatro lotes diferentes, com valor mínimo de R$ 673 milhões:

    • Lote 1 (Consolação, Quarta Parada, Santana, Tremembé, Vila Formosa I e II e Vila Mariana): R$ 128,7 milhões
    • Lote 2 (Araçá, Dom Bosco, Santo Amaro, São Paulo e Vila Nova Cachoeirinha): R$ 192,1 milhões
    • Lote 3 (Campo Grande, Lageado, Lapa, Parelheiros e Saudade): R$ 168,7 milhões
    • Lote 4 (Freguesia do Ó, Itaquera, Penha, São Luiz, São Pedro e Vila Alpina): 183,5 milhões

    Um participante poderá disputar mais de um lote, mas para vencer a concessão em mais de um lote, o interessado deverá ser o único a apresentar proposta financeira no respectivo lote. O vencedor pagará anualmente uma outorga variável a partir da data de ordem de início da concessão.

    Responsabilidades do vencedor

    Quem assumir a gestão dos cemitérios será responsável por reformas, melhorias e deverá implantar, operar e manter ao menos um novo crematório por lote localizados nos cemitérios:

    • Vila Formosa, no lote 1;
    • Dom Bosco, no lote 2;
    • Campo Grande, no lote 3.
    • O lote 4 tem o Crematório Municipal Vila Alpina, que será mantido pelo concessionário.
    • Deverão ser implantadas também, no mínimo, quatro agências funerárias próprias por lote.

    O concessionário também será responsável por investimentos na administração, por revitalizar as áreas dos cemitérios e crematórios existentes, substituir as quadras gerais em terra por gavetas; modernizar e reformar as instalações e construir edifícios de apoio.

    O edital também prevê as melhorias, os serviços e as adequações que deverão ser efetivadas pelo vencedor de cada lote nos primeiros 48 meses da concessão, contados a partir da ordem de início.

    Nos crematórios:

    • Fazer a reforma, manutenção, adequação e modernização das edificações, atendendo às normas de acessibilidade e do Código de Obras da Prefeitura.
    • Reformar, ampliar e construir capelas, sanitários, salas administrativas e refeitórios nas edificações de serviço ao usuário e de apoio operacional.

    Nos sanitários já existentes:

    • Reformar e ampliar as instalações, garantindo a acessibilidade.
    • Implantar sanitários femininos e masculinos acessíveis; mictórios; um fraldário unissex por cemitério e crematório, além de vestiários para funcionários.

    Na infraestrutura de sepultamento:

    • Iniciar a readequação das quadras gerais em terra, substituindo-as por gavetas unitárias, a partir da data de ordem de início.

    No calçamento de ruas e passagens:

    • Realizar melhorias na pavimentação das pistas de circulação de veículos e pedestres das áreas dos serviços cemiteriais e sinalizar todo o percurso.

    No mobiliário:

    • Reformar e/ou implantar mobiliário em todas as suas instalações, com comunicação visual padronizada e integrada;
    • Implantar telefones públicos acessíveis; espaço de no mínimo 1 m² nos cemitérios, crematórios e agências funerárias destinado à divulgação de conteúdos de interesse público e coletivo; conexão à internet sem fio gratuita, totem contendo conjunto de tomadas; banco com, no mínimo, 4 metros fora das salas de velório; um ponto de recarga elétrica de cadeira de rodas motorizada e bebedouros.

    Nas salas de velório:

    • Reformar e/ou implantar novas salas de velório em todas as áreas dos serviços cemiteriais, atendendo a todos os requisitos de acessibilidade;
    • Reforma e/ou construção de salas de repouso e sanitário, com bancos, bebedouros e lixeiras, incluindo as de coleta seletiva.

    [button color=”red” size=”small” link=”https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/governo/desestatizacao_projetos/cemiterios_publicos/index.php?p=292110″ icon=”” target=”true”]Clique Aqui e Veja o Edital[/button]

    mazinha

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      Funerária americana pedala para levar caixões em funerais

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      Funerária americana usa bicicleta para levar caixões em funerais

      Empresário americano criou um novo meio para transportar o corpo de clientes

      Além de ser uma novidade, a bike funerária também é uma alternativa para pessoas ecologicamente corretas.

      O empresario achou que o carro funerário era muito tradicional e passava uma sensação deprimente, foi tentando encontra algo que pudesse ser uma inovação ele criou uma nova forma para transportar os corpos de clientes: a bicicleta funerária.

      urna-de-vime-todas-funerariasAdepto do, quanto mais ecológico melhor, ele sempre oferece uma urna confeccionada em vime que tem o menor impacto possível ao meio ambiente.

      Seu uso é bastante simples, basta colocar um caixão na parte de trás da bicicleta e sai pedalando até o cemitério.

      “Quando o corpo do cliente chega, é delicado de se ver. Quando as pessoas observam, elas dão uma segunda olhada para conferir. Isso expande a percepção, tira aquela carga emocional do medo da morte”.  afirmou Wade Lind, dono da Sunset Hills Funeral Home.

      mazinha

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