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Internacional

Russia usa cremtório móvel nos soldados mortos em combates

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O equipamento estaria sendo utilizado pelas forças russas em território Ucraniano

O Exército da Rússia estaria utilizando um equipamento como “crematório móvel” em território ucraniano, após a invasão ao país na última quinta-feira, 24/02, em ataques em inúmeras regiões da Ucrânia.

A informação de que as forças russas foram vistas usando tal equipamento foi divulgada inicialmente pelo site britânico The Telegraph e foi confirmada posteriormente pela emissora estadunidense FOX News na última sexta-feira, 25/02.

Imagens arrepiantes que temos são de 2013, onde mostram um incinerador montado em veículo criado para destruir resíduos biológicos, que, segundo o secretário de Defesa Ben Wallace, já foi usado antes e pode ser uma maneira de a Rússia esconder o verdadeiro número de mortes em combate em sua guerra com Ucrânia e evitar críticas do público em casa.

Os “crematórios móveis” serviriam para minimizar o surgimento de novas mortes do lado da Rússia, segundo afirmou o secretário de Defesa britânico, Ben Wallace. As máquinas seriam responsáveis por carbonizar os corpos dos soldados mortos.

Fonte: The Telegraph

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Internacional

Serviço funerário em colapso após terremoto de 7,5 na Venezuela

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Com um o IML operando a céu aberto. A quantidade de corpos chega a assustar.

Mais de 150 corpos sem identificação já foram enterrados em uma longa fileira de valas individuais no cemitério La Esperanza, em La Guaira, estado mais afetado da Venezuela.

Ministério das Comunicações da Venezuela havia informado no sábado dia 5/07 um balanço de 2.954 mortos e 16.592 feridos. Com o novo balanço, o número de mortes cresce em 388 pessoas. Porém, ainda não há uma previsão de quanto será a quantidade total de pessoas encontradas até o final das buscas.

Os dois potentes tremores provocaram o desabamento de prédios em Caracas e devastaram o estado vizinho de La Guaira, onde moradores ainda tentam recuperar os corpos de seus entes queridos, soterrados sob os escombros.

O resultado de tudo isso e uma cena que choca ate os mais preparados. É um verdadeiro cenário de guerra.

 

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Curiosidade

O perfume com cheiro de cadáver

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Para você que pensou que já viu ou sentiu de tudo nessa vida

É muito bizarro mas uma instituição beneficente no Reino Unido criou um perfume cuja fragrância é inspirada no odor de cadáveres. Na realidade é que este perfume foi inspirado na flor Jarro-Titã, também chamada de Flor-Cadáver devido ao seu odor desagradável que se assemelha ao de um corpo em decomposição.

Alguns comentam que o cheiro horrível se assemelha a uma combinação de queijo estragado, rato morto e peixe em decomposição, para se ter uma ideia.

A “Flor-Cadáver” emite um aroma fétido composto por mais de 400 substâncias que também estão presentes em outros odores naturais e na perfumaria, como queijo estragado, carne podre e peixe. Embora o produto tenha sido exibido em uma instalação de arte de uma instituição de caridade britânica, ele nunca foi comercializado como um perfume para uso pessoal.

A fragrância fez parte de uma instalação artística e multissensorial chamada Thanatos, exibida no centro de arte Phoenix Leicester. O projeto foi criado pelo artista Eric Fong em colaboração com a pesquisadora forense Dra. Anna Williams e o perfumista Euan McCall. O intuito da exposição era educar o público sobre o processo de decomposição e os compostos químicos emitidos após a morte, além de explorar a ciência forense

Essa é a flor Jarro Titã

Esse grupo beneficente conhecido como The Eden Project foi o idealizador de vários feitos considerados de extremo impacto, principalmente quesito ambiental, considerou que seria então uma proposta interessante criar este perfume para aqueles que procuram um aroma mais audacioso e em uma direção totalmente inovadora. De fato, é inegável que poucos se aventurariam em fazer uso de um perfume com um aroma assim.

 

Assista ao vídeo do produto

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Perfume com cheiro de quem já morreu

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Foco

Coreia do Sul investe pesado no profissionalismo do agente funerário

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Os alunos do curso de agente funerários preparando corpos 

Para acompanhar a alta demanda asiática, novos agentes funerários estão sendo preparados para atender as pessoas que estão envelhecendo e morrem cada vez mais sozinhas. Muitas pessoas já escolheram essa profissão devido à rápida mudança demográfica que afeta a quarta maior economia da Ásia. Quase metade da população da Coreia do Sul esta na casa dos 50 anos ou mais, para uma taxa de natalidade é uma das mais baixas do Mundo.

A quantidade alta de pessoas com idade avançada que vivem e morrem sozinhas na Coreia do Sul, tem levado a uma crescente demanda de serviços nessa área, onde os lares com apenas uma pessoa representam cerca de 42%.

No Instituto de Ciência e Tecnologia, os alunos tratam delicadamente um manequim em tecidos tradicionais, alisando as dobras como se uma pessoa estivesse realmente morta, todos os cuidados antes de o colocar na urna são tomados pelos alunos que se dedicam a aperfeiçoar a pratica.

 “Com o envelhecimento da nossa sociedade, me preparei para o aumento da procura por este tipo de trabalho”, explicou Jang Jin-yeong, uma estudante de administração funerária de 27 anos.

E os relatos são muitos

Im Sae-jin, de 23 anos, escolheu a profissão após a morte da sua avó. “No funeral dela, vi o quão maravilhosamente preparada estava para a sua última despedida”, relatou. “Senti-me profundamente grato”.

Com o número de pessoas que morrem sozinhas na coreia do sul fez surgir uma nova profissão. A de funcionário de limpeza pós morte que limpa casas após a morte dos seus moradores. Cho Eun-seok, um ex músico clássico de 47 anos, já limpou inúmeras casas cujos moradores faleceram.

Os dados sobre as mortes solitárias incluem também os suicídios, sendo a Coreia do Sul o país desenvolvido com a maior taxa. E não acontece apenas nas residências: Cho começou a receber chamadas para limpar carros em que as pessoas tiraram a própria vida dentro deles.

Diante dessa situação, ele decidiu desenvolver um dispositivo para detectar sinais de mortes sem assistência que, na sua opinião, podem prejudicar o meio ambiente, causar infestações de pragas e forçar o descarte de todos os pertences de uma casa. No verão, o cheiro de decomposição espalha-se rapidamente. “Em três dias, o cheiro forte toma conta de todo o espaço e quase nada pode ser salvo”, afirmou.

Essa missão, no entanto, não se limita à limpeza. Kim Seok-jung, outro trabalhador, certa vez, limpou a casa de uma compositora e encontrou várias canções que não havia compartilhado com a família e as transformou em música.

Cho lembra-se de uma estudante do ensino médio que morava num “goshiwon”, um pequeno apartamento de menos de cinco metros quadrados, para fugir da violência doméstica. Limpava a casa uma vez por mês, já que a adolescente tinha crises de depressão e não conseguia fazer sozinha. Haviam muitos pertences e comida podre sobre a cama e o ar estava cheio de moscas, mas a jovem cuidava com carinho de uma pequena caixa e pediu a Cho que nunca a descartasse. Um ano depois ela cometeu suicídio e Cho encontrou um hamster dentro da caixa. “Assim que o vi, só pensei numa coisa: vou salvá-lo”, contou.

“É preciso estar atendo aos sinais de novos serviços e atualizações que podem ser agregados e gerar nova fonte de renda”

Luiz Albuquerque

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