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Mercado da Morte

Japoneses usam cemiterios com túmulos de alta tecnologia

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A tecnologia a serviço dos enlutados japoneses 

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O Japão é o país com a maior taxa de envelhecimento do mundo. Com uma população de 107 milhões de pessoas em 378 mil quilômetros quadrados, a falta de espaço começa a afetar algo muito comum: Segundo a Agencia Brasil Em 2019 a população de idosos naquele país era de 35,88 milhões de pessoas. Isso representa um aumento de 320 mil em relação ao ano passado. a população total é de 28,4%.

Mesmo com o titulo de maior longevidade, em um determinado tempo a partida é inevitável E para suportar a demanda por espaço para sepultamentos no Japão, os Japoneses usam cemitérios com túmulos de alta tecnologia para compensar a falta de espaço territorial.

Já era de se esperar que a tecnologia chegasse a até os que morrem no País mais  Hi-Tec do Mundo.

O japoneses estão usando túmulos de alta tecnologia para se virar com a falta de espaço para novos cemitérios, na capital do Japão.

Com uma predominância do Budismo no Japão. O templo budista Kouanju de quatro andares no centro de Tóquio tem capacidade abrigar até 7000 falecidos cremados, com é o costume dos japoneses. Todo o cemitério tem como ferramenta “a tecnologia” para facilitar a “vida” dos familiares que precisam dar um destino aos seus mortos.

Na hora que os parentes querem homenagear os mortos, basta usar um cartão e digitar uma senha. Um braço mecânico traz as urnas até eles. Leva aproximadamente um minuto para a urna o ir parar em frente a uma pequena fonte, um local privado e apropriado para as orações dos parentes e amigos.

momento-das-oraçõesNão é possível andar pelo cemitério tecnológico para encontrar o túmulo desejado. Mas usando um cartão magnético, o túmulo que procura vem até a você. É muito conveniente e pratico para quem vem pela primeira vez e para amigos.

A ideia deu tão certo que o templo está construindo outro cemitério semelhante do lado.

Um serviço destes com urna de mármore no Koaunju sai por US$ 8.635 (R$ 15 mil). A manutenção custa US$ 170 (quase R$ 300) anuais. É mais ou menos um quinto do preço de um tumulo cemitério convencional (como os temos no Brasil) na região que custa em torno de R$400.000 mais as despesas com manutenção.

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Como se comportar em um funeral

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Funerais são ocasiões onde a tristeza e as emoções estarão muito exaltadas.

Uma cerimonia de velório pode acontecer em vários locais, como: casas de velórios, cemitérios, residencias, igrejas agremiações esportivas (para o caso de grande volume de pessoas), Câmaras Municipais (normalmente em caso de políticos)

O tempo normal de um velório é de no máximo 24 horas, exceto os casos em que o corpo esta preparado para velórios com tempos maiores, ou ALTERADAS POR RECOMENDAÇÕES DOS ÓRGÃOS DE SAÚDE.

Existem algumas regras de etiqueta que devem ser observadas nessa situação, como chegar cedo, usar roupas discretas e oferecer suas condolências à família, se o ritual for religioso especificamente, você deve se informar sobre como se portar para evitar maiores constrangimentos.

Algumas Atitudes

Use roupas discretas. Mesmo que usar roupas pretas não seja tão obrigatório nos costumes brasileiros, é de bom censo não usar roupas com cores muito vibrantes e cortes ou decotes ousados. Para não errar, opte por cores como cinza, azul-escuro e verde-escuro em modelos sóbrios

Chegue cedo. Esforce-se para chegar com 10 minutos de antecedência, para ter tempo de cumprimentar os familiares e assinar o livro de visitas; quando assiná-lo, escreva seu nome completo e, se quiser, o nível de relacionamento que tinha com o falecido (como amigo, colega de trabalho, etc.

Não fique perto demais da urna mortuária. As cadeiras mais próximas dele são reservadas para os parentes e amigos mais próximos. Se você não faz parte do círculo imediato de convivência dele, prefira os assentos mais distantes.

Comportamento

Se possível desligue o celular. Você pode deixá-lo mudo ou desligá-lo de vez; o importante é lembrar de deixá-lo guardado para que ele não toque e não importune os outros participantes.

  • Verificar as redes sociais durante o funeral é de péssimo gosto, portanto deixe o Twitter, Facebook, Instagram, etc. para depois. Seu amigos podem esperar.
  • Não tire fotografias, caso os familiares façam respeite o desejo da família. Mas se receber uma imagem dessas pelas redes sociais não compartilhe. Saiba que a partir de você a distribuição dessas imagens é proibida por lei que trata sobre  vilipendio a cadáver (para saber mais sobre o Crime clique no link em azul)

Ofereça suas condolências à família. Tal é um gesto aceito e até incentivado. Existem diversas maneiras de fazer isso, mas o mais comum é enviar flores ou expressar seus sentimentos mais sinceros verbalmente. Caso ainda esteja em dúvidas, lembre-se de ser sincero e agir normalmente.

  • Antes de levar flores à ocasião, pergunte aos familiares ou ao organizador se é permitido.
  • Você pode dizer “Eu sinto muito por Fulano” ou “Se você e sua família precisarem de qualquer coisa, contem comigo”; caso fique sem palavras na hora, ofereça um abraço ou leve um cartão com palavras de alento

Não tenha vergonha de chorar. É um funeral e é normal que as pessoas estejam tristes com o falecimento de uma pessoa querida. Chorar é uma reação natural do corpo quando a emoção não pode ser controlada, mas tente não chamar a atenção; se perceber que perderá o tom, peça licença e vá para um lugar reservado.

Escute à eulogia com respeito. Eulogia é o discurso que homenageia quem faleceu, mas isso não acontece em todos os funerais. Bons exemplos são a igreja católica romana e a igreja anglicana, que desestimulam essa prática. Caso haja esse momento, escute com atenção e tente não se distrair, pois isso pode ser considerado falta de respeito.

  • Não é recomendado dar risada durante um funeral, a não ser quando o momento permite. Por exemplo, se o orador contar uma passagem engraçada na vida do falecido, é aceitável dar uma risada discreta; por via das dúvidas, siga a deixa da família.

Veja a urna funeraria (caixão) aberto se quiser. A maioria dos serviços fúnebres acontece com a urna aberta, exceto em ocasiões específicas. Você não é obrigado a se aproximar, mas se quiser e achar que vai começar a chorar, peça para alguém te acompanhar

Antes de ir ao velório

Descubra como é o ritual da religião em questão com antecedência. É comum ser convidado para solenidades de religiões diferentes e, para não passar nenhum vexame, é uma boa ideia pesquisar como se portar nessa ocasião antecipadamente. Por exemplo, funerais judaicos não costumam receber flores, enquanto rituais católicos aceitam um cartão de condolência para a família inteira.

Imite os outros. Caso não saiba o que é apropriado e o que é mal visto nessas situações, observe os presentes; veja como eles se portam, sente-se quando eles o fizerem, etc. Para isso, é particularmente útil ficar nas cadeiras mais distantes

Não se ofenda pelos costumes da religião. Você não é obrigado a fazer nada que vá contra seus próprios valores. Com isso em mente, você não precisa entoar hinos ou orar com todos se isso for contra suas crenças. Basta abaixar a cabeça respeitosamente, como se estivesse refletindo sobre algo.

Leve seus filhos ao funeral, se quiser. Prepare-os emocionalmente antes da ocasião e diga o que farão lá. Por outro lado, se suas crianças são muito novas, o melhor é deixá-las com alguém enquanto você comparecer ao funeral.

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O perfil de uma pessoa falecida nas redes sociais

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Como é!

Como preparar um corpo para o velório

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Conheça os procedimentos que o agente funerário faz para preparar um velório

O agente funerário cria um relatório detalhado, catalogando os objetos pessoais (joias e roupas, por exemplo), a condição física do corpo (arranhões, cortes, machucados, etc.) e os produtos químicos específicos para embalsamá-lo que irão ser utilizados durante o processo.

Depois de remover todas as roupas, joias e instrumentos médicos (como cateteres, acessos venais e curativos) segue os procedimentos.

Vários procedimento são realizados para que haja uma boa preparação. Conheça alguns.

Desinfetando 

Independentemente das circunstâncias da morte, o corpo inteiro (incluindo todos os maiores orifícios) é borrifado com um desinfetante poderoso. Quando a pele secar, o agente funerário começa a massagear e soltar os músculos do pescoço, braços e pernas, que estão duros devido ao rigor cadavérico. Depois se retiram todos os pelos faciais, da garganta e pescoço (exceto as sobrancelhas, cílios e escalpo) com uma lâmina de barbear. Para os homens, isso requer um barbear completo da área da barba (a menos que o morto tivesse pelos faciais estilizados durante a sua vida), bem como a remoção de todos os pelos das narinas, orelhas e penugem de pêssego da parte superior da face. Para mulheres, retiram-se os pelos de todo o rosto e pescoço para remover a penugem de pêssego, já que os pelos curtos podem interferir com a aplicação da maquiagem posteriormente.

Ajustando a Face

Ajustando a face

No processo natural de decomposição, o tecido membranoso mais macio da face seca, ocasionando no afundamento dos olhos na cavidade ocular, e os lábios e bochechas se contraem. Para evitar isso, o agente funerário coloca um cone plástico em formato semiesférico com uma superfície em forma de grade em cada olho, atrás das pálpebras. Um potente creme captador de umidade é colocado entre o plástico e dentro da pálpebra para manter a pele de fora hidratada e com aspecto macio. Para manter os olhos fechados, um pequeno traçado com gel adesivo é cuidadosamente aplicado na borda das pálpebras. Para manter a boca fechada, uma sutura (com fio de alta gradação cirúrgica) é trançado através da base das gengivas (cruzando a mordida) com uma agulha grossa e curva ou uma ferramenta especial. A agulha então atravessa o osso exatamente acima do canino superior (o maxilar), para dentro da cavidade nasal. Após fazer mais alguns pontos de sutura, a agulha perfura o fundo da cavidade nasal em um ponto diferente para entrar na boca pelo lado oposto através de um novo furo no maxilar. Finalmente, a sutura é trespassada através da base das gengivas nesse novo lado, e os dois fins do fio são amarrados para evitar que a boca se abra. Dependendo da idade e condição do morto, o agente funerário pode também aplicar cremes na parte interna dos lábios e até mesmo inserir um volume extra com selante na base das gengivas frontais.

Embalsamamento-arterial

Embalsamamento arterial

O agente funerário cria um acesso de injeção em uma das maiores artérias e vagarosamente injeta uma solução aquosa de formaldeído ou outra substância química, dependendo de outros fatores fisiológicos, dentro do corpo, criando uma pressão sanguínea. Em intervalos, ele poderá drenar o sangue do coração ou veia jugular através de uma seringa acoplada a uma válvula. Quando esse processo se completar, mais ou menos 7,5 litros de fluido para embalsamar estarão dentro do sistema vascular.

Embalsamando as cavidades

Basicamente uma agulha de largo calibre acoplada a uma via de vácuo com tubo plástico, o trocar é usado para drenar gases malcheirosos e/ou potenciais fluidos com riscos biológicos dos órgãos internos do morto (estômago, bexiga, intestinos, pulmões). O agente funerário abre a cavidade abdominal, drena cada um desses órgãos, remove todos os órgãos internos e os deixa mergulhados em uma solução forte de embalsamar durante algumas horas. Enquanto isso, as paredes internas da cavidade são revestidas com um gel de embalsamar ou pó. Como última medida, tanto o ânus ou vagina são preenchidos com algodão e o corpo é ajeitado com apertadas roupas de baixo feitas para selar os gases dentro do corpo. Quando os órgãos já estiverem prontos, eles são colocados em um grosso e hermeticamente selado saco plástico que é inserido na cavidade abdominal antes de costurá-la de volta.cosméticos

Cosméticos

O agente funerário lava e seca o corpo e cabelos cuidadosamente. O cabelo do morto é então penteado profissionalmente (e cortado, se preciso). Após limpar quaisquer fragmentos de cabelo, o agente funerário veste o cadáver em um conjunto escolhido pela família. Nesse ponto, ele começa a corrigir quaisquer tecidos visíveis com uma combinação de maquiagem e massa especial de vidraceiro para preencher pequenas abrasões e amaciar a textura de feridas. Aplicados ao rosto, pescoço e mãos, os cosméticos usados pelos agentes funerários podem variar de produtos translúcidos até mais opacos e pesados, feitos especificamente para mascarar a descoloração da pele. Por exemplo, no caso de ataques cardíacos ou sufocamento, a falta de oxigênio no sangue na hora da morte pode resultar em pele azulada. Quando o processo de maquiagem estiver completo, o corpo é então colocado dentro do caixão, onde braços e pescoço são arranjados de forma a parecerem vivos. O processo de preparação está completo.

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    Foco

    Banco privado investirá R$350 milhões no mercado funerário brasileiro

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    O mercado que enfrenta grandes obstáculos agora vistos com outros olhos

    O Grupo Zelo, empresa mineira criada em 2017, acaba de receber um significativo aporte financeiro da Crescera Capital, gestora independente de Private Equity e Venture Capital, que pode investir até R$ 350 milhões na Companhia, por uma participação relevante no Grupo Zelo. Formado há três anos, o Grupo Zelo é o resultado da união de diversas empresas tradicionais do segmento funerário que decidiram somar suas forças e seus conhecimentos para estruturar uma companhia com potencial de estimular o desenvolvimento do setor.

    A Crescera Capital está investindo no maior grupo de funerárias do Brasil e com isso colocando literalmente um pé na cova num mercado resiliente a crises, subpenetrado e extremamente pulverizado.

    O fundo de private equity vai injetar R$ 350 milhões no Grupo Zelo e se tornar seu maior acionista — R$ 150 milhões agora e o restante nos próximos dois anos dependendo do cumprimento de metas de performance.
    Alguns sócios atuais também vão aportar para não ser diluídos, aumentando a captação total para R$ 402 milhões.

    O Grupo Zelo — que conduz seus negócios sob o mantra “essencial é viver bem” —  nasceu em 2017 da fusão das duas maiores funerárias de Belo Horizonte: a Bom Jesus e a Santa Clara. Nos anos seguintes, saiu às compras, fazendo cerca de 20 aquisições por ano e chegando a 45 funerárias.

    Como todas as compras foram feitas parte em cash, parte em ações, o grupo tem hoje 45 sócios minoritários.
    No ano passado, a empresa também comprou o cemitério Parque da Colina, o maior cemitério privado de Belo Horizonte, num movimento de verticalização do negócio que deve ajudar a controlar os custos.

    O Grupo Zelo já tem cerca de 230 mil planos ativos em operação em Minas, Rio e Espírito Santo. Como cada plano cobre em média 7 pessoas, a companhia tem mais de 1,5 milhão de associados. Ano passado, faturou R$ 105 milhões.

    O aporte da Crescera dará fôlego à expansão nacional da empresa, que planeja aumentar sua equipe comercial e fazer novos M&As — consolidando um mercado extremamente pulverizado e subpenetrado no País.

    Existem 13,7 mil funerárias no Brasil, e apenas 5% da população brasileira tem algum plano funerário, enquanto que nos EUA, esse numero salta para 17%; na Espanha, 50%; e na Holanda, quase 70%. Afirma Henrique Morsoletto

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    Funerárias transformando cliques em dinheiro no caixa

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