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Mercado da Morte

Homem de 73 anos compra antes de morrer 300 latas de cerveja para seu velório

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Sobrou para um dos filhos organizar a festa da morte de seu pai

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Com um intuito de deixar marcado sua passagem pela terra, Valdecir se preparou para o dia de sua partida, ele juntou R$ 1.500 para custear o velório, também deixou 300 latas de cerveja compradas para as comemorações de sua partida. E para executar o plano da despedida Valdecir deixou sobre a responsabilidade do filho Alexandre da Silva que preparasse tudo.

Os familiares tiveram que ser avisados para não estranharem o velório que seria muito diferente dos tradicionais, muitos duvidaram o que os olhos estavam vendo quando viram as caixas térmicas com as cervejas.

Valdecir foi vítima de um infarto que acabou levando Ele a óbito na cidade em Porto Ferreira – SP, no último sábado, 5/10. E no dia da morte, o filho confidente comunicou aos irmãos Eliane da Silva e Vaner da Silva sobre os desejos do pai e juntos decidiram cumpri-los e organizaram o adeus da forma como ele queria.

E de fato teve uma homenagem conforme ele queria, teve um telão com fotos e cerveja.

Em 1982, Valdecir Aparecido da Silva foi morar em Porto Ferreira cidade do interior de São Paulo. Ele sempre animado era conhecido na cidade por causa das suas invenções. A mais conhecida delas era um carro de boi em que levava as crianças ao som das musicas de Roberto Carlos.

mazinha

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    Curiosidade

    Você sabia que existem fazendas de cadáveres ao ar livre?

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    A fazenda de cadáveres é simplesmente surreal. Os corpos se decompõe ao ar livre 

    Essas gaiolas são para proteger os cadáveres de animais que possam intervir no estudo

    Antes de seguir fique sabendo: Nessa matéria contem imagens de corpos humanos em decomposição.

    Pode parecer algo saído de um filme de terror, mas “fazendas de cadáveres” são comuns nos Estados Unidos. O Texas tem uma das maiores fazenda de corpos do Mundo, com cerca de 50 corpos espalhados por mais de 16 hectares. Alguns foram mumificados, outros foram violentamente atacados por abutres. O mais assustador, porém, são os corpos fresquinhos que chegam e em poucas semanas após a morte entram em um estado de putrefação e são acompanhados pelos pesquisadores.

    As pessoas comumente chamam o local de “fazenda de cadáveres”, embora os cientistas prefiram chamá-lo de cemitério forense ou laboratório de tafonomia, área da ciência que estuda o que acontece a um organismo após sua morte.

    Os cadáveres que estão na fazenda da universidade americana são de pessoas que antes de morrer decidiram doar voluntariamente seus corpos para a ciência. Em outros casos, são os parentes do falecido que decidem dar o corpo à perícia.

    O objetivo principal desses lugares é entender como o corpo humano se decompõe e o que acontece no ambiente que o rodeia durante esse processo.

    A compreensão desse processo fornece dados para a resolução de crimes ou para a melhora das técnicas de identificação de pessoas.

    Todos os detalhes são acompanhados e relatados para o aprofundamento da matéria. Os corpos são expostos de varias maneiras par ampliação do estudos

    “Quando alguém morre ocorrem muitas coisas ao mesmo tempo (no corpo)”, diz Erin Kimmerle, diretora do Instituto de Antropologia Forense da Universidade do Sul da Flórida. “Ocorre desde a decomposição natural, até a chegada de insetos e mudanças na ecologia.”

    A área de pesquisa está estabelecida no Freeman Ranch uma das 9 fazenda de cadáveres e faz parte do Centro de Antropologia Forense da Universidade do Texas. Os mortos foram doados e deixados ao ar livre para que os pesquisadores pudessem entender o processo de decomposição e, assim, auxiliar nas investigações criminais.

    Evolução do estudo da morte

    Até onde sabemos, todos os seres humanos têm um resultado comum após a morte: a decomposição. A menos que seu corpo seja congelado, cremado ou completamente destruído, ele deverá ser consumido por bactérias, insetos e animais que reciclam matéria orgânica e a transformam em novas formas de vida.

    O primeiro estudo sobre a decadência humana, intitulado “A Limpeza dos Erros”, foi escrito pelo juiz Song Ci no século XIII e ensinou como examinar um corpo e determinar a causa da morte. Já em 1800, alguns estudiosos europeus notaram os estágios específicos pelos quais os cadáveres passam à medida que se decompõem.

    Na década de 1970, cientistas forenses usaram carcaças de porcos para examinar detalhadamente dados envolvendo o intervalo pós-morte – o tempo entre a morte de uma pessoa e a descoberta de seu corpo. Na época, ninguém havia observado deterioração do corpo humano em ambiente controlado.

    Na década de 1980, William Bass criou a primeira fazenda de corpos. A ideia surgiu depois que ele foi chamado para ajudar a polícia na cena de um crime local. Um túmulo da época da Guerra Civil havia sido vandalizado e eles suspeitavam que o corpo fosse recente – possivelmente alterado pelo assassino para encobrir evidências. Então Bass avaliou fatores como roupas e descobriu que não era o caso.

    Desde então, os cientistas começaram a coletar amostras para análise, com o objetivo de ampliar o conhecimento sobre a decomposição do corpo humano. Alguns anos depois, a Fazenda de Cadáveres do Tennessee analisou mais de 650 pessoas falecidas, legitimando a pesquisa e determinando muito do que sabemos agora.

    Mas ainda há muito para descobrir. “O calor e a umidade afetam a taxa de decomposição. Isso significa que o processo varia de região para região”, explica Wescott.

    Portanto, diversos locais desse tipo foram abertos em outros estados dos EUA, entre eles Carolina do Norte e Illinois.

    A maior fazenda de cadáveres do mundo

    Os estudos dos casos vão desde a decomposição do corpo ate sua ação no solo onde o corpo teve sua decomposição

    O Texas Body Farm é administrado por quatro funcionários em tempo integral, mas recebe dezenas de voluntários, graduados universitários e não universitários. Ele contém mais de 200 esqueletos contemporâneos. Isto é importante, aconselha Westcott, porque o corpo humano está sempre mudando – principalmente devido à obesidade nos dias de hoje.

    Outras coleções nos Estados Unidos possuem mais exemplares históricos. Portanto, ter amostras de pessoas falecidas recentemente pode ajudar a determinar a idade de pessoas não identificadas encontradas em circunstâncias misteriosas. Westcott disse que, em um de seus casos, foi solicitado que ajudasse a analisar um corpo decapitado encontrado perto da cidade de Columbia em 2008.

    “A primeira coisa que notei foi o osso da coxa”, disse o antropólogo. “Eles são muito mais finos que o normal e se prendem ao corpo em ângulos estranhos”, acrescentou. Após comparação com a amostra universitária

    Ele teorizou que era o resultado de ficar sentado por longos períodos de tempo – possivelmente em uma cadeira de rodas.

    A polícia notificou o público sobre a descoberta. O caso foi encerrado quando um vendedor de cadeiras de rodas ouviu a notícia, ligou para avisar que um de seus clientes estava desaparecido e parou de retornar ligações.

    Por que é tão difícil enfrentar a morte?

    É inegável que existe uma cortina entre a vida e a morte, mas a maioria de nós não tem coragem de espiar por trás da cortina. Antonius Robben, professor e antropólogo que estuda as crenças que cercam o assunto, disse que não existe cultura na terra que deixe o corpo sem realizar rituais. Robben acredita que “é uma das poucas coisas universais”.
    Uma das dificuldades de observar carcaças no Rancho Freeman é a preocupação que isso suscita. O corpo humano em decomposição parece pertencer a outra espécie. Porém, um dia todos passaremos pelo mesmo processo.

    Como são realizados os estudos?

    Assim que o cadáver chega à fazenda, os cientistas a transportam para um laboratório local, onde é medida e fotografada. Amostras de cabelo e sangue também foram coletadas e números de identificação foram usados ​​no lugar do nome da pessoa.

    Se possível, eles decompõem o corpo ao mesmo tempo. No entanto, quando não há pessoal suficiente para carregar os corpos, os corpos são armazenados em frigoríficos durante vários dias para se decomporem lentamente. A área onde o falecido estava guardado é monitorada 24 horas por dia por câmeras, mas Westcott disse que ninguém tentou arrombar ou escapar.

    De acordo com pesquisas em andamento, os corpos se decompõem em diferentes condições. Alguns foram deliberadamente deixados ao sol ou na grama, enquanto outros foram colocados sob os restos de genebras ou carvalhos. A maioria está protegida por hastes de metal, mas algumas ficam expostas para que os cientistas possam observar o efeito dos abutres por meio das gravações.

     

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    Mercado da Morte

    As diferentes formas de despedidas regionais e conforme os credos religiosos

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    Os rituais funebres tiveram grande evolução no decorrer dos anos.

    No tempos atuais podemos notar diferenças bastante significtivas e evolutivas. As diferenças mais importantes ficam por contas dos credos religiosos seguidos por costumes regionais. A seguir vamos abordar sutilmente algumas diferenças entre algumas crenças e costumes.

    O ato de sepultar os corpos é quase tão antigo quanto o próprio ser humano e a opção de seputamento ainda responde pela maior preferencia de um modo geral, seguindo pelo sigelo crecimento da preferencia pela cremação.

    Com a evolução da humanidade chegamos aos dias atuais com cerimonias de despedida  bem elaboradas onde cada prestador de serviço se esforça para tornar o momento numa realização onde se completa o ciclo da vida. Afinal a cada dia que se passa temos maior concientização de que o encerramento da vida deve ser marcante como o percuso da propria vida.

    Sabemos que uma boa cerimonia inicia se pelo conhecimento credo religioso que a pessoa falecida professava. E a partir de agora vamos abordar um pouco desse conhecimento, embora a questão da regionalidade tenha bastante influiencia no resultado do trabalho realizado.

    Vamos entender um pouco de como algumas religiões cuidam dos preparativos aos mortos

    Para os Católicos

    Para estes alem dos artefatos religiosos, pode ser até celebrado uma missa na presença do falecido. Bem como também uma oração com um breve descritivo sobre a vida daquela pessoa que faleceu.

    “Ainda em algumas regiões do Brasil se celebra também a missa do 7 dia do falecimento”.

    A missa neste dia manifesta a esperança de que os corpos também ressuscitarão para a eternidade. Por sua vez, o número 7 é o sétimo dia da criação do mundo, quando após, Deus pôde descansar de sua obra

    Se um católico está para morrer, o padre faz a extrema-unção, passando o óleo dos enfermos – azeite de oliva benzido em missa – em seis partes do corpo: olhos, narinas, boca, ouvidos, mãos e pés.

    Para os Cristãos

    culto fúnebre é uma tradição muito comum em várias religiões derivadas da evangélicas e uma maneira bastante bonita de se despedir de um ente querido. O culto pode ocorrer, tanto no momento do sepultamento quanto no velório, e ajuda a acalmar o coração dos que ficam e a preparar a chegada do falecido ao reino dos Céus.

    “O culto fúnebre é uma cerimônia realizada para prestar a última homenagem a alguém que faleceu”.

    A ideia é reunir as pessoas queridas e confortá-las com uma bela mensagem de paz e de compaixão, que pode estar relacionada às crenças usando, então, passagens da Bíblia Sagrada.

    Para todos cristãos é bem nítido que a matéria vira pó, enquanto o espírito volta para Deus.

    O entendimento de que a morte é uma separação do corpo físico e do espírito, e o espírito não é meu, ele pertence a Deus.

    Para os Espiritas

    Para os crentes do espiritismo, a morte não é o fim. Os espíritas creem que mesmo após a morte do corpo físico o espírito permanece vivo em um novo plano astral ou, então, reencarnado em um novo corpo.

    Nós todos viemos do plano espiritual e, para o plano espiritual, nós voltaremos. No espiritismo, a morte não existe. Ela apenas é um “passaporte” para a verdadeira vida.

    “Como espíritos imortais que somos, a grande surpresa que temos é que, ao atravessar esse frontal, nos deparamos com a própria vida”

    Uma das doutrinas espíritas fundamentais é a reencarnação, ou seja, a volta do espírito, em outro corpo físico, em um novo contexto, em uma nova família e até mesmo em outro país

    Para os Judeus

    De modo geral, judeus acreditam que a alma permanece viva após a morte física. Alguns acreditam na reencarnação, ou seja, quando a alma volta para viver em um novo corpo; e outros acreditam na ressurreição, que é o retorno da alma ao mesmo corpo.

    “Para os Judeus não é permitida a cremação do corpo”

    Uma das peculiaridades da religião judaica é que o enterro é preparado pela própria comunidade. São voluntários que se prepararam para cuidar dos preparativos, para que a família não tenha de lidar com isso no momento. Acredita se que é uma forma de aliviar a carga.

    Para os Budistas

    Depois da morte, há o renascimento. A Terra Pura nos chama e os entes queridos que fizeram a passagem antes de nós nos conduzem para a nova vida.

    A Terra Pura é vista como um lugar bonito, onde todo o bem que se quer fazer ao outro se realiza.

    “No budismo, não se fala em alma, mas se fala em espírito”.

    Ao morrer, é como se deixássemos esta Terra Impura e nos transferíssemos para a Terra Pura. E, lá, podemos passar algum tempo nos preparando, ou para ir mais adiante, para um local mais sublime ainda, ou retornar a essa vida.

    Para o Islamismo

    A crença do islamismo também é semelhante à de evangélicos e católicos. Eles acreditam que essa vida é uma forma de se preparar para a vida eterna, benefício concedido àqueles que foram obedientes e seguiram os ensinamentos de Alá. Esses serão enviados ao Paraíso, já os desobedientes irão ser castigados no inferno

    “Foi Alá quem te criou, quem te sustentou, e é ele quem te fará morrer”

    Vivendo conforme os ensinamentos divinos, não há por que temer a morte. Assim, seguem tranquilos para a reencarnação.

    Islâmicos que morrem em jihad (luta pela fé) não passam por isso, pois iriam direto para o paraíso.

    Para o Hinduismo

    Eles acreditam na reencarnação, ou seja, que a alma volta várias vezes à vida até se libertar. A vida na Terra é parte de um ciclo de nascimento, morte e renascimento.

    No hinduísmo, a morte é uma passagem para uma nova dimensão.

    Dependendo da evolução que teve, a alma poderá passar por um período no loka, o que é o paraíso para os hindus

    Logo que alguém falece, iniciam-se rituais para desprender a alma do corpo – geralmente cremado – sem traumas e para que ela encontre nova casa – um corpo humano ou de animal, de acordo com o comportamento na vida anterior

    Para a Umbanda

    Com fortes influências espíritas, a umbanda crê na evolução do espírito após a morte e na passagem por muitas encarnações.

    A evolução envolve sete linhas da vida regida por diferentes orixás.

    Após a morte, a alma seria atraída para um destino diferente, que levaria a outro estágio de crescimento espiritual

    Para os umbandistas, o falecimento é uma etapa necessária para a evolução e, por isso, não lamentam o ocorrido da mesma forma que em outras religiões, mas enterram seus mortos em cemitérios com respeito e amor.

     

    Como a ciencia explica o processo da morte?

    A ciência não tem uma resposta definitiva para o que acontece depois da morte. Afinal, para indicar algo como certo, a ciência precisa seguir metodologias que não é possível aplicar quando o assunto é a morte.

    “Muitos já ouviram falar sobre um túnel com uma luz branca no final. Esse é um dos principais relatos das pessoas que tiveram morte clínica e sobreviveram”.

    Por isso, o que se tem são apenas teorias científicas que permeiam essa questão. Para essas teorias, os cientistas estudam relatos de pessoas que tiveram morte clínica, mas foram “ressuscitadas” com o uso de aparelhos ou voltaram sozinhas.

    Outros testemunhos envolvem:

    • A imagem de Deus;
    • Reencontrar parentes que já morreram;
    • Sensação de estar fora do corpo ou de leveza.

    Mesmo com esses relatos, a ciência não defende a existência de uma experiência astral ou de um mundo espiritual após a morte. Os médicos costumam explicar esses relatos como sensações causadas por falta de oxigenação no cérebro, que provoca alucinações visuais e sensoriais.

    Outro fator biológico é a morte dos neurônios e a perda de capacidade de reter carga elétrica. Isso acaba causando uma descarga anormal que também pode causar alucinações.

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      Cemitérios do Brasil

      Urna funerária com material orgânico é desenvolvido na Holanda

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      Ela pode ser absorvida pelo solo entre 1 a 6 meses.

      A urna feita em madeira tem sido utilizado por decadas, mas devido a questões ambientais pesquisadores estão buscando alternativas para uma urna com a decomposição mais rápida pelo meio ambiente.

      Com a idéia de transformar os sepultamentos tradidicionais em mais ecológicos, alguns modelos feitos com materiais mais sustentaveis passaram a ser testados. Um exemplo disso a urna funeraria feita com micélio (fungos) que foi usado pela primeira vez em um enterro na Holanda em 2020.

      O micélio é uma rede de fibras finas que formam a parte vegetativa da maioria das espécies de fungos.

      O micélio é uma rede de fibras finas que formam a parte vegetativa da maioria das espécies de fungos. Esta rede no subsolo, acreditam pesquisadores, é usada pelas plantas até mesmo para estabelecerem comunicação: sim, as plantas “conversam” entre si.

      Criado pela startup Loop, a urna funeraria de micélio batizado de Living Cocoon leva de um a seis meses para ser absorvido pela terra, contribuindo ativamente para a decomposição total do corpo e enriquecendo a qualidade do solo Eles acreditam que sera consumido pela natureza em um período de dois a três anos.

      Para o especialista em fungos Paul Stamets, essa rede é uma trama ligada como uma “internet natural” do planeta Terra. Sua tese é que ela coloca em contato plantas que estão muito distantes de si e não apenas as que estão próximas.

      Uma pesquisa tem sido feita

      De acordo com uma pesquisa de 2015 feita pelo Conselho de Informações de Memorial e Funeral, 64 por cento dos entrevistados manifestaram interesse em funerais ecológicos, número que chegava a apenas 43 por cento em 2010. E que se a mesma pequisa fosse feita nos dias atuais esse numero teria um aumento significativo.

      As urnas em madeira

      A urna funerarias atual é geralmente feito de madeira, envernizado e possui componentes metálicos que contaminam o solo – entre outros itens que demoram centenas de anos para se decompor. Além disso a preocupação com a contaminação do solo (e dos lençóis freáticos) por necrochorume e o vazamento de gases sulfídricos por má confecção e manutenção de sepulturas e jazigos.

      A solução

      O desenvolvimento de urnas funerarias orgânicas é uma das possibilidades que vem sendo estudada, uma vez que muitas pessoas – às vezes por questões religiosas – não aceitam a cremação.

      O micélio pode ser cultivado e moldado para diversos formatos, já tendo sido testado na produção de tijolos. O modelo testado em forma de urna funeraria teve seu primeiro teste em um funeral no início do mês de setembro de 2020. Essa urna significa que realmente alimentamos a terra com nossos corpos. Somos nutrientes, não resíduos, ressalta Hendrikx.

      O fundador da startup – que surgiu na Universidade Técnica de Delft – salienta que o micélio já foi usado em Chernobyl, é utilizado em Rotterdam para limpar o solo e alguns agricultores também o aplicam para tornar a terra saudável novamente.

      Varios outros estudos neste mesmo sentido tem sido iniciados pelo mundo na esperança de encontra uma forma que melhore o convivio com os que vivem com as pessoas que ja se foram.

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