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Como é feita a necropsia

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Saiba como é feita uma necrópsia num cadáver

ILUSTRAÇÃO. Esse é um modelo de sala para os procedimentos de necropsia

Para emitir o laudo que determina a causa jurídica de uma morte, é necessário contar como os serviços do Instituto Médico Legal (IML). Diferentemente do que muitos pensam, esse procedimento é conhecido por necropsia, em vez de autópsia. Neste artigo, explicamos como é feita a necropsia. Mas tranquilize-se, pois imagens fortes foram retiradas do conteúdo. Atente-se às informações e acrescente-as ao seu conhecimento agora mesmo! Ao final do artigo, separamos outros serviços indispensáveis para lidar com a morte sem burocracia.

 

Vamos entender como é feita a necropsia

O que se faz no IML?

O IML emite laudo com a causa jurídica da morte e é um serviço ligado ao departamento da Polícia Científica e Secretaria de Estados de Segurança Pública. São perícias médico-legais realizados em cadáveres, partes de corpos e ossadas. O intuito é determinar o que levou aquele corpo à morte. Portanto, tem-se a necropsia. Outros exames em pessoas vivas também podem ser realizados dentro do IML.

O que faz um médico legista?

O profissional que trabalha no Instituto Médico Legal realizando necropsia é o médico legista. Ele precisa se graduar em medicina enquanto formação acadêmica e prestar concurso público. Posteriormente, deve também se especializar em balística, conforme determina a legislação criminal de exame de cadáveres.

Um médico-legista abre e analisa os órgãos de três cavidades do corpo: crânio, tórax e abdome, para descobrir as circunstâncias e as causas da morte.

Só três situações exigem esse tipo de exame:

  1. morte violenta ou suspeita, quando o corpo é levado para o Instituto Médico Legal (IML);
  2. morte natural em que faltou assistência médica ou por doença
  3. ou quando a doença é rara e precisa ser estudada, mais comum em hospitais acadêmicos.

Quando um corpo é enviado ao IML?

Por lei, o corpo deve ser encaminhado ao IML em casos de morte violenta, morte por causa desconhecida ou morte natural sem assistência médica. Sabendo como é feita a necropsia, agora você entende os motivos dessas prescrições legais. Em casos de quedas fatais de uma escada, por exemplo, pode parecer óbvio, mas é a perícia que dirá se a pessoal caiu ou foi empurrada. Esses serviços são realizados pelo Instituto Médico Legal.

Procedimentos rotineiros no dia a dia dos IMLs

Os procedimentos e o trabalho dos legistas em uma vítima de morte violenta.

1. Após o reconhecimento pela família, o corpo é identificado com um número que remete a documentos como o RG e o Boletim de Ocorrência. Roupas e projéteis são enviados para o Instituto de Criminalística, da Polícia Científica, que faz perícias em “cenas de crime” e objetos. O cadáver é pesado e lavado com água e sabão.

2. Na sala de necropsia, o exame começa com a análise externa do corpo. Médico e auxiliar procuram furos de bala, lesões e até sinais que identificam o morto, como uma tatuagem ou uma cicatriz. Todos os detalhes são anotados e farão parte de um documento emitido pelo IML.

3. “O próximo passo é o exame interno, pela abertura das cavidades do cadáver e pelo exame minucioso de suas vísceras”. Com um corte que vai do pescoço ao púbis e que pode ter formato de Y, de T ou de I, o legista tem acesso à caixa torácica e ao abdome.

4. Os órgãos agredidos que podem ajudar na descoberta da causa da morte são retirados e examinados – como um coração esfaqueado ou o estômago, no caso de envenenamento. É feita tanto uma análise geral quanto microscópica e os resultados são combinados no relatório final.

5. Depois dos órgãos do tórax, o médico corta o couro cabeludo de uma orelha a outra para remover o cérebro. A tampa do crânio é retirada com uma serra elétrica, mas o cérebro só pode ser arrancado se todos os nervos que o conectam ao corpo são cortados – entre eles, os nervos ópticos, ligados aos olhos.

6. Ao final da análise, os órgãos são reinseridos e o corpo é fechado. Os pequenos pedaços utilizados em exames são incinerados. O legista usa uma costura contínua, que tem um ponto inicial e segue do começo ao fim dos cortes. Cabelos e roupas escondem as suturas durante o enterro.

7. O processo inteiro, da chegada à liberação do corpo, dura de quatro a oito horas. A necropsia leva entre duas e três horas. Ao fim do exame, o IML emite uma Declaração de Óbito, com a identificação e o motivo da morte. Com esse documento, a família consegue retirar a a Certidão de Óbito em um cartório.

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Congresso INOVARE 2022 em Foz do Iguaçu PR

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Fatalidades

Incendio na fabrica de urnas em Reduto MG

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Um incêndio de grandes proporções destruiu uma industria de urnas funerarias, na ultima sexta-feira dia 22/07, na cidade de Reduto, na Zona da Mata mineira.

Inicialmente, a corporação usou cinco mil litros de água para evitar que as chamas atingissem a parte externa da empresa. Os militares conseguiram retirar um carro antes que ele fosse atingido pelo incêndio.

Mesmo com todos esforço empregado ao combate,  a estrutura da edificação foi comprometida pelo incêndio, o que ocasionou  desabamento. Nenhum representante da Defesa Civil da cidade foi encontrado para comentar o caso.

Agravantes como materiais inflamáveis, thinner, verniz, madeira e urnas funerárias foram prepulsores para o aumento do fogo na fabrica.

O prejuizos ainda não foram calculados, mas estima se que pouca coisa foi salva da chamas.

Felizmente ninguem ficou ferido

Urnas Minas

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Curiosidade

O adeus aos amigos de patas movimenta o mercado de funeral pet

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A procura por cemitério e crematório para animais triplicou nos últimos dois anos. 

O drama da morte de um animal de estimação é comum em muitos lares brasileiros. Cães, gatos, aves, não são tratados apenas como um bichinho de estimação, mas como membros da família e muitos donos se sentem frustrados por não se despedir do seu fiel companheiro como gostariam.

Dizer o adeus a alguém que amamos nunca é fácil, ainda mais se for um animal de estimação, um companheiro fiel, com quem passamos momentos de alegria e cuidamos com tanto carinho. E, em uma hora difícil como essa, é preciso pensar no que fazer com o bichinho. Afinal, assim como os seres humanos, o corpinho deles também precisa ter uma destinação correta.

Os cemitérios e crematorios de animais são diversificados. Muitos oferecem também sala para velório, onde as famílias ficam em média 30 minutos antes do enterro ou cremação. Com direito a lápide de identificação, memorial digital entre outros. Os serviço para esse publico passou a ter um portifolio amplo para que nada possa faltar no momento da despedida.

Os tramentos e os cuidados com os pets se estendem desde ração balanceada, suplementos e medicamentos para o bem estar dos mascotes só aumenta com a avolução crescente do mercado pet.

Empresarios que ja notaram que o mercado tem potencial, ja começaram a se diversificar para poder oferecer um diferencial aos seus clientes.

O planos preventivos ja contam com assistencias em vida e no pos morte. E para administrar essa carteira de clientes de patas o SISFUN plataforma de gestão integrou a ferramenta para esse mercado. Esse mercado tem muito a crescer no periodo do pos pandemia devido as mudanças de habitos onde permitiu mais pessoas trabalharem de seus lares, e assim poder compartilhar um tempo maior com seu bichino de estimação.

No passado

Ao longo da história, muitas culturas desenvolveram o hábito de enterrar não só os corpos de seus entes humanos falecidos, como também de seus animais de estimação após sua morte. Algumas vezes seguido de rituais religiosos, o sepultamento possui também razões de higiene, sendo uma opção quando o corpo não pode ser eliminado de outras formas (ex: cremação). No passado, muitas famílias tinham o hábito de enterrar seus animais de estimação mortos em suas propriedades.

A pré historia

Os antigos egípcios são conhecidos por terem mumificado e enterrado gatos, que consideravam divindades e os romanos por possuírem formas muito semelhantes de lidar com a perda do animal de estimação, dedicando espaço na sepultura de seu proprietário para a companhia de seus animais queridos. Sepultar seu bicho de estimação após a morte deste, além de ser um gesto de carinho e retribuição às alegrias que ele nos deu em vida, faz parte de uma tendência conhecida como “humanização dos animais de estimação”, e que tem despertado à oferta de produtos e serviços voltados para este novo comportamento do consumidor.

graficoPara os que querem empreender no ramo, e “morder” uma fatia deste mercado, vale dizer que, a falta de espaços nas casas atuais, vem fazendo com que aumente nas cidades, médias e grandes do país, a procura pelo sepultamento em cemitérios de animais e tambem a cremação. Fenômeno impulsionado também pelo aumento do número de proprietários de animais domésticos, de ambos os sexos e idades variadas, em todas as regiões do país. Este mercado tem projeção de crescimento médio de 20% ao ano.

mazinha

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