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CARRO FUNERÁRIO terá nova regulamentação para adaptação

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O que você precisa saber antes de fazer uma adaptação para carro funerário. Novas normas foram estabelecidas e estarão valendo a partir de 29 de agosto

montana transformada

Esta chegando uma  NOVA PORTARIA DO DENATRAN N° 96/2015 que trata da nova regulamentação para alteração das características de automóveis e camionetes para CARRO FUNERÁRIO

Veja as principais mudanças que entram em vigor para todos os carros que forem ALONGADOS entre eixos ou o BALANÇO TRASEIRO. Estes estarão sujeitos à homologação compulsória – CAT para que seja regularizada a documentação e alterado para carro funerários.

Caminhonetes com cabine dupla alongada entre eixos ou alongada o balanço traseiro precisará de CAT assim como : Saveiro, Strada, Montana e outras do segmento, enquadram se na nova normativa. Veja a Normativa na integra: Clique Aqui!

Estão fora das novas especificações as seguintes caminhonetes de grande porte com cabine simples: Hilux, S10, Ranger, Amarok, Sprinter, Master, Ducato, JAC T8 e outras do mesmo segmento

Kennedy Limos“Os fabricantes de carros funerários devem adequar se as novas normas para oferecer produtos com qualidade máxima e segurança para as empresas funerárias, para que haja o bom cumprimento da portaria. Todas as empresas que se propuserem a alterar o projeto original de um veículo alongando entre eixos ou o balanço traseiro afim de que haja espaço suficiente para acomodar uma urna de até 2,20m,  sejam homologadas e passem por todas as vistorias e testes de segurança necessários para que o veículo seja um veículo estável e sem comprometimento da dirigibilidade e o motorista da empresa funerária possa desempenhar seu trabalho com segurança. Sendo assim, mesmo antes da publicação da Portaria 96/2015 a Procópio já produzia seus veículos seguindo as normas e padrões da recém publicada Portaria e já oferece veículo com o CAT (Certificado de Adequação Técnica) para seus veículos. E entramos requerendo os novos CAT´s dos novos veículos que estamos lançando a fim de estarmos de acordo com a Portaria e dar a certeza que nosso cliente poderá regularizar tranquilamente toda a documentação do veículo junto ao Detran do seu estado tranquilamente”

Kennedy Limos

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Primeiro museu funerário da América Latina fica em Blumenau SC

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Blumenau é a cidade catarinense com maior número de museus. São vários espaços mantidos pelo poder público e pela iniciativa privada. Entre estes está o Memorial Funerário Mathias Haas, no bairro Escola Agrícola.

É o único museu da América Latina com essa temática. Ele começa contando a saga de uma família de imigrantes que deixou a Alemanha com sonho de uma vida melhor no Brasil. Em 1918, eles fundaram a Marmoraria Haas em Ibirama e que foi transferida para Blumenau, onde virou funerária.

Primeiro museu funerário da América Latina, o espaço conta a trajetória da família desde a vinda da Alemanha em 1904 até a construção e transformação do negócio

São vários itens interessantes, entre eles o livro de memórias de Mathias Haas, escrito entre 1937 e 1959. Outro é a placa usada para identificar a primeira oficina em Ibirama, ainda em alemão.

A marmoraria que se tornou funerária para atender às famílias dos falecidos da região conta também a história da colonização, do desenvolvimento e da nacionalização no Médio Vale do Itajaí. Esse registro culminou na construção do Memorial Funerário Mathias Haas.

Elke Haas Fonseca, gerente do memorial e bisneta do fundador da empresa, comenta como trabalhar com a morte sempre foi algo natural para ela. Nascida junto da abertura da funerária, Elke cresceu com o negócio da família.

“Todos nós vamos passar pela morte, e também pelo luto em algum momento. O apoio e um serviço de qualidade são muito importantes para essas famílias. Assim como cultivar a memória da pessoa que se foi. Por isso preservar os cemitérios é tão significativo. Pois, além de contarem um pouco sobre a história da pessoa sepultada, através da simbologia dos adornos e estatuária, revelam materiais e estilos de diferentes épocas”, reforça.

Para visitar

Por ficar localizado dentro de um terreno da família, as visitas acontecem com agendamento prévio. Aproveite a visita guiada, que detalha toda a história da família e a importância do serviço funerário para a cultura e história, com registros arquitetônicos e curiosidades da região.

Para agendar, entre em contato pelo e-mail contato@haas.museum, pelo telefone (47) 3222-9918 ou pelo WhatsApp (47) 99122-8532. O horário de funcionamento é de segunda a sexta das 13h às 17h e aos sábados das 8h às 12h.

O Memorial fica na rua José Deeke, 751, no bairro Escola Agrícola.  Acompanhe também as redes sociais (Instagram e Facebook) do Memorial, que trazem informações, fotos e curiosidades.

Fonte: O Municipio de Blumenau SC

Video: Sylvio Zimmermann

 

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Brasil tem Museu do IML

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Fundo imobiliário de cemitérios teve crescimento de 70% em 2022

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Fundo de investimento imobiliário CARE11 na bolsa brasileira ultrapassa 70% de valorização

Com a proposta de investir em cemitérios, jazigos, crematórios e serviços funerários, o fundo imobiliário CARE11 (Brazilian Graveyard Death Care) tem destoado completamente dos pares e acumula uma forte valorização em 2022.

Estruturado em meados de 2016 e gerido pela Zion Invest, o fundo sobe cerca de 71,5% neste ano, até 27 de maio, enquanto o Ifix (Índice de Fundos Imobiliários da Bolsa) registra leve alta de 0,06% no mesmo período.

Diferentemente da maior parte dos pares, que investe em empreendimentos considerados mais tradicionais do setor imobiliário, como lajes corporativas, shoppings e galpões logísticos, o CARE11 tem em carteira cemitérios e jazigos.

Primeiro fundo imobiliário listado na Bolsa brasileira com essa proposta, o CARE11 é o controlador do cemitério Terra Santa, em Sabará, na região metropolitana de Belo Horizonte, e detém 2.873 jazigos no Cemitério do Morumby, em São Paulo. Os jazigos são comercializados por valores que podem variar entre R$ 15 mil e R$ 30 mil.

O fundo tem também uma participação ao redor de 20% na Cortel, empresa com 60 anos de histórico dedicados à administração de cemitérios, funerárias e crematórios (inclusive de bichos de estimação) em diversas capitais do país.

A taxa de administração é de 1,47% ao ano, com 20% de performance sobre o que exceder 7,20% mais a variação do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). São cerca de 9.200 cotistas e R$ 290 milhões de patrimônio.

Segundo Francisco Garcia, sócio e diretor da Zion Invest, o envelhecimento da população brasileira ao longo das próximas décadas é a principal tese que sustenta a estratégia do fundo.

O executivo aponta cálculos do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) que indicam que a taxa de mortalidade, estimada em 0,65% em relação ao total da população brasileira em 2018, deve passar para 0,85% em 2038, com o número de mortes ultrapassando o de nascimentos em meados de 2045.

“O setor de ‘death care’ [cuidados relacionados à morte] tem uma demanda garantida e crescente no Brasil, o que o torna mais resiliente do que a média mesmo em cenários de crise”, diz Garcia.

O sócio da Zion avalia que a pandemia fez com que um número muito maior de pessoas tivesse de começar a lidar com a morte de alguma forma, conscientizando-se sobre a importância de ter algum tipo de planejamento para enfrentar um momento difícil, mas inevitável para qualquer um.

LEILÃO DE CEMITÉRIOS EM SÃO PAULO

No início do ano, a Cortel levantou aproximadamente R$ 200 milhões com a emissão de um CRI (Certificado de Recebível Imobiliário), que será utilizado na disputa de leilão a ser realizado pela Prefeitura de São Paulo.

Serão concedidos à iniciativa privada 22 cemitérios e um crematório (Vila Alpina) públicos na capital paulista, em certame que deve ocorrer em junho. O edital prevê ainda a criação de três crematórios. A concessão deve ser por um período de 25 anos, com previsão de economia de R$ 656 milhões para os cofres municipais.

Os empreendimentos serão negociados em quatro grandes blocos, e o sócio da Zion diz que a intenção é arrematar um deles com os recursos captados com o CRI da Cortel.

O executivo estima que os lances para levar os blocos devem variar entre R$ 100 milhões e R$ 170 milhões. “Acredito que deve ser uma tendência as grandes cidades do Brasil passando a privatizar os cemitérios públicos”, afirma Garcia.

O diretor da Zion diz que os sócios da Cortel chegaram a avaliar a abertura de capital (IPO, na sigla em inglês) da empresa no ano passado, frente à forte demanda dos investidores por novas ações na Bolsa de Valores com os juros em níveis historicamente baixos.

O plano acabou sendo postergado com a chegada da segunda onda da pandemia de Covid-19, mas o executivo diz que a retomada do processo ainda segue no radar para um pouco mais à frente.

Ele afirma que as rodadas de apresentação que chegaram a ser feitas junto a diversos grupos de investidores para a abertura de capital da Cortel, bem como o processo para a captação do CRI, fizeram com que o fundo imobiliário também passasse a ser mais conhecido pelo público de forma geral, o que pode ter contribuído, em sua avaliação, para a forte valorização das cotas no acumulado do ano.

O bom desempenho e o aumento da liquidez no mercado secundário fizeram com que o CARE11 fosse incluído no Ifix no início de maio, dando maior visibilidade e um impulso adicional à estratégia. Na sexta-feira (27), a cota do fundo imobiliário era negociada a R$ 4,75 na Bolsa de Valores.

QUEDA DE 20% NO ANO PASSADO

Garcia acrescenta que o desempenho ruim de 2021, quando o fundo teve desvalorização de cerca de 20%, também ajudou para a forte alta verificada nos últimos meses, com investidores se valendo do desconto para montar posições.

A baixa distribuição de dividendos —o dividend yield anualizado (percentual distribuído em rendimentos em relação ao preço das cotas) era de apenas 1,36% em dezembro de 2021, de acordo com dados da plataforma Comdinheiro— pesou para a queda do ano passado, diz o executivo, lembrando que os investidores de fundos imobiliários costumam ser atraídos pelos dividendos pagos pelos produtos do tipo.

O sócio da gestora diz que, por ainda estar em fase de trazer novos investimentos para a carteira, os dividendos acabam ficando aquém do observado entre os pares, que oferecem rendimentos que chegam à casa dos dois dígitos.

“Com o envelhecimento da população, o momento é de consolidação no setor, com a compra dos melhores ativos, para estarmos bem posicionados para as próximas décadas.”

Sob uma perspectiva de médio e longo prazo, acrescenta, a tendência é que o portfólio esteja mais consolidado, quando o fundo deve então aumentar a distribuição de proventos de maneira perene.

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    Dia 8 de Março dia Internacional das Mulheres

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    Para nós, todos os dias são dias de comemorar e homenagear as mulheres de nossas vidas.

    A mulher é o simbolo de sensibilidade. És a gloria do homem, fonte de eterna amizade, perola de inestimavel valor. Manancial de profundo amor. Alma misteriosa com  inesplicavel poder de conciliar o trabalho, a emoção e o lar.

    Essa é a nossa homenagem a todas as mulheres do nosso Brasil.

    Em particular aquelas que se dedicam a trabalhar no segemento do luto. Onde desempenha um imenso papel no tratamento das familias elutadas.

    A todas estas que contribui imensamente participando direta ou indiretamente no mercado da morte.

    Feliz dia internacional das mulheres.

    São os votos de todos do Portal Todas Funerárias. 

    Ilustrou a nossa homenagem

    Éllen Ribeiro – Funeraria Flor do Carmelo – MG 

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