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Carro de remoção atrasa quase 14 horas e deixa cidadãos na mão PR

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A espera de um carro de remoção para um jovem morto, demora quase 14 horas

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Carlos Ramon Dias (18 anos) foi morto na noite de segunda-feira 15/01 por volta das 21:30 horas em Colombo, Região Metropolitana de Curitiba, enquanto buscava a esposa em um ponto de ônibus. Quando foi vitima de um assalto e ao reagir o assaltante o esfaqueou no pescoço do rapaz, tirando lhe a vida minutos depois.

3O fato que já era triste se tornou um pesadelo, quando foi acionado o carro de remoção para retirar o jovem morto do local e encaminhar o corpo para o IML. O corpo do rapaz só foi retirado do local no dia seguinte por volta das 11:00 horas. Foram quase 14 horas de espera, já que o carro de remoção teria se envolvido num acidente e não havia outro para substituir.

A família do jovem Carlos Ramos, passou a ser auxiliada por moradores, e contou com a interferência direta do diretor geral da Luto Araucária e Memorial Parque das Araucárias, Sr Alex Mildenberger Nunes.

Alex Mildenberger Nunes“Somos uma empresa de Colombo, com toda a família nascida aqui. Sentimos que depois de tanto sofrimento e constrangimento, eles mereciam ter esse suporte. Entramos em contato com a família e percebemos que se tratava de uma gente humilde, que não teria condições de dar um desfecho digno para essa história triste. Além disso, claramente ninguém está preparado para perder um filho com apenas 18 anos” Afirmou Nunes

De acordo com Nunes, como o corpo ficou muito tempo ao relento por causa do atraso do IML, o tratamento seria mais custoso, e em momento algum a família deixou de estar ao lado do rapaz durante todo esse tempo que demorou a remoção lamenta o diretor da Luto Araucária Sr. Nunes.

Wagner.MesquitaEm entrevista ao Paraná TV, o secretário estadual de Segurança Pública, Wagner Mesquita, pediu desculpas aos familiares pelo atraso. “Foi uma situação atípica. O excesso de trabalho do IML e uma sucessão infeliz de acontecimentos, que culminaram no atraso da retirada do corpo do Carlos Ramón. Primeiro de tudo, estamos consternados com a própria família, estamos condoídos com a dor dessa família e pedimos desculpas pelas circunstâncias do acontecido”, afirmou Mesquita.

Segundo o secretário, o problema foi pontual e não deve voltar a se repetir. Ele garantiu que a pasta já encerrou uma licitação para alugar mais 30 veículos para todo o Instituto de Criminalística. Dessas, seis seriam viaturas para recolher corpos em Curitiba e na Região Metropolitana.

Ainda de acordo com Mesquita, o novo contrato prevê que a empresa troque as viaturas que tenham problemas, em um prazo de até duas horas. O contrato atual, conforme o secretário, apenas garante o conserto dos carros quebrados. Vou acompanhar de perto a entrega dessas viaturas locadas”, afirmou o secretario. A licitação deve ser concluído em 15 dias.

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    Coreia do Sul investe pesado no profissionalismo do agente funerário

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    Os alunos do curso de agente funerários preparando corpos 

    Para acompanhar a alta demanda asiática, novos agentes funerários estão sendo preparados para atender as pessoas que estão envelhecendo e morrem cada vez mais sozinhas. Muitas pessoas já escolheram essa profissão devido à rápida mudança demográfica que afeta a quarta maior economia da Ásia. Quase metade da população da Coreia do Sul esta na casa dos 50 anos ou mais, para uma taxa de natalidade é uma das mais baixas do Mundo.

    A quantidade alta de pessoas com idade avançada que vivem e morrem sozinhas na Coreia do Sul, tem levado a uma crescente demanda de serviços nessa área, onde os lares com apenas uma pessoa representam cerca de 42%.

    No Instituto de Ciência e Tecnologia, os alunos tratam delicadamente um manequim em tecidos tradicionais, alisando as dobras como se uma pessoa estivesse realmente morta, todos os cuidados antes de o colocar na urna são tomados pelos alunos que se dedicam a aperfeiçoar a pratica.

     “Com o envelhecimento da nossa sociedade, me preparei para o aumento da procura por este tipo de trabalho”, explicou Jang Jin-yeong, uma estudante de administração funerária de 27 anos.

    E os relatos são muitos

    Im Sae-jin, de 23 anos, escolheu a profissão após a morte da sua avó. “No funeral dela, vi o quão maravilhosamente preparada estava para a sua última despedida”, relatou. “Senti-me profundamente grato”.

    Com o número de pessoas que morrem sozinhas na coreia do sul fez surgir uma nova profissão. A de funcionário de limpeza pós morte que limpa casas após a morte dos seus moradores. Cho Eun-seok, um ex músico clássico de 47 anos, já limpou inúmeras casas cujos moradores faleceram.

    Os dados sobre as mortes solitárias incluem também os suicídios, sendo a Coreia do Sul o país desenvolvido com a maior taxa. E não acontece apenas nas residências: Cho começou a receber chamadas para limpar carros em que as pessoas tiraram a própria vida dentro deles.

    Diante dessa situação, ele decidiu desenvolver um dispositivo para detectar sinais de mortes sem assistência que, na sua opinião, podem prejudicar o meio ambiente, causar infestações de pragas e forçar o descarte de todos os pertences de uma casa. No verão, o cheiro de decomposição espalha-se rapidamente. “Em três dias, o cheiro forte toma conta de todo o espaço e quase nada pode ser salvo”, afirmou.

    Essa missão, no entanto, não se limita à limpeza. Kim Seok-jung, outro trabalhador, certa vez, limpou a casa de uma compositora e encontrou várias canções que não havia compartilhado com a família e as transformou em música.

    Cho lembra-se de uma estudante do ensino médio que morava num “goshiwon”, um pequeno apartamento de menos de cinco metros quadrados, para fugir da violência doméstica. Limpava a casa uma vez por mês, já que a adolescente tinha crises de depressão e não conseguia fazer sozinha. Haviam muitos pertences e comida podre sobre a cama e o ar estava cheio de moscas, mas a jovem cuidava com carinho de uma pequena caixa e pediu a Cho que nunca a descartasse. Um ano depois ela cometeu suicídio e Cho encontrou um hamster dentro da caixa. “Assim que o vi, só pensei numa coisa: vou salvá-lo”, contou.

    “É preciso estar atendo aos sinais de novos serviços e atualizações que podem ser agregados e gerar nova fonte de renda”

    Luiz Albuquerque

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    Setembro o mês de combate as mortes por suicídio

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    Brasil tem mais de 30 internações ao dia por tentativa de suicídio

    Dado é da Associação Brasileira de Medicina de Emergência (Abramede)

    Os números oficiais são do ano de 2023, quando o Sistema Único de Saúde (SUS) registrou 11.502 internações decorrentes de lesões com intenção deliberada de autolesão, resultando em uma média diária de 31 ocorrências. O total representa um crescimento superior a 25% em comparação com os 9.173 casos registrados em 2014, quase uma década antes. A Associação Brasileira de Medicina de Emergência (Abramede).

    Quando a causa morte é suicídio, familiares e amigos se vem em uma condição estressante devido a dificuldade de entendimento do fato, por que a pessoa cometeu suicídio. Um suicídio muitas vezes nos leva a se rebelar contra Deus ou o destino, aumentando o trauma, podendo desencadear um quadro de depressão profunda.

    A evolução dos números registrados por regiões

    A análise regional das internações por lesões autoprovocadas mostra diferenças entre os estados do Brasil. Para a associação, em alguns casos, houve “um crescimento alarmante”. Por exemplo, Alagoas registrou o maior crescimento percentual de 2022 a 2023, com um aumento de 89% nas internações. Em termos absolutos, o número de casos aumentou de 18 para 34 durante o período.


    Segundo a entidade, a Paraíba e o Rio de Janeiro também se destacam, com crescimentos de 71% e 43%, respectivamente. Em contrapartida, estados como São Paulo e Minas Gerais, embora apresentem números absolutos elevados — 3.872 e 1.702 internações, respectivamente, em 2023 —, observaram aumentos percentuais menores, de 5% e 2%, respectivamente.

    O perfil dessas pessoas

    Segundo a associação, há uma diferença considerável entre os sexos no perfil de pacientes hospitalizados devido a lesões autoprovocadas. De 2014 a 2023, o total de internações femininas subiu de 3.390 para 5.854. No caso dos homens, o número total de internações diminuiu, passando de 5.783 em 2014 para 5.648 em 2023.

    No que diz respeito à faixa etária, o grupo mais afetado em 2023 foi o de 20 a 29 anos, com 2.954 internações, seguido pelo grupo de 15 a 19 anos, com 1.310 internações. “A vulnerabilidade de jovens adultos e adolescentes é evidenciada pelos números, que, juntos, constituem uma parte considerável das tentativas de suicídio”, analisou a entidade.

    As internações por lesões autoprovocadas em indivíduos com 60 anos ou mais totalizaram 963 casos no ano de 2023. Outro dado importante é o crescimento das internações de crianças e adolescentes na faixa etária de 10 a 14 anos. Em 2023, foram registrados 601 casos, quase o dobro do registrado em 2011, quando houve 315 internações.

    Segundo a Abramede, mesmo que o atendimento inicial a esses casos exija um “foco técnico”, é fundamental que a abordagem também considere a detecção de indícios de fragilidade emocional, a fim de proporcionar um suporte integrado. A entidade considera que uma resposta rápida e humanizada pode impactar positivamente o prognóstico desses pacientes, além de contribuir para a prevenção de novos casos.

     

    Morte por suicídio é a segunda maior causa de morte de mulheres jovens. Com base em atestados de óbito de mulheres de 15 a 29 anos.  Entre as principais causas do suicídio estariam os transtornos mentais.

    De acordo com estatísticas, para cada 1 suicídio, há entre 10 e 20 tentativas. Isso significa que quem tenta tirar a própria vida, mas não consegue, vai tentar de novo, ficando cada vez mais vulnerável. Uma tentativa de suicídio é o maior preditor de uma nova tentativa. Caso isso aconteça, a pessoa deve receber auxílio médico imediato.

    É possível Prevenir

    A discussão do assunto é uma das formas mais eficientes de prevenção. Por isso é importante dar atenção aos transtornos mentais e não tratá-los como tabu, já que, em 85% dos casos de suicídio, um tratamento poderia ter evitado que o pior acontecesse.

    Sinais que indicam tendência suicida

    • Apresentar sinais de depressão, mesmo que não assuma, ou dizer o tempo todo que está deprimida, mesmo que não aparente.
    • Ter esquizofrenia, que leva a delírios, alucinações e comportamento desorganizado.
    • Transtornos de humor e/ou personalidade, como bipolaridade.
    • Usar drogas ou álcool em excesso, o que aumenta a impulsividade e, com isso, o risco de se matar.
    • Dizer com frequência que está pensando em desistir, que não consegue continuar.
    • Apresentar sentimento de culpa, ódio por si mesmo, se sentir sem valor ou com vergonha.
    • Ter passado por uma perda importante, como morte ou separação.
    • Ansiedade, pânico, mudanças nos hábitos alimentares e no sono.
    • Comportamento retraído e inabilidade para se relacionar com familiares e amigos.
    • Sentimentos de solidão, desesperança e impotência.
    • Doenças físicas crônicas que são limitantes ou dolorosas demais.
    • História anterior de tentativa de suicídio.
    • Escrever cartas de despedida ou organizar documentos e testamento.

    um-abraçoA maioria das pessoas que se suicidam apresenta depressão, mas nem todos que têm depressão, mesmo grave, vão se suicidar. De fato, apenas 15% das pessoas com depressão grave tiram suas próprias vidas.

    Para cada 1 suicídio, há entre 10 e 20 tentativas. Isso significa que quem tenta tirar a própria vida, mas não consegue, vai tentar de novo, ficando cada vez mais vulnerável. Uma tentativa de suicídio é o indicio de uma nova tentativa. Caso isso aconteça, a pessoa deve receber auxílio médico imediato e principalmente apoio da família.

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    Conheça a historia das preparações de cadáveres e os riscos do uso do formol

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    Funcionários de funerárias que preparam corpos para o sepultamento ou cremação com uso direto do formol podem estar em risco elevado de esclerose lateral amiotrófica (ELA, ou doença de Lou Gehrig), quadro neuro degenerativo incurável que atinge cerca de 450 mil pessoas por todo o mundo, que provoca o endurecimento dos músculos respiratórios e de outras partes corpo, levando à perda progressiva dos movimentos.

    A razão seria o uso desnecessário do formol na preparação dos corpos, sugere uma pesquisa publicada na “Journal of Neurology Neurosurgery & Psychiatry”.

    A pesquisa relacionou o formol (em forma líquida o formaldeído) a danos nos nervos, aumento da permeabilidade das potências de energia de células mitocondriais e produção de radicais livres, todos os quais estão implicados na ELA.

    A historia da conservação de cadáver

    A conservação de cadáver iniciou se no antigo Egito quando os nobres (Faraós e famílias, sacerdotes) após a morte tinham seus corpos preparados para alcançar séculos de conservação. É claro que as técnicas usadas nesta época eram bem diferentes das atuais. Estudos revelam que o embalsamento era feito a partir do Natrão (mistura salina encontrada às margens do Rio Nilo). A alcalinidade presente combatia a proliferação de bactérias e o clima seco do norte da África teve lá suas contribuições, uma vez que a umidade acelera a decomposição. Sendo assim, o Egito se tornou a Terra das Múmias.

    Com o passar dos anos e avanço da Ciência surgiram modernas técnicas de conservação, como a Tanatopraxia permite que um defunto permaneça em bom estado durante o velório através da desinfecção e conservação.

    A técnica consiste em injetar uma mistura preparada por químicos responsáveis pela composição de formol e fenol no cadáver forçando o sangue a sair do sistema circulatório. O fenol possui a propriedade de matar todos os micro-organismos presentes enquanto o formol, por sua vez, é um fixador de células que impede a decomposição. Este processo químico estabelece um ambiente ascético capaz de resistir a uma invasão microbiana.

    A saúde de quem faz uso do formol

    Autoridades de saúde fazem o alerta sobre o contato ou uso contínuo da substância sem o acompanhamento de profissional qualificado, o que traz uma série de prejuízos à saúde, entre eles a pneumonia química e até tumores. Atualmente, há normatização específica que limita a concentração do formol em vários produtos que o utilizam em seu processo de fabricação.

    É importante alertar que a exposição intermitente ao formol, em pequenas quantidades, não causa câncer. Não há razão para pânico. O risco está numa exposição excessiva no uso de formol em concentração acima do permitido. O que muitos não detém conhecimento químico mínimo necessário para manipular o produto com segurança a saúde.

    Conheça os principais efeitos nocivos à saúde

    Entram nessas condições as seguintes pessoas

    Quem aplica ou faz uso em cadáveres (esse entra em contato direto com a substancia), familiares, visitantes e trabalhadores do entorno do cadáver, etc. Esses últimos recebe uma exposição bem pequena que não traria maiores danos, a não ser que haja uma condição preexistente

    Efeitos agudos:

    Irritações nos olhos, no trato gastrointestinal ou nas membranas das mucosas das vias respiratórias.

    Efeitos crônicos:

    Asma, espasmos, tosse, chiado, edema pulmonar, além de câncer de nasofaringe, leucemia, cavidade nasal e de seios paranasais, pulmão e outros cânceres hematológicos.

    Fatores relacionados aos hábitos de vida, tais como tabagismo, etilismo, inatividade física e alimentação inadequada também podem ser citados como evitáveis no tocante a prevenção de câncer associado a exposição ao formaldeído.

    Confira os danos causados à saúde pelo formol com base na concentração:

    0,8 ppm a 1 ppm* = Percepção do cheiro.

    De 1 ppm a 2 ppm = Irritação do nariz, garganta e olhos.

    Entre 10 e 20 = Dificuldades na respiração, lacrimação, queimação, coceira na pele.

    Em torno de 50 = Edema pulmonar, pneumonia química.

    De 50 a 100 ppm = Morte.

    *Em partes por milhão  ppm, em soluções diluídas

    Fonte: Daniel Altino de Jesus (Lacen)

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    Fontes: Journal of Neurology Neurosurgery & Psychiatry –  Instituto Nacional de Câncer – INCA

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