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Brasil tem Museu do IML

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Curitiba detêm o maior acervo sobre a morte em Museu

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Como já é de se esperar de um museu dessa natureza, muita coisa sobre a morte estão expostas. E os frequentadores na sua maioria são profissionais ligados ao tema, claro!

O Museu do IML exerce uma importante função educativa para estudantes de Ciências Biológicas e criminais. No setor de necrotério, estão expostos crânios, fotos de pessoas mortas e estraçalhadas e fetos com má formação conservados em potes de vidro com formol, corpos mumificados, e ate um cranio com um prego encravado.

O museu tem acesso restrito, mas quem visita o museu do Instituto Médico Legal (IML) de Curitiba conclui que a crueldade e a insanidade do ser humano não têm mesmo limites. Em um espaço de aproximadamente 30 m² é possível sair desse local fascinado com os estudos científicos e sentindo uma repulsa pela crueldade do ser humano.

Entre o acervo há três múmias de pessoas que morreram por decorrência da violência urbana ou por causa de doença.

De acordo com o funcionário do IML Joel Camargo, que tem 30 anos de instituto e é curador do museu há 7, são cerca de 3,2 mil futuros médicos, advogados, dentistas e farmacêuticos que visitam o local por ano. “Ele foi criado com fins educacionais e científicos para contribuir no estudo da anatomia”, explica.
Para quem imagina o museu antes de conhecê-lo, a primeira impressão ao chegar lá pode ser um pouco frustrante. Mas alguns instantes depois, a quantidade e a variedade de artefatos surpreendem. O acervo conta histórias de assassinos em série, psicopatas, magia negra, suicídio e até de um ladrão com fixação por calcinhas.

É Camargo o responsável por narrar as histórias, muitas, inclusive, macabras. Há de tudo: desde pessoas que introduziram objetos nas partes íntimas e morreram até um doente psiquiátrico que martelou um prego na própria cabeça. A má sorte também está entre os relatos. Um homem que estava em Morretes foi beber água em uma bica e, ao invés de usar as mãos para beber a água, colocou a boca direto na bica e engoliu uma cobra coral que picou a sua boca e morreu”, diz.

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Esse homem não identificado. Foi encontrado morto possivelmente foi um morador de rua sem família. Ele morreu de causas naturais e teve seu corpo preparado par exposição, ele já teve seus cabelos e unhas cortados várias vezes. “Na verdade, os pelos e as unhas não crescem porque são células mortas. Os corpos vão murchando, enxugando e dão a impressão desse crescimento” explica Joel Camargo

 

Paraibinha-serialkiller-museu-imlParaibinha foi um serial Killer que que aterrorizou a cidade de Campo Largo, matava suas vitimas na década de 70 a foiçadas e acabou sendo morto da mesma forma em setembro 1977. Provavelmente por vingança Seu corpo esta mumificado e faz parte do acervo do museu.

Também é preciso ter estômago forte para ver as fotos coladas nas paredes do museu. “Nessa temos a cabeça de um menino que foi arrancada para um ritual de magia negra. Aqui temos um corpo que chegou despedaçado e nós tivemos que montar”, explica Joel Camargo.

Fetos-Museu-IMLOutros objetos que causam repulsa são os fetos conservados em vidros com formol. “Eles são vítimas da ingestão de medicamentos muito usados para fazer o aborto. Prática, aliás, proibida no Brasil”, fala Camargo apontando para um feto

Muitos dos casos que foram parar no IML – e hoje estão expostos no museu – são consequência do uso de drogas. Em um dos setores da exposição estão guardados objetos usados por usuários, como cachimbos e seringas, além das próprias substâncias ilícitas, como a cocaína e o lança-perfume. “Nós sempre procuramos alertar os jovens para o problema e o perigo do uso das drogas”, enfatiza.

O IML do Paraná é um dos poucos do Brasil que mantém um museu exclusivo para o estudo da anatomia e da violência. É desaconselhável às pessoas mais sensíveis e proibido para menores de 18 anos. A visita ao museu, segundo Camargo, é uma experiência que ajuda os jovens estudantes a refletir e respeitar mais a vida. Joel Camargo não soube especificar a quantidade de objetos e corpos que existem no acervo. Porém, afirma o curador, todos eles são de indigentes.

Periodicamente, Joel Camargo faz a manutenção dos corpos, com aplicações de álcool, formol e glicerina para que eles não embolorem. Ele também apara cabelos e unhas, que mesmo nos mortos dão a impressão que continuam a crescer. , explica.

O museu do IML oferece visitas guiadas, as quais precisam ser previamente agendadas e autorizadas. Funciona de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas. Está localizado na Avenida Visconde de Guarapuava, 2.652, subsolo do Instituto. Telefone (41) 3281-5600.

mazinha

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    Entenda o que é o distúrbio de Necrofilia

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    Um Necrófilo é o mesmo que “Estuprador de Cadáveres”

    caso de necrofilia no brasil

    A necrofilia trata-se de uma grave e rara parafilia — desvio do comportamento sexual —, que não é só moralmente condenável, mas que também encontra sanção na lei:

    Necrofilia significa sexo com cadáveres. É uma parafilia caracterizada pela excitação sexual decorrente da visão ou do contato com um cadáver. É um transtorno de sexualidade em que o agente busca prazer realizando o ato com o morto. Casos de necrofilia são raros, mas chocantes e degradantes. A sociedade se revolta com essas situações e considera este tipo de ação, macabro, repugnante, detestável e abominável. Um necrófilo pode ser condenado de um mês a três anos de prisão.

    Ato conhecido desde muito tempo na história humana. Estes atos normalmente acontece, em cemitérios, onde túmulos são violados para que os suspeitos pratiquem o CRIME de estuprar o cadáver.

    O psiquiatra forense Guido Palomba explica que a necrofilia era mais presente na humanidade na antiguidade, mas que ainda hoje em dia é registrada nos autos policiais.

    É uma das formas mais monstruosas de degeneração do instituto sexual. Para alguém chegar a este extremo de ter sexo com um morto é preciso passar por tantos obstáculos que só uma gravíssima doença mental pode explicar.

    A necrofilia dentro do setor funerário

    Esse é um assunto tratado com extremo rigor. O Código de Ética dos agentes funerários e tanatopraxistas impõe protocolos rígidos de segurança e respeito absoluto ao corpo, garantindo que o falecido esteja sempre protegido contra qualquer tipo de violação ou desrespeito durante todas as etapas da preparação.

    Para garantir a dignidade do falecido e a segurança do processo, as funerárias e Institutos Médicos Legais (IMLs) em 2026 utilizam um conjunto de protocolos rígidos. O objetivo é evitar qualquer tipo de violação, seja ela física (como a necrofilia ou o roubo de pertences) ou moral (como fotos não autorizadas).

    Aqui estão os principais mecanismos de proteção adotados

    Protocolos de Custódia e Rastreabilidade

    Desde o momento em que o corpo é retirado do local do óbito, ele recebe uma pulseira de identificação inviolável com um código (muitas vezes um QR Code).

    • Registro de Acesso: Cada profissional que toca no corpo ou entra na sala de preparação precisa registrar o horário e o motivo da intervenção.

    • Cadeia de Custódia: Existe um documento que registra quem foi o responsável pelo corpo em cada etapa (transporte, laboratório, ornamentação).

    Monitoramento e Segurança Física

    As áreas de tanatopraxia (preparação) são ambientes de acesso restrito.

    • Câmeras de Segurança: Praticamente todos os laboratórios modernos possuem monitoramento por vídeo 24h. Em alguns casos, as imagens são auditadas por empresas externas de compliance.

    • Regra de Duplicidade: Muitas instituições adotam a política de que nenhum procedimento deve ser feito por um profissional sozinho; sempre deve haver dois colaboradores ou supervisão direta.

    Ética e Conduta Profissional

    O treinamento dos agentes funerários inclui módulos pesados sobre Direito Mortuário e ética.

    • Sigilo Profissional: O agente é proibido de divulgar qualquer detalhe sobre a condição do corpo ou a causa da morte.

    • Proibição de Dispositivos Móveis: Em muitas empresas, é terminantemente proibido entrar com celulares em salas de preparação para evitar o vazamento de imagens, o que também configura crime de vilipêndio.

    Consequências Jurídicas e Administrativas

    A proteção não é apenas ética, mas legal. Se houver qualquer indício de desrespeito ao corpo:

    • Esfera Criminal: O profissional responde por Vilipêndio a Cadáver (Art. 212 do Código Penal).

    • Esfera Civil: A empresa funerária responde objetivamente por danos morais à família, com indenizações geralmente muito altas.

    • Conselhos de Classe: O profissional perde o registro e o direito de exercer a função permanentemente.

    Nota Importante: Essas medidas servem para garantir que o momento do adeus seja focado apenas na homenagem e na memória, preservando a integridade de quem já não pode mais se defender.

    Em 2015 a Polícia Civil do Paraná registrou quatro casos de necrofilia
    No Brasil um dos quatro casos de necrofilia registrado, aconteceu no cemitério de Paranavaí, em maio de 2015, onde o corpo de uma professora foi encontrado fora do caixão com sinais de abuso sexual. A professora, que morreu de câncer, havia sido sepultada menos de 24 horas antes do crime.

    Em todo o mundo, há várias leis que proíbem esta prática, mas sem que exista uma lei específica para punir sexo com cadáveres.

    Embora raros casos, de tempos em tempos surgem novos casos, como o que aconteceu no Paraná em 2010. Uma mulher de 54 anos, enterrada três dias antes no Cemitério Municipal de Santo Antônio do Sudoeste, na fronteira do Brasil com a Argentina. Ate agora ninguém sabe quem foram os autores.

    Mas no contexto mundial, vários casos foram registrados. Vamos citar os mais conhecidos e absurdos.

    O Vampiro de Muy

    O Vampiro de Muy

    Ardisson cometeu uma centena de atos de necrofilia. O primeiro caso de necrofilia de que se sabe aconteceu em 1801, quando a polícia francesa da comunidade de Var, prendeu Victor Ardisson, mais tarde conhecido como “O Vampiro de Muy”. O jovem de 29 anos violava vários corpos, a maioria mulheres, enquanto trabalhava como coveiro e empresário de funerais

    Ardisson mutilou e decapitou os corpos de suas ‘vítimas’, tendo inclusive mumificado e preservado a cabeça de um jovem de 13 anos, a quem ele chamou de ‘sua namorada’. Após sua prisão, ele foi internado em um hospital psiquiátrico onde permaneceu pelo resto de sua vida.

    O médico americano Carl Von Cosel

    Médico americano Carl Von Cosel

    Uma das histórias mais “comovedoras” relacionadas com o transtorno da necrofilia, é a do médico americano Carl Von Cosel, que em 1931 desenvolveu uma obsessão por Maria Elena de Hoyos, 22 anos, uma de suas pacientes da Flórida, que ele tratava por causa da tuberculose. Profundamente “apaixonado” pela garota, após sua morte, ele pediu permissão da família para construir-lhe um mausoléu em que ele visitava a noite e preservava seu corpo em formol. Em 1933, ele moveu o corpo para sua casa, levou a para sua cama e encheu um guarda-roupas para vesti-la.

    A irmã de Elena descobriu o roubo do corpo sete anos mais tarde e foi para a casa de Von Cosel encontrou o corpo deitado na cama com uma máscara de cerâmica cobrindo o rosto: Os ossos foram unidos com cordas de piano, sua pele foi tratada com cera, seus olhos eram de vidro e ela fora toda perfumados para mascarar o cheiro de putrefação.

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    Curiosidade

    O que acontece com um corpo após a morte

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    A morte é o mistério do desconhecido. E situações assustam e causa repulsa para muitos. 

    Após a morte vários eventos acontecem no nosso corpo. Colhemos alguns relatos de especialistas no assunto

    Quando o corpo fica roxo

    Se aprendemos alguma coisa ao assistir CSI todos esses anos é que os rostos das pessoas mortas são assustadoramente pálidos. Mas se você olhar nas partes inferiores do corpo (as áreas vão depender da posição do cadáver), verá áreas manchadas e roxas.

    Por quê? Uma vez que o coração para de bombear, a gravidade força imediatamente o sangue a se acumular em seus vasos inferiores, em um processo chamado livor mortis.

    Essas manchas surgem 20 a 45 min após a morte.

    É possível o falecido ter uma ereção?

    Se um homem morre de face para baixo, o sangue pode se acumular no pênis, podendo ficar ereto. Mas as chances de uma ereção acontecer são bastante reduzidas, diz Judy Jelinek, patologista forense.

    Na verdade, é mais possível que apenas pareça que uma ereção ocorreu. “Às vezes, encontramos uma ‘descarga’ perto da região íntima do cadáver, mas isso vem da infiltração passiva de fluido da próstata”, diz Jelinek.

    Pode sair gases pela boca?

    Surpreendentemente, as células de imunidade param de funcionar quando uma pessoa morre. Depois de algum tempo, isso permite que as bactérias do intestino e do trato respiratório superior invadam a corrente sanguínea e comecem a festa no sangue e tecidos em um processo chamado decomposição.

    Enquanto os insetos comem, eles soltam um monte de gases fedidos que ficam presos no intestino e estômago. Se alguém coloca pressão sobre o corpo ou o move, o gás reprimido pode vazar pela boca. E é realmente fedido, como você deve imaginar.

    O morto pode mexer-se na urna?

    Você já deve ter visto ou lido várias histórias de cadáveres saindo do caixão. Felizmente, isso é apenas um mito.

    O corpo pode realizar movimentos aleatórios após a morte porque ainda há um pouco de atividade cerebral, mesmo que a pessoa tenha levado um tiro na cabeça ou no tronco. Desse modo, é possível que algumas contrações musculares aconteçam enquanto o “processo de morte” ainda está ocorrendo.

    Quando o corpo passa pelo procedimento de tanatopraxia (que é um procedimento para durar mais um velório ou mesmo para transportar) isso anula qualquer possibilidade por mínima que ela exista.

    Gemidos

    Quando os médicos tentam reanimar uma pessoa, eles bombeiam ar extra para os pulmões do paciente e estômago. Mas depois de morto, o ar ainda pode escapar, especialmente se alguém aplica pressão no peito ou no estômago enquanto move o corpo.

    E uma vez que o ar está fluindo pelas cordas vocais, pode causar alguns sons, como gemidos, o que obviamente é assustador.

    As células se rompem

    O processo pelo qual o corpo humano se decompõe começa poucos minutos após a morte. Quando o coração para de bater, a temperatura corporal cai cerca de 1,5 graus centígrados por hora até atingir a temperatura ambiente. Quase imediatamente, o sangue se torna mais ácido e o dióxido de carbono se acumula. Isso faz com que as células se rompam, liberando enzimas para os tecidos, que começam a ser digerido de dentro.

    O cálcio faz com que seus músculos se contraiam

    Todos mundo já ouviu falar que depois da morte o corpo fica duro e difícil de se mover. Isso acontece porque o cálcio faz com que os músculos se contraiam. Isso começa a acontecer geralmente depois de três a quatro horas após a morte e o pico é  12 horas depois, no entanto após de 48 horas o efeito acaba. Por que isso acontece? Existem bombas nas membranas das suas células musculares que regulam cálcio. Quando as bombas param de funcionar na morte, o cálcio inunda as células, fazendo com que os músculos se contraiam e endureça.

    Você ficará pálido

    A Gravidade deixa a sua marca no corpo humano nos primeiros momentos após a morte. Enquanto o resto do seu corpo fica pálido, glóbulos vermelhos pesados se movem para as partes do seu corpo que estão mais próximos ao chão. Isso ocorre porque a circulação foi interrompida. Os resultados são manchas roxas sobre suas partes mais baixas. Quando analisadas pelo legista, elas podem revelar exatamente a hora em que você morreu.

     Seus órgãos vão se auto digerir

    A putrefação, retardada pelo processo de embalsamamento, é causada pelas enzimas do pâncreas, que faz com que o órgão começar a digerir a si mesmo. Além da ação microbiana, que se inicia na barriga e se espalha pelo corpo todo. A cientista Caroline Williams afirmou em seus estudos, publicados na revista New Scientist, que cerca de 100 trilhões de bactérias vivem nas nossas entranhas, em harmonia com o nosso organismo. Depois da morte, a atividade dessas bactérias liberam a putrescina e cadaverina, que são os compostos que tornam o cheiro do corpo humano em morte

    Você pode ficar coberto de cera

    Além de pó e cinzas, também podemos virar cera. Depois de putrefação, a decomposição é acelerada para transformar o corpo em esqueleto. No entanto, alguns órgãos tomam um rumo interessante. Se um corpo entra em contato com o solo ou a água fria, pode desenvolver adipocera, formada a partir de um material ceroso. A adipocera funciona como um conservante natural sobre os órgãos internos. Ele pode levar especialistas a pensarem que uma pessoa morreu antes do que o real, como foi o caso de um cadáver de 300 anos de idade recentemente encontrado na Suíça.

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    O que fazer com o perfil de uma pessoa falecida nas redes sociais

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    Transformando o perfil de uma pessoa que faleceu em memorial 

    O pós-morte é um momento bastante complexos para os familiares que tiveram uma perda em seu meio. Você já se perguntou o que acontece com as contas nas redes sociais de um falecido? O que era uma preocupação inexistente alguns anos atrás já está se tornando algo comum. E o que fazer então com os perfis das redes sociais?

    Preparamos uma matéria tutorial que esclarece e da os caminhos para que essa conta de rede social seja transformada em um memorial para eternidade.

    Sem duvidas as redes sociais estão presentes na vida de muitos e acabam transformando a forma como nos relacionamos com o mundo em todos os momentos da vida. Trazendo impacto direto no relacionamento com a morte.

    tristeA perda de um ente querido traz um grande impacto na vida de muitos. E esse fenômeno tem chegado com muita força nas redes sociais, sendo motivos de pesquisas por terapeutas do luto. O fato é que a cada dia novos ícones são adicionados para e melhor expressão do momento vivido.

    A mudança do perfil para LUTO é um indicio de que a cada dia que passa mais e mais pessoas querem expressar esse momento com todos através das redes sociais

    Segundo Mark Zuckerberg, criador do Facebook, 1 a cada 7 pessoas do planeta utiliza alguma rede social para se comunicar, disseminando os momentos difíceis que estão passando. Os perfis de pessoas mortas se não forem comunicadas ficarão ativos como se fossem pessoas vivas.

    As contas permanecem vivas e ativas, a menos que um parente informe à plataforma de rede social em questão que a pessoa faleceu.

    Algumas plataformas oferecem a opção de encerrar o perfil após a notificação oficial do falecimento por um familiar, enquanto outras oferecem alternativas.

    Por exemplo, quando a Meta – a empresa proprietária do Facebook e do Instagram – recebe uma certidão de óbito, a conta da pessoa que faleceu pode ser apagada ou transformada em uma página de “memorial” – o que significa que a conta seria congelada no tempo e convertida em uma página de lembrança do usuário, permitindo que as pessoas postem fotos e recordações.

    E o que fazer com o Perfil de uma pessoa que morreu?

    Oportunidade aos agentes funerários, como são eles que tem um contato muito direto com os familiares, este seria um gancho para tornar seu trabalho mais valorizado, informando esta matéria onde descreve e disponibiliza o link para os familiares solicitares a conversão de perfil para memorial, ou até mesmo ele oferecer a oportunidade de Transformar o perfil em memorial como atrativo.

    O que acontece com a “vida online” de quem morre?

    Segundo a ONU (Organização das Nações Unidas), estima-se que 102 pessoas morrem no mundo por minuto. Ou seja, são 146.880 pessoas por dia. Tomando por base que 30% da população mundial utiliza redes sociais como o Facebook e o X “Twitter”, entre outras, temos que, a cada dia, 45.532 perfis tornam-se de usuários mortos.

    É um cemitério virtual de lembranças que muitas pessoas preferiam deixar para trás, já que receber uma notificação de aniversário de um familiar que já faleceu ou se deparar com suas fotos pode trazer à tona emoções negativas.

    O que fazer quando alguém próximo a você morre

    Se você quiser se prevenir, pode deixar todos os seus logins e senhas com uma pessoa de confiança. Caso contrário, é preciso conferir as opções que cada rede social disponibiliza. Se você precisar desabilitar as redes sociais de alguém que faleceu.

    Existe lei que trada o direito digital?

    Durante a vida, você acumula seu patrimônio: automóvel, casa, ações, dinheiro no banco. Não importa. Quando você morre, entra em ação o direito sucessório, que lida com a transmissão desse patrimônio para os herdeiros, algo definido por lei, e por inventários e testamentos.

    No mundo virtual, a chamada herança digital até existe, mas ainda não foi criada uma lei para tratar dela em especifico. E essas coisas demoram mesmo. “Antes de haver uma lei, é preciso que o fato aconteça bastante na sociedade para, aí sim, sair uma posição judicial”, explica Victor Simões Pereira, advogado e especialista em direito sucessório.

    Veja como proceder

    Preparamos um tutorial para transformar perfil de pessoa falecida em memorial nas três redes sociais mais usadas no Brasil.

    Facebook

    Como informar ao Facebook sobre o falecimento de uma pessoa ou sobre uma conta que precisa ser transformada em memorial.

    Como transformar uma conta em memorial
    As contas transformadas em memorial são um local em que amigos e familiares podem se reunir para compartilhar lembranças após o falecimento de uma pessoa. A transformação de uma conta em memorial também ajuda a protegê-la, impedindo que as pessoas entrem nela.
    De acordo com nossa política, uma conta é transformada em memorial se recebemos uma solicitação válida. Saiba mais sobre o que acontece quando transformamos uma conta em memorial.
    Não podemos fornecer as informações de login da conta de outra pessoa, mesmo nessas circunstâncias. Entrar na conta de outra pessoa viola as políticas da Meta.
    Para solicitar que um perfil seja transformado em memorial, entre em contato conosco.
    Como remover a conta
    Amigos do Facebook com a documentação correta podem solicitar a remoção da conta do Facebook de um ente querido.

    Instagram

    Quando uma pessoa falece, o Instagram permite que a conta seja feita uma memorialização. Uma conta memorial é um lugar para amigos e familiares se reunirem e compartilharem lembranças após o falecimento de uma pessoa. Aqui estão os passos que você precisa seguir para transformar uma conta do Instagram em um memorial.
    Para transformar uma conta do Instagram em um memorial, acesse a Central de Ajuda do Instagram, preencha o formulário com seus dados e as informações do falecido (nome e usuário), anexe um documento que comprove o falecimento (como um obituário), e envie a solicitação. A conta será então congelada, exibindo um aviso de “Em memória” e mantendo as postagens públicas, mas sem permitir mais interações ou login de usuários. 

    Passos para transformar uma conta em memorial

      1. Acesse a Central de Ajuda: No seu navegador (celular ou PC), vá para a página de suporte do Instagram e localize o formulário de solicitação de memorialização. 
    • Preencha seus dados: Informe seu nome completo e endereço de e-mail no formulário.
    • Forneça os dados do falecido: Indique o nome completo da pessoa falecida e o nome de usuário dela no Instagram. 
    • Envie um comprovante de falecimento: Faça o upload de um documento ou insira um link para um obituário, artigo de jornal ou certidão de óbito para comprovar o falecimento. 
    • Informe a data de falecimento: Selecione a data exata do óbito da pessoa. 
    • Envie a solicitação: Clique no botão “Enviar” para encaminhar o formulário à equipe do Instagram. 

    Características de uma conta memorial

    • Ninguém pode fazer login:
      A conta é congelada, impedindo que qualquer usuário acesse e faça login nela. 
    • Exibição de “Em memória”:
      O perfil terá um símbolo e a inscrição “Em memória” ao lado do nome, indicando que é um local para celebrar a vida da pessoa. 
    • Conteúdo preservado:
      As fotos, vídeos e outras publicações do perfil permanecem no Instagram e são visíveis para as pessoas que já tinham acesso a elas. 
    • Menor visibilidade:
      Contas memorializadas não aparecem em lugares como a aba Explorar do Instagram.

    X “Twitter”

    Para transformar um perfil do X (antigo Twitter) em memorial, deve-se contatar o suporte oficial da plataforma, pois não há um formulário público disponível para isso, como acontece em outras redes sociais. Ao contatar o suporte, precisa-se de fornecer o nome completo da pessoa falecida, o nome de utilizador da conta, a data do falecimento e um documento comprovativo, como um certificado de óbito ou um obituário. 

    Passos a seguir:
    1. 1. Acesse ao suporte do X:

      Encontre o e-mail de contato ou a página de suporte específica do X para solicitar transformações em memorial. 

    2. 2. Prepare a documentação:

      Reúna um documento oficial que comprove o óbito, como o certificado de óbito, ou um link de um obituário online. 

    3. 3. Preencha os detalhes:

      No contato com o suporte, inclua:

      • O nome completo da pessoa falecida. 
      • O nome de utilizador do perfil no X. 
      • A data exata do falecimento. 
      • Um link para o obituário, se existir. 
      • O documento ou link de comprovação de óbito. 
    4. 4. Envie a solicitação:

      Envie a informação e os documentos para a equipa de suporte do X. 

    5. 5. Aguarde a resposta:

      Após o envio, aguarde a análise da solicitação pela equipa de suporte do X. 

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    A evolução do mercado funerário

     

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