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Academia de Ginástica no Cemitério Provocou Protestos

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Academia de ginastica britânica pratica exercícios nos cemitérios. E acendeu o debate sobre o certo e o errado de como a  sociedade se relaciona com outro lado da vida.

Academia de Ginástica no Cemitério Provocou ProtestosComo seria chegar em um cemitério e ver uma quantidade de pessoas vestidos de lycra fazendo ginástica em meio a lápides e túmulos?

Isso é o que vem acontecendo no Putney Old Burial Ground, um antigo cemitério no bairro de Putney, no sudoeste de Londres.

Um morador declarou ao jornal londrino Evening Standard que praticar as aulas de ginastica no local é “desrespeitoso, uma falta de consideração”.

Há mais de 160 anos não são feitos enterros no cemitério, mas restos mortais dos que foram enterrados permanecem ate hoje no local.

Com o passar do tempo local tornou-se um jardim público em 1886. Oito bancos de parque foram colocados em torno dos tumulos. Um relatório da administração local, o Wandsworth Council, classifica o lugar como “um pequeno espaço para sentar, oferecendo um destino e uma área para trabalhadores do bairro descansarem e até tomarem seu lanche”.

O diretor da academia, Gavin Sunshine, disse que outros grupos, incluindo estudantes, grupos de teatro e professores de ginástica (personal trainers) já vêm usando o cemitério para atividades.
“Se alguém sente que desrespeitamos os mortos, gostaríamos de pedir desculpas aos desrespeitados. Achávamos – erroneamente – que havia atividades de lazer no jardim. Então, um dia, decidimos terminar uma das nossas aulas, apenas os dez minutos finais, ao ar livre, debaixo do sol”, disse Sunshine.

Opiniões
Uma porta-voz da National Association of Funeral Directors, uma associação de funerárias britânicas, disse que seus associados não gostariam de ver esse tipo de atividade em cemitérios ainda ativos, frequentados por famílias que perderam entes queridos e que merecem respeito.

Mas os associados “apoiam medidas para incentivar as pessoas a ficarem mais à vontade com a ideia da morte, e isso pode  incentivar o público a explorar e desfrutar de cemitérios históricos, particularmente os que foram desativados há várias décadas”.

Para Giles Fraser, padre da Igreja Católica St Mary’s, em Newington, no condado de Surrey, o tempo decorrido após o último enterro é um fator importante para que se decida o que pode e o que não pode ser feito em um cemitério.

“Se não há a probabilidade de que existam parentes vivos, de luto, acho que temos a permissão de tratar o lugar mais como um parque, menos como um cemitério”, disse Fraser.
Rudi Leavor, rabino da Bradford Reform Synagogue, em Bradford, Inglaterra, tem opinião diferente. “Trata-se de um lugar sagrado”, disse. “Não é um lugar para você usar como atalho entre um ponto e outro, não é um lugar para se fazer exercícios.”

Na Igreja Anglicana, cada igreja estabelece suas regras sobre o que é ou não permitido em seus cemitérios, mas a maioria delas segue certos princípios..

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Frases e mensagens em velório

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As palavras ou atitudes são de um valor imenso quando usamos de forma correta

Nos momentos como a perda de uma pessoa muito querida, costumam nos deixar sem palavras para expressar a dor e a solidariedade as famílias durante as cerimônias. Se você souber usar as palavras certas poderá ajudar a transmitir o carinho aos familiares e amigos da pessoa que se foi.

Sem querer inovar e correr o risco de passar vergonha ou magoar as pessoas nesse momento, segue uma lista básica de atitudes ou palavras para te ajudar a se expressar de maneira respeitosa durante o momento triste do funeral:

1. “Meus pêsames”.

Clássica, a mensagem demonstra os sentimentos de respeito e carinho de forma sucinta, ideal para o ambiente fúnebre. Geralmente, os familiares costumam se manter ocupados durante as cerimônia: dessa forma, você transmite os seus sentimentos sem ‘alugá-los’ por muito tempo.

2. “Eu sinto muito”.

A máxima “menos é mais” se faz ainda mais válida em momentos tristes. Essa frase, seguida de um abraço sincero, mostra que você se importa verdadeiramente com aqueles que perderam um ente querido.

3. “Meus sentimentos”.

Quem sofre uma perda costuma passar por momentos de tristeza e fragilidade. Nessa hora, o apoio dos amigos e familiares é essencial; por isso, a demonstração dos sentimentos costuma ser válida e eficaz para o momento.

 4. “Pode contar comigo”.

Despedidas costumam ser rodeadas de ações, muitas vezes delicadas, que devem ser tomadas pelos familiares. Tais preocupações, como doações de bens e roupas, além da escolha de flores, entre outras, podem ser ainda mais difíceis durante os momentos de dor e luto. Poder contar com os amigos nessa fase pode fazer toda a diferença! Auxilie naquilo que for possível sempre com muita descrição.

5.  Fique em silêncio ao lado dos familiares.

A atitude: permanecer em silêncio ao lado de alguém que sofreu uma perda reforça o seu respeito e consideração. “As palavras são de prata, o silêncio é de ouro”, já dizia o ditado.

5.  Abrace a pessoa.

Abrace com muito carinho a pessoa e se a voz ficar embargada não diga nada. Essa atitude diz muito mais que palavras. Para evitar situações embaraçosas, um simples abraço já é o suficiente.

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    Como se faz para embalsamar um corpo?

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    Os egípcios acreditavam que após a morte precisaríamos utilizar o nosso corpo e, por isso os embalsamava

    A tecnica de Embalsamar acredita-se que exixta desde 3300 a.C. — quando a primeira múmia chamada “Ginger” foi descoberta.

    Embora ela seja muito conhecida pelas múmias egípcias, continua tendo aplicação prática até os dias atuais. O embalsamamento possui a função de preservar os corpos para os velórios, transporte aéreos e até casos especiais de políticos e celebridades. Apesar de ser algo tão comum (e antigo), nem todo mundo sabe como esse processo funciona e nem as contribuições que ele já trouxe para a medicina moderna.

    Como se embalsama um corpo?

    Antigamente, era normal realizar a retirada de todos os órgãos — com exceção do coração — no embalsamamento e, então, usar uma espécie de natrão em todo o corpo. O procedimento era feito assim porque os antigos egípcios acreditavam que, mesmo após a morte, nós precisaríamos utilizar o nosso corpo e, por isso, a matéria deveria ser preservada.

    Tecnica Egípicia

    O preparo exigia muitas etapas, a técnica para conservação começava com a retirada do cérebro e vísceras, em seguida o corpo era levado para uma pré-secagem. Em seguida partia-se para a desidratação do cadáver que durava cerca de 70 dias, onde sais de natrão eram aplicados para garantir que toda a água presente fosse retirada. Por último, colocava-se a máscara mortuária, que preservava a identidade do morto, e as faixas e cordas, características das múmias egípcias.

    Natrão: mineral constituído de carbonato de sódio hidratado (Na2CO3.10H2O); natro, nátrum no qual as múmias ficavam imersas durante 40 dias para desidratação das células e combate às bactérias.

    Hoje, o embalsamamento é bastante diferente do que os antigos egípcios realizavam nas múmias. Depois de tantos anos, é claro que a intenção por trás da técnica de embalsamar o corpo mudou — bem como os métodos usados que ficaram mais evoluídos. Mas ela continua relevante, já que ainda precisamos de um corpo intacto para velarmos a morte de um ente querido ou para transportar esse corpo de um país para outro de avião, por exemplo.

    A técnica atualmente utilizada — Tanatopraxia

    Atualmente a técnica não busca preservar toda a matéria, mas deixá-la o mais próxima possível de como o falecido era em vida. Para isso, o sangue é retirado por meio de uma bomba aspiradora e, no lugar, é injetada um fluido arterial a base de água e formaldeído, que ajuda a preservar os órgãos e a matar as possíveis bactérias. Dessa forma, o corpo é preservado e evita-se o mau cheiro. Na região abdominal é inserido outro tipo de fluido cavitario.

    Mas não é só isso: antes, o profissional responsável deve massagear todo o corpo, retirando o rigor mortis — os músculos enrijecidos após a morte. Depois da aplicação da solução, é preciso ainda maquiar o falecido e corrigir possíveis falhas. Como nos casos daqueles que morreram de morte violenta e possuem marcas de tiros ou outras questões que podem chocar os familiares.

    De qualquer modo, o embalsamamento é indicado para ser feito, preferencialmente, durante as primeiras 12 horas após o falecimento. E passadas esse periodo, o sangue coagula e fica problemático injetar o líquido conservantes que precisa penetrar nas artérias

    Esse foi o motivo, por exemplo, para que o corpo do ex-presidente venezuelano Hugo Chávez não fosse embalsamado — como desejava Nicolás Maduro. O período da sua morte até a decisão foi muito longo e o corpo já não apresentava condições para a técnica.

    Qual é a importância da técnica de embalsamar corpo?

    Embalsamar corpo pode parecer algo simples e, em algumas situações, até sem importância. Mas esta técnica contribuiu para avanços significativos na nossa medicina moderna. Lênin, fundador da antiga União Soviética, é um dos corpos embalsamados mais famosos do mundo já que, mesmo após quase 9 décadas do seu falecimento, ele ainda continua preservado e exposto no Mausoléu Lênin, em Moscou.

    Como isso é possível?

    Graças a inúmeros avanços feitos pelos tanatopraxistas russos!

    Anualmente, eles repetem o embalsamento e ainda buscam maneiras de reconstituir o corpo do ex-líder soviético. Eles refazem as suas sobrancelhas e outras partes do corpo que, com o tempo, já se deterioraram.

    Como isso se relaciona com a medicina moderna?

    Graças à necessidade de manter o corpo de Lênin intacto, esses profissionais realizaram vários avanços. São exemplos: o desenvolvimento de um equipamento especial capaz de manter a circulação sanguínea pelos rins do doador durante um procedimento de transplante; e também um teste não invasivo de três gotas na pele para se medir a taxa de colesterol.

    Curiosidade sobre embalsamados

    O governo da Rússia divulgou nesta quarta-feira os custos de manutenção do corpo embalsamado de Vladimir Lenin, exposto em um mausoléu nos arredores da Praça Vermelha, em Moscou, desde a morte dele, em 1924.

    Segundo um relatório da procuradoria do estado do país, o corpo de Lenin gera despesas de US$ 200 mil (R$ 695,2 mil) por ano aos contribuintes russos.

    Numa pesquisa publica sobre se a população concorda com isso ou preferem que o corpo dele seja sepultado a sua maioria apontou que sim. O melhor seria sepultar. Lembrando que o próprio líder comunista estipulou em seu testamento que gostaria de ser sepultado tradicionalmente.

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      Como é a cremação de corpos

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      A cremação ainda é um tabu para muitos, principalmente por motivo cultural e religioso. 

      A cremação é uma tendência mundial que vem crescendo cada vez mais e vários crematórios no Brasil que já disponibiliza esta opção de cerimônia de despedida, que possuem, sala de cerimônias e sala de estar. Para o momento da despedida há normalmente uma cerimônia exclusiva que conta com projeção de imagens, iluminação especial e em algumas unidades a chuva de pétalas.

      Ao decidir pela cremação, muitos ficam em dúvida sobre o que fazer com as cinzas, no entanto para isso já existem diversas opções, como lançar as cinzas ao mar, guardar em uma urna no columbário, ou plantar uma árvore com as cinzas, com o nome de Árvore da Vida. Para cada uma destas opções existe um tipo de urna adequado, as biodegradáveis são recomendadas para colocar na água ou para o plantio, as de bronze, por sua vez, são boas opções para quem deseja guardar em casa ou no columbário.

      Como é

      Basicamente, os corpos são colocados em fornos e incinerados a temperaturas altíssimas, fazendo carne, ossos e cabelos evaporarem. Só algumas partículas inorgânicas, como os minerais que compõem o osso, resistem a esse calor para lá de intenso. São esses resíduos que compõem as cinzas, o pozinho que sobra como lembrança dos restos mortais de uma pessoa cremada. “No corpo humano, não existe nenhuma célula que tolere uma temperatura maior que 1 000 ºC. Um calor como esse é suficiente para derreter até metais”, afirma o médico legista Carlos Coelho, do Instituto Médico Legal de São Paulo. Apesar da aparência de prática moderna, a cremação é uma tradição de quase 3 mil anos. “Para as religiões do Oriente, queimar o cadáver é uma prática consagrada. O fogo tem uma função purificadora, eliminando os defeitos da pessoa e libertando a alma”, diz o perito criminal Ugo Frugoli.

      Motivos religiosos

      No mundo ocidental, por volta do século 10 a.C., os gregos já queimavam em fogo aberto corpos de soldados mortos na guerra e enviavam as cinza para sua terra natal. Apesar desse histórico, a cremação foi considerada ilegal em várias épocas, principalmente por motivos religiosos. Para os judeus, por exemplo, o corpo não pode ser destruído, pois a alma se separaria dele lentamente durante a decomposição. Já os espíritas pedem que o cadáver não seja incinerado antes de 72 horas – segundo eles, esse é o tempo necessário para a alma se desvincular do corpo. Entre os católicos, evangélicos e protestantes, não há restrições tão severas. No Brasil, a cremação é regulada pela Constituição. Quem quiser ter o cadáver reduzido a pó precisa deixar essa vontade devidamente registrada, com documento assinado por testemunhas e reconhecido em cartório.

      Como acontece a cremação e as cinzas

      crematorio1. O processo de cremação começa quando a pessoa ainda está viva. Não se assuste — é que ela precisa registrar em cartório a vontade de ter seu corpo transformado em pó. Em relação a um sepultamento comum, as diferenças aparecem depois do velório, quando o caixão não é levado até a cova, mas para uma sala refrigerada. Em alguns crematórios, um elevador se abre no chão e desce com o corpo até o andar de baixo, onde ficam as geladeiras

      2. No subsolo funciona a chamada câmara fria. No crematório de São Paulo, por exemplo, o cômodo gelado é uma sala revestida de azulejos e com isolamento térmico, onde ficam prateleiras metálicas com capacidade para até 4 caixões. Os falecidos passam 24 horas no frio. Nesse período, a família ou a polícia podem requisitar o corpo de volta, no caso de mortes violentas como assassinatos

      3. Depois de um dia na geladeira, o cadáver entra em um forno com todas as roupas e ainda dentro do caixão — apenas as alças de metal são retiradas. Sustentado por uma bandeja que impede o contato direto com o fogo, o caixão é submetido a uma temperatura de 1 200 ºC. Esse calor faz a madeira do caixão e as células do corpo evaporarem ou volatilizarem, passando direto do estado sólido para o gasoso. O cadáver começa a sumir

      4. Depois de até duas horas no forno, apenas partículas inorgânicas como os óxidos de cálcio que formam os ossos resistem à onda de calor. Esses restos são colocados no chamado moinho, uma espécie de liquidificador que tritura os ossos com bolas de metal que chacoalham de um lado para o outro

      5. O moinho funciona por cerca de 25 minutos. Depois dessa etapa, as cinzas em pó são guardadas em urnas e entregues à família do morto. No final do processo, uma pessoa de 70 quilos fica reduzida a menos de um quilo de pó.

      Outras matérias sobre cremação Clique Aqui

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