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10 principais motivos que levam uma empresa à falência

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Todo empreendedor tem por objetivo transformar sua empresa em um negócio próspero e competitivo. No entanto, para que isso se torne realidade são necessários vários esforços diários e muito comprometimento.

Porém, na falta de elementos como esforço, comprometimento, dedicação, uma comunicação assertiva e um trabalho em equipe bem feito, as chances de que ela comece a enfrentar problemas graves no futuro aumentam consideravelmente, gerando uma série de danos irreversíveis, inclusive a falência.

Abaixo você confere os 10 principais motivos que levam uma empresa a falência, segundo Marcus Marques, mentor de pequenas e médias empresas. Confira:

1. Não analisar o mercado antes de abrir um negócio

Se você tem o desejo de abrir um negócio, precisa antes analisar o mercado e verificar se aquele produto ou serviço que a sua empresa vai oferecer ao seu público-alvo lhe trará algum diferencial, ou se será apenas mais um entre muitos outros. Se for este o caso, o meu conselho é que você repense e verifique de que maneira pode trazer algo novo e criativo a seus clientes, para não perdê-los para a concorrência antes mesmo de abrir”,

2. Ficar sem recursos

3. Não contar com profissionais capacitados

“Este ponto é bem importante, pois estamos falando do principal ativo que vai ajudá-lo a conquistar os resultados que você deseja para fazer a sua empresa crescer continuamente. Se os profissionais que você tem em seu quadro de funcionários não estão capacitados, operacional e comportamentalmente, é necessário analisar formas de mudar este cenário, já que, sem colaboradores altamente competentes, qualificados e comprometidos, a jornada empreendedora se torna ainda mais complicada de ser percorrida.”, acredita o empreendedor.

4. Ignorar o mercado

O que quero dizer aqui é que é necessário estar atento a todos os movimentos que o mercado no qual a sua empresa está inserida faz. Analisar tendências e ficar de olho em cada passo que seus concorrentes dão, são formas eficazes de se manter sempre atualizado e um passo à frente da concorrência.

5. Não ouvir o que o cliente quer

“Assim como seus colaboradores são importantes na conquista de excelentes resultados, seus clientes também são peças fundamentais na hora de mantê-lo firme perante a concorrência”, explica Marques.

6. Deixar de investir em marketing

As ferramentas de marketing são e sempre foram fundamentais para toda empresa que deseja se destacar no mercado e se tornar a preferida na opinião dos consumidores. E hoje em dia, elas se tornaram ainda mais essenciais, pois oferecem diversas oportunidades de inserção e divulgação de produtos e serviços, utilizando os recursos tradicionais ou da internet para isso. Por isso mesmo, é primordial que haja investimentos assertivos nesta área, caso contrário, as chances de você aparecer para seu público-alvo diminuem consideravelmente, o que pode causar danos irreversíveis no futuro.

7. Falta de comunicação assertiva

“A comunicação é um dos principais problemas enfrentados pelos mais diversos tipos de empresas, independentemente de seu porte ou segmento. Quando ela não é assertiva, ou seja, quando existem ruídos entre o que é dito e o que é compreendido, pode trazer transtornos ao ambiente de trabalho, que se transformam em uma grande bola de neve, acarretando assim, na falência de uma empresa”, afirma o empresário.

8. Não investir em inovação e criatividade

Ignorar estes elementos é um grande tiro no pé que muitos empreendedores correm o risco de dar e assim se prejudicarem. Isso porque estes fatores são essenciais para que a empresa esteja sempre se atualizando e oferecendo produtos e serviços de qualidade e diferenciados a seus clientes, se aproximando cada vez mais de seus anseios e necessidades.

Quando ignorados, a organização corre o risco de não crescer e se manter estagnada, podendo assim, ser facilmente ultrapassada por seus concorrentes.

9. Preparado para as mudanças

“Seguindo a linha de raciocínio do que foi dito anteriormente, as empresas que não se preparam e não preparam seus colaboradores para as mudanças que ocorrem continuamente no mercado, estão fadadas ao fracasso, pois não investem na implementação de melhorias, que podem transformar a forma de gestão e as experiências que seus clientes têm com os produtos e serviços que oferecem”, orienta o empreendedor.

10. Saber tratar os problemas

A jornada empreendedora é repleta de acertos e erros, por isso, o empresário que tem jogo de cintura para lidar com isso, tem mais chances de se manter ativo e competitivo no mercado e não entrar em concordata. Entender que as falhas são essenciais para o crescimento de todos os envolvidos nos processos organizacionais, bem como para a evolução da própria empresa, faz com que esta se torne mais madura diante de seus concorrentes e conquiste resultados positivos sempre.

“Saber os principais motivos que levam uma empresa à falência faz toda a diferença para que você, enquanto empreendedor; seja assertivo na gestão do seu negócio em todos os setores e trabalhe no sentido de evitar cada um deles. Analise como a sua organização se encontra hoje, e se estiver cometendo algum desses erros, verifique como pode mudar esta realidade e continuar atuante no mercado por muito mais tempo”, finaliza o especialista. Marcus Marques

Fonte: Administradores

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A pandemia e os Profissionais no limite da suas resistências

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O ponto de vista de quem esta ao lado dos acontecimentos

Nunca se viu precisar tanto desses profissionais ligados a área da saúde e fúnebre como nos dias atuais. Vemos nitidamente que a maioria estão no seu limite máximo e sem um norte de saber até quando vão suportar  a duras  e exaustivas jornadas.

 

Dia 08 de abril de 2021, esse é o dia em que o Brasil bateu o triste Recorde de mortes em
decorrência da Covid-19, desde o início da pandemia, foram 4.249 vidas perdidas. E infelizmente o sistema de saúde e o setor funerário se encontram colapsado em quase toda região nacional.

Profissionais já se encontram exaustos e desgastados diante desse triste cenário, sem contar os colegas de profissão que tiveram suas vidas perdidas lutando nessa guerra diretamente na linha de frente contra esse inimigo invisível,

É sabido que diante de tanta sobrecarga, algumas falhas vem ocorrendo, principalmente com relação a trocas de corpos, o que ocasiona um sofrimento muitas vezes irreversível para com os familiares enlutados, que viveram  angustia de não conseguir uma vaga em um leito de UTI em tempo hábil para tratar adequadamente as complicações em decorrência da Covid-19.

Falhas como essas citadas anteriormente vem sendo recorrentes em varias regiões do Brasil, como por exemplo, na cidade de Natal no Estado do Rio Grande do Norte, aconteceu uma troca de corpos por profissionais de um Hospital, assim como na Capital de São Paulo, em Araçatuba no interior de São Paulo e na região do grande ABC, ambos por falhas dentro de instituições hospitalares. Mas também houve falhas de trocas de corpos por falhas de Serviços Funerários como, na cidade de Niterói no estado do Rio de Janeiro, na cidade de Itajaí no estado de Santa Catarina e em Belo Horizonte no estado de Minas Gerais.

Nesse momento crítico em que o Brasil e grande parte do mundo está passando em meio essa pandemia, eu enquanto Subcoordenador do Núcleo de Tanatopraxia da Universidade Federal de Minas Gerais, com a experiência em estar habilitando novos profissionais do segmento Funerário, e enquanto Enfermeiro orientando e treinando profissionais da área da saúde com os cuidados paliativos e os primeiros cuidados com os pacientes pós óbito, vejo que diante deste triste episódio pandêmico esses profissionais necessitam de uma atenção especial, no ponto de vista técnico e psicologicamente, como treinamentos periódicos, acolhimento emocional e investimentos nos quadros de pessoal.

No estado de Minas Gerais venho acompanhando que o Sindicato das empresas funerárias de Minas Gerais (Sindinef), atualmente Presidido pelo Sr. Daniel Luiz Santos Alves Pereirinha, vem elaborando e estudando algumas formas de capacitação e acolhimento a esses heróis profissionais da categoria, assim como elaborando e estudando formas para garantir prestações de serviços com qualidade para com a população.

Venho acompanhando também que o Conselho regional de enfermagem de Minas Gerais (Coren – MG) atualmente presidido pelo Enfermeiro Bruno Farias e sua vice presidente a Enfermeira Maria Socorro, não estão medindo esforços para garantir melhores condições de trabalho para com a categoria e ofertando treinamentos constantemente aos heróis da enfermagem, e em conseqüência levando cuidados dignos a todos os pacientes necessitados.
Acredito que várias outras Instituições sindicais do setor funerário e Conselhos de enfermagem de outros estados estejam também empenhados nessa missão de cuidados com os profissionais e também não medindo esforços para prestações de serviços de qualidade com a população, seja enlutada, quanto aos pacientes necessitados de cuidados.

Disponibilizo neste texto o link da NOTA TÉCNICA GVIMS/GGTES/ANVISA Nº 04/2020 –
REVISADA EM 25/02/2021 para direcionar melhor nossos profissionais e gestores de Instituições
Funerárias e Hospitalares.
https://www.gov.br/anvisa/pt-br/centraisdeconteudo/publicacoes/servicosdesaude/notas-tecnicas/nota-tecnicagvims_ggtes_anvisa-04_2020-25-02-para-o-site.pdf/view

Referências bibliográfica
https://www.gov.br/anvisa/pt-br/centraisdeconteudo/publicacoes/servicosdesaude/notas-tecnicas/nota-tecnicagvims_ggtes_anvisa-04_2020-25-02-para-o-site.pdf/view Acesso em 07/04/2021 as 08:30 horas
https://www.corenmg.gov.br/servicos/eventos-corenmg/ Acesso em 07/04/2021 as 09:45 horas
http://www.sindinef.com.br/codigo-etica Acesso em 07/04/2021 as 10:45
https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2021-04/covid-19-brasil-tem-4195-mortes-registradas-em-24-horas acesso 07/04/2021 as 11:23

Autor:
José Eustáquio Pereira Barboza
Enfermeiro Coren – MG 661360 ENF Pesquisador em Tanatopraxia
Subcoordenador do Núcleo de Tanatopraxia da Universidade Federal de Minas Gerais
(UFMG).
Técnico em Anatomia e Necropsia – lotado no Departamento de Anatomia e Imagem da Faculdade de Medina da Universidade Federal de Minas Gerais
Professor do Curso de Tanatologia e Cuidados Paliativos da Sociedade de Tanatologia e Cuidados Paliativos de Minas Gerais (SOTAMIG).
Professor do curso Técnico de Enfermagem da Conhecer Escola Técnica – Unidade de Santa
Luzia – MG
Instagran/@joseeustaquiopb
E-mail: joseeustaquiopb@yahoo.com.br

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Vender é mais fácil, difícil é encontrar quem quer comprar

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Só quem está de frente da comunicação e na comercialização de planos funerários sabe o perrengue no qual estamos passando. Nosso dilema; ser discreto e ser percebido ao mesmo tempo, e no mesmo ambiente.

O plano funeral é a fonte de tudo, desde faturamento até o posicionamento da marca no mercado, e por isso sempre digo: “A forma que o seu plano funeral comunica hoje (tempos pandêmicos), é o resultado do que ele comunicava antes. Quem fez uma poupança pode gastar agora. Explico. Se o seu plano funeral sempre teve uma comunicação camuflada, não dá para sair agora e falar na lata que o plano cobre também casos de Covide.

Você acha um absurdo, ou mesmo apelativo colocar no flyer de vendas um destaque do tipo. “A assistência funeral do plano, cobre também casos de Covide dentro dos protocolos de saúde e segurança”. Pois saiba que essa informação pode e deve ser parte da sua comunicação, contanto que a sua linha de “conversa” com o seu cliente, tenha sido sempre direta, objetiva e reta pois a transparência foi e será o limiar do nosso negócio.

A rejeição existe e ela é natural. Parece piegas mas não custa lembrar que vendemos o que o cliente não quer comprar e ainda pior, entregamos o que ele não quer receber, o problema é quando essa rejeição acontece já internamente. E como e porque isso acontece? Simplesmente porque o seu vendedor não está preparado, municiado e motivado com técnicas, conhecimentos e segurança do produto. Faça uma pesquisa rápida na sua equipe de vendas, e veja quantos deles são clientes do plano que vendem! 

Quando dizem que “Ninguém compra plano funerário” eu completo. Ninguém também compra seguro, compra a tranquilidade de um problema a ser resolvido. Ninguém compra um plano de saúde para ter saúde, compra um plano para não gastar com o médico. Ter um seguro não evitará ter seu carro roubado, ter um plano de saúde não evitará que se fique doente.

Essa é a linha de raciocínio do plano funerário. Prevenir não é se antecipar ou desejar que algo acontece. Inclua isso no seu script de vendas, e por favor e definitivamente, peça para quem treina a sua equipe separar script de roteiro e passe a segmentar a comunicação. Não fazer isso, e correr para a venda digital é um grande erro, ainda mais quando se coloca para isso, um vendedor criado e nutrido no analógico. Para não rodar na curva, se precisa mudar a “corpo, voz e cor” da comunicação do plano, que você desenvolveu (ou copiou) para as bases não digitais. Se isso não for feito, se cria depreciação e questionamentos desnecessário ao produto.

Outra derrapada é a utilização de imagens e ícones religiosos que só depreciam e dificultam e muito o trabalho do vendedor lá na ponta, frases de duplo entendimento, caveirinhas e humor negro também, mesmo que um dos efeitos da pandemia no nosso negócio, tenha sido a aproximação do cliente com a linguagem “funerês” – traslado, cremação, carência, tanatopraxia, sepultamento – ninguém conseguiu pular a barreira da rejeição quando o assunto é morte. 

Tudo aqui depende claramente do ponto de vista. Sabe aquela do copo meio cheio e meio vazio? Haverá quem diga. “Todo mundo precisa, mas ninguém compra por isso eu não consigo vender”, mas também quem diga, “Ninguém compra, mas todo mundo precisa, por isso eu vou vender”.

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Serviço funerário da Capital de São Paulo terão vans escolares como carros funerários

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Vans escolares são chamadas para transportar corpos de vítimas do Covid-19

O Serviço Funerário da capital de São Paulo esta vinculado à Secretaria Municipal das Subprefeituras de São Paulo, e considerando o alto número de sepultamentos de vítimas da Covid-19, na cidade, desde da ultima quinta-feira 25/03, passou a contratar de forma emergencial 50 veículos modelo van, minivan ou perua para o translado funerário nos cemitérios da capital paulista.

Os proprietários de vans de transporte escolar que estão sem poder trabalhar com o transporte de alunos devido a paralisação da aulas por conta da pandemia, o Sindicato do Transporte Escolar de São Paulo (STE) revela que a categoria foi chamada pela empresa ganhadora do contrato público para o serviço, que começa nesta segunda-feira 29/03.

No documento assinado pela gestão municipal, é justificada uma exponencial taxa de mortes na capital causadas pela pandemia para contratar, em situação emergencial e sem licitação, a empresa Era Técnica Engenharia Construções e Serviços.

Ficou acertada a locação de 54 veículos, sendo 50 deles adaptados para a prestação de serviços de translado funerário, com motorista e ajudante, além de combustível e quilometragem livre com um custo calculado de R$ 1.549.044,00.

Nesta semana, os 50 motoristas estarão passando por treinamentos. A procura foi três vezes maior que o número de vagas, e 150 tentaram a oportunidade. Segundo os motoristas, o pagamento é de R$28 por hora, e a previsão de trabalho é de 10 a 12 horas por dia, sendo um valor de R$280,00 a R$336,00 por dia.

Os motoristas das vans trabalharão, principalmente, no transporte de vítimas do novo coronavírus dos hospitais e IML (Instituto Médico Legal) ao local do enterro.

Aos que aceitarem o serviço passarão por adequações no veiculo, como: retiradas dos bancos, remoção do adesivo de van escolar e treinamento de uma semana.

Somando se a esses veículos 4 serão veículos de passeio para o transporte de agentes funerários

Principal medida tomada

Passado essa fase de transportes de infectados essas vans vão voltar para atuar com alunos

Esse é medo dos transportadores de alunos. E muitos não queiram se expor.

A prefeitura promete esterilizar os carros ao termino dos serviços

O valor do serviço

Nesta semana, os 50 motoristas estão passando por treinamentos. A procura foi três vezes maior que o número de vagas, e 150 tentaram a oportunidade. Segundo os motoristas, o pagamento é de R$28 por hora, e a previsão de trabalho é de 10 a 12 horas por dia.

mazinha

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